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Vertical gardens - Jardins verticais

VERTICAL GARDENING: HOW TO GROW MORE IN LESS SPACE See how to build these privacy wall planters in Vertical Garden With lot sizes shrinking and more people living in condos and apartments, every inch of space is at a premium. Vertical gardening is a way to maximize a small garden space or underused feature such as a wall, fence, or other gardening structure. To utilize vertical outdoor space, plants can be grown up a trellis, arbor, or other structure, or allowed to trail out of a hanging basket or planter box. Displaying containers or pocket pouches on a fence or wall is another way to get more out of your growing space. Here are some basics considerations for vertical gardening, along with ideas for inspiration. • TYPES OF VERTICAL GARDENS OR SUPPORTS A vertical garden can be used to create privacy, establish boundaries, block out an unsightly view, or to cover an ugly wall or fence. Here are some of the most common types of vertical gardens or supports. Arbor, trellis, or pergola: Use one or more of these structures to train perennial climbing roses, wisteria, clematis, or honeysuckle. Fast growing annual vines can be used as a quick screen. Hanging baskets, planter boxes, and containers: Plants can be grown in hanging planters or baskets on a porch, patio, deck, or shepherd’s hook. Display planter boxes on a home, garden shed, or fence. Pots can be affixed to a fence, displayed on a shelf, or suspended in plant hangers. Fence: Attach shelving, pouches, or other containers to a fence to grow small perennials, annuals, herbs, strawberries, and other edibles. Wall: Any type of wall can be used to train vining plants. Some plants such as ivy can attach themselves to walls with aerial roots. Trees and shrubs can be espaliered, while other plants will need a trellis for support. Living walls: More typically used in public or corporate settings, a permanent wall garden can also be used in a residential landscape. These vertical structures utilize a growth medium of soil, substrate, or hydroponics, and usually include built-in irrigation systems. Climbing or cascading plants are trained to cover the wall space for a lush display of vegetation. Fast growing annual vines provide quick cover and screening. Hyacinth bean (Lablab purpureus), which produces colorful pea-like blooms, covers this metal arbor leading into the garden. VERTICAL GARDEN CONSIDERATIONS Here are some things to keep in mind when designing and building a vertical garden. Make it secure: Insure that walls, fencing, vertical planters, or other structures are sturdy enough to support the weight of containers and plants. Affix planting containers securely so they don’t become detached or fall. Provide adequate support: Larger perennial vines such as wisteria and trumpet vine need a sturdy arbor or pergola to support the weight and vigorous growth. Smaller vines such as most clematis or annuals can be grown on smaller trellises. Soil: Provide the right growing conditions for plants such as climbing roses or wisteria vine that are planted in the ground. For containers, use a high quality all-purpose potting soil. Some living wall systems are hydroponic, using no soil. Water: Plants in the ground can be watered according to individual needs. Make sure containers have adequate drainage holes to prevent root rot. Potted plants dry out more quickly and will need more frequent watering or misting. Fertilizer: Containers or pouches leach out nutrients more quickly due to frequent watering. Fertilizing needs vary according to the type of plant. Sedums, succulents, and ornamental grasses will need less fertilizer, while most warm-season annuals and edibles need more. For plants in the ground, fertilize according to individual requirements. Pruning and maintenance: Perennial vines such as wisteria and trumpet vine need proper and regular pruning. Make sure this is something you have the time and expertise to do. FREQUENTLY ASKED QUESTIONS What plants grow well in vertical gardens? Nearly any trailing or climbing plant can be grown vertically as long as they are given the right growing conditions and proper support. Plants to grow include perennial or annual vines, small perennials, sedums and succulents, ornamental grasses, ferns, annual flowers, edibles, and houseplants. What are the benefits of vertical gardening? Vertical growing can maximize the use of a small space, create lush privacy screening and help to keep an area cool, such as underneath a pergola. Some plants perform better when trained vertically. Can you grow vegetables in a vertical garden? Many vegetables including vining tomatoes, JARDINAGEM VERTICAL: COMO CRESCER MAIS EM MENOS ESPAÇO Veja como construir jardins de parede de privacidade Com o tamanho dos lotes diminuindo e mais pessoas morando em condomínios e apartamentos, cada centímetro de espaço é valioso. A jardinagem vertical é uma forma de maximizar um pequeno espaço de jardim ou um recurso subutilizado, como um muro, cerca ou outra estrutura de jardinagem. Para utilizar o espaço externo vertical, as plantas podem ser cultivadas em uma treliça, caramanchão ou outra estrutura, ou deixadas em uma cesta suspensa ou caixa de plantio. Exibir recipientes ou bolsas em uma cerca ou parede é outra maneira de aproveitar melhor seu espaço de cultivo. Aqui estão algumas considerações básicas para jardinagem vertical, juntamente com ideias para inspiração. TIPOS DE JARDINS VERTICAIS OU SUPORTES Um jardim vertical pode ser usado para criar privacidade, estabelecer limites, bloquear uma vista desagradável ou para cobrir uma parede ou cerca feia. Aqui estão alguns dos tipos mais comuns de jardins verticais ou suportes. Use uma ou mais dessas estruturas para treinar rosas trepadeiras perenes, glicínias, clematis ou madressilvas. Videiras anuais de rápido crescimento podem ser usadas como tela rápida. Cestos suspensos, caixas de plantio e recipientes: as plantas podem ser cultivadas em vasos suspensos ou cestos em uma varanda, pátio, deck ou gancho de pastor. Exiba caixas de plantio em uma casa, galpão de jardim ou cerca. Os vasos podem ser fixados em uma cerca, expostos em uma prateleira ou suspensos em cabides de plantas. Cerca: Anexe prateleiras, bolsas ou outros recipientes a uma cerca para cultivar pequenas plantas perenes, anuais, ervas, morangos e outros alimentos. Parede: Qualquer tipo de parede pode ser usada para formar vinhas. Algumas plantas, como a hera, podem aderir às paredes com raízes aéreas. Árvores e arbustos podem ser espaldados, enquanto outras plantas precisarão de uma treliça para suporte. Paredes vivas: Mais normalmente usado em ambientes públicos ou corporativos, um jardim de parede permanente também pode ser usado em uma paisagem residencial. Essas estruturas verticais utilizam um meio de crescimento de solo, substrato ou hidroponia e geralmente incluem sistemas de irrigação integrados. Plantas trepadeiras ou em cascata são treinadas para cobrir o espaço da parede para uma exuberante exibição de vegetação. Vinhas anuais de rápido crescimento fornecem cobertura e triagem rápidas. O feijão-jacinto (Lablab purpureus), que produz flores coloridas semelhantes a ervilhas, cobre este caramanchão de metal que leva ao jardim. CONSIDERAÇÕES SOBRE JARDIM VERTICAL Aqui estão algumas coisas que você deve ter em mente ao projetar e construir um jardim vertical. Torne-o seguro: certifique-se de que paredes, cercas, vasos verticais ou outras estruturas sejam resistentes o suficiente para suportar o peso de recipientes e plantas. Fixe os recipientes de plantação com segurança para que não se soltem ou caiam. Fornece suporte adequado: vinhas perenes maiores, como glicínias e trombetas, precisam de um caramanchão ou pérgula resistente para suportar o peso e o crescimento vigoroso. Videiras menores, como a maioria das clematis ou anuais, podem ser cultivadas em treliças menores. Solo: Fornece as condições adequadas de cultivo para plantas como rosas trepadeiras ou videiras de glicínias que são plantadas no solo. Para recipientes, use solo para vasos de alta qualidade para todos os fins. Alguns sistemas de paredes vivas são hidropônicos, sem uso de solo. Água: As plantas no solo podem ser regadas de acordo com as necessidades individuais. Certifique-se de que os recipientes tenham orifícios de drenagem adequados para evitar o apodrecimento das raízes. As plantas em vasos secam mais rapidamente e precisarão de rega ou nebulização mais frequentes. Fertilizante: Recipientes ou bolsas lixiviam os nutrientes mais rapidamente devido à rega frequente. As necessidades de fertilização variam de acordo com o tipo de planta. Sedums, suculentas e gramíneas ornamentais precisarão de menos fertilizantes, enquanto a maioria das plantas anuais e comestíveis da estação quente precisam de mais. Para plantas no solo, fertilize de acordo com as necessidades individuais. Poda e manutenção: Vinhas perenes, como glicínias e trombeta, precisam de poda adequada e regular. Certifique-se de que isso seja algo que você tenha tempo e experiência para fazer. PERGUNTAS FREQUENTES Quais plantas crescem bem em jardins verticais? Quase todas as plantas rasteiras ou trepadeiras podem ser cultivadas verticalmente, desde que tenham as condições de cultivo adequadas e o suporte adequado. As plantas a serem cultivadas incluem trepadeiras perenes ou anuais, pequenas plantas perenes, sedums e suculentas, gramíneas ornamentais, samambaias, flores anuais, alimentos comestíveis e plantas domésticas. Quais são os benefícios da jardinagem vertical? O cultivo vertical pode maximizar o uso de um espaço pequeno, criar uma tela de privacidade exuberante e ajudar a manter uma área fresca, como embaixo de uma pérgula. Algumas plantas têm melhor desempenho quando treinadas verticalmente. Você pode cultivar vegetais em uma horta vertical? Muitos vegetais, incluindo tomates vinha ,feijão verde entre outros .

