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O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial

A INTERVENÇÃO PÚBLICA NACIONAL E INTERNACIONAL

O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial; é criada a Federação Internacional de Arquitectos Paisagistas (IFLA), com a representação de todos os continentes. Mais tarde, fundou-se, em 1988, a Federação Europeia de Arquitectos Paisagistas (EFLA).

A Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP), foi criada em 3 de Março de 1976, tendo os seus estatutos sido publicados em Diário da República em 14 de Dezembro do mesmo ano.

A APAP tem participado activamente na International Federation of Landscape Architecture (IFLA), de cujo secretariado já foi responsável. É também membro fundador da Fundação Europeia de Arquitectura Paisagista (EFLA) com sede em Bruxelas.

As actividades da Associação caracterizam-se, para além da prestação de serviços aos sócios, pelo desenrolar de uma série de actividades de promoção da Arquitectura Paisagista através da realização de encontros profissionais e seminários, acções de formação profissional, publicação de um Boletim e do Anuário. A Associação mantém ainda estreitas relações com outras Associações Profissionais e Associações de Defesa do Ambiente.

A APAP é consultada pelos diversos organismos estatais, nomeadamente o Ministério do Equipamento, Planeamento e Administração do Território e o Ministério do Ambiente, para emissão de pareceres, e é ainda solicitada por várias autarquias e outras entidades para fazer parte de júris de projectos vários.

Não é possível, neste texto, apontar todas as realizações em que os arquitectos paisagistas portugueses tiveram decisiva participação e influência:

No âmbito da legislação destacam-se:

- Lei de Bases do Ambiente
- Lei nº 613/76
- Reserva Agrícola Nacional (Dec-Lei 196/89)
- Reserva Ecológica Nacional (Dec-Lei 93/90)
- Planos Directores Municipais (Dec-Lei 380/99)
- Planos Regionais de Ordenamento do Território (Dec-Lei 380/99)
- Rede Natura (Dec-Lei 140/99)


No âmbito do Ordenamento do Território a sua participação fez-se mais significativamente a partir do extinto Fundo de Fomento de Habitação no plano de Almada; mais tarde nos Planos de Urbanização e Directores Municipais de Lisboa.

São importantes como primeiros projectos de Paisagem os do Mondego, do Algarve e do Estádio Nacional.

No âmbito dos espaços é praticamente impossível referir os mais importantes mas salientam-se entre muitos:

- Torre de Belém

- Capela de São Jerónimo
- Parque das Caldas
- Mata de Alvalade
- Parque de Serralves, Porto
- Parque da Moita
- Sistema Verde de Nova Lisboa
- Parque Gulbenk.