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Algarve Garden Centre
Serviços, oferta de produtos, representações, fabrico ou produção;
Projectos de Arquitectura Paisagista
Para áreas verdes, campos de golfe e desportivos, vilas, cidades e Juntas de freguesia;
Planos de Plantação por revestimento compreensivos com fotos de identificação
Dimensionamento de Sistemas de Rega, Drenagem;
Planos de Iluminação e de Mobiliário Urbano, estruturas, pavimentos, lúdicos;
Pormenores Técnicos;
Representação Tridimensional dos Projectos para fins publicitários imobiliários e comerciais;
Planos de Optimização, recuperação e alterações de zonas degradadas, jardins históricos;
Fiscalização de Projectos;
Aconselhamento técnico;
Acompanhamento de Obras;
Exteriores e Interiores - Construção, fiscalização, recuperação e conservação
Parques, campos de golfe, desportivos, jardins, canteiros, floreiras, terraços, vasos;
Áreas Verdes Ajardinadas em interiores e exteriores;
Sistemas de Rega, iluminação, drenagens, isolamentos e pinturas;
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Estabilização Biológica de Taludes, recuperação de ecossistemas;
Caminhos Pedonais, Passadiços e Decks, resina, calcadas, arrelvadas e orgânicas.
Pérgolas, Vedações, Mobiliário Urbano e Parques Infantis;
Muros de pedra, madeira, gabiões, em floreiras e modelações.
Repovoamento de espécies autóctones, limpeza de matas, floresta, lagos;
Hidrossementeiras,·
Relvados: Naturais e Sintéticos;
Controle de Temperatura e Poeiras exteriores e interiores.
A técnica de reduzir as temperaturas quentes do nosso clima através da pulverização de uma névoa pelo sistema inovador e patenteada pela Fog System único no Mundo é o sistema mais inovador universalmente usado em diversos ramos:
Exterior e Interiores
Paisagismo - Na criação de zonas tropicais ou névoa para micro climas. Piscinas para dar aspecto de nevoeiro.
Autarquias - Ruas em zonas quentes ou locais de exposição tais como eventos ou acontecimentos em espectáculos e concertos
Hotelaria - Esplanadas, tendas, piscinas.
Comercio - Expositores de Frutas, legumes e peixe e outros a manter frescos.
Centros Comerciais .
Lúdico - Parques de Diversão, montanhas Russas, comboios Fantasmas, filmes etc....
Cinema e Arte - Filmes e exposições tais como dinossauros ou outros.
Industria - Pedreiras, tratamento de lixos ou resíduos para assentamento de poeiras
Agricultura - Estufas e produções agrícolas .
Terraços, coberturas;
Vedações, portões em madeira e alumínio
Piscinas naturais e artificiais
Edifícios em alvenaria, madeira, aço e taipa.
Serviços Agrícolas e florestais
Aluguer de equipamento pesado e leve
Movimentação de terras
Estabilizações de dunas e Praias
Azulejaria
Calcadas
Monumentos e Obras de arte (estátuas)
Topografia
Limpeza geral em obras e trabalhos.
Decoração de Interiores
Stands de Exposições e eventos
Jardins Verticais
Aluguer de Plantas, arvores.
Serviços de Construção Civil complementar a espaços verdes.
Alvará de Empreiteiro Geral;
Manutenção serviços por avença ou assistências;
Areas verdes, parques, campos de golfe e desportivos·Relvados, lagos,
Vedações, madeiras.
Limpeza e segurança
Piscinas e parques lúdicos
Poda, Limpeza e Transplante de árvores;
Serviços Gerais de Jardinagem;
Tratamentos fitossanitários;
Transplantes de Arvores, plantas e palmeiras
Derrube de Arvores e Plantas ou palmeiras;
Serviço de Piquete 24h;
Pacotes de manutenção com Piscina e Jardim.