Cidades-esponjas? Espaços verdes? Podemos chamar os jardins pelos nomes

Neste 25 de Maio, celebra-se pela primeira vez o Dia Nacional dos Jardins, instituído graças ao esforço de alunos de Portimão que escolheram a data do aniversário do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles. Tudo começou numa aula de Carlos Café, professor de Filosofia da turma 10.º L da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. “Olhem, este senhor foi um herói”, desabafou o docente numa aula de Educação para a Cidadania, poucos dias depois da morte de Gonçalo Ribeiro Telles, em Novembro de 2020. Descrevendo o arquitecto paisagista como um visionário, Carlos Café aproveitou para inspirar a turma com um pouco de música: Heroes, de David Bowie. “We can be heroes/ just for one day”, entoava a canção. Deixou então o desafio aos alunos: e se vocês pudessem ser heróis pela natureza, como foi Ribeiro Telles? A jovem Verónica Gambôa, que participou no projecto, conta que ela e os colegas ficaram surpreendidos: “Há dias de tudo e não há o dia dos jardins?” Puseram mãos à obra e pouco depois partiam para o parque da Piscina Atlântica, no aldeamento da Prainha, obra marcante do célebre arquitecto paisagista, para gravar um vídeo de divulgação do projecto. O resultado: uma petição que chegou à Assembleia da República e motivou a aprovação, no final do ano passado, do Dia Nacional dos Jardins, que se celebra pela primeira vez neste 25 de Maio, dia do nascimento de Ribeiro Telles. “Olhando para trás, não fizemos nada de especial, mas depois teve um impacto grande”, reconhece a aluna do então 10.º L, hoje prestes a fazer exames do 12.º ano. “Na altura, não pareceu tão importante o que estávamos a fazer como realmente foi..... Como em tantas outras efemérides, cabe a pergunta: para que serve um Dia Nacional dos Jardins? “Numa situação ideal, talvez não fosse tão necessário, mas infelizmente talvez precisemos de um dia nacional dos jardins”, diz Aurora Carapinha, arquitecta paisagista, docente na Universidade de Évora e uma das discípulas de Ribeiro Telles. Aliás, como acontece com tantas outras causas, “todos os dias têm que ser dias dos jardins”. Para Aurora Carapinha, é uma efeméride “muito importante pela forma como nasceu”, com o entusiasmo de um grupo de adolescentes, trazendo um “horizonte de esperança”. “Só por isso acho que há que respeitar, a comunidade deve pegar nesta ideia e dar-lhe o caminho certo — e a comunidade somos todos nós, não só os decisores políticos.” “Não é mais um dia para pôr no calendário. É um dia de discussão da importância do jardim enquanto espaço de sociabilidade, de igualdade, de representação da nossa relação com seres vivos”, defende a arquitecta paisagista. “Um jardim é sempre um dispositivo para viver melhor.” Paulo Farinha Marques, docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), reforça também a importância de recordar o trabalho de Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto paisagista que “corporizou esta ideia do jardim público para todos, que atinge o seu auge no Jardim da Gulbenkian”. Do seu legado fica a defesa de uma “estrutura verde urbana”, baseada numa rede de parques e jardins, que são “as bases para a qualidade de vida e para o sucesso das sociedades”. O jardim pode ser visto, em última análise, como um lugar que “é síntese de todas estas coisas”. O que é um jardim? Aurora Carapinha descreve os jardins como pertencendo “ao leque das construções humanas mais inteligente, onde se conseguiu construir um espaço de equilíbrio entre natureza e cultura”. Recorda as palavras de Gonçalo Ribeiro Telles de que “o jardim funciona como um laboratório de criar paisagens de felicidade equilibradas ecológica e socialmente”. A necessidade de construir jardins nasceu há milénios, quando a humanidade se sedentarizou, mas em particular nas últimas cinco décadas “a urbanização foi tal que nos afastamos do mundo vivo, com a nossa progressiva concentração nas cidades”, descreve Paulo Farinha Marques. “Estamos metidos em gaiolas, em ambientes que construímos, e foi-se perdendo de vista essa “óbvia necessidade”, descreve o arquitecto paisagista, mas ela continua a existir: “Precisamos de ar, de água, de comida, da beleza das coisas.” Para Paulo Marques, o acesso ao jardim — um espaço verde livre para todos — “é quase um direito da existência humana”. Recorda o período inicial de actividade política de Ribeiro Telles, quando fez parte do que na altura se chamava Ministério da Qualidade de Vida, tutelando áreas equivalentes ao que hoje se poderia chamar “sustentabilidade”. “A qualidade de vida era vista como um direito do ser humano”, explica o investigador da FCUP, “no sentido de ser aquilo que nos mantém dignos enquanto seres”. E vai ainda mais longe: é preciso lutar para que o acesso a espaços verdes “seja para todos”, tal como a saúde, a educação, a segurança social. Desenhar um jardim, descreve Aurora Carapinha, “é criar, a partir do acto criativo que é próprio da humanidade, um espaço prazeroso”, trabalhando a luz, os sons, os aromas, numa exaltação da natureza com uma forte marca de cada cultura. “Um jardim é uma construção virada para os nossos sentidos — os cinco sentidos — e para uma dimensão emotiva e contemplativa.” “É talvez o único espaço construído pela humanidade que faz a apologia da inutilidade, do ócio, do que é prazeroso”, descreve Aurora Carapinha. Respondendo a necessidades estéticas e emocionais, é “uma construção humana que nos narra muito e fala muito da relação dos humanos com os outros seres vivos, com os outros elementos naturais”. No fundo, os jardins são um possível antídoto para algumas ansiedades modernas. “Cada vez estamos mais artificializados, cheios de artifícios e dispositivos digitais, cada vez mais distantes da realidade de onde vimos.” Os jardins fazem florescer a “necessidade de voltar a esse útero”, fundamental para o bem-estar da cidade. Hoje, cada vez mais, fala-se dos jardins como solução de adaptação climática das cidades, seja pela sua capacidade de atenuar temperaturas e combater fenómenos como as ilhas de calor, ou como “bacia de retenção” de água, semeando zonas permeáveis que atenuam fenómenos de enchentes como o que ocorreu em Lisboa em Dezembro do ano passado. De facto, os jardins respondem a muitos problemas para os quais andamos à procura de respostas. Além disso, da mesma forma que “funciona como um oásis para nós, humanos, também pode funcionar como oásis para a fauna e flora, para o solo, terra, ar e água”. “A natureza tem que ter um espaço para respirar, e foi isso que não fizemos.” “Durante muito tempo, o conceito de jardim abarcava muitas dessas situações”, explica Aurora. Mas, aos poucos, “parámos de desenhar jardins e parques urbanos e começámos a desenhar ‘espaços verdes’ — e isso é mau”. Incomoda-a também a denominação “jardim vertical”, que ignora por completo a questão de sociabilidade que é inalienável ao conceito de jardim. E, já agora, “não lhe chamem esponja”, apela, referindo-se a conceitos como as “cidades-esponjas”. Para a arquitecta paisagista, “se um jardim não contiver em si os princípios ecológicos, não é um jardim”, mas a ecologia também não resume todas as suas funções. “É muito mais do que uma questão de sustentabilidade e de biodiversidade, tem uma questão antropológica fundamental de sociabilidade. O jardim é um espaço de vida, um espaço de ociosidade, de contacto com os sistemas.” É preciso olhar para os jardins com mais dignidade, como se fala de uma praça, de uma rua, de uma verdadeira necessidade nas cidades. “Para um político, um jardim possivelmente não tem interesse nenhum”, lamenta Aurora, “mas se lhe dissermos que lhe vai trazer votos porque estamos numa emergência ecológica, se calhar vai a correr plantar um jardim”. “O problema é que estamos a confundir as funções dos diferentes espaços”

