Neve, sol, chuva, geada e um bom paisagista não fazem mal a ninguém. Isto é o que “dizem” as plantas portuguesas, quando exibem suas mais exuberantes formas, cores e perfumes, devido ao cuidado profissional que recebem. Por Portugal possuir três grandes influências climáticas, como o mediterrâneo (predominante), atlântico e continental, que se distribuem de forma irregular no território, o país garante uma paisagem imensamente diversificada e com grande biodiversidade. Porém, pensar que o alcance a diferentes extensões do clima pode prejudicar as espécies que constituem o paisagismo local, é um equívoco.
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades.”É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características”, explica.” (Camila Fonseca – AUE)
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades.”É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características”, explica.” (Camila Fonseca – AUE)



