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Peavey Plaza Nomination Gets the Go-Ahead

The future of Peavey Plaza has taken a strategically significant turn for the better. The site, which was previously determined eligible for listing in the National Register of Historic Places, is proceeding along to actual designation.

On November 5, 2012, the Minneapolis Heritage Preservation Commission, which had previously voted 8-1 to delay Peavey’s demolition, voted to recommend Peavey’s listing in the Register. Then, on November 13, the Minnesota State Review Board concurred in a unanimous vote. The application has been sent to the National Park Service for a final determination, which is due within 45 days of receipt.
Designation is important because the City of Minneapolis and the Minnesota Orchestra have disputed the plaza’s significance in arguing there are no alternatives to Peavey’s demolition. Designation would also bolster a lawsuit to preserve Peavey based on the Minnesota Environmental Review Act (which was the basis of a 1993 decision to prevent the demolition of the Minneapolis Armory building because of that site’s historic and architectural importance). In a November 16, 2012, Finance & Commerce article, University of Minnesota Law School professor Alexandra Klass said: “The law protects historic resources that are unique, or that have historic significance that would be endangered if they were removed or changed. That seems to be the significant element here.” Having Peavey listed in the National Register of Historic Places helps make that point.

Peavey Plaza

Salvador Dalí reincarna na Florida

Como fazer jus, através da arquitetura, às derivas e delírios do mais surreal dos surrealistas na mais improvável das localizações? Salvador Dalí reincarna na Florida, terra de ciclones, com rosto de betão e bigode de vidro. Projeto do novo Museu Salvador Dalí pelo ateliê Hok.



Conta-se que foi para poder ver o nascer do sol, sem ter de se levantar da sua cama na casa de Port Lligat, que terá inventado um jogo de espelhos. Salvador Dalí (1904-1989), o pintor dos relógios moles e das girafas em chamas, era também admirador confesso da obra de Buckminster Fuller, engenheiro e arquiteto, inventor do domo geodésico. A ligação de Dalí aos fenómenos da natureza e à representação da terra já é evocada no teatro-museu de Figueres, Girona, que tem no seu topo uma cúpula geodésica, que muitos relacionam com a obsessão do pintor pela forma do olho de mosca. Yann Weymouth, diretor de projeto no ateliê norte-americano Hok, voltou a cruzar estas duas vertentes para conceber o novo Museu Salvador Dalí, em São Petersburgo, na Florida, em substituição do museu já ali existente desde 1982. Além de lidarem com o universo excêntrico do pintor catalão e com a preexistência de um edifício a ele consagrado no seu país natal (há também um projeto de Daniel Libeskind para um museu daliniano em Praga), os arquitetos do Hok tiveram ainda de contornar um requisito pragmático: proteger a coleção das rajadas ciclópicas que frequentemente ameaçam a costa da Florida. Assim, uma caixa- forte, de ângulos retos e grossas paredes de betão com 18 metros de altura, albergam a coleção. A caixa é interrompida por um 'bigode daliniano', uma corrente sinuosa de vidro triangulado que culmina no telhado, formando, no seu percurso, um átrio que facilita a entrada de luz natural. Os arquitetos do Hok batizaram-na de "enigma de vidro", nome de uma tela de Dalí, de 1929.
Para criar os modelos tridimensionais das formas envidraçadas, num total de 900 painéis, todos diferentes, foi usado o software Building Information Modelling. "O uso da forma livre da triangulação geodésica usada na corrente é uma inovação recente, apenas permitida pela moderna análise computacional e posterior fabricação digitalmente controlada, que permite que cada componente seja única", refere Yann Weymouth, explicando que "nenhuma lâmina de vidro, nó estrutural ou suporte são precisamente os mesmos", o que permitiu criar uma família de formas estruturalmente robustas e estreitamente identificadas com o fluxo dos líquidos na natureza". Apesar da forma livre envidraçada, a estrutura foi projetada para resistir a ventos de 265 km/hora (as lâminas, 220km/h). O telhado – 30 cm de espessura de betão sólido – fica bastante acima do nível das possíveis cheias e de ondas até nove metros de altura. Portas à prova de tempestade protegem as galerias.
A coleção integra duas mil obras, entre esculturas, esboços, gravuras, desenhos e 90 pinturas a óleo, que cobrem todas as fases do percurso do artista. O espólio foi iniciado pelo casal A. Reynolds e Eleanor Morse, que a partir de 1942 começou a procurar apoios para a fundação de um museu dedicado a Dalí em solo norte-americano. Este espaço está apto a receber cinco mil visitantes por dia. O edifício do museu antigo foi, por sua vez, vendido à universidade da Florida do Sul.