Como fazer com as plantas no verão, ou se for de ferias ?

Numa altura em que as férias se aproximam, saber como regar as plantas durante esse período é sempre importante, para garantir que se mantenham vivas e saudáveis durante a sua ausência. A importância da rega A água é essencial para as plantas em todas as etapas do seu desenvolvimento. É necessária para que as sementes germinem e ao longo do seu desenvolvimento, já que é responsável por várias funções importantes dentro dos tecidos vegetais. A planta usa a água para produzir energia, regular a temperatura e obter nutrientes essenciais. Quando uma planta é regada, a água é absorvida pelas raízes e transportada para as folhas. Nas folhas, a água é usada na fotossíntese para converter a energia do sol em energia química, que permitirá à planta produzir o seu próprio alimento, nutrientes e açúcares, que são depois dissolvidos na água e conduzidos para as diferentes partes da planta para que esta possa crescer e prosperar. As plantas também usam a água para regular a temperatura interna. Através da transpiração, as plantas libertam água para regular e equilibrar o sistema interno, evitando que sobreaqueçam. Também os “ajudantes” das plantas dependem da água. Os organismos benéficos do solo que ajudam as plantas a crescer dependem do acesso à água para sobreviverem. Assim, regar uma planta é essencial para sua saúde e vitalidade. Como, quando e quanto regar as plantas? Embora não existam regras universais sobre a frequência e quantidade de rega para cada planta, sabemos que, sejam árvores ou arbustos recém-plantados, plantas anuais ou perenes, estejam em vaso ou diretamente no solo, todas as plantas precisam de água. O que pode variar é a quantidade de água que cada planta necessita. Nem todas as plantas têm as mesmas necessidades hídricas. As plantas nativas, os catos e as plantas suculentas, por exemplo, são menos exigentes em água e toleram mais facilmente a falta de água. Já as plantas tropicais, os fetos e os bambus têm necessidades hídricas superiores. Além disso, a forma como as plantas são mantidas (em vaso, ou diretamente no solo), o tipo de substrato e o ambiente em que estão, também poderão influenciar a quantidade de água que precisam. Por exemplo, as plantas em vaso ou em floreiras, geralmente necessitam de quantidades superiores de água quando comparadas com as plantas instaladas em terreno livre devendo, por isso, ser regadas com mais regularidade já que o solo tem tendência a secar muito mais rápido. As plantas jovens também precisam de ser regadas com mais frequência, do que as plantas adultas, porque têm sistemas radiculares mais pequenos e menos eficientes na absorção de água do solo. Já as plantas recém-plantadas precisam de mais água, porque ainda não estabeleceram os seus sistemas radiculares, não podendo assim absorver de forma eficiente a água de que necessitam, como acontece com as plantas estabelecidas. Por outro lado, as plantas recém-plantadas também perdem mais água por transpiração do que as plantas estabelecidas porque têm mais folhas por unidade de massa de raiz. No auge do verão, quando as temperaturas estão mais elevadas, é natural que as plantas necessitem de regas mais regulares e a ocorrência de vento é outro fator a ter em conta já que este favorece a secura dos solos. Ainda ao nível dos solos, é importante saber que os mais arenosos e leves tendem a precisar de doses mais frequentes de água, do que os solos mais pesados e argilosos. Dicas para manter as plantas regadas durante as férias Se não tiver qualquer sistema de rega e as férias forem curtas (até uma semana, sensivelmente) uma rega generosa antes de partir, permitirá que as plantas se mantenham saudáveis e hidratadas até ao seu regresso. Para plantas em vaso ou em floreiras, mergulhá-las em água, durante alguns segundos, pode ser benéfico, já que garantirá uma distribuição homogénea de água no solo e simultaneamente ajudará a que todas as raízes tenham acesso a água. O uso de pratos no fundo dos vasos também é fundamental para garantir uma disponibilidade de água maior durante a sua ausência. Depois de bem regadas as plantas, encha-os com água. Se as plantas estiverem no interior, tenha o cuidado de as manter afastadas de janelas ensolaradas e de locais demasiado quentes. O mesmo poderá fazer para as plantas ao ar livre, que estejam em vaso ou em floreiras. A escolha de locais frescos, com alguma luminosidade, mas sem sol direto, favorecerá as plantas, já que as necessidades hídricas serão menores. Outras dicas Existem outras dicas e técnicas caseiras, simples e baratas, que assegurarão a hidratação adequada das suas plantas enquanto estiver ausente: – Se tiver muitas plantas, pode optar por deixá-las todas juntas, tendo o cuidado de as agrupar por tipo e por tamanhos, de forma que se possam “ajudar” umas às outras, através da humidade e do calor umas das outras. É fundamental que as plantas mais pequenas não fiquem “escondidas” atrás das mais altas, para que recebam luz. – Outra técnica passa por usar uma garrafa, preferencialmente de vidro e com um gargalo comprido. Encha