

A Ecossistemas antevê 2008 como um ano de crescimento sustentável e aumento nas capacidades estruturais.
Tendo em conta o ano 2007 comparando a 2008 ,os custos serão superiores na componente de mão de obra e em especial no mercado de Obras Publicas visto as alterções efectuadas na legislação. A especialização e singularidade da actividade será a porta futura ,dedicando-se apenas á sua área especifica de sector em vez de divergir ,controlando custos e gastos gerais ao pormenor .
O estado geral da economia e as suas incertezas no mercado Mundial apenas dará hipotesses ás empresas que nos últimos anos souberam criar bases estruturais , qualificativas técnicas e produtivas de forma a poder superar a estagnação mundial do mercado da Construção Civil tendo em conta a grave crise imobiliária e energética.
Os grandes grupos ditarão ainda mais as regras do mercado Imobiliário e Construção Civil com monopólios solidificados e de uma auto-suficiência ,que serão como quase inatingíveis , tornarão ainda mais impossível o acesso ao mercado das pequenas e medias empresas, na mira de de conquistar mercados e clientes para repor percas de abradamento ecónomico.
Fora dos grandes grupos económicos só resistirão as empresas que se associaram,interagirem ou criarem em consórcios e dividirem assim os custos gerais de forma a serem competitivas e poderem acompanhar os restantes concorrentes .Doutra forma sós e sem sinergias conjuntas não resistirão tornando-se descapitalizadas.
As empresas que invistam numa politica ambiental auto sustentável tirando exemplos em economias e sociedades mais evoluídas tais como a Suíça , Alemanha , incrementarem os seus hábitos e padrões de vida ,terão uma aceitação no mercado crescente .
O fosso entre Ricos e Pobres chegará a níveis como nunca antigídos e as potencias em crescimento ou emergentes passarão a ter graves problemas sociais e ambientais ,também num curto espaço de tempo ,veja-se o caso da China ou o futuro triângulo ,China,Índia e Leste donde surgirá a economia e sociedades de maior impacto económico nos proximos par de anos.
Tendo em conta a actual conjuntura económica mundial face ao choque energético , imobiliário e questões ambientais ,os Sócios Gerentes ; Natália Pires e Luís Miguel M. Rendeiro De Piedade defenderão se com a criação de sinergias estruturais regionais com algumas empresas locais e congéneres , interligadas ao ramo de forma a reduzir custos ,aumentando o grau de selecção de serviços .
Serão criados sectores independentes de actuação tais como a divisão de sectores que no passado estivam interligadas ; como, Viveiros, Venda ao publico, Paisagismo, Construção e manutenção de Jardins e Áreas Verdes e Piscinas, Limpeza geral com Higiene ,Comercialização de consumiveis de cariz de Higiene e Limpeza e Fardamentos , Construção Civil ,Transportes e Imformática .
A candidatura ao QREN para aumento da nossa internacionalização em mercados emergentes na prestação de serviços e comercialização de serviços ,apostando na certificação da qualidade.
O Alvará de Empreiteiro geral de Obras Publicas para poder responder às alterações de leis do mercado e clientes.
Capacidade técnica e de meios com técnicos experientes .
Desenvolvimento que apostamos dar entrada com um posição para já na área de serviços. interligou-se áreas de negócio familiar que apesar de diferentes ramos não deixam de se poder interligar tais como ; unifhorm.com - facobon.com interlook.com .
Criação da ECOVIVEIROS para Produção,Exp e Impor e Comercio de Plantas e Árvores.
Apostar em produtos com incremento ou procura nos ultimos anos.
Redução de custos de gestão através da dimunição na deslocação para a gestão de espaçs verdes com Telegestão,alarmes etc..
Muitas outras serão com a implementação serão desenvolvidas .