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Em época de contenção de custos, os jardins de que exigem menor conservação ganham cada vez mais razão de existirem. Saiba o que os distingue



Não precisa de gastar fortunas. A ideia de que o jardim é um espaço dispendioso não passa de um mito e a prova disso mesmo são as dicas que aqui lhe deixamos para conseguir um espaço verde com poucos custos mas, ainda assim, atrativo, apelativo e irresistível. Veja as espécies a que pode recorrer e alguns comportamentos e truques que deve privilegiar para conseguir uma área ajardinada que convide à fruição e que simultaneamente seja um bálsamo para os olhos e para a alma.

Rosas arbustivas e resistentes

As rosas requerem muita atenção e poda regular para a formação correta. As arbustivas são as menos exigentes no que à poda diz respeito e as mais resistentes a pragas e outros problemas. Constituem um grupo especial no seio das roseiras modernas e a maioria volta a florescer durante o ano. No primeiro ano de plantação, não devem sofrer cortes e nos seguintes deve podar apenas as partes que sobressaem do maciço. Com ferramentas bem limpas, corte por baixo da segunda folha a partir da flor.

Maciços cheios de bolbos

Os bolbos são ideais para jardins de baixa manutenção porque vivem muitos anos e multiplicam-se facilmente. Instale os bolbos em solo bem drenado para não apodrecerem. As bolbosas de floração primaveril (túlipas ou jacintos) são plantadas no outono e as de verão (begónias ou gladíolos) na primavera. No que diz respeito a outro tipo de plantas para formar maciços, evite as que se auto-semeiam com facilidade e as muito invasoras.

Árvores em vaso que necessitem de pouca poda

Se quer reduzir os trabalhos no jardim, evite os arbustos que requerem poda regular. Existem espécies como o loureiro ou o medronho, que não requerem muito trabalho de poda, enquanto outras, como a camélia ou a azálea, necessitam poda extra de floração. Valorize a plantação de arbustos de vida curta que necessitam de ser substituídos ao fim de poucos anos e não cultive sebes formais. As sebes de Cupressus arizonica ou de buxo necessitam ser bem podados para manter a silhueta bem recortada, o que obriga a estar frequentemente de tesoura na mão. Pode deixar crescer livremente as sebes informais.

Mulching e rega automática

O mulching apresenta numerosas vantagens. Protege a terra do vento e do frio, conserva a humidade, evita a evaporação e minimiza o aparecimento de daninhas. Outra boa prática é utilizar a rega automática por gotejamento ou aspersão, dos sistemas localizados que administram água diretamente à planta. Se juntar adubos orgânicos ao solo, melhora a textura e a drenagem e aumenta a resistência ao calor, à seca e às pragas e doenças.

Reduza a superfície de relva

O relvado é um dos elementos naturais mais estéticos mas também o que mais cuidados e água necessita. Se não quer renunciar ao relvado mas também não é partidário de gastar tempo e dinheiro, reduza a superfície destinada à relva ou opte por uma solução artificial, à base de fibras que não necessitam rega, adubo ou cortes. Não é o mesmo que o relvado natural mas constitui uma opção a ter em conta no caso de pretender poupar.

Plantas fragrantes muito duradouras

Com plantas da época é necessário replantar em cada primavera e passado o outono ficam desnudadas e pouco estéticas durante os meses mais frios do ano. Cultive arbustos perenifólios como o loureiro real ou o buxo e consegue assim resolver o problema. Outra boa ideia é plantar coníferas anãs e aromáticas, que não requerem muita água nem outros cuidados.

