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Fulton Mall Rehabilitation Plans Spark Concerns


Fulton MallFulton Mall, 2010

Plans are underway for the reconstruction of Fresno’s Fulton Mall – an early example of an outdoor pedestrian mall, significant for incorporating into its design one of the first displays of public modern art outside of a campus/institutional setting. This Modernistcorridor, which showcases work by local and regional artists, was designed by landscape architect Garrett Eckbo and completed in 1964 as part of architect and urban planner Victor Gruen’s master plan for downtown Fresno. A 2013 Draft Environmental Impact Report (DEIR) with proposals that would threaten the integrity of the mall has raised concerns among members of The Cultural Landscape Foundation (TLCF), National Trust for Historic Preservation (NTHP), California Historical Society (CHS) and the California Preservation Foundation (CPF).

Fulton Mall

Fulton Mall, 2008, courtesy Tim Davis

As the city of Fresno has expanded outwards, it has seen the deterioration of its downtown core. This urban flight has led to high vacancy rates and the gradual disintegration of the public infrastructure. In August 2008, TCLF added Fulton Mall to its Landslide® list, in response to its diminished condition and ongoing discussion to open the pedestrian-only street to vehicles.

In 2010 the City of Fresno began a process to explore alternatives to invigorate the downtown spine, engaging experts and members of the public to create an option that was amenable to all parties as well as a transparent review process. The city assembled a team of consultants that met during a Fulton Corridor Specific Plan Community Advisory Committee Meeting (FCSPCAC) in September 2010. Discussion focused on the corridor’s six central blocks and adjacent cross streets. In a second meeting the public was presented with a series of design alternatives. Participants in this second meeting, a charrette called the Fulton Corridor Specific Plan Design Workshop, which was led by architect and urban designer Stefanos Polyzoides, included TCLF president Charles Birnbaum, preservationists and other consultants. Three separate tactics to address the mall’s deteriorated condition were examined: retain the corridor as pedestrian only; open the street up to vehicular traffic; or create a hybrid option, opening up some streets to vehicular traffic while maintaining the pedestrian core.  Commentary from the workshop resulted in the production of ten alternatives that were presented to the FCSPCAC for a vote.
Fulton Mall


Fulton Mall
(upper) 2010; (lower) courtesy Tim Davis, 2008
The 21-member FCSPCAC, composed of residents, property and business owners, and experts in a variety of related fields, selected three of the ten concepts for further exploration during the environmental review process, though none featured a hybrid approach: 1. Reopen the street and remove the existing mall 2. Reopen the street keeping selected elements of the mall design as “vignettes”. 3. Restore the mall in its entirety. TCLF believes that none of these options represents a viable alternative and are instead a direct result of the city’s concern that a hybrid alternative may disqualify the project from receiving a specific federal transportation grant. Additionally TCLF believes that moving forward with the specified options could threaten the site’s eligibility for National Register of Historic Places listing.

Birnbaum developed a whitepaper during the charrette process that argued for a hybrid alternative, stating: “As discussed during the charrette, the idea of opening some of the cross streets to vehicular traffic has great merit. For example, in Charlottesville, VA two of the cross streets along the eight block mall have successfully been opened in recent years…” He goes on to issue a warning about the delicacy of such an approach: “In general, by opening the Mall to moving/parked vehicles there is a diminished integrity of design. These changes to accommodate vehicles will need to be viewed on a case-by-case basis, ideally guided by a set of overarching design principles that balance use, design and historic preservation.”
In response to these concerns The Cultural Landscape Foundation, National Trust for Historic Preservation, California Historical Society and the California Preservation Foundation provided their comments on the DEIR to Elliott Balch, Downtown Revitalization Manager of the City of Fresno. The letter, dated January 13, 2014, emphasized the need to consider a hybrid alternative stating: “The Coalition would very much like to see the City of Fresno take positive steps to reinvigorate its historic downtown, and to sensitively redevelop the Fulton Mall as a part

Fulton Mall

Fulton Mall
(upper) courtesy Tim Davis, 2008; (lower) 2010
 of that process. We believe that the City has the clear authority to adopt a hybrid alternative that will not compromise the integrity of the Fulton Mall to a degree that it would be ineligible for the National Register. Further, because several alternatives were analyzed in the DEIR, but rejected, selection of such an alternative will not require re‐circulation of the DEIR.” 


