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How to Grow an Energy-Saving Living Curtain
Growing Energy-Saving Trend
Like flowing drapes of vines over a building’s windows, a green curtain offers an insulating effect similar to that of a green wall, saving energy by providing natural shade and cooling through water evaporation on the foliage, which also reduces CO2 emissions.
Green curtain inside Kyocera building. Photo, Kyocera.
A number of Japanese companies, including Hitachi and Kyocera, have installed green curtains at their corporate or manufacturing facilities, with many other businesses following suit. Six years ago, in response to the Green Curtain Project in city of Okaya, Kyocera created green curtains on the exterior walls of five of their manufacturing facilities.
In addition to providing energy savings, the Kyocera green curtains provided food. From climbing plants, such as morning glory and goya (bitter gourd), the company harvested goya vegetables which they served in their cafeterias and distributed free of charge to employees.
Urban homeowner’s green curtain with plump Goya (bitter okinawian gourd). Photo: Jacob Schere, Flickr.
Here are instructions for creating your own green curtain
Serviços de jardinagem e arquitectura paisagista
Em 2000 cria se a empresa Ecossistemasol, Construção Civil e Espaços Verdes LDA. Em 2002 a Empresa de Viveiros de Arvores centenárias e adultas Oliveiras de P...ortugal (oliveirasdeportugal.com) e em 2007 a Ecoviveiros; Produção, Impor, Exportação de Arvores e Plantas Ornamentais LDA.
Em 1990 os clientes obrigam a serem criadas condições na criação de uma empresa de serviços na área da Conservação e Manutenção, ambos dão inicio de actividade com meia dúzia de funcionários tentando-se sempre manter numa empresa de pequenas dimensões de forma a poderem manter a qualidade.
Quer a satisfação como hábito de exigência dos nossos principais clientes variados e alguns de exigência superior tais como clientes originários do Norte da Europa obrigaram-nos a que o nosso crescimento fosse sustentável, quer pela procura de serviços que eram prestados, como nos sectores onde existiam diversas lacunas de mercado em serviços; tais como irrigação, iluminação exterior, manutenção de rede de rega automática, construção de muros de pedra, calcadas, drenagens em empreendimentos turísticos desde o Carvoeiro Golfe, Carvoeiro Clube, Quinta do Paraíso, Vilamoura clube House Vitoria Golfe actual Oceânico, Bemposta, Quinta do Lago e Marinha, Vilamoura, Fabrica do Inglês, Retails Parques e centros comerciais, marinas tais como de Lagos, Hoteis variados entre outros mais como clientes de cariz particular que se foram alargando pelo território nacional desde a Quinta do Peru, Óbidos ou de Lisboa a Valença pelo litoral e interior de Portugal. A internacionalização dá se com acompanhamento dos nossos clientes em projectos internacionais.
O mercado de Obras Publicas sempre foi importante na nossa área apesar de separado do mercado Privado pelas diferenças de objectivos e qualidades.
Absorveu parte da nossa facturação tendo realizado obras de referência tais como Teatro de Faro, Fábrica Do Inglês, Parque de Exposições de Portimão, Marginal de Portimão e Quarteira, Polis de Albufeira e Silves, Escolas Básicas, Vias de Comunicação, Hospitais, edifícios administrativos entre outros. Com a crise imobiliária na década 90 e na expectativa de não se reduzir a estrutura da empresa, criando-se equipas autónomas para corresponder ás necessidades neste tipo de mercado e também pelo decréscimo do investimento privado no nosso pais as Obras Publicas passam a ter mais relevância obrigando-nos a alterar o nosso Alvará como a Industrial de Construção Civil, com as respectivas subcategorias de Arranjos Exteriores a nossa sempre e actual actividade económica situação adversa a partir de 2006 passando os nossos objectivos serem com maior incidência no mercado Privado pelas dificuldades mundiais.
Demonstrando uma aptidão internacional e reconhecida por vários prémios internacionais o extenso leque de clientes em conjunto sólida harmonia no relacionamento e satisfação total comprovada pelo tipo e carteira de clientes é garantida a nossa internacionalização em diversos continentes com trabalhos de dimensão superior ao efectuados no nosso País recorrendo a meios próprios e consórcios com outras empresas demonstrando a capacidade de efectuar Espaços Verdes em qualquer canto do Mundo com Arvores de Portugal.
Alem de criarmos Ecossistemas, somos um Ecossistema, um todo como uma família no nosso ambiente de trabalho aberto e multidisciplinar com a capacidade de desenvolver e manter os desejos dos nossos Clientes que agradecemos pela confiança que nos depositam ao longo destes anos.
Demonstramos a capacidade inovadora e adaptação a diversos tipos de terreno e locais ou obstáculos estando entre as principais empresas ...de Projectos de Arquitectura Paisagística e de Construção e Manutenção de Áreas verdes da Europa, ou mundial. O mercado onde operamos com a principal localização é no Algarve ou Sul da Península Ibérica; Ilhas, Espanha, África e América do Sul. A nossa presença no campo científico tem se demonstrado relevante em áreas como Química, Solos, Relvados, Arboricultura, Transplantes, Plantações, Equipamento e Gestão de Recursos Hídricos.
