Mostrar mensagens com a etiqueta Gartenanlage. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gartenanlage. Mostrar todas as mensagens

Plantas junto ao mar bonitas todo o ano





Quem tem um jardim, uma varanda ou um terraço perto do mar sabe bem a dificuldade que é conseguir ter plantas bonitas e saudáveis ao longo do ano. Como lutar contra a natureza é sempre inglório o melhor é escolher plantas que se adaptem facilmente às condições existentes, nomeadamente vento muitas vezes carregado de salsugem (ar do mar), uma exposição solar intensa, temperaturas elevadas e secura, que com o aumento do vento aumenta a evapotranspiração provocando a secura das plantas.
Cuidados ao plantar
«No caso de o solo ser salino, podemos ter que fazer algumas correções adicionando enxofre para atenuar os efeitos do sal e poder utilizar uma maior gama de plantas. Antes de plantar, deve colocar matéria orgânica que irá ajudar na dissolução do sal e promove um melhor desenvolvimento das plantas. Nestas zonas, deve ter sempre o cuidado não só de regar como de manter o solo húmido nos dias a seguir à plantação», recomenda Teresa Chambel, arquiteta paisagista.
Barreiras de proteção contra os ventos
Sempre que possível é conveniente criar sebes altas corta-vento (no sentido dos ventos dominantes) com plantas resistentes que irão servir de barreira de proteção para as plantas mais sensíveis. «Esta sebe acabará por sofrer o primeiro embate dos ventos carregados de sal e pode até do lado do vento não estar muito bonita, mas cumpre a sua função de proteção. As plantas que mais utilizo nestas situações são as melaleucas, metrosideros, pitósporo, mióporo, lantana e alecrim», sugere Teresa Chambel.
Plantas mais adequadas ao ar do mar
Grande parte das plantas que podemos e devemos utilizar em zonas perto do mar são plantas da nossa flora mediterrânica, pois estão adaptadas às condições a que vão ser sujeitas, secura, ventos intensos e temperaturas elevadas. As plantas dunares são uma ótima escolha até para floreiras e varandas. Os catos e as suculentas como as agaves, aloés ou dracaenas são sempre uma opção segura pois estão preparadas para as situações mais extremas.
«Também utilizo muitas vezes gramíneas pois são resistentes à secura, não necessitam de muitas regas e em mancha fazem um efeito bonito. Gosto de as conjugar com alfazemas, alecrins e armérias. Da minha experiência selecionei algumas das plantas que tenho utilizado com mais sucesso nestas condições, parte delas são da flora mediterrânica», acrescenta a arquiteta paisagista.

Vertical Gardens With Supernatural Healing Powers

We’ve discussed before the benefits of plants and vertical gardens–how they can not only beautify indoor and outdoor spaces, but can help decrease energy usage by providing insulation, improve indoor air quality, even provide a place to grow food when floor space is scarse. But ward off evil spirits? The designing Campana Brothers think so.
For the facade of Sao Paulo design shop, Firma Casa, the brothers designed a green wall with Sansevieria trifasciata (commonly known as snake plant), a nod to Brazilian popular culture and a plant used in African-Brazilian religious rituals for its supernatural protective and healing powers.
Form definitely follows function in this design scheme. Collaborating with Sao Paulo designers SuperLimão Studio, they placed 9,000 seedlings in 3,500 origami-shaped aluminum vases which hang from a rebar mesh, the directed water flow from one vase to the next through a built-in drainage system that leads overflow to the ground.
The living wall contrasts with and also compliments the industrial wrought steel façade. Inside, natural light flows through the building’s large openings, while a grid of exposed electric rails allows for accessible and easy lighting control.
There’s infinite flexibility in the design as exposed steel structures and air conditioning ducts enable the shop owners to easily hang and move exhibited artwork using industrial magnets while pallet shelving supports pieces of varying sizes.
The first entrepreneur to discover and showcase the Campana Brothers, Firma Casa’s owner, Sonia Diniz Bernardini, values creativity and innovation above all and has long been a pioneer in recognizing and introducing emerging talent. Maybe some plants can make one a visionary?
Pflanzen, Blumen, Gartenmöbel, Palmen, Bäume, Palme, Garten Design, Zimmerpflanzen, Garten und Landschaft, Gartenanlage, Gärtnerei, Wasserpflanzen, Baumschule

Na última década este belga de 40 anos acompanha tudo o que se faz na gestão da relação com clientes, e na gestão em geral. Estreou-se na auditoria, há 16 anos, na Andersen absorvida pela Deloitte em 2002, presidiu à associação belga de contact centers, Contactcentres.be, e é o actual presidente da consultora para a região de Europa, Médio Oriente e África para a área de CRM (customer relationship management).