A CBRE anuncia que Francisco Horta e Costa será o novo Managing Director da CBRE Portugal. Francisco Horta e Costa trabalha há 14 anos na CBRE, atuando para investidores nacionais e internacionais em investimento imobiliário.

Até à data, era Senior Director responsável pelo departamento de Capital Markets em Portugal e fazia parte do European Cross Border Capital Markets Group. Irá substituir Pedro Seabra, fundador da CBRE Portugal.

Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal comenta, “A CBRE é a consultora imobiliária número um a nível mundial e estou muito orgulhoso de assumir a liderança da empresa em Portugal. Irei trabalhar arduamente para o crescimento da CBRE nos próximos anos”.

Para Pedro Seabra, Presidente da CBRE Portugal, “Foi fantástico ter assumido a aventura de trazer a CBRE para Portugal e ter estado à frente de uma equipa brilhante nos ultimos 24 anos. Estou seguro que o Francisco fará um excelente trabalho e que a CBRE estará em ‘boas mãos’”.

Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”



Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”
O Turismo do Algarve está nomeado para o prémio de “Melhor região de Turismo”, pelo terceiro ano consecutivo, depois de ter vencido em 2006 e 2007. Os Prémios Publituris 2008, vão realizar-se no próximo dia 25 de Junho, onde será anunciado o vencedor desta categoria. Na atribuição deste galardão serão tomados em linha de conta factores como pró-actividade na comunicação, inovação e profissionalismo», revela o regulamento do prémio. A região algarvia está ainda nomeada nas categorias de

Sócrates desvaloriza chumbo do projecto Costa Terra

Governo promete demonstrar que todos os aspectos foram acauteladosO primeiro-ministro desdramatizou as consequências do chumbo do empreendimento Costa Terra, na Comporta (distrito de Setúbal), pelo Tribunal Administrativo de Lisboa.
O Governo demonstrará que teve «todos os cuidados» com esse projecto, adiantou José Sócrates no final da sessão de balanço dos programas de estágios profissionais para jovens, Inov Jovem e Inov Contacto, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, citado pela agência «Lusa».
O empreendimento chumbado pelo Tribunal Administrativo de Lisboa foi o primeiro projecto de investimento prioritário (PIN) aprovado pelo actual Governo.
De acordo com o primeiro-ministro, o projecto em causa «esteve mais de 15 anos em avaliação» e «resultou de uma avaliação de impacto ambiental»
O Tribunal Administrativo de Lisboa suspendeu o loteamento e mandou parar a obra do projecto no Litoral Alentejano, na sequência de uma providência cautelar interposta pela Quercus e Geota. De acordo com a Quercus, a decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa suspende, também, o alvará de loteamento concedido pela Câmara Municipal de Grândola, e determina que a empresa Costa Terra deve abster-se de realizar qualquer obra no local indicado.
Mais de 500 milhões de euros e de 4.000 empregos em causa
O projecto de loteamento da Herdade da Costa Terra comporta 204 moradias, três aparthotéis com 560 camas, quatro aldeamentos turísticos com 775 camas, quatro conjuntos de apartamentos turísticos com 823 camas, uma estalagem com 40 camas e um campo de golfe de 18 buracos, além de equipamentos complementares, como supermercado, igreja, restaurantes, zona comercial, clube hípico, centro de talassoterapia e uma estação de serviço.
O projecto inclui ainda um Centro de Documentação da Natureza, uma Reserva Ornitológica, um Parque de Flora Mediterrânica, um Borboletário, uma Quinta e Vinha Biológica com produções certificadas para consumo no empreendimento turístico.
O projecto da Herdade do Pinheirinho é composto por 204 lotes para moradias, dois para hotéis e quatro para aparthotéis, três para aldeamentos/apartamentos turísticos e outros lotes para equipamentos complementares, num total de 2.912 camas, bem como um campo de golfe de 27 buracos, com cerca de 90 hectares.
O reconhecimento da utilidade pública dos dois empreendimentos foi há alguns meses reivindicado pelo presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato (independente eleito pelo PS e apoiante da candidatura de Cavaco silva às presidenciais), que também se insurgiu várias vezes contra a contestação dos ambientalistas sobre os dois empreendimentos.
O empreendimento da Costa Terra, com um investimento total estimado de 510 milhões de euros distribuídos por quatro fases de desenvolvimento ao longo dos próximos 10 a 12 anos e que deverá ocupar 124 dos 1.350 hectares da herdade, prevê a criação de 1.260 postos de trabalho directos e mais de 3.000 indirectos.