Centro de Jardinagem ou Garden Center
Plantas, Herbáceas, arbustos, subarbustivas, tapizantes, suculentas, Arvores, Palmeiras, cactos, hortícolas, endémicas, florestais, fruto;
Venda de mobiliário de jardim e acessórios;
Aluguer de plantas para eventos;
Adubos sólidos líquidos químicos e naturais ou orgânicos;
Maquinas, ferramentas e utensílios de Jardinagem;
Tapete de Relva;
Redes, Telas e caniços;
Mobiliário diverso;
Plantas artificiais;
Flores de Corte e decoração de Eventos;
Apoio em decoração de espaços e stands;
Terras, areias, compostos, estrumes, casca de pinho, correctivos, turfas;
Ferramentas de Jardim e Bricolage;
Casas de Madeira e Parques infantis ou lúdicas;
Piscinas e Química Industrial de Limpeza e Higiene;
Aconselhamento técnico;
Entregas Grátis até 20km;
Inertes variados de cobertura de solo
Venda de artigos de jardinagem (floreiras, materiais de rega, fertilizantes, substratos vegetais, sementes, casca de pinheiro e seixo ornamental)
Separadores de Inertes;
Lajes de Pedra e artefacto de betão;
Telas ,redes ,fios ,cordas
Fitofarmacos
Artesanato
Decoração e festivas
Flores e arranjos florais
Equipamento de rega e piscinas
Águas
Sistemas de rega e adução
Controle de temperatura por pulverização
Jogos de agua e fontanários
Captação De agua por furos
Cisternas ,depósitos reservatórios ,tanques e charcas ou balsas ,lagoas e lagos
Bombagem e filtragem
Estações de tratamento
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Piscinas naturais e artificiais
Analises de agua
Tratamentos de Agua
Viveiros
Produção e Comércio ,exportação e importação de plantas, arvores ,palmeiras ,herbáceas ,arbustos ,cactos ,tapizantes ,endémicas e florestais.
Transplante, recuperação e comercialização e arvores centenárias de grande porte;
Compra de olivais, citrinos, amendoeiras, alfarrobeiras.
Higiene e Limpeza Industrial;
Produtos, comercio e fabrico de higiene industrial e piscinas
Limpeza de Fabricas, vidros, casa, condomínios e outros;
A Landlab lança para 2013 o curso Impermeabilização, Paredes Verdes e Coberturas Ajardinadas. Este curso realiza-se dia 30 e 31 de janeiro 2013 em Lisboa, no hotel vip executive art´s.
A Landlab lança para 2013 o curso Impermeabilização, Paredes Verdes e Coberturas Ajardinadas. Este curso realiza-se dia 30 e 31 de janeiro 2013 em Lisboa, no hotel vip executive art´s.
Para se inscreverem basta seguirem o LINK! (até ao dia 21 de Janeiro), o preço do curso é de 250 € (IVA INCLUÍDO).
15% de desconto na inscrição (até 16 de Janeiro) para associados das entidades: Ordem dos Arquitectos, Ordem dos Engenheiros, Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e Associação Profissional dos Urbanistas Portugueses mediante apresentação comprovativo (cartão ou inscrição atualizada).
30% de desconto na inscrição (até 16 de Janeiro!) para estudantes mediante apresentação comprovativo (cartão ou certidão de matricula atualizado).
Lamentamos que estes cursos sejam formas de faturar .
Como fazer crescer nova relva de forma ecológica
Saber fazer crescer um relvado de uma forma ecológica faz parte das tarefas de um jardineiro e de todos os que têm uma casa própria. Saiba como fazer crescer nova relva de forma ecológica e mantenha sempre o relvado do seu jardim nas melhores condições.
Por vezes, a relva de um jardim adquire determinadas manchas que podem retirar o brilho e espontaneidade de um relvado. Para que isso não aconteça, saiba que fazer crescer a relva de uma forma orgânica permite-lhe manter o seu jardim sempre com um aspeto radiante. Este processo é também conhecido por semear de novo e é de fácil execução.
Quais as ferramentas e os materiais necessários
Para que a plantação e o crescimento da nova relva seja realizada de forma ecológica, é necessário reunir os utensílios seguintes:
- Ancinho;
- Arejador de solo;
- Sementes de relva;
- Fertilizante orgânico.
Como fazer crescer uma nova relva num jardim
Para fazer crescer uma nova relva num jardim e para que este esteja sempre em ótimas condições de utilização e apresentação, é necessário realizar os 5 passos seguintes:
1. Conhecer as áreas mortas do seu relvado
Uma das partes essenciais para fazer crescer uma nova relva passa por conhecer detalhadamente todas as áreas do seu relvado. Poderá ser necessário replantar um relvado inteiro ou apenas algumas partes. Na maioria dos casos, a replantação de áreas mais pequenas é suficiente e a mais adequada para que um relvado fique com um aspeto fantástico e uniforme. No entanto, se o seu relvado estiver abandonado há vários anos, é provável que a terra que o compõe esteja negligenciada e, como tal, é necessário fazer crescer um novo tapete de relva. Se for este o caso do seu relvado, tenha em consideração que o gramado inteiro precisa de ser totalmente arejado e coberto com palha para que a terra fique o mais fértil possível e para que tenha todos os nutrientes necessários para o seu crescimento.