a garrafa com água, vire-a de cabeça para baixo e enterre-a até tapar totalmente o gargalo, para que a garrafa permaneça no lugar. Esta técnica permitirá que a água seja libertada lentamente, em função da secura do solo. – As cordas e os fios de algodão também podem ser usados para criar um sistema de rega caseiro. O algodão é um material absorvente que irá facilmente transferir água para as plantas. Para isso, precisa de enterrar, nos vasos das plantas a regar, alguns centímetros de corda ou fio de algodão e colocar a outra extremidade num recipiente cheio de água. É importante certificar-se de que fio fique a tocar no fundo do recipiente, para que nunca fique sem água, e que o recipiente fique a uma cota ligeiramente acima dos vasos que pretende regar, para que a gravidade ajude no processo. – O uso de coberturas do solo, nomeadamente a casca de pinheiro, o musgo, a fibra de coco, a palha, o mulching e até mesmo as pedras decorativas, ajudam a conservar a humidade e a frescura do solo. A cobertura em torno das raízes das plantas é suficiente para ajudar a conservar a frescura do solo. – Também pode optar por colocar os vasos dentro de um recipiente de grandes dimensões, cujo fundo esteja revestido de pedras e com alguns centímetros de água, até cobrir as pedras. As pedras permanecerão húmidas, depois da água ser totalmente absorvida, e ajudarão a criar uma atmosfera mais fresca. A banheira ou o lavatório podem ser boas alternativas, no entanto, é importante ressalvar que esta técnica é adequada apenas para as plantas que exigem muita água. Também é necessário ter em atenção a luminosidade já que, em muitas casas, a casa-de-banho é a divisão com menos luz e menos arejada, logo, mais quente. Se o período de férias for muito longo, pode instalar um sistema de rega automático. Os sistemas de rega gota-a-gota são uma excelente solução, já que fornecem água na medida certa, além de ser uma solução que permitirá regar as plantas enquanto estiver de férias ou mesmo quando estiver em casa. Teste qualquer uma destas soluções umas semanas antes das suas férias para verificar qual a alternativa que melhor se adequa à sua situação em particular. Depois disso, pode ir de férias sem preocupações e aproveitar ao máximo sabendo que as suas plantas têm a água que precisam. Alguma dúvida não nos deixe de colocar pelo telefone ou redes sociais estamos para o ajudar entre Portugal, Sul de Espanha – www.ecossistemas.com

xerojardins xerojardinagem

XEROJARDINAGEM As mudanças climáticas são o grande problema ambiental que o mundo já está a enfrentar, um dos quais a escassez de água e é da responsabilidade de cada um de nós fazer a nossa parte, evitando ao máximo o desperdício e a utilização racional de água. Existem técnicas que passam por um programa operativo de conservação de água em jardinagem, assim como a utilização sempre que possível de espécies espontâneas para a execução de jardins, protegendo o meio ambiente. A Xerojardinagem, é um conceito que vem do termo grego xeros que significa seco e surgiu nos anos 70 nos Estados Unidos da América principalmente na zona da Califórnia e Colorado depois de um período grave de seca. Nos jardins podemos diminuir as necessidades de água se aprendermos a escolher as plantas mais bem adaptadas e com menos exigências ao nível do consumo de água. A procura crescente de água resulta em escassez e restrições sobre a sua utilização em jardins. Podem-se criar projetos paisagísticos de grande qualidade e ecológicos com o recurso às plantas xerófitas que tem como principal preocupação a poupança de água, que é um bem escasso e finito, às condições do local, a diminuição dos trabalhos e custos de manutenção e uma preocupação ecológica com a diminuição da utilização de produtos fitossanitários nos jardins. Uma paisagem xérica não é só cactos, sem relvado ou ser cor, pode ser utilizada uma grande quantidade de árvores e arbustos, área pequena de relvado utilizando de forma geral, espécies hidricamente pouco exigentes. Esta técnica tem o seu início por incremento da National Xeriscape Council que disponibiliza a conceção de uma nova estrutura que, de forma fácil, consegue estruturar um jardim com baixo consumo de água. Para a sua realização, na grande maioria dos casos haverá, sobretudo, necessidade de ter o sentido da realidade e um bom conhecimento da flora local, facto que facilita o balanço entre os recursos disponíveis e as necessidades a satisfazer. Este programa assenta em sete princípios fundamentais da Xerojardinagem: 1) Planificação do desenho; 2) Análise do Solo; 3) Seleção adequada de plantas, preferencialmente as espécies autóctones e xerofíticas; 4) Zona de relvado prática; 5) Rega eficiente; 6) Uso de cobertura do solo; 7) Manutenção adequada. A implementação de cada um destes princípios é uma boa prática de jardinagem, contudo, se todas as etapas forem realizadas, o uso da água será mais eficiente, sem prejudicar a qualidade e beleza dos jardins. Assim sendo, pode-se otimizar, adaptar e criar harmonia dos espaços verdes, tendo em conta a sustentabilidade dos mesmos. Ecossistemasol Agosto 2022

Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos

Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos Um jardim pode (e deve) ser vivido com cada um dos seus sentidos Que os jardins têm uma função terapêutica intrínseca tanto ao cultivá-lo quanto ao apreciá-lo, ninguém duvida. O que poucos se dão conta é que essa experiência pode tornar-se palpável, visível e sentida de forma literal se o ambiente for planejado para ser inclusivo. Crianças, idosos, portadores de deficiências motoras ou visuais, todos podem se beneficiar das diversas “belezas” contidas em um jardim pensado para ser visto, tocado, cheirado e até consumido! Os caminhos do jardim sensorial precisam estimular os passos e privilegiar as planícies, sem muitos desníveis. São altamente recomendáveis espaços para a contemplação, com bancos estrategicamente colocados para que os visitantes possam curtir a harmonia da paisagem. É preciso cuidado com as plantas escolhidas para este tipo de jardim: espécies tóxicas devem ser evitadas. No mais, um paisagista saberá quais espécies utilizar e como harmonizar isso em um espaço inclusivo. Para estimular o olfato, pode-se optar por plantas que tem no aroma sua principal característica, como a lavanda (Lavandula stoechas) e a madressilva (Lonicera periclymenum). O tato precisa de folhas e flores aveludadas e coriáceas, sensíveis ao toque: a espada-de-são-jorge (Sanseveria trifasciata) e a nandina (Nandina domestica) são boas opções. O paladar requer uma junção com o toque e pode ser vivenciado com ervas aromáticas como o manjericão (Ocimum basilicum), o alecrim (Rosmarinus officinalis) e a cebolinha (Allium shoenoprasum). A audição pode sentir desde o silencioso murmúrio do farfalhar das folhas até o trinar dos pássaros canoros atraídos pelo jardim. O barulho gerado pela água em cascatas artificiais, fontes ou em um espelho d’água com espécies de plantas aquáticas como a ninfeia (Nymphaea odorata) Todo este conjunto harmonioso deixará os visitantes deslumbrados e vivenciando cada centímetro daquela impressionante experiência no formato de um belo jardim! Os nossos sentidos são mais diversos do que temos consciência. A perceção do mundo à nossa volta é um tanto complexa e interessante. Por isso, essa interação sensorial, quando estimulada, conecta-nos a lembranças do passado, aflorando em nós sentimentos de alegria ou de angústia, ou até mesmo uma saudade imensa de um tempo que nos marcou de alguma forma. Ao mesmo tempo, pode nos provocar sensações reais de prazer, incômodas ou até mesmo de calma, transportando-nos para experiências intensas. Agora, imagine o que um jardim sensorial pode proporcionar para nossa mente e corpo? Na verdade, o objetivo de um jardim sensorial, diferentemente de um tradicional, é oferecer uma experiência mais rica e terapêutica aos seus frequentadores, com diferentes necessidades ou não. Mas quais são as diferenças entre um jardim sensorial e um comum? Qualquer jardim é um espaço onde, naturalmente, nossos sentidos são estimulados, mas buscar diferentes sensações por meio de um projeto paisagístico concebido pela utilização de elementos com características e qualidades sensoriais específicas, criando ambientes benéficos para as pessoas, faz dele um local de estímulos e de experiências muito particulares. Luis Miguel Piedade www.ecossistemas.com www.ecoviveiros.com

OS JARDINS PUBLICOS MAIS PREMIADOS

Ecossistemas projecto e construção Jardins premiados Cinco jardins portugueses entraram na lista dos melhores espaços verdes do mundo. O programa Green Flag Award considerou o Jardim Botânico do Porto, o Parque da Cidade e o Jardim do Passeio Alegre, no Porto (novamente, depois dos títulos em 2019 e 2020), bem como o Parque Aventura e Trilho Ecológico, em Baguim do Monte, e o Jardim do Monte Latito, em Guimarães, como cinco dos mais belos e interessantes do mundo Jardim do Monte Latito Bem a Norte, na cidade de Guimarães, o Jardim do Monte Latito foi um dos cinco jardins portugueses consagrados na lista dos melhores do mundo. E não restam dúvidas do porquê da sua inclusão. Bem próximo do centro da cidade, e do histórico Castelo de Guimarães, este espaço verde dá aos vimaranenses um amplo e rico local para praticar exercício ao ar livre, ou simplesmente para passear e descansar a alma. Nele, para além do Castelo, o Paço dos Duques de Bragança e a Igreja de São Miguel são também dois interessantes locais a visitar. Parque Aventura e Trilho Ecológico Em Baguim do Monte, a cerca de 12 quilómetros da cidade do Porto, o Parque Aventura da Lipor é um dos chamarizes ‘verdes’ de Gondomar, com espaços para a realização de atividade física. O parque tem uma história curiosa, nascendo do aproveitamento de 19 hectares que, nos anos 70, formavam o aterro sanitário de Baguim do Monte. Hoje em dia, as atividades são variadas, desde o Parque Radical até ao Circuito de Arborismo, passando pelo Parque Infantil, Campo de Minigolfe, Trilho Ecológico, Mini Campo de Futebol e até uma Banca de Gelados para os mais novos. O espaço preocupa-se também com a salvaguarda e a manutenção da biodiversidade, focando-se no vizinho rio Tinto. Jardim do Passeio Alegre A caminho da Foz do Douro, um espaço verde nas bordas do rio capta sempre o olhar dos visitantes. O jardim do Passeio Alegre, com os seus icónicos bancos vermelhos e alta vegetação, à beira-rio, é o local ideal para parar, pensar e refletir. Para descansar, para escrever e para respirar a maresia que se mantém bem perto. Projetado pelo arquiteto paisagista Émile David, este espaço de cerca de 4 hectares é a porta de entrada para a pitoresca zona da Foz. Jardim Botânico do Porto Na zona Oeste da cidade do Porto, perto das Faculdades de Ciências, Arquitetura e Letras da Universidade do Porto, o Jardim Botânico da cidade é, por excelência, o sítio para estudantes – e não só – recarregarem baterias, por entre uma rica diversidade de jardins. A imponente Quinta do Campo Alegre (ou Casa Andresen) marca a pauta arquitetónica do jardim e serve de postal para o mesmo. É, aliás, figura presente na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, que viveu nesta casa durante a sua infância, e que a imortalizou na sua obra O Rapaz de Bronze. Parque da Cidade Localizado na fronteira entre o Porto e Matosinhos, o Parque da Cidade é o pulmão verde desta capital a Norte. Biodiversidade, um pitoresco lago e muito, muito espaço para caminhar e fazer desporto são as principais características deste espaço, que se alonga, por entre a Estrada da Circunvalação e a Avenida da Boavista, até ao mar. A fauna e a flora do parque é especial e única, garantindo um espaço ideal para piqueniques e passeios, tanto no inverno como no verão. No mês de maio, milhares de estudantes invadem o Parque, nomeadamente na zona do Queimódromo, onde todos os anos ocorre a Queima das Fitas da Federação Académica do Porto.

