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Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos

Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos Um jardim pode (e deve) ser vivido com cada um dos seus sentidos Que os jardins têm uma função terapêutica intrínseca tanto ao cultivá-lo quanto ao apreciá-lo, ninguém duvida. O que poucos se dão conta é que essa experiência pode tornar-se palpável, visível e sentida de forma literal se o ambiente for planejado para ser inclusivo. Crianças, idosos, portadores de deficiências motoras ou visuais, todos podem se beneficiar das diversas “belezas” contidas em um jardim pensado para ser visto, tocado, cheirado e até consumido! Os caminhos do jardim sensorial precisam estimular os passos e privilegiar as planícies, sem muitos desníveis. São altamente recomendáveis espaços para a contemplação, com bancos estrategicamente colocados para que os visitantes possam curtir a harmonia da paisagem. É preciso cuidado com as plantas escolhidas para este tipo de jardim: espécies tóxicas devem ser evitadas. No mais, um paisagista saberá quais espécies utilizar e como harmonizar isso em um espaço inclusivo. Para estimular o olfato, pode-se optar por plantas que tem no aroma sua principal característica, como a lavanda (Lavandula stoechas) e a madressilva (Lonicera periclymenum). O tato precisa de folhas e flores aveludadas e coriáceas, sensíveis ao toque: a espada-de-são-jorge (Sanseveria trifasciata) e a nandina (Nandina domestica) são boas opções. O paladar requer uma junção com o toque e pode ser vivenciado com ervas aromáticas como o manjericão (Ocimum basilicum), o alecrim (Rosmarinus officinalis) e a cebolinha (Allium shoenoprasum). A audição pode sentir desde o silencioso murmúrio do farfalhar das folhas até o trinar dos pássaros canoros atraídos pelo jardim. O barulho gerado pela água em cascatas artificiais, fontes ou em um espelho d’água com espécies de plantas aquáticas como a ninfeia (Nymphaea odorata) Todo este conjunto harmonioso deixará os visitantes deslumbrados e vivenciando cada centímetro daquela impressionante experiência no formato de um belo jardim! Os nossos sentidos são mais diversos do que temos consciência. A perceção do mundo à nossa volta é um tanto complexa e interessante. Por isso, essa interação sensorial, quando estimulada, conecta-nos a lembranças do passado, aflorando em nós sentimentos de alegria ou de angústia, ou até mesmo uma saudade imensa de um tempo que nos marcou de alguma forma. Ao mesmo tempo, pode nos provocar sensações reais de prazer, incômodas ou até mesmo de calma, transportando-nos para experiências intensas. Agora, imagine o que um jardim sensorial pode proporcionar para nossa mente e corpo? Na verdade, o objetivo de um jardim sensorial, diferentemente de um tradicional, é oferecer uma experiência mais rica e terapêutica aos seus frequentadores, com diferentes necessidades ou não. Mas quais são as diferenças entre um jardim sensorial e um comum? Qualquer jardim é um espaço onde, naturalmente, nossos sentidos são estimulados, mas buscar diferentes sensações por meio de um projeto paisagístico concebido pela utilização de elementos com características e qualidades sensoriais específicas, criando ambientes benéficos para as pessoas, faz dele um local de estímulos e de experiências muito particulares. Luis Miguel Piedade www.ecossistemas.com www.ecoviveiros.com