Modern Landscape Design






If all you do while watching AMC's Mad Men is lust after their homes, furniture and clothing then a modern landscape is for you. Modern garden design has its roots in the 1950s and '60s, a time that was all about bold geometry and linear designs.
Modern landscaping is known for its streamlined aesthetic and sleek sophisticated style. Overall the garden will feel controlled and organized. Typically, the focus is heavier on hardscape and structures than it is on plants. Modern plants are usually green and selected for shape and texture. Pops of color are then added with furniture cushions, planters or a painted wall.
Popular materials used in modern landscaping include concrete, metal and wood. Many designers opt for leaving concrete surfaces their natural grey, however it can be stained a variety of colors. Metal, especially weathered corten steel, is a common accent in modern gardens. It can be used as planters, as a privacy screen or even as small retaining walls. Wood decking is also common in modern yards. The wood of choice is usually Ipe, a Brazilian hardwood with a rich color.
One of the main goals of modern design is to create contrast. For example a large massing of ornamental grasses pops out against a grey concrete wall, orange cushions draw your eye when placed on otherwise simple patio furniture and a fire pit filled with colored glass demands attention when set amongst a bed of bluestone. It is important to be selective when creating contrast, too much can be overwhelming and make the space seem disjointed. Pick two or three spots in your yard and focus on one contrasting element for each.
A trademark of modern landscapes is a paved area planted with a grid of greenery. This can be paving stones with grass growing where the grout would traditionally be, or concrete poured in sections that allows thyme to grow in between. However, grid patterns are not the only way to achieve a modern look. Landscape designer and author Maureen Gilmer suggests using plants that are architectural and have interesting textures as well as using containers.

Os factores edafoclimáticos no projecto de Arquitectura Paisagista – Entrevista


Neve, sol, chuva, geada e um bom paisagista não fazem mal a ninguém. Isto é o que “dizem” as plantas portuguesas, quando exibem suas mais exuberantes formas, cores e perfumes, devido ao cuidado profissional que recebem. Por Portugal possuir três grandes influências climáticas, como o mediterrâneo (predominante), atlântico e continental, que se distribuem de forma irregular no território, o país garante uma paisagem imensamente diversificada e com grande biodiversidade. Porém, pensar que o alcance a diferentes extensões do clima pode prejudicar as espécies que constituem o paisagismo local, é um equívoco.
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades.”É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características”, explica.” (Camila Fonseca – AUE)








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eve, sol, chuva, geada e um bom paisagista não fazem mal a ninguém. Isto é o que "dizem" as plantas portuguesas, quando exibem suas mais exuberantes formas, cores e perfumes, devido ao cuidado profissional que recebem. Por Portugal possuir três grandes influências climáticas, como o mediterrâneo (predominante), atlântico e continental, que se distribuem de forma irregular no território, o país garante uma paisagem imensamente diversificada e com grande biodiversidade. Porém, pensar que o alcance a diferentes extensões do clima pode prejudicar as espécies que constituem o paisagismo local, é um equívoco.
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades."É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características", explica.

Paisagem de Vila Real - Portugal
Vila Real - Portugal / Foto: Guilherme Motta

Para tanto, as plantas planejadas para fazerem parte de um determinado projeto, podem nele permanecer durante muito tempo. Segundo Bruno Sousa, a vegetação colocada enquadra-se na qualidade durável e, portanto, não é esperado que seja necessário mudar de plantas cada vez que altere as estações do ano. "Isso, por razões de sustentabilidade e economia de recursos, a não ser em casos muito específicos. O projectista deverá ter em consideração quais as condicionantes de projecto e transformá-las em oportunidades, e as espécies preconizadas em projecto deverão ser escolhidas tendo em conta o lugar em questão", considera. Hortas urbanas, jardins efémeros, jardins de plantas anuais e/ou vivazes são exemplos também destacados pelo paisagista como espaços que necessitam mudar a vegetação constantemente. E para que a beleza e saúde das espécies sejam mantidas, é necessário que elas sejam adaptáveis ao local. 

