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Gartenbau, Gartenpflege, Garten Design, Garten Center, Gartenmöbel, Palmen, Bäume, Pflanzen, Zimmerpflanzen, Gärtnerei, Gartenanlage, Baumschule, Bewässerungssystem, Bewässerungssysteme, Landschaftsgestaltung, Wasserpflanzen, Landschaftsarchitektur, Schädlingsbekämpfung, Garten-Center

1. A curved wall was transformed into a seating area with a fire pit.
2. A bold moment was achieved by simply painting a fence glossy black and planting a row of columnar conifers.
3. A white stucco wall was brightened by the addition of bright orange wall-mounted vessels planted with an array of succulents.
4. The outdoor dining area was situated under a partially open roof.
5. A whimsical Aloe '...Hercules' was planted as a living sculpture surrounded by lower-growing succulents and ground-hugging Juniperus procumbens 'Nana."
6. The patio area was added, making room for a couple of chaises.
7. A portion of front lawn was removed in lieu of a more showstopping garden and drought-tolerant design with a plant palette of black and white to tie in with the architecture.
 


 

Vertical Gardens With Supernatural Healing Powers

We’ve discussed before the benefits of plants and vertical gardens–how they can not only beautify indoor and outdoor spaces, but can help decrease energy usage by providing insulation, improve indoor air quality, even provide a place to grow food when floor space is scarse. But ward off evil spirits? The designing Campana Brothers think so.
For the facade of Sao Paulo design shop, Firma Casa, the brothers designed a green wall with Sansevieria trifasciata (commonly known as snake plant), a nod to Brazilian popular culture and a plant used in African-Brazilian religious rituals for its supernatural protective and healing powers.
Form definitely follows function in this design scheme. Collaborating with Sao Paulo designers SuperLimão Studio, they placed 9,000 seedlings in 3,500 origami-shaped aluminum vases which hang from a rebar mesh, the directed water flow from one vase to the next through a built-in drainage system that leads overflow to the ground.
The living wall contrasts with and also compliments the industrial wrought steel façade. Inside, natural light flows through the building’s large openings, while a grid of exposed electric rails allows for accessible and easy lighting control.
There’s infinite flexibility in the design as exposed steel structures and air conditioning ducts enable the shop owners to easily hang and move exhibited artwork using industrial magnets while pallet shelving supports pieces of varying sizes.
The first entrepreneur to discover and showcase the Campana Brothers, Firma Casa’s owner, Sonia Diniz Bernardini, values creativity and innovation above all and has long been a pioneer in recognizing and introducing emerging talent. Maybe some plants can make one a visionary?

Seis dos dez centros comerciais com inauguração prevista para este ano não abriram nem vão abrir portas até ao final do ano, segundo a Associação Portuguesa de Centros Comerciais.


Seis dos dez centros comerciais com inauguração prevista para este ano não abriram nem vão abrir portas até ao final do ano, segundo a Associação Portuguesa de Centros Comerciais.







A razão, segundo o presidente da associação, António Sampaio de Mattos, é a crise económica que tem levado a adiar ou mesmo a cancelar projectos que se previa estarem concluídos até ao final deste ano.






Os seis que não chegaram a inaugurar são o Dolce Vita Braga (da Chamartin Imobiliária), Fórum Santa Maria da Feira (Multi Development), Fórum Sintra


(Multi Development), Galaxy Shopping em Vila Nova da Barquinha (Galparque), Go!Shopping Paredes (Guedol Engenharia) e Lisboa Retail Center (Bouygues Imobiliária).






Balanço é positivo Embora não tenham aberto portas mais de metade dos centros comerciais projectados para este ano, o balanço da abertura destes espaços vai ser positivo no final deste ano por ter sido inaugurado recentemente o Dolce Vita Tejo, na Amadora, com uma área de 122 mil metros quadrados, que é quase o dobro da doo Dolce Vita Braga.






Para 2010 estão previstos oito novos centros comerciais, mas António Sampaio de Mattos escusa-se a adiantar quantos mantêm ainda prevista a inauguração para o próximo ano.



Faro pode vir a ter um Projecto de Interesse Nacional (PIN) no Pontal. Um grupo de investidores russos já apresentou junto do Governo o pedido para que o empreendimento que querem promover nesta zona verde do concelho de Faro, pertencente à Mata do Ludo, tenha prioridade na aprovação e facilidades na implantação.

A informação foi avançada em primeira-mão ao «barlavento» pelo presidente da Câmara de Faro José Apolinário, que aguarda agora os desenvolvimentos deste processo.

O autarca revelou ainda que os investidores russos eram um dos três grupos que queriam garantir as 1030 camas que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRA) destinou a Faro, na distribuição regional de camas de alojamento turístico fora dos centros urbanos.

A Câmara de Faro já anunciou, entretanto, que irá lançar o concurso para um Núcleo de Desenvolvimento Turístico com as referidas 1030 camas, no primeiro semestre de 2009. Mas o lançamento desta iniciativa ainda depende «do acertar de posições com a CCDRA».

Caso o projecto dos investidores russos seja considerado PIN, avançará por uma via alternativa e não entrará na contagem de camas fora da malha urbana. Esta é uma boa notícia para Faro, que tem mais intenções de investimento do que as camas que pode atribuir.

Segundo já havia revelado José Apolinário ao nosso jornal, há interessados em investir em empreendimentos turísticos em Santa Bárbara de Nexe e em Estoi, fora do perímetro urbano dessas sedes de freguesia farenses.

Na altura, o presidente da Câmara de Faro também anunciou que iria fazer depender a aprovação de qualquer projecto ou projectos a instalar no Núcleo de Desenvolvimento Turístico a criar, da construção de «um campo de golfe de 18 buracos».

A Câmara de Faro foi uma das que se mostrou descontente com a distribuição que foi feita pela CCDRA das 24 mil camas turísticas fora do perímetro urbano previstas no Plano Regional de Desenvolvimento do Território do Algarve (Protal).

Mas, poucos dias depois de a tabela de distribuição ter sido anunciada, José Apolinário revelou a sua convicção de que «a questão das camas terá de ser revista em 2010», pois não haverá investidores suficientes para as autorizadas no interior.