Jardim xerófilo

É o novo proprietário de uma moradia ou apartamento com terrace, e gostava de ter um jardim mas não tem muito tempo para cuidar dele? Já ouviu falar num jardim xerófilo? O recurso à utilização de plantas rústicas ou xerófilas é uma boa forma de conseguir um jardim agradável e bonito e de baixa manutenção. Porque ter um Jardim xerófilo? Os jardins xerófilos são jardins constituídos por plantas naturalmente adaptadas a condições áridas, ou seja, onde a disponibilidade de água é limitada. Na natureza estes surgem naturalmente em zonas rochosas ou/e declivosas, com pouca água e baixa quantidade de nutrientes. Assim, estas espécies surgem frequentemente em climas secos, de baixa precipitação, como é o caso do clima mediterrânico. Estes jardins têm vindo a ser utilizados como uma forma de reduzir os custos de manutenção do jardim. As plantas xerófilas que os constituem requerem menos rega, e resistem a condições adversas de seca. Além da sua funcionalidade adaptada ao clima, os jardins xerófilos possuem uma beleza natural, onde prevalecem os verdes secos e acinzentados da folhagem como pano de fundo para a floração bastante colorida, que varia entre os brancos, amarelos, rosa e lilás. Que plantas utilizar? As plantas resistentes à seca podem ser facilmente identificadas pelas suas caraterísticas fisionómicas, isto é, as folhas tendem a ser mais pequenas, espessas e rijas ou transformadas em agulhas. E podem apresentar pequenos pelos. Além disso tendem a libertar fragrâncias agradáveis, uma vez que os seus óleos essenciais tendem a volatilizar pela exposição directa ao sol. E não esqueçamos claro as plantas suculentas ou catos, como o Agave ou o Aloe, que acumulam reservas de água nas suas folhas e caules. Os arbustos e herbáceas ornamentais que se seguem são resistentes à seca , e podem ser combinados para criar um jardim belo e funcional: Milefólio (Achillea sp) Tomilho (Thymus sp.) Cebolinho (Allium sp.) Salvia espanhola (Salvia lavandulifolia) Erva-de-São-João (Artemesia sp.) Salvia de Jerusalém (Phlomis fruticosa) Trovisco macho (Euphorbia characias) Marcetão (Santolina sp.) Sanganho ou Rosêlha (Cistus sp.) Sargaço branco (Teucrium fruticans) Alfazema (Lavandula sp.) Stipa (Stipa calamagrostis) Lava-garrafas (Callistemon citrinus) Alecrim (Rosmarinus officinalis) Urze (Erica sp.) Queiró (Calluna vulgaris) Avena azul (Helictotrichon sempervirens) Esparto (Stipa tenuissima) O jardim xerófilo português Felizmente em Portugal possuímos algumas plantas nativas adaptadas a condições de seca e que podem ser facilmente utilizadas como plantas ornamentais nos nossos jardins. Entre as já acima mencionadas como as Alfazemas e os Tomilhos, podemos considerar a Oliveiras (Olea Europaea), o Medronheiro (Arbutus unedo), o Loendro (Nerium oleander), o Sobreiro (Quercus suber) e o Teixo (Taxus baccata). Lembre-se: jardins de manutenção reduzida é diferente de ausência de manutenção. Jardins bem cuidados e bonitos necessitam sempre de atenção e se planear um fosse fácil, qualquer um conseguia fazê-lo. É necessária sabedoria, criatividade e experiência para se obterem bons resultados. Fale com a Ecossistemas e ajudaremos a criar o jardim dos seus sonhos.

2 famílias com 8 empresas de espaços verdes ganharam 370 contratos

 




Os Alhos e os Montes criaram várias empresas com o mesmo objeto social (manutenção de espaços verdes) e alternaram entre elas centenas de adjudicações em Lisboa. Há contratos onde foram “concorrentes” umas das outras.

No dia 25 de junho de 2018, o presidente da junta de freguesia do Areeiro (Lisboa), Fernando Braamcamp (PSD), assinou um contrato de 4 meses para manutenção de espaços verdes por €71.970. A empresa escolhida foi a Alfaia Verde depois de a junta ter feito uma consulta prévia ao mercado (ou seja, convidou empresas para apresentarem propostas). Como se pode ver no Portal Base, além da Alfaia Verde, a junta convidou a Momentos Floridos e a Lx Garden. Só que não eram empresas concorrentes. As três eram detidas por Fernando, Maria e João Alho (pai, mãe e filho).