A intenção do proprietário era construir uma casa num lugar tranquilo, onde pudesse fazer agricultura e apreciar a paisagem, fatores que determinaram a escolha do local: zona rural, em Inglaterra. Proprietário, arquiteto e construtor partilhavam a admiração genuína por edifícios agrícolas, o que definiu as linhas-mestras do projeto que integra três blocos de construção convencional, detalhes marcadamente diferenciadores “e ainda uma grande surpresa”. O edifício linear, de aparente simplicidade, é dividido em três programas: casa e anexos (ambos com dois pisos) e garagem, destacada a cor vermelha e desviada do eixo principal com o objetivo de criar um pátio entre os três volumes.
A surpresa: o que parecem ser as paredes e telhado da casa, vista do exterior, são na verdade uma segunda ‘pele’ que desliza através de um eixo longitudinal, revelando uma segunda fachada. Deslizando para trás e para frente, o exterior móvel – cujo movimento resulta de motores elétricos colocados nas rodas integradas na espessura da parede – oferece uma incrível flexibilidade, mantendo a casa, que recorre a madeira, vidro, alumínio e borracha, a aparência de um edifício comum. Em termos práticos significa que, acionando o mecanismo de movimento, a casa de banho pode ficar a céu aberto; o que é um pátio exterior rapidamente se transforma em área coberta; significa ainda que basta acrescentar ‘carris’ aos existentes caso o cliente deseje, no futuro, construir uma piscina junto ao edifício que necessite de abrigo ocasional. A ‘história’ da Sliding House é sobre a capacidade de variar a composição de construção, esta tendo como mote a ideia de celeiro agrícola, de acordo com o clima, estação do ano, luz, ou até estado de espírito...
O dinamismo desta casa é um rasgo de genuína criatividade; tem a capacidade de surpreender assim que é acionado e a 'cápsula' de madeira, com dezenas de toneladas, como que por magia começa a deslizar, permitindo diferentes configurações, logo, diferentes vivências nos espaços.

Foto: Alex de Rijke


 

Vasos moldura




Se procura uma forma diferente e divertida de expor as suas fotografias então os "vasos moldura" podem ser uma alternativa. São vasos para plantas onde se coloca uma fotografia. Foram desenvolvidos pela GOOD, uma empresa do Cazaquistão e são produzidos em vários tamanhos. Coloca-se uma foto de cara no vaso e as plantas funcionam como um improvável cabelo. O resultado pode ser divertido. As fotografias são colocadas entre o vaso e uma capa de plástico transparente que protege o papel da humidade. Não tenho conhecimento se este produto é comercializado em Portugal, mas se a moda pega nunca se sabe. Se souber onde pode ser adquirido deixe aqui a informação.



Infestantes em Relvados


Infestante é toda a planta que surja e que não faça parte da mistura usada na sementeiraCompetem com as espécies do relvado pela água, sais minerais (azoto, fósforo, potássio etc.), luz e espaço.Podem actuar como hospedeiros de pragas, viroses e enfermidades criptogâmicas.As infestantes são plantas oportunistas adaptadas às condições ambientais que as rodeia, assim um relvado pouco denso, fertilizações desequilibradas e regas ineficientes contribuem para a infestação dos relvados.Ao planearmos prados que fiquem próximos de relvados deveremos escolher para a sua com posição misturas com espécies que não sejam invasoras, tais como os trevos (Trifolium sp).
As infestantes podem agrupar-se em dois grandes grupos:1. DICOTILEDONEAS - INFESTANTES DE FOLHA LARGA2. MONOCOTILEDONEAS- INFESTANTES DE FOLHA ESTREITA