Como Bruno Sousa esclarece, no paisagismo existe a quarta dimensão e também o "factor incerteza" que torna todo o projeto muito mais interessante. Acontece a troca de energia e informações entre as espécies que compõe o ecossistema de um projeto e, dependo da resiliência e resistência de cada espécie, há a possibilidade de que o espaço dure para sempre. Por isso, não há como generalizar quanto ao tempo de duração de um espaço verde. 
"Este aspecto é muito importante em projectos de Arquitectura Paisagista. O projectista não poderá estar a espera que o seu projecto seja mantido para sempre, e nem poderá ser, pois torna-se insustentável. Teremos cada vez mais pensar em projectos adaptados ao espaço e menos em projectos de ´assinatura´. O projecto é mais do que uma imagem que aparece na capa de uma revista", defende.

Assim, mesmo com constantes mudanças ou até a manutenção dos espaços, as plantas necessitam ser devidamente escolhidas para que não seja preciso acomodá-las em estufas ou estruturas similares. "São ferramentas muito dispendiosas não só pela sua aquisição, mas também pela sua manutenção. Pontualmente há casos de pessoas que tem pequenas estufas não para guardar plantas, mas, sim, para produzir hortícolas para consumo próprio", afirma Bruno Sousa. Uma alternativa para cuidar das plantas mais sensíveis à geada, por exemplo, é utilizar plásticos para cobrir o solo, provocando o aquecimento deste, ou até mesmo cobrir a planta com determinado material. De acordo com o paisagista, técnicas artesanais e inúmeras outras são usadas para que se atinja o mesmo objetivo.

 Paisagem de Estoril - Portugal
Estoril - Portugal / Foto: Guilherme Motta

Ele ainda revela que as melhores espécies para se utilizar num projecto são as espécies do próprio local, pois são essas que respondem melhor ao clima.
"Existe certa rejeição por parte das pessoas na utilização de espécie do ecossistema onde o projecto vai ser feito. Muitas vezes essa rejeição tem a ver com aspectos culturais muito enraizados, prevalecendo assim a utilização de vegetação exótica que, quando colocadas nestes ecossistemas, adquirem comportamentos infestantes e parasitas", pontua. Segundo Bruno Sousa, em Portugal é encontrado dois tipos de intervenção: em espaços públicos e em espaços privados. Nos locais públicos, o projetista fica incumbido de escolher as espécies para os seus planos. "Neste caso depende do conhecimento e da sensibilidade do projectista, para se elaborar um projecto sustentável de baixa manutenção onde a forma ´coze´ com a função harmoniosamente", sustenta. Quanto aos projetos privados, ele afirma que quase sempre existem diferenças entre o que o projetista idealiza, e a escolha do lugar e demais prioridades do proprietário. "Quase sempre a escolha de vegetação proposta pelo dono de obra recai por espécies que o mesmo viu em viagens. Então cabe ao projectista fazer um estudo rigoroso e criterioso, para que o projecto funcione correctamente, devendo expressar nos seus planos e projectos o conhecimento sobre a fitogeografia e fitossociologia da vegetação que utiliza.", relata Bruno Sousa.

Além de todos esses critérios e cuidados, outro fator que se leva em consideração frente ao clima e as espécies é a irrigação. O paisagista informa que se deve conhecer bem as plantas usadas nos projetos, pois suas necessidades hídricas variam de espécie para espécie. "É muita água para um espaço só. E atendendo que existe perdas de água da fonte até à sua utilização, estamos a desperdiçar um recurso valioso, muito mais valioso que qualquer barra de ouro", conclui. Pensando dessa maneira, cabe então ao profissional planejar espaços,a través de seus projetos, que fomentem cada vez mais a sustentabilidade.
green landscape 1 Green Landscape Design by Lutsko Associates

This design is full of green plants, with the sky as the roof. It is a project of Lutsko Associates for a house in San Francisco, California. Statement from the designers: An urban residential garden in San Francisco, conceived as outdoor architecture for everyday living, maximizes the impact and experience of a small space. The design pays careful attention to the sensory experience of materials and planting, which contribute to the richness and beauty of the garden.


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