2. Preparar corretamente a terra de um relvado
Preparar a terra de um relvado é um dos aspetos mais importantes que deve ter em consideração na constituição de um gramado saudável. É fundamental preparar a terra para que as sementes de relva se desenvolvam e cresçam corretamente. Em teoria, é possível preparar a terra de um relvado na maioria dos meses do ano, à exceção do inverno. Se estiver a lançar novas sementes para a terra, deve fazê-lo com antecedência para que a relva estabilize antes da chegada dos meses mais frios. Para o fazer corretamente é necessário cumprir com os aspetos seguintes:
Utilizar um ancinho para abrir um espaço na área a plantar: deve abrir um espaço na área a plantar a nova relva com o auxílio de um ancinho. Esta ferramenta ajuda-o a remover a palha onde se encontra a relva morta e ajuda-o a afrouxar o solo.
Empregar o arejador de solo no local onde vai crescer a nova relva: é fundamental que utilize um arejador de solo no local onde vai crescer a nova relva, uma vez que ele permite que os nutrientes entrem no solo de uma maneira mais eficaz. Este procedimento é essencial, pois ajuda a semente da nova relva a crescer e a dar uma boa cobertura ao solo.
3. Colocar o fertilizante orgânico na terra
As sementes de relva crescem melhor quando têm uma boa terra que sustente o seu desenvolvimento. Nesse sentido, pode ajudar este processo de crescimento ao colocar fertilizante orgânico no solo da terra que vai semear. Ao fazê-lo estará a tornar a terra mais fértil e, ao mesmo tempo, está a alimentar as sementes para o desenvolvimento de um relvado mais forte e saudável.
4. Espalhar as sementes na terra
Existem vários tipos de sementes de relva no mercado e a escolha da mais adequada pode ser uma decisão bastante confusa. Deve escolher um tipo de relva para o seu jardim e manter-se fiel a ele, para que o seu tapete esverdeado tenha a mesma aparência, cor e brilho, ao invés de vários tipos de relva diferentes.
Nas áreas mais pequenas, pode espalhar as sementes de relva à mão, ao passo que num relvado inteiro pode utilizar um espalhador de sementes automático, permitindo que em média 4 quilos de sementes de relva sejam espalhados ao longo de 1.000 metros quadrados.
Depois das sementes estarem espalhadas, utilize um ancinho para o ajudar a colocar as sementes dentro da terra. Pode utilizar palha para proteger as sementes dos pássaros ou cobri-las com uma camada fina de raízes de plantas.
5. Acompanhar o crescimento da relva
Não deixe as sementes de relva a germinar e depois fique à espera do seu desenvolvimento. É necessário regar as sementes com regularidade, nomeadamente duas vezes ao dia nas primeiras semanas. As sementes da relva nova demoram cerca de duas semanas a germinarem e depois deste período pode diminuir o período de rega. Tenha em atenção que a relva não deve ser muito mexida até estar fortemente estabelecida e isso só acontece quando ela atingir cerca de 3 centímetros de altura. Depois de a relva continuar a crescer, deve mantê-la aparada por volta dos 7 a 7,5 centímetros para que o seu relvado esteja sempre com um aspeto fresco e saudável.