Os Alhos (Fernando, Maria, João, Leonor, António e Carlos) e os Montes (Daniel, António, Raquel e Eduarda) misturam-se em oito empresas de manutenção de espaços verdes que desde 2009 conseguiram 370 contratos com o Estado num total de €27 milhões. A maioria (250 contratos, €20,7 milhões) foi com algumas juntas de freguesia de Lisboa, com a Câmara Municipal de Lisboa, a Câmara Municipal de Oeiras e o IPDJ. Uma das empresas (a PétalaLivre) é detida por elementos de ambas as famílias (Daniel Montes e João Alho; na foto acima). Há inúmeras situações em que uma empresa detida pelos Alhos fica com um contrato que era de uma empresa... dos Alhos. Quando não era dos Montes. Ou vice-versa.

Desde 2015, a junta de freguesia do Areeiro fez 31 contratos com sete das empresas dos Alhos e dos Montes. A 7 de fevereiro de 2019, houve outra consulta prévia curiosa: ganhou a Trevo (da família Montes) e a concorrente consultada foi a Momentos Floridos (da família Alho). Na freguesia de São Domingos de Benfica (António Cardoso, PS), só em 2019 houve quatro contratos com estas empresas. Em 2014, António Cardoso chegou a assinar quatro contratos no mesmo dia (16 de junho): Lx Garden (2), Parques & Jardins e Alfaia Verde. Duas semanas depois (1 julho), novo contrato com a Lx Garden. Nas Avenidas Novas (Ana Gaspar, Cidadãos por Lisboa), entre 2018 e 2019, a manutenção dos espaços verdes passou da Alfaia Verde, depois Trevo, depois Oriana e finalmente Parques & Jardins. Em Arroios (Margarida Martins, PS) a situação é idêntica. Na freguesia de Santo António (Vasco Morgado, PSD), no mesmo dia, 5 de fevereiro de 2019, foram assinados dois ajustes diretos com a Alfaia Verde (assinou Maria Alho) e um com a Momentos Floridos (assinou o marido, Fernando). 

Novo Site Ecossistemas


Eco Work - Boutique Hotel Onyria Palmares



Um pouco de nós

Em 1990 deu-se inicio da actividade comercial em nome individual, devendo-se à necessidade de satisfazer a qualidade dos vastos clientes essencialmente no Sul do Algarve e Alentejo, tendo então também ter sido executado entre 1991 e 1998 alguns trabalhos em Espanha inclusive na Expo de Sevilha e Lisboa.
Foi então que no ano 2000 nasce a empresa ECOSSISTEMASOL – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda. Com o seu crescimento e procurando dar sempre resposta ao mercado são criadas as empresas associadas, em 2002 a Empresa de Árvores centenárias OLIVEIRAS DE PORTUGAL e em 2007 a ECOVIVEIROS – Produção, Importação, Exportação de Árvores e Plantas Ornamentais, Lda.
Quer a satisfação como hábito de exigência dos nossos principais clientes variados e alguns de exigência superior, obrigaram-nos a que o nosso crescimento fosse sustentável, quer pela procura de serviços que eram prestados, como nos sectores onde existiam diversas lacunas de mercado em serviços, tais como: Sistema de rega automática; iluminação de exterior; manutenção da rede de rega; construção de muros de pedra; calçadas; drenagens e trabalhos de maior escala como:
  • Pine Cliffs Resort (Sheraton);
  • Lakeside (Quinta do Lago); 
  • Martinhal (Sagres); 
  • Carvoeiro Golfe;
  • Carvoeiro Clube;
  • Quinta do Paraíso;
  • Oceânico (antigo Vilamoura Club House Vitoria Golfe);
  • Bemposta SA (Inúmeras obras privadas e publicas) 
  • Quinta do Lago e Marinha;
  • Vilamoura;
  • Fábrica do Inglês em Silves;
  • Retails Parks;
  • Centros comerciais (Aqua Portimão, Apolónia Lagoa, Grand Plaza Tavira, Aldi, Faro, etc…);
  • Marina de Lagos;
  • Hotéis variados;
… entre outros mais como clientes de cariz particular que se foram alargando pelo território nacional desde a Quinta do Peru, Óbidos  ou de Lisboa a Valença pelo litoral e interior de Portugal. A internacionalização dá-se com o acompanhamento dos nossos clientes em projectos internacionais.
O mercado de Obras públicas sempre foi importante na nossa área, apesar de separado do mercado privado pelas diferenças de objectivos e qualidades. Absorveu parte da nossa facturação, tendo realizado obras de referência tais como:
  • Teatro das Figura – Faro;
  • Parque de Exposições –Portimão;
  • Marginal de Portimão e Quarteira;
  • Polis de Albufeira;
  • Polis Parque Ribeirinho de Silves;
  • Escolas Básicas;
  • Vias de Comunicação; Hospitais, Edifícios administrativos entre outros, etc…
Com a crise imobiliária e o decréscimo do investimento privado no nosso país as Obras públicas passam a ter mais relevância obrigando-nos a alterar o nosso Alvará para Industrial de Construção Civil com respectivas subcategorias de Arranjos Exteriores, passando os nossos objectivos serem com maior incidência no Mercado Privado pelas dificuldades mundiais.
Demonstrando uma aptidão internacional e reconhecida por vários prémios internacionais, o extenso leque de clientes solidifica no relacionamento e satisfação total comprovada pelo tipo de carteira de clientes é garantida a nossa internacionalização em diversos continentes com trabalhos de dimensão superior ao efectuado no nosso país recorrendo a meios próprios e a consórcios com outras empresas demonstrando capacidade de efectuar Espaços Verdes em qualquer canto do mundo.
Além de criar-mos Ecossistemas, somos um Ecossistema, um todo como uma família no nosso ambiente de trabalho aberto e multidisciplinar com capacidade de desenvolver e manter os desejos dos nossos Clientes que agradecemos pela confiança que nos depositam ao longo de todos estes anos.