O espírito na adaptabilidade é demonstrado pelo nosso largo e vasto Portfolio tendo realizado mais de mil projectos com concepção /construção e capacidade técnica de realização ou produtiva em meios e recursos próprios e analisando o volume de vendas é registado o crescimento estrutural da empresa face aos meios e investimentos efectuados resumindo-se a trabalhos de louvor e de alto gabarito internacional com prémios atribuídos á empresa como a clientes.
A Construção Civil e as Áreas Verdes funcionam como um todo, pelo que a nossa intervenção de Concepção (Projecto) é responsável desde a compra do local (Terreno) em simbiose com o tipo de jardim pretendido, com um estudo detalhado do meio local (Fauna, Flora, solo e clima.) antes de qualquer intervenção humana ao acompanhamento da Arquitectura geral, Construção, Finalização e Conservação ou a Garantia. O acompanhamento da obra depois de analisado é largamente um investimento recuperável pelo Dono de Obra tal como a fiscalização (Ex Movimento e aproveitamento de terras locais e vegetais e vegetação) uma vez que a área Verde deve-se integrar na Paisagem local e não área verde local ser modificada ou alterada pelas áreas a construir de forma a não se sobressair e adaptando-se antes ao meio ambiente local, respeitando-o e jogando com materiais e vegetação local de forma a não criar-se sinergias das diferentes formas de vida racionais e sustentáveis.
O elevado grau de exigência dos nossos clientes sempre foi a nossa preocupação principal em que a nossa actividade tem uma base de Concepção, Realização, Manutenção e Garantia garantidamente pelo maior período possível de forma a minimizar-nos de intervenções futuras de optimização ou reparações posteriores para que se consigam garantir as exigências no mercado Privado e Publico, que sem dúvidas passam de geração a geração tal como registado em vários dos nossos clientes. Herdar um meio ambiente com qualidade depende essencialmente de cada um de nós, perceber donde surge o reino vegetal (arvores, plantas) percebe-se que uma área verde deve ser um todo, um ECOSSISTEMA, como forma apelativa de trazer outras formas de vida e qualidade da qualidade do meio, construindo-se com meios e materiais locais, que sejam utilizadas de forma funcional em vez de observadas com formas de vida do saber estar e ser e que todos nós consigamos regozijar em vez de mostrar servindo de lição educativa a muitos de nós de onde provêm as nossas origens e até onde vão as nossas capacidades evolutivas.
Webmaster Rui Pedro
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Construção Civil.
Construção,recuperação e optmização de Arranjos exteriores .
Trabalhos variados - Drenos ,rega ,aguas.piscinas,muros,pavimentos,mobiliario,vedações,taludes,modelações de terras ,relvados,Parques,jardins,campos desportivos e de golf ,etc........
Alvará de Empreiteiro de Obras Publicas.
Paliçadas de Madeira,Composito e Cimento imitar madeira em Muros de Suporte p ara Aumento de Área Jardim
- Aumento de Área útil;
- Contenção de terras;
- Paliçadas decorativas;
- Pátios temáticos;
- Zonas de lazer;
- Paisagísmo;
- Áreas de Refeição;
O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial
| A INTERVENÇÃO PÚBLICA NACIONAL E INTERNACIONAL |
O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial; é criada a Federação Internacional de Arquitectos Paisagistas (IFLA), com a representação de todos os continentes. Mais tarde, fundou-se, em 1988, a Federação Europeia de Arquitectos Paisagistas (EFLA). A Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP), foi criada em 3 de Março de 1976, tendo os seus estatutos sido publicados em Diário da República em 14 de Dezembro do mesmo ano. A APAP tem participado activamente na International Federation of Landscape Architecture (IFLA), de cujo secretariado já foi responsável. É também membro fundador da Fundação Europeia de Arquitectura Paisagista (EFLA) com sede em Bruxelas. As actividades da Associação caracterizam-se, para além da prestação de serviços aos sócios, pelo desenrolar de uma série de actividades de promoção da Arquitectura Paisagista através da realização de encontros profissionais e seminários, acções de formação profissional, publicação de um Boletim e do Anuário. A Associação mantém ainda estreitas relações com outras Associações Profissionais e Associações de Defesa do Ambiente. A APAP é consultada pelos diversos organismos estatais, nomeadamente o Ministério do Equipamento, Planeamento e Administração do Território e o Ministério do Ambiente, para emissão de pareceres, e é ainda solicitada por várias autarquias e outras entidades para fazer parte de júris de projectos vários. Não é possível, neste texto, apontar todas as realizações em que os arquitectos paisagistas portugueses tiveram decisiva participação e influência: No âmbito da legislação destacam-se: No âmbito do Ordenamento do Território a sua participação fez-se mais significativamente a partir do extinto Fundo de Fomento de Habitação no plano de Almada; mais tarde nos Planos de Urbanização e Directores Municipais de Lisboa. São importantes como primeiros projectos de Paisagem os do Mondego, do Algarve e do Estádio Nacional. No âmbito dos espaços é praticamente impossível referir os mais importantes mas salientam-se entre muitos: |

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