A recuperação paisagística que o Centro de Produção de Loulé da Cimpor tinha previsto iniciar ainda em 2008 só deverá começar em 2009
A recuperação paisagística que o Centro de Produção de Loulé da Cimpor tinha previsto iniciar ainda em 2008 só deverá começar em 2009 para estar concluída em 2010, sendo esta a primeira fase de muitas outras que vão suceder. Recorde-se, em Junho de 2006, o presidente do PSD/Algarve e deputado Mendes Bota reuniu com a administração da Cimpor, tendo sido, posteriormente anunciado que a empresa iria repor a vegetação, a partir deste ano, num investimento na ordem dos 250 mil euros. No entanto, o prazo acabou por não ser cumprido. “A previsão era para iniciar a recuperação desta área em função dos volumes que esperávamos consumir de calcário nos dois anos que vieram depois daquela reunião (2006). Hoje a situação é que ainda não conseguimos chegar com os pisos ao nível final para que pudéssemos iniciar a recuperação” justificou ao Região Sul o director do Centro de Produção de Loulé, Hélio Viero. O responsável pela fábrica em Loulé explicou o adiamento: “uma das razões tem a ver com o consumo de calcário em função dos volumes de produção que vem caindo e com esta crise devemos atrasar um pouco mais. E a outra tem a ver com os consumos das próprias matérias-primas e das suas composições químicas”. O plano acabou por ser reformulado e a empresa tem agora um novo para os próximos três anos que engloba três pisos e consiste na recuperação, ou seja, “fazer novamente um talude natural, colocar lá terras e plantação de sementes e árvores” refere o responsável. Está assim previsto o faseamento da exploração, com arranque da fase um (cota 200) para início de 2009 e começo de uma parte da requalificação em 2010. “Prevemos em 2010 ter alguma remodelação feita na zona norte e espalhar terra vegetal na parte norte-noroeste. Não dá para fazer tudo (o talude inteiro) mas algum espalhamento de terra vegetal e algumas plantações. Este é o plano que pretendemos atingir mas tudo depende também da área de consumo de calcário, caindo o consumo paramos de explorar a pedreira. Não se pode recuperar aquilo que não está explorado” justifica. “A cota seguinte está prevista acabar em 2011/12 e depois as várias fases que são as várias cotas. A fase dois, que é a cota 190, está prevista terminar em 2012 e a fase três, que é a cota 180, em 2013, e por ai adiante pelo menos até 2048” continua. No final desta recuperação pretende-se que cada patamar tenha uma rua de acesso, com plantações de árvores. O processo contempla ainda uma bacia de retenção de águas fluviais (que hoje já existe), onde toda a água é usada para regar as plantas e os caminhos para evitar o pó. No final, essa bacia vai permanecer “como se fosse um lago” diz Hélio Viero. Luz verde para co-incineração de combustíveis alternativos Em 2006, a Cimpor apresentou na Câmara Municipal dois projectos, um relativo à queima de farinhas animais e o outro para a queima de combustíveis alternativos. No entanto, a autarquia chumbou o pedido com a vista ao licenciamento de obras para futura co-incineração por considerar que se tratava de um risco para a saúde pública. Uma vez que a fábrica de Loulé já tinha comprado toda a instalação, o projecto acabou por ser transferido para a fábrica de Alhandra que actualmente possui dois fornos que “permitem a queima de farinhas animais e que vem fazendo essa queima sem nenhum impacto ambiental maior” diz o director com Centro de Loulé. No ano passado, a Cimpor de Loulé voltou a fazer um novo pedido à Câmara Municipal, para que esta fizesse uma análise em separado dos dois projectos referidos e conseguiu ver aprovado o pedido para a concessão da instalação que vai fazer a queima de combustíveis alternativos que estará apta para operação em Maio de 2009. “Temos já alguns pedidos da própria câmara, pedidos da GNR, de órgãos autárquicos para queima de alguns resíduos como palmeiras contaminadas, destruição de documentos da GNR ou do aeroporto de Faro” acrescenta Hélio Viero. Produção em números O Centro de Produção de Loulé iniciou a sua actividade em 1973, com uma capacidade instalada de 350 mil toneladas por ano de cimento. Desde então, tem vindo a ser sujeita a transformações e ampliações profundas. Foi uma das primeiras fábricas do País a produzir pelo processo de via seca integral e a primeira a utilizar a técnica de pré-homogeneização na preparação das matérias-primas. Em 1983 a fábrica expandiu a sua capacidade para 600 mil toneladas por ano em 1987 procedeu-se à reconversão do combustível, na queima de fuel óleo para carvão. Actualmente, a empresa produz cerca de 600 mil toneladas de clinquer por ano, exportando cerca de 200 mil toneladas para Espanha, um número que tem vindo a cair nos últimos anos, e vende cerca de 500 mil toneladas de cimento, a nível local.
Investimento imobiliário atinge recorde apesar de restrições

Total de 39,8 mil milhões de eurosO investimento mundial directo em imobiliário terciário cresceu 39,8 mil milhões de euros (59 mil milhões de dólares) em 2007 para os 551,8 mil milhões, de acordo com o último relatório de research de Capital Markets realizado pela Jones Lang LaSalle.
Este crescimento reflecte o ano complexo que se fez sentir, com volumes recorde de transacções em todas as regiões na ordem dos 255,6 mil milhões nos primeiros seis meses, seguidos por um decréscimo para os 246,1 mil milhões na segunda metade do ano.