JARDIM EM SÃO PAULO É PREMIADO COMO O MAIS BONITO DO MUNDO

JARDIM EM SÃO PAULO É PREMIADO COMO O MAIS BONITO DO MUNDO

Alex Hanasaki, responsável pelo projeto, ficou em primeiro lugar na premiação da Sociedade Americana de Arquitetos Paisagistas












Desde a concepção à manutenção, a ECOSSISTEMAS é uma empresa especializada em Jardins, Pavimentos, Iluminação, Arranjos Exteriores e Sistemas de Irrigação.To protect the surrounding environment and to provide total satisfaction to our clients; these are our main objectives, evidenced by the more than one thousand projects we have implemented over the years.

A Ecossistemas surge pela necessidade do mercado na área, criando serviços e produtos mostrando-se e estando sempre presente a crescente actualizações do mercado pelas tendências, tornando-se auto-suficiente no sector de Construção e Projectos de Espaços Verdes.

Demonstramos a capacidade inovadora e adaptação a diversos tipos de terreno e locais ou obstáculos estando entre as principais empresas de Projectos de Arquitectura Paisagística e de Construção e Manutenção de Áreas verdes da Europa, ou mundial. O mercado onde operamos com a principal localização é no Algarve ou Sul da Península Ibérica; Ilhas, Espanha, África e América do Sul. A nossa presença no campo científico tem se demonstrado relevante em áreas como Química, Solos, Relvados, Arboricultura, Transplantes, Plantações, Equipamento e Gestão de Recursos Hídricos.

O espírito na adaptabilidade é demonstrado pelo nosso largo e vasto Portfolio tendo realizado mais de mil projectos com concepção /construção e capacidade técnica de realização ou produtiva em meios e recursos próprios e analisando o volume de vendas é registado o crescimento estrutural da empresa face aos meios e investimentos efectuados resumindo-se a trabalhos de louvor e de alto gabarito internacional com prémios atribuídos á empresa como a clientes.

A Construção Civil e as Áreas Verdes funcionam como um todo, pelo que a nossa intervenção de Concepção (Projecto) é responsável desde a compra do local (Terreno) em simbiose com o tipo de jardim pretendido, com um estudo detalhado do meio local (Fauna, Flora, solo e clima.) antes de qualquer intervenção humana ao acompanhamento da Arquitectura geral, Construção, Finalização e Conservação ou a Garantia. O acompanhamento da obra depois de analisado é largamente um investimento recuperável pelo Dono de Obra tal como a fiscalização (Ex Movimento e aproveitamento de terras locais e vegetais e vegetação) uma vez que a área Verde deve-se integrar na Paisagem local e não área verde local ser modificada ou alterada pelas áreas a construir de forma a não se sobressair e adaptando-se antes ao meio ambiente local, respeitando-o e jogando com materiais e vegetação local de forma a não criar-se sinergias das diferentes formas de vida racionais e sustentáveis.