As Origens Da Arquitetura Paisagista

As origens da Arquitetura Paisagista A relação Homem/Natureza na pré-história tinha por base a sobrevivência. O Homem causava um impacto mínimo no meio ambiente, limitando-se a obter os recursos que precisava para se alimentar e abrigar. A Natureza tinha também uma predominância mística sobre o Homem, já que os seus elementos eram muitas vezes considerados divindades e manifestações naturais como sismos eram vistos como intervenções divinas. O surgimento da arquitetura paisagista Se nos primórdios o Homem era um simples elemento que procurava sobreviver na Natureza, rapidamente procurou moldá-la às suas necessidades. Como tal, as origens da arquitetura paisagista estão intimamente ligadas à necessidade que o Homem teve de alterar o ambiente que o rodeava por forma a tornar a sua vida mais segura e agradável. O fim do nomadismo e a sedentarização das populações foi o principal fator impulsionador da nova relação Homem/Natureza. Sedentarização A partir do momento em que o Homem deixou o modo de vida nómada e passou a estabelecer-se em povoações, desenvolveu a agricultura e a criação de animais, trabalhando e intervindo nos terrenos e na Natureza em seu redor. Os espaços em redor das habitações não eram propriamente jardins de flores ornamentais, onde o fator beleza fosse fundamental, mas eram, sobretudo, locais onde se plantavam ervas e plantas medicinais e de subsistência. A Antiguidade e a arquitetura paisagista É na Antiguidade que surgem os conceitos de beleza e planeamento aliados aos jardins. As elites dos Povos da Antiguidade Clássica começam a explorar a criação de espaços verdes onde a componente estética era tão ou mais importante que o fator funcional. Na verdade, é nesta época que surgem os primeiros jardins grandiosos, onde abundam as flores e plantas decorativas, muitas vezes destinadas às oferendas aos deuses, as estátuas e o domínio dos cursos de água, entre outras características que os tornam únicos. No fundo, estes jardins eram planeados e criados para proporcionarem bem-estar e admiração a quem os visitasse. Os jardins suspensos da Babilónia são, sem dúvida, o esplendor máximo deste novo conceito de jardins. E é nesta conjugação de funcionalidade, beleza e planeamento, típica dos jardins da Antiguidade que podemos encontrar as origens da arquitetura paisagista, que foi evoluindo ao longo dos séculos, democratizando-se e adquirindo cada vez mais preocupações ambientais, procurando reequilibrar a relação Homem/Natureza.

Xeriscaping not Zeroscaping

 


Project from Ecossistemas and landscaping   - Almadena Lagos - Algarve Portugal

The steps to plan and care for a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

At High Country Gardens we pride ourselves on offering a wide selection of xeric perennials that can be used to create a low-water, eco-friendly garden. With drought conditions becoming more and more common in the Western United States, people are becoming more aware of how much water is used in their yard. It is possible to have a beautiful blooming garden without having a high water bill to maintain it. There is no need to "zeroscape" your yard, with xeric perennials it is easy to create a beautiful xeriscape.

Here is a guide to what it means at High Country Gardens to create a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

Planning and Design

Whether you're starting from scratch, or renovating an existing landscape, take the time to plan out your design before you start to plant. Part of the planning process involves creating water use zones so you can allocate water usage where it will most directly contribute to the beauty and comfort of your home.

There are three water use zones:

The Oasis Zone (zone 1) where the more water-intensive plants are used is the area up close to the house where the landscape is most visible and accessible to the home's interior and entry ways.

  • Use hardy garden perennials, non-xeric groundcovers, ornamental grasses, small ornamental trees, annuals, container gardens, water features.
  • Water harvesting from roof areas and hard surfaces is most easily done here.
  • Vegetable gardens are considered oasis plantings (but do not need to be located next to the house).

The Transition Zone (zone 2) where water-wise xeric plants are used in areas that occupy the middle ground of the property especially along walkways, driveways, fences and other areas that are visible as you approach the house.

  • Use xeric perennials, shrubs, shade trees, ornamental grasses and native turf grass lawns.
  • Harvested water is especially useful for irrigating shade trees which need infrequent irrigation once established.

The Xeric Zone (zone 3), where only very xeric plants exist, is the outermost area along the property boundary and includes any out-of-the-way areas that are not used or seen much.

  • Use very xeric perennials, shrubs, ornamental grasses.

Note: Many homeowners who are not gardeners (and some who just prefer xeric plants opt to forego an oasis zone and bring the transitional zone right up to the house. This gives them the landscaped look they want while providing additional watering savings.


Use Native Grasses for Turf Areas whenever possible

For optimum water savings use native grasses such as turf-type Buffalo Grass and Blue Grama grass (in the Western US). These are excellent drought-tolerant alternatives to thirsty Kentucky Blue Grass and other turf type grasses.

Only plant Kentucky Blue Grass or Fescue-type turf lawns in areas where heavy recreational use will occur. Herbaceous and woody groundcovers are an excellent low maintenance, low water lawn alternatives, especially on hillsides or when a less formal look is desired.

10 regras de ouro para (re)desenhar o seu jardim

 

Vila Torrados - Ferragudo - Carvoeiro

Todas as alturas são boas para introduzir mudanças maiores ou para introduzir pequenas alterações que potenciem e valorizem o espaço. Dicas, conselhos e estratégias a ter em conta, com a assinatura dos maiores especialistas em jardinagem.


A natureza pode fazer verdadeiros milagres mas, sem planificação e/ou sem uma organização mínima, um jardim pode ficar aquém de todo o seu potencial. No desenho do um espaço ajardinado, além da mão do jardineiro, é essencial o seu engenho, um pouco de audácia e conhecimento. Os 10 conselhos, dicas e recomendações seguintes têm como objetivo contribuir para que o jardineiro amador obtenha resultados excelentes.

1. Maciço mais vistoso com plantas altas no centro

Junto de caminhos e outras zonas de passagem, os maciços de flor ganham pontos. Quando afastados das rotas de passagem não é possível desfrutar em pleno da sua beleza. Quando criar um maciço, invista na altura para permitir que seja visto de todos os ângulos. Neste tipo de composição, as plantas mais altas devem ocupar as posições do centro.


2. Roseiral espetacular com sebe de buxo

Cor, aroma e beleza é o que obtemos quando escolhemos rosas para decorar o jardim. As bordaduras de buxo que servem de margem aos maciços de rosas asseguram uma estrutura firme ao desenho e fazem ressaltar a floração que sustentam no interior. Com muito sol, proteção durante o inverno e poda para estimular a floração seguinte, terá certamente um roseiral de luxo.