«Na base desta descida estão os acentuados decréscimos sentidos nos Estados Unidos e no Reino Unido, que, em conjunto, representaram mais de 50% dos volumes globais transaccionados. O investimento estrangeiro representou 46% do volume global transaccionado, acima dos 43% registados em 2006», referem.
«2007 foi, sem dúvida, um ano com duas metades distintas. Uma performance extremamente forte na primeira metade impulsionou o resultado de todo o ano e ajudou a superar o ano anterior¿ele próprio um ano recorde. A crise do sub-prime, seguida da restrição no crédito e um reajustamento dos preços, conduziram a um abrandamento dos mercados chave do Reino Unido e dos Estados Unidos durante a segunda metade», afirma o CEO European Capital Markets, Tony Horrell.
Investimento mundial deve cair em 2008
Sustenta ainda a consultora que as condições favoráveis do mercado de crédito e um interesse sem paralelo da parte dos investidores levaram ao crescimento do volume transaccionado e dos preços nos anos mais recentes. «Contudo, em meados de 2007, a restrição no crédito afastou os investidores com elevada alavancagem, que tinham estado muito dinâmicos na aquisição de activos e portfólios de grande dimensão, e levou também a que outros investidores decidissem aguardar até que os níveis de preços sujeitos a reajustamentos se tornassem mais transparentes».
O estabelecimento de preços mediante o risco está agora a ir ao encontro dos requisitos de retorno dos investidores e financiadores, exacerbados pela menor actividade de investidores fortemente alavancados devido à reduzida disponibilidade de financiamento.
Perspectivando o ano em curso, Tony Horrell aponta: «Em 2008 esperamos que o total dos volumes mundiais fique abaixo dos alcançados nos anos mais recentes, devido aos preços mais baixos e ao menor número de transacções. A disponibilidade limitada de financiamento e a restrição das condições de crédito irão reduzir o número de negócios de portfólios e de activos de grande dimensão. Contudo, um elevado número de players de capitais próprios continuam a ter muita liquidez e estão numa atitude de «aguardar para ver», e estamos a assistir, agora, à emergência de claras oportunidades de aquisições em diversos mercados».
Este crescimento reflecte o ano complexo que se fez sentir, com volumes recorde de transacções em todas as regiões na ordem dos 255,6 mil milhões nos primeiros seis meses, seguidos por um decréscimo para os 246,1 mil milhões na segunda metade do ano.
«Na base desta descida estão os acentuados decréscimos sentidos nos Estados Unidos e no Reino Unido, que, em conjunto, representaram mais de 50% dos volumes globais transaccionados. O investimento estrangeiro representou 46% do volume global transaccionado, acima dos 43% registados em 2006», referem.
«2007 foi, sem dúvida, um ano com duas metades distintas. Uma performance extremamente forte na primeira metade impulsionou o resultado de todo o ano e ajudou a superar o ano anterior¿ele próprio um ano recorde. A crise do sub-prime, seguida da restrição no crédito e um reajustamento dos preços, conduziram a um abrandamento dos mercados chave do Reino Unido e dos Estados Unidos durante a segunda metade», afirma o CEO European Capital Markets, Tony Horrell.
Investimento mundial deve cair em 2008
Sustenta ainda a consultora que as condições favoráveis do mercado de crédito e um interesse sem paralelo da parte dos investidores levaram ao crescimento do volume transaccionado e dos preços nos anos mais recentes. «Contudo, em meados de 2007, a restrição no crédito afastou os investidores com elevada alavancagem, que tinham estado muito dinâmicos na aquisição de activos e portfólios de grande dimensão, e levou também a que outros investidores decidissem aguardar até que os níveis de preços sujeitos a reajustamentos se tornassem mais transparentes».
O estabelecimento de preços mediante o risco está agora a ir ao encontro dos requisitos de retorno dos investidores e financiadores, exacerbados pela menor actividade de investidores fortemente alavancados devido à reduzida disponibilidade de financiamento.
Perspectivando o ano em curso, Tony Horrell aponta: «Em 2008 esperamos que o total dos volumes mundiais fique abaixo dos alcançados nos anos mais recentes, devido aos preços mais baixos e ao menor número de transacções. A disponibilidade limitada de financiamento e a restrição das condições de crédito irão reduzir o número de negócios de portfólios e de activos de grande dimensão. Contudo, um elevado número de players de capitais próprios continuam a ter muita liquidez e estão numa atitude de «aguardar para ver», e estamos a assistir, agora, à emergência de claras oportunidades de aquisições em diversos mercados».
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