O elevado grau de exigência dos nossos clientes sempre foi a nossa preocupação principal em que a nossa actividade tem uma base de Concepção, Realização, Manutenção e Garantia garantidamente pelo maior período possível de forma a minimizar-nos de intervenções futuras de optimização ou reparações posteriores para que se consigam garantir as exigências no mercado Privado e Publico, que sem dúvidas passam de geração a geração tal como registado em vários dos nossos clientes. Herdar um meio ambiente com qualidade depende essencialmente de cada um de nós, perceber donde surge o reino vegetal (arvores, plantas) percebe-se que uma área verde deve ser um todo, um ECOSSISTEMA, como forma apelativa de trazer outras formas de vida e qualidade da qualidade do meio, construindo-se com meios e materiais locais, que sejam utilizadas de forma funcional em vez de observadas com formas de vida do saber estar e ser e que todos nós consigamos regozijar em vez de mostrar servindo de lição educativa a muitos de nós de onde provêm as nossas origens e até onde vão as nossas capacidades evolutivas.

Delegação centro

Av. Fernando Magalhães 619 1 andar

- 300 -178 Coimbra

Tel- 919845659



Delegação Lisboa

Rua Cabo da Roca, edifício Interlook - 1º Piso

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APARTADO 1576.2875.087 - SÃO DOMINGOS DE RANA

Tel- 961345276

Filial de Espanha – Andaluzia
Calle del Comércio, Local nº1,
P. I. de Antequera
29200 Málaga
Tel.: 919845659

GPS: 37.029717 N,-4.534382 W

Webmaster Rui Pedro
Serviços de Arquitectura Paisagística e promoção de empreendimentos através de desenhos em 3d.
Construção Civil.♻
Construção,recuperação e optimização de Arranjos exteriores .♻
Trabalhos variados - Drenos ,rega ,aguas.piscinas,muros,pavimentos,mobiliário,vedações,taludes,modelações de terras ,relvados,Parques,jardins,campos desportivos e de golf ,etc........
Alvará de Empreiteiro de Obras Publicas.

Avenida Hotel - Lagos - Um projecto que nos deu gosto



 

O Lagos Avenida Hotel está situado no centro da cidade de Lagos e a 10 minutos a pé da Meia Praia.
Existe um terraço no piso superior com uma piscina infinita e vistas deslumbrantes para a Marina e para o mar. 
Todos os modernos quartos oferecem uma varanda ou terraço com vista para a marina ou para a cidade, ar condicionado, televisão de ecrã plano e uma casa de banho com produtos de higiene pessoal.
Você encontrará uma recepção 24 horas no estabelecimento. O Aeroporto mais próximo é o Aeroporto de Faro, a 80 km da propriedade.

- 4 Estrelas
- 46 Quartos Vista Mar e Marina
- Restaurante e Bar (Abrem em Março 2018)
- Piscina panorâmica
- Localizado no centro de Lagos e a 700 metros da Meia Praia

Vila Valverde: O primeiro hotel rural de 5 estrelas do Algarve



O mar vê-se ao longe, mas são os verdejantes campos relvados e as oliveiras que contornam o caminho quem dá charme a este hotel que cruza história com design contemporâneo

Os sinais de modernidade do Vila Valverde – Design & Country Hotel surgem logo mal se cruzam as portas de entrada, com obras de arte harmoniosamente espalhadas pela receção e pelos salões, num espaço que deu particular atenção à luz natural.
Com 15 quartos (a partir de €120), o Vila Valverde – Design & Country Hotel oferece ainda com vista para o mar uma extensa propriedade com um laranjal, uma horta e um lago, bem como a incontornável piscina, perfeita nos dias de calor, com “Day