3. Piscina solarenga afastada das árvores

Deixe o sol temperar a água da piscina à medida que a manhã avança. É muito mais agradável para tomar banho. Para o local da piscina, reserve uma zona com sol, sem árvores e rodeada de caminho antideslizante.


4. Cor todo o ano com floração alternada

Para manter a cor, deve selecionar espécies de florações alternadas. Desta forma, quando algumas espécies terminam a floração, outras estão a protagonizar bonitas cores, mantendo o aspeto dos maciços.


5. Horta ordenada com separação de frutas e legumes

Os trabalhos de manutenção tornam-se mais fáceis numa horta situada em zona plana. Sobretudo a rega é mais fácil de executar. No planeamento da horta, separe as fruteiras das hortaliças e não descure a hipótese de sebes, por exemplo de aromáticas à base de alecrim ou lavanda.

6. Lago escondido

O lago deve ficar um pouco escondido porque as espécies aquáticas do fundo, como os nenúfares, encontram-se
desalinhadas. Com um bom filtro biológico e os modernos alguicidas, igualmente biológicos, pode ter plantas, peixes e água sem problemas de contaminação.

7. Sombra bem aproveitada com arvoredo a oeste

Para aproveitar o jardim a partir do meio-dia, mas também quando o sol é mais perigoso deve colocar arvoredo a sul e a oeste. Ao preparar o arvoredo, não separe nem junte demasiado os exemplares, embora as copas produzam um efeito espetacular quando se unem.

8. Áreas de muito uso em locais acessíveis

As zonas de jogos para crianças, áreas desportivas, garagem ou até uma pequena horta, são espaços de uso intensivo no jardim. Por isso, é importante que se situem em locais cómodos e acessíveis. As zonas de passagem junto da moradia devem ser empedradas ou revestidas de gravilha grossa.

9. Bolbos práticos em bandejas enterradas

Coloque os bolbos em bandejas e enterre-as no solo. Desta forma, é mais fácil extrair quando terminarem o ciclo de vida e substituir por bolbos da próxima época. Sempre que faça substituições, mude parcialmente a terra do maciço para não propagar determinadas pragas.

10. Janelas floridas em harmonia com o jardim

Nada melhor que uma poderosa glicínia como a que cobre a fachada desta casa para ocultar imperfeições e suavizar a rigidez e austeridade do edifício. Isto para não falar das vantagens de desfrutar do seu agradável aroma. Como este local faz parte da transição da casa para o jardim, convém não destoar com o edifício ou o resto das plantações.




2 famílias com 8 empresas de espaços verdes ganharam 370 contratos

 




Os Alhos e os Montes criaram várias empresas com o mesmo objeto social (manutenção de espaços verdes) e alternaram entre elas centenas de adjudicações em Lisboa. Há contratos onde foram “concorrentes” umas das outras.

No dia 25 de junho de 2018, o presidente da junta de freguesia do Areeiro (Lisboa), Fernando Braamcamp (PSD), assinou um contrato de 4 meses para manutenção de espaços verdes por €71.970. A empresa escolhida foi a Alfaia Verde depois de a junta ter feito uma consulta prévia ao mercado (ou seja, convidou empresas para apresentarem propostas). Como se pode ver no Portal Base, além da Alfaia Verde, a junta convidou a Momentos Floridos e a Lx Garden. Só que não eram empresas concorrentes. As três eram detidas por Fernando, Maria e João Alho (pai, mãe e filho).

Os Alhos (Fernando, Maria, João, Leonor, António e Carlos) e os Montes (Daniel, António, Raquel e Eduarda) misturam-se em oito empresas de manutenção de espaços verdes que desde 2009 conseguiram 370 contratos com o Estado num total de €27 milhões. A maioria (250 contratos, €20,7 milhões) foi com algumas juntas de freguesia de Lisboa, com a Câmara Municipal de Lisboa, a Câmara Municipal de Oeiras e o IPDJ. Uma das empresas (a PétalaLivre) é detida por elementos de ambas as famílias (Daniel Montes e João Alho; na foto acima). Há inúmeras situações em que uma empresa detida pelos Alhos fica com um contrato que era de uma empresa... dos Alhos. Quando não era dos Montes. Ou vice-versa.

Desde 2015, a junta de freguesia do Areeiro fez 31 contratos com sete das empresas dos Alhos e dos Montes. A 7 de fevereiro de 2019, houve outra consulta prévia curiosa: ganhou a Trevo (da família Montes) e a concorrente consultada foi a Momentos Floridos (da família Alho). Na freguesia de São Domingos de Benfica (António Cardoso, PS), só em 2019 houve quatro contratos com estas empresas. Em 2014, António Cardoso chegou a assinar quatro contratos no mesmo dia (16 de junho): Lx Garden (2), Parques & Jardins e Alfaia Verde. Duas semanas depois (1 julho), novo contrato com a Lx Garden. Nas Avenidas Novas (Ana Gaspar, Cidadãos por Lisboa), entre 2018 e 2019, a manutenção dos espaços verdes passou da Alfaia Verde, depois Trevo, depois Oriana e finalmente Parques & Jardins. Em Arroios (Margarida Martins, PS) a situação é idêntica. Na freguesia de Santo António (Vasco Morgado, PSD), no mesmo dia, 5 de fevereiro de 2019, foram assinados dois ajustes diretos com a Alfaia Verde (assinou Maria Alho) e um com a Momentos Floridos (assinou o marido, Fernando). 

