Uma torre que concentre grande parte dos serviços da administração pública, edifícios de habitação e comércio e cinco hectares de jardins prometem revolucionar o coração da cidade. Menos carros e a ampliação dos serviços da Câmara Municipal completam a nova filosofia do espaço, num projecto que deverá custar cerca de 125 milhões de euros a uma empresa local.
Cinco hectares de jardins públicos e uma torre de serviços estão a ser projectados para o coração da cidade de Portimão. Um promotor privado está disposto a diminuir a densidade de construção que o Plano Director Municipal lhe permite na área e, em parceria com a Câmara, pretende revolucionar o Centro da cidade barlaventina.A proposta de protocolo de cooperação com a autarquia deverá ser sujeita a votação do executivo autárquico na próxima semana. A empresa Porticentro propõe-se a elaborar o plano de pormenor para cerca de 10 hectares da zona centro – desde o edifício da Câmara Municipal aos Cinemas de Portimão –, uma área onde actualmente existem equipamentos municipais como o estádio, o viveiro, o Complexo de Ténis, o auditório, o pavilhão gimnodesportivo e o Jardim das Águas Livres.De acordo com a ideia apresentada na última semana, o projecto deverá contemplar a demolição do Estádio Municipal, assim como do Complexo de Ténis e dos Viveiros, para dar lugar a um jardim, que integre não só os restantes equipamentos municipais, mas também a prisão, cujo edifício deverá ser requalificado para outra actividade.No plano a ser elaborado, deverá estar ainda contemplada a demolição dos armazéns anexos ao edifício da Câmara Municipal para aí construir um novo edifico que concentre todos os serviços da autarquia.As ruas que circundam a área serão alvo de obras de arranjo e o tráfego será reordenado. A requalificação da Rua Direita deverá ser estendida até à Rua Mouzinho de Albuquerque e as Ruas Manuel José d’Alvor e João da Cruz deverão transformar-se em exclusivamente pedonais, permitindo o percurso directo a pé entre o edifício da Câmara e a Alameda da República.A Porticentro detém actualmente grande parte dos terrenos da área de influência do plano. Só na zona entre a Câmara Municipal e o estádio, o alvará permitir-lhe-ia erguer 120 mil metros quadrados de construção (cinco torres iguais à existente no local). «Queremos respeitar as áreas edificáveis, mas reduzir a área de construção», garantiu Hugo Raposo, o arquitecto responsável pelo projecto, durante a apresentação ao executivo decorrida na quarta-feira passada.Excluindo os seis mil metros quadrados do novo edifício da autarquia, a Porticentro prevê vir a edificar 65 mil metros quadrados de construção, distribuídos por uma torre de serviços, que concentre grande parte dos serviços da administração pública nos seus 14 pisos, e por edifícios de habitação e comércio.
Cinco hectares de jardins públicos e uma torre de serviços estão a ser projectados para o coração da cidade de Portimão. Um promotor privado está disposto a diminuir a densidade de construção que o Plano Director Municipal lhe permite na área e, em parceria com a Câmara, pretende revolucionar o Centro da cidade barlaventina.A proposta de protocolo de cooperação com a autarquia deverá ser sujeita a votação do executivo autárquico na próxima semana. A empresa Porticentro propõe-se a elaborar o plano de pormenor para cerca de 10 hectares da zona centro – desde o edifício da Câmara Municipal aos Cinemas de Portimão –, uma área onde actualmente existem equipamentos municipais como o estádio, o viveiro, o Complexo de Ténis, o auditório, o pavilhão gimnodesportivo e o Jardim das Águas Livres.De acordo com a ideia apresentada na última semana, o projecto deverá contemplar a demolição do Estádio Municipal, assim como do Complexo de Ténis e dos Viveiros, para dar lugar a um jardim, que integre não só os restantes equipamentos municipais, mas também a prisão, cujo edifício deverá ser requalificado para outra actividade.No plano a ser elaborado, deverá estar ainda contemplada a demolição dos armazéns anexos ao edifício da Câmara Municipal para aí construir um novo edifico que concentre todos os serviços da autarquia.As ruas que circundam a área serão alvo de obras de arranjo e o tráfego será reordenado. A requalificação da Rua Direita deverá ser estendida até à Rua Mouzinho de Albuquerque e as Ruas Manuel José d’Alvor e João da Cruz deverão transformar-se em exclusivamente pedonais, permitindo o percurso directo a pé entre o edifício da Câmara e a Alameda da República.A Porticentro detém actualmente grande parte dos terrenos da área de influência do plano. Só na zona entre a Câmara Municipal e o estádio, o alvará permitir-lhe-ia erguer 120 mil metros quadrados de construção (cinco torres iguais à existente no local). «Queremos respeitar as áreas edificáveis, mas reduzir a área de construção», garantiu Hugo Raposo, o arquitecto responsável pelo projecto, durante a apresentação ao executivo decorrida na quarta-feira passada.Excluindo os seis mil metros quadrados do novo edifício da autarquia, a Porticentro prevê vir a edificar 65 mil metros quadrados de construção, distribuídos por uma torre de serviços, que concentre grande parte dos serviços da administração pública nos seus 14 pisos, e por edifícios de habitação e comércio.