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La primera edición de IBERFLORA en 1972 abrió al sector español de la planta y la flor la posibilidad futura que hoy es una realidad




La primera edición de IBERFLORA en 1972 abrió al sector español de la planta y la flor la posibilidad futura que hoy es una realidad: tener a su disposición un certamen de primera magnitud en el contexto ferial internacional. Después de 35 años, IBERFLORA presenta unas cifras que le confirman en su posición líder: más de 600 expositores y 30.000 metros cuadrados de exposición que abarcan un completo catálogo de productos dentro del sector de Planta y Flor, Jardín y Tecnología asociada.


IBERFLORA, Feria Internacional de Planta y Flor Mediterránea, Tecnología y Jardín se presenta ante el sector como el mejor escaparate para las empresas y compradores, no sólo españoles, sino también internacionales, ya que más del 25% de las firmas expositoras provienen de otros países.
La oferta sectorizada de IBERFLORA tiene como objetivo ofrecer el más amplio catálogo de productos de una forma ordenada que favorezca a los compradores. El Salón de Planta y Flor reúne las más importantes empresas del sector, y la celebración simultánea del Salón del Jardín con Eurobrico configura una oferta difícilmente superable, y que va en la dirección que marcan las tendencias comerciales en los puntos de venta. Por otra parte, el Salón de la Tecnología recoge los avances en tecnificación aplicada a la horticultura y la jardinería que el sector demanda.
IBERFLORA, además de su faceta comercial, potencia diferentes actividades que pretenden apoyar al sector en su mejora constante, con la organización del Master Universitario de Jardinería y Paisajismo o del Master Universitario en Diseño, Construcción, Mantenimiento y Gestión de Campos de Golf,a sí como la convocatoria de los Premios Nacionales IBERFLORA a Proyectos de Fin de Carrera.
Les invitamos a conocer IBERFLORA: un valor seguro para su negocio.


Faro: Orçamento de 78 milhões para 2009 com metro de superfície no horizonte

O estudo de viabilidade de um metro de superfície em Faro está previsto no Orçamento da autarquia de Faro para 2009. O estudo vai custar 50 mil euros. O metro poderá ser uma realidade dentro de 10 anos. O orçamento, no valor total de 78,6 milhões de euros, foi apresentado na passada sexta-feira à comunicação social, depois de aprovado em reunião de câmara com os votos a favor do PS, voto contra do vereador independente, e abstenção do PSD. O estudo de viabilidade para o metro de superfície está inscrito na área dos transportes e acessibilidades, uma das três áreas que completam as linhas de força do documento, incluindo a cultura e a área social. Uma linha desde a Pontinha até ao Estádio Algarve com estações no Bom João, Penha, Alto Rodes, Estação CP, Montenegro, aeroporto e Gambelas é o que está previsto no desenho preliminar do metro, estando em hipótese futuras ligações a Loulé, passando pelo Parque das Cidades, e a Olhão. O edil local, José Apolinário, disse que “já foram consultados vários especialistas” e que “tudo aponta para a viabilidade do projecto”. Apesar de pensado a 10 anos, há promotores interessados que “falam em três anos”, salientou o responsável, “mas tudo depende do Governo”. O Orçamento, que será apresentado para aprovação em Assembleia Municipal dia 19 de Dezembro, aposta ainda, na área dos transportes e acessibilidades, em cinco novos parques de estacionamento para um total de mais 600 lugares. Na área social a aposta passa pela construção de novas creches, jardins-de-infância, centro de dia, lares de idosos, escolas. Será um investimento total a rondar os oito milhões de euros. Até 2010 serão nove novas creches, num total de 466 novas vagas. Já no próximo ano avançam os projectos de três dessas nove creches, nomeadamente em São Pedro, Estói e Conceição de Faro. O presidente da autarquia de Faro considera que este é um Orçamento “estratégico mas realista, com prioridades definidas”, tendo em conta as conhecidas dificuldades financeiras daquela edilidade.

a actual legislação constitui um entrave ao investimento público e privado

O Bastonário da Ordem dos Engenheiros (OE), Fernando Santo, vai entregar esta segunda-feira ao Governo, à Assembleia da República e à Associação Nacional de Municípios, um documento com vinte recomendações que simplificam o licenciamento urbano, promovem o combate à corrupção, reduzem conflitos e incentivam o desenvolvimento económico do país.
No documento, citado em comunicado, Fernando Santo defende que a qualidade do licenciamento urbano está refém da complexidade tecnocrata e refere que o actual regime é visto como uma fonte de distribuição de riqueza, de suspeita na concessão de favores e de corrupção, afectando a imagem de todos os que trabalham no sector de forma honesta, seja na administração pública ou na iniciativa privada.
O Bastonário acrescenta ainda que a actual legislação constitui um entrave ao investimento público e privado, que depende dos licenciamentos para a legalização.
São pedidos regulamentos de especialidade
Para alterar a situação, a OE propõe que as normas e regulamentos sejam reduzidos e simplificados num Código Técnico da Urbanização e da Edificação, anulando a teia de leis propícia à contradição e à aprovação de maus projectos por critérios arbitrários. Os engenheiros sugerem que o Governo substitua os regulamentos municipais aplicáveis ao licenciamento urbano por regulamentos de especialidade, de âmbito nacional, eliminando assim os mercados protegidos decorrentes da existência de 308 diferentes regimes de licenciamento.
A OE defende que a responsabilidade pela concepção de projectos, execução das obras, fiscalização e verificação de conformidades para a utilização das normas e regulamentos existentes no Código Técnico da Urbanização deve ser assegurada por técnicos qualificados profissionalmente, o que dispensa a verificação burocrática e administrativa por parte dos serviços públicos.
Reorgnização dos serviços públicos
Fernando Santo defende também a necessidade de reorganizar os serviços públicos. Esta medida obriga a rever as carreiras técnicas na função pública e exige a intervenção de técnicos com qualificações profissionais idênticas às requeridas para os autores dos projectos, sob pena de ser posta em causa a gestão do interesse público.
As medidas propostas abrangem também a fiscalização para a emissão de licenças de utilização. Segundo Fernando Santo, é necessário definir de forma clara as condições técnicas essenciais a verificar no acto de fiscalização, durante e após a conclusão do processo produtivo, que por sua vez condicionarão a emissão da licença de exploração ou de utilização.
Com a implementação destas medidas, a OE pretende eliminar tudo o que é acessório e que tem sido utilizado para fazer prevalecer os pequenos poderes e interesses instalados. Estas recomendações visam a optimização dos recursos existentes, a desburocratização dos procedimentos mas, sobretudo, a protecção do interesse público e a prevalência deste sobre o interesse particular.