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Arboterapia ajuda ao corona virús ou covid19 - Vocês acreditam que abraçando árvores possamos cuidar dos nossos males?






Vocês acreditam que abraçando árvores possamos cuidar dos nossos males?

Imagino que isto suscite dúvidas e até desconfiança, dado a quantidade farta de terapias alternativas que prometem curas holísticas. Entretanto a arboterapia (arbor = árvore, em latim e therapeia = cura, em grego) propõe algo que vai além de um simples tratamento, oferecendo as energias primárias e sábias que as árvores acumularam durante milênios, muito antes da presencia humana. Elas, na medida em que evoluíam, saindo do estado talófito quando não possuíam raízes, talos e folhas e se apresentavam como musgos, liquens ou fungos e alcançaram formas arbóreas depois de transitar por infinitas maneiras de vegetar, foram vivenciando sentimentos como: frio, calor, sede, afogamento, inquietação e calmaria. 

Atenção: quando falo sentimentos não me refiro às emoções, estas são exclusivas dos seres humanos e se diferenciam das primeiras porque sempre envolvem a mente e não apenas o abalo material ou corpóreo. 

Mesmo assim, as árvores, acumularam uma espécie de sabedoria que lhes permitiram prevalecer em um planeta sofrendo todo tipo de inclemências.

Acredito, e minha experiência corrobora isto, que possamos encontrar na floresta ou mesmo em um parque, uma praça ou no nosso jardim, uma convivência salutar e harmônica que restabeleça o equilíbrio psicofísico que as atividades cotidianas tiraram da gente. 

Ansiedade, estresse, culpa, decepção, inveja, humilhações, raiva, medos, melancolia, remorso, vergonha e especialmente solidão e preocupação não são emoções experimentadas pelas árvores. 

Elas vivenciam unicamente o presente, o momento singular que não está atrelado a tempo algum, mas apenas ao que lhes faz sentir cada instante sem se preocupar com o futuro nem arrependerem-se por algo supostamente equivocado. 

São individualmente senhoras de si e se agrupam em bosques por uma simples afinidade e não pelo medo da solidão. 

É por isso que não vemos árvores retraídas, mas sim árvores garbosas desfrutando do sol total no meio de um gramado qualquer.

A  C U R A

Quando abraçamos o tronco de uma árvore entramos em contato com uma energia ancestral que, de modo atávico, nos remete ao Jardim do Éden, ao Paraíso que sonhamos. 

Olhamos para cima e sentimos na copa dessas árvores o verde da esperança que nos tranquiliza e atenua sofrimentos.

Cada espécie lenhosa possui uma peculiaridade, um caráter forjado século trás século. 

Espécies como oliveiras  são denominadas “madeiras de lei” por causa da dureza e espalham a determinação e coragem quando as abraçamos. 

Elas, assim como o ciprestes ,alfarrobeiras , são indicadas nos momentos de fragilidade emocional, desânimo ou mesmo depressão. 

Mas existem aquelas que, além de serem consistentes como as referidas, são inflexíveis e por vezes ríspidas, como é o caso de alguns eucaliptos. 
Estes são esquivos e pouco sociáveis, rejeitando a companhia de outras plantas ou de pássaros. 

Abraçá-los implica em contagiarmos com sua severidade e intolerância, algo que não queremos a não ser que nos consideremos fracos ou um pouco molengas. 

Entretanto vejo que os eucaliptos, apesar da aparência firme, são derrubados pelas tormentas, mostrando sua total intransigência.

Por outro lado admiro a maleabilidade das palmeiras e dos bambus. 

Eles são dóceis, sem serem submissos, complacentes com ventos e tempestades dobram suas silhuetas, mas nunca quebram e dificilmente são derrubados. 

Aproximar-nos deles trará comportamentos compreensivos, fazendo com que observemos nosso contorno e os que nos rodeiam, com um pouco mais de indulgência. 

Afinal de contas vivemos em um mundo em permanente transformação, exigindo de nós contemporização em cada ato e em cada reflexão.

Se quiser entender o que se passa interiormente, aquilo que o inquieta, busque as respostas em uma floresta. 

Ande entre as árvores e toque-as sem receios. 

Você verá que esse convívio era salutar e feliz para nossos antepassados e que pode recriar essa emoção, sem renunciar aos benesses atuais repletos de tecnologia, logrando assim uma pacífica harmonia.
Raul Cânovas nasceu em 1945. Argentino, paisagista, escritor, professor e palestrante. Com 50 anos de experiência no mercado de paisagismo, Cânovas é um profissional experiente e competente na arte de impactar, tocar, cativar e despertar sentimentos nos mais diversos públicos.


2013 ‘Folly’ Competition Winner: tree wood by Toshihiro Oki

2013 ‘Folly’ Competition Winner: tree wood by Toshihiro Oki - 

Landscaping - algarve company 2


Courtesy of Toshihiro Oki

Socrates Sculpture Park and The Architectural League of New York recently announced the selection of Toshihiro Oki architect for tree wood as the winner of this year’s “Folly” competition – an extraordinary opportunity for emerging architects and designers to experiment and build large-scale projects for outdoor exhibition. tree wood will be a rigid yet airy geometrical wooden structure placed within a grove of trees – a lush and dense area at Socrates Sculpture Park. Visitors will peer into the structure through the floor beams where a formal, ornate chandelier will be suspended. The installation creates a dialogue between built structures and systems with the irregular and organic. This winning project will open at Socrates Sculpture Park on Sunday, May 12th from 2-6pm. More information after the break.

Toshihiro Oki architect – consisting of team members Toshihiro Oki, Jen Wood and Jared Diganci – was selected from over 150 submissions by a jury of architects and artists who reviewed over 150 submissions.
“Folly” is an interpretation of the architectural folly. Especially popular among the Romantics of the 18th and 19th centuries, architectural follies are small-scale structures, which often have no discernible purpose, that are placed within a garden or landscape as a means to draw the eye to specific points or to frame a view. The folly is a perfect subject for architects to investigate materiality, spatial interaction, and concepts about our urban and natural environment.