Na última década este belga de 40 anos acompanha tudo o que se faz na gestão da relação com clientes, e na gestão em geral. Estreou-se na auditoria, há 16 anos, na Andersen absorvida pela Deloitte em 2002, presidiu à associação belga de contact centers, Contactcentres.be, e é o actual presidente da consultora para a região de Europa, Médio Oriente e África para a área de CRM (customer relationship management).

Cada vez há mais programas de CRM, mas em Portugal, as reclamações sobem aos 85% por semestre. O que está mal?

Os clientes protestam porque adquirem conhecimento e as expectativas sobem.



Mais do que um software, o CRM é uma filosofia que coloca o cliente no centro. O que sucede é que muitas empresas se esquecem disso e só voltam a pô-lo no topo das prioridades quando algo corre mal.



Como é que as empresas podem dar-se ao luxo de esquecer o cliente? Aos balcões da maior operadora móvel nacional chega a esperar-se mais de uma hora.



As telecomunicações tornaram-se numa commodity [produtos sem valor acrescentado] e as operadoras locais têm de competir com multinacionais que fixam as regras.



Vêem-se obrigadas a reposicionar produtos de alto valor acrescentado para níveis mais baixos porque, em certos sectores, o consumidor não está disposto a pagar nem mais um cêntimo por um serviço extra.



Já na banca, por exemplo, um quarto dos clientes não se importa de pagar mais para estar cara a cara com o seu gestor, porque o produto é complexo.



Então há sectores condenados a prestar mau serviço?

Hoje as empresas têm de gerir muita informação. É uma longa jornada e algumas ainda não chegaram lá.



O que é elementar para que nunca se desvie do alvo?

Investir em escutá-lo. De outra forma apenas terá noção através de queixas. Mesmo assim, por cada sete clientes insatisfeitos, apenas um formaliza a reclamação.



Pior: geralmente a gestão de topo não está informada dessa reclamação. Esta não é a melhor forma de se escutar, mas, sendo a única, pelo menos, que o topo assegure que lhe tem acesso regular.



O que há de novo no CRM?

As questões-chave são: como integrar as necessidades dos novos consumidores (a geração Y); e como alinhar os canais de distribuição com as novas tecnologias. Nos últimos dez anos, as companhias investiram muito na internet e em novas formas de comunicar com os clientes. Agora têm de integrar tudo isso de forma a fornecerem o mesmo nível de serviço independentemente de um cliente abordar a empresa através de e-mail, telemóvel ou call center. Outro tópico é a política de preços, mais concretamente a capacidade de tirar o máximo partido do preço fixado.



Como assim?

Por exemplo, nos descontos, começa a ser mais exequível implementar as políticas estabelecidas pelas empresas. Se aumentar em 1% a capacidade de executar o preço, o impacte nos resultados operacionais poderá ser de 10%-12%.



Pode dar um exemplo?

Cerca de 80% das pessoas que entram num stand não querem informação sobre um carro, quem mesmo comprá-lo. Mas a maior parte dos vendedores insiste em agradar, para que o cliente não vá à concorrência.



Conclusão: neste sector, dois terços dos descontos dão-se entre stands da mesma marca. Fizemos esse estudo para um caso português que num ano perdeu milhões de euros ao oferecer, desnecessariamente, a instalação do ar condicionado.



Com tantos estudos, como é que isso ainda acontece?

Há cinco anos, a maior parte das companhias diria "quero lançar as maiores inovações" ou "tenho de as adaptar logo no início". Hoje dizem "vamos esperar que isto se torne um standard na nossa indústria".



Talvez o impacte da inovação hoje seja menor. Já não é "eu tenho de adaptar", mas, sim, "eu tenho de adoptar". Nem todos têm noção de que isto está a acontecer.



Impressiona-me a baixa maturidade de algumas empresas.



Inovou-se de mais?

Nos últimos anos a inovação tornou-se numa ferramenta de marketing. Um dos directores da Deloitte, Michael E. Raynor, co-autor do livro The Innovator's Solution, concluiu que a inovação matou a rentabilidade.



Em todas as indústrias tudo se torna rapidamente numa commodity. Perdeu-se o tempo para estabilizar o negócio e angariar lucros. Agora há que fazer poucas coisas, mas fazê-las bem.



A Deloitte está a dizer aos clientes que parem de inovar? Não. Há dois tipos de inovação: externa e interna. Na primeira desenvolve-se um novo produto ou serviço com impacte no sector. É a que exige mais investimentos.



Há que encará-la de forma séria e avaliar todas as consequências. Depois, a interna tem que ver com a forma como se abordam os clientes. Quando falamos em inovação temos de ser claros em relação ao que esperamos e qual o seu efeito nas contas.