Espécies
Nome em Latim
Nome Comum
Época de Floração
Tipo de Reprodução
Controlo
Cultural
Controlo Químico- Subs.
Activas *1
Dicotile-dóneas
Infestantes
de Folha Larga
Portulaca oleracea
Beldroega
Verão/ Outono
Semente
Boa
Densidade
Mobilizações
de solo
2,4 D;Dicamba; MCPA; Mecoprop

Taraxacum officinale
Dente de Leão
Primavera aOutono
SementeRaiz
Frequência
de corte


Plantago lanceolata
Língua de Ovelha
Abril a Agosto
Semente
Retirar manualmente


Trifolium repens
Trevo Branco
Maio a Outubro
Semente Rizomas Estolhos
Evitar regas excessivas Fertilização adequada

Monocotile-dóneas
Infestantes
de Folha Estreita
Poa annua
Cabelo de Cão
Todo o ano
Semente
Boa
Densidade
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Cynodon dactylon
Grama
Maio a Setembro
Rizomas Estolhos
Mobilizações
de solo
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Digitaria sanguinalis
Milhã
Primavera/Verão
Semente
Frequência
de corte
Pós- emergenteQuincloraque

Cyperus rotundus
Junça
Primavera/Verão
SementeBolbilho
Evitar solos húmidos e compactados
Pós- emergente: Triclopir
* 1 Controlo Químico: Apresentada substancia activa. Usar as doses recomendadas, seguir as indicações do rótulo do produto.


A FEPICOP propôs ao Governo a adopção, com carácter de urgência, de um pacote de seis medidas, que, em seu entender, permitirão ao Sector desempenhar o seu papel de motor da economia nacional e, assim, forçar a saída da crise, que tanto o Sector como o País atravessam.As referidas medidas consistem no aumento do investimento público, no reforço dos incentivos à reabilitação urbana, no pagamento das dívidas às empresas, na canalização efectiva para as mesmas dos apoios concedidos à banca, no estímulo à eficiência energética e à sustentabilidade do Sector e nos apoios à internacionalização.A sugestão foi feita esta semana pelo presidente da Federação, Manuel Reis Campos, ao secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, no encerramento das Conferências FEPICOP 2009.Após a apresentação do Relatório FEPICOP 2008/2009, Reis Campos voltou a insistir que "o Sector atravessa a maior crise de que há memória. Sendo responsável pela realização de metade do investimento público é também a actividade que mais reflecte a crise". Por isso, concluiu, "não haverá recuperação se não houver um forte investimento em construção".Segundo o presidente da FEPICOP, apesar da quebra contínua da sua produção, as empresas têm feito um enorme esforço para manter o nível de emprego no Sector, mas, adiantou, a situação será insustentável se, no curto prazo, não forem tomadas medidas que permitam sustentar e alavancar esse esforço. Para o organismo de cúpula do Sector, a solução reside, designadamente, no reconhecimento do efeito multiplicador no resto da economia do investimento público em infra-estruturas, no aproveitamento de um mercado avaliado em cerca de 28 mil milhões de euros, na garantia da concessão dos créditos necessários ao desenvolvimento da actividade das empresas, na aposta na sustentabilidade do principal produto da Construção e na atribuição de condições para uma presença cada vez mais alargada e consolidada das construtoras nacionais no estrangeiro. Investimento público garantidoPaulo Campos acolheu positivamente a proposta da Federação, tendo sublinhado que "nenhum daqueles temas tem estado fora da agenda do Governo". O governante manifestou ainda a disponibilidade do Executivo para trabalhar em conjunto com o Sector, no sentido de "potenciar o papel extremamente importante" que o mesmo desempenha na economia nacional. Afirmando que o Governo está consciente da relevância que tanto o Sector, como o investimento público assumem em qualquer conjuntura económica, mas, sobretudo em quadros de crise como o actual, Paulo Campos sublinhou que "não se compreendem as vozes críticas que insistem na necessidade de repensar ou mesmo congelar projectos, cuja análise de custos e benefícios é incontestável". O governante, que garante que todos os estudos relativos aos grandes projectos infra-estruturantes previstos para os próximos anos para o País confirmam que o seu investimento é rentável e reprodutivo, sustentou que "agora, mais do que altura de pensar, é altura de agir".