Sócrates desvaloriza chumbo do projecto Costa Terra

Governo promete demonstrar que todos os aspectos foram acauteladosO primeiro-ministro desdramatizou as consequências do chumbo do empreendimento Costa Terra, na Comporta (distrito de Setúbal), pelo Tribunal Administrativo de Lisboa.
O Governo demonstrará que teve «todos os cuidados» com esse projecto, adiantou José Sócrates no final da sessão de balanço dos programas de estágios profissionais para jovens, Inov Jovem e Inov Contacto, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, citado pela agência «Lusa».
O empreendimento chumbado pelo Tribunal Administrativo de Lisboa foi o primeiro projecto de investimento prioritário (PIN) aprovado pelo actual Governo.
De acordo com o primeiro-ministro, o projecto em causa «esteve mais de 15 anos em avaliação» e «resultou de uma avaliação de impacto ambiental»
O Tribunal Administrativo de Lisboa suspendeu o loteamento e mandou parar a obra do projecto no Litoral Alentejano, na sequência de uma providência cautelar interposta pela Quercus e Geota. De acordo com a Quercus, a decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa suspende, também, o alvará de loteamento concedido pela Câmara Municipal de Grândola, e determina que a empresa Costa Terra deve abster-se de realizar qualquer obra no local indicado.
Mais de 500 milhões de euros e de 4.000 empregos em causa
O projecto de loteamento da Herdade da Costa Terra comporta 204 moradias, três aparthotéis com 560 camas, quatro aldeamentos turísticos com 775 camas, quatro conjuntos de apartamentos turísticos com 823 camas, uma estalagem com 40 camas e um campo de golfe de 18 buracos, além de equipamentos complementares, como supermercado, igreja, restaurantes, zona comercial, clube hípico, centro de talassoterapia e uma estação de serviço.
O projecto inclui ainda um Centro de Documentação da Natureza, uma Reserva Ornitológica, um Parque de Flora Mediterrânica, um Borboletário, uma Quinta e Vinha Biológica com produções certificadas para consumo no empreendimento turístico.
O projecto da Herdade do Pinheirinho é composto por 204 lotes para moradias, dois para hotéis e quatro para aparthotéis, três para aldeamentos/apartamentos turísticos e outros lotes para equipamentos complementares, num total de 2.912 camas, bem como um campo de golfe de 27 buracos, com cerca de 90 hectares.
O reconhecimento da utilidade pública dos dois empreendimentos foi há alguns meses reivindicado pelo presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato (independente eleito pelo PS e apoiante da candidatura de Cavaco silva às presidenciais), que também se insurgiu várias vezes contra a contestação dos ambientalistas sobre os dois empreendimentos.
O empreendimento da Costa Terra, com um investimento total estimado de 510 milhões de euros distribuídos por quatro fases de desenvolvimento ao longo dos próximos 10 a 12 anos e que deverá ocupar 124 dos 1.350 hectares da herdade, prevê a criação de 1.260 postos de trabalho directos e mais de 3.000 indirectos.