Novo Site Ecossistemas


Eco Work - Boutique Hotel Onyria Palmares



Um pouco de nós

Em 1990 deu-se inicio da actividade comercial em nome individual, devendo-se à necessidade de satisfazer a qualidade dos vastos clientes essencialmente no Sul do Algarve e Alentejo, tendo então também ter sido executado entre 1991 e 1998 alguns trabalhos em Espanha inclusive na Expo de Sevilha e Lisboa.
Foi então que no ano 2000 nasce a empresa ECOSSISTEMASOL – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda. Com o seu crescimento e procurando dar sempre resposta ao mercado são criadas as empresas associadas, em 2002 a Empresa de Árvores centenárias OLIVEIRAS DE PORTUGAL e em 2007 a ECOVIVEIROS – Produção, Importação, Exportação de Árvores e Plantas Ornamentais, Lda.
Quer a satisfação como hábito de exigência dos nossos principais clientes variados e alguns de exigência superior, obrigaram-nos a que o nosso crescimento fosse sustentável, quer pela procura de serviços que eram prestados, como nos sectores onde existiam diversas lacunas de mercado em serviços, tais como: Sistema de rega automática; iluminação de exterior; manutenção da rede de rega; construção de muros de pedra; calçadas; drenagens e trabalhos de maior escala como:
  • Pine Cliffs Resort (Sheraton);
  • Lakeside (Quinta do Lago); 
  • Martinhal (Sagres); 
  • Carvoeiro Golfe;
  • Carvoeiro Clube;
  • Quinta do Paraíso;
  • Oceânico (antigo Vilamoura Club House Vitoria Golfe);
  • Bemposta SA (Inúmeras obras privadas e publicas) 
  • Quinta do Lago e Marinha;
  • Vilamoura;
  • Fábrica do Inglês em Silves;
  • Retails Parks;
  • Centros comerciais (Aqua Portimão, Apolónia Lagoa, Grand Plaza Tavira, Aldi, Faro, etc…);
  • Marina de Lagos;
  • Hotéis variados;
… entre outros mais como clientes de cariz particular que se foram alargando pelo território nacional desde a Quinta do Peru, Óbidos  ou de Lisboa a Valença pelo litoral e interior de Portugal. A internacionalização dá-se com o acompanhamento dos nossos clientes em projectos internacionais.
O mercado de Obras públicas sempre foi importante na nossa área, apesar de separado do mercado privado pelas diferenças de objectivos e qualidades. Absorveu parte da nossa facturação, tendo realizado obras de referência tais como:
  • Teatro das Figura – Faro;
  • Parque de Exposições –Portimão;
  • Marginal de Portimão e Quarteira;
  • Polis de Albufeira;
  • Polis Parque Ribeirinho de Silves;
  • Escolas Básicas;
  • Vias de Comunicação; Hospitais, Edifícios administrativos entre outros, etc…
Com a crise imobiliária e o decréscimo do investimento privado no nosso país as Obras públicas passam a ter mais relevância obrigando-nos a alterar o nosso Alvará para Industrial de Construção Civil com respectivas subcategorias de Arranjos Exteriores, passando os nossos objectivos serem com maior incidência no Mercado Privado pelas dificuldades mundiais.
Demonstrando uma aptidão internacional e reconhecida por vários prémios internacionais, o extenso leque de clientes solidifica no relacionamento e satisfação total comprovada pelo tipo de carteira de clientes é garantida a nossa internacionalização em diversos continentes com trabalhos de dimensão superior ao efectuado no nosso país recorrendo a meios próprios e a consórcios com outras empresas demonstrando capacidade de efectuar Espaços Verdes em qualquer canto do mundo.
Além de criar-mos Ecossistemas, somos um Ecossistema, um todo como uma família no nosso ambiente de trabalho aberto e multidisciplinar com capacidade de desenvolver e manter os desejos dos nossos Clientes que agradecemos pela confiança que nos depositam ao longo de todos estes anos.

JARDIM EM SÃO PAULO É PREMIADO COMO O MAIS BONITO DO MUNDO

JARDIM EM SÃO PAULO É PREMIADO COMO O MAIS BONITO DO MUNDO

Alex Hanasaki, responsável pelo projeto, ficou em primeiro lugar na premiação da Sociedade Americana de Arquitetos Paisagistas












Desde a concepção à manutenção, a ECOSSISTEMAS é uma empresa especializada em Jardins, Pavimentos, Iluminação, Arranjos Exteriores e Sistemas de Irrigação.To protect the surrounding environment and to provide total satisfaction to our clients; these are our main objectives, evidenced by the more than one thousand projects we have implemented over the years.

A Ecossistemas surge pela necessidade do mercado na área, criando serviços e produtos mostrando-se e estando sempre presente a crescente actualizações do mercado pelas tendências, tornando-se auto-suficiente no sector de Construção e Projectos de Espaços Verdes.

Demonstramos a capacidade inovadora e adaptação a diversos tipos de terreno e locais ou obstáculos estando entre as principais empresas de Projectos de Arquitectura Paisagística e de Construção e Manutenção de Áreas verdes da Europa, ou mundial. O mercado onde operamos com a principal localização é no Algarve ou Sul da Península Ibérica; Ilhas, Espanha, África e América do Sul. A nossa presença no campo científico tem se demonstrado relevante em áreas como Química, Solos, Relvados, Arboricultura, Transplantes, Plantações, Equipamento e Gestão de Recursos Hídricos.

O espírito na adaptabilidade é demonstrado pelo nosso largo e vasto Portfolio tendo realizado mais de mil projectos com concepção /construção e capacidade técnica de realização ou produtiva em meios e recursos próprios e analisando o volume de vendas é registado o crescimento estrutural da empresa face aos meios e investimentos efectuados resumindo-se a trabalhos de louvor e de alto gabarito internacional com prémios atribuídos á empresa como a clientes.

A Construção Civil e as Áreas Verdes funcionam como um todo, pelo que a nossa intervenção de Concepção (Projecto) é responsável desde a compra do local (Terreno) em simbiose com o tipo de jardim pretendido, com um estudo detalhado do meio local (Fauna, Flora, solo e clima.) antes de qualquer intervenção humana ao acompanhamento da Arquitectura geral, Construção, Finalização e Conservação ou a Garantia. O acompanhamento da obra depois de analisado é largamente um investimento recuperável pelo Dono de Obra tal como a fiscalização (Ex Movimento e aproveitamento de terras locais e vegetais e vegetação) uma vez que a área Verde deve-se integrar na Paisagem local e não área verde local ser modificada ou alterada pelas áreas a construir de forma a não se sobressair e adaptando-se antes ao meio ambiente local, respeitando-o e jogando com materiais e vegetação local de forma a não criar-se sinergias das diferentes formas de vida racionais e sustentáveis.

O elevado grau de exigência dos nossos clientes sempre foi a nossa preocupação principal em que a nossa actividade tem uma base de Concepção, Realização, Manutenção e Garantia garantidamente pelo maior período possível de forma a minimizar-nos de intervenções futuras de optimização ou reparações posteriores para que se consigam garantir as exigências no mercado Privado e Publico, que sem dúvidas passam de geração a geração tal como registado em vários dos nossos clientes. Herdar um meio ambiente com qualidade depende essencialmente de cada um de nós, perceber donde surge o reino vegetal (arvores, plantas) percebe-se que uma área verde deve ser um todo, um ECOSSISTEMA, como forma apelativa de trazer outras formas de vida e qualidade da qualidade do meio, construindo-se com meios e materiais locais, que sejam utilizadas de forma funcional em vez de observadas com formas de vida do saber estar e ser e que todos nós consigamos regozijar em vez de mostrar servindo de lição educativa a muitos de nós de onde provêm as nossas origens e até onde vão as nossas capacidades evolutivas.

Delegação centro

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Serviços de Arquitectura Paisagística e promoção de empreendimentos através de desenhos em 3d.
Construção Civil.♻
Construção,recuperação e optimização de Arranjos exteriores .♻
Trabalhos variados - Drenos ,rega ,aguas.piscinas,muros,pavimentos,mobiliário,vedações,taludes,modelações de terras ,relvados,Parques,jardins,campos desportivos e de golf ,etc........
Alvará de Empreiteiro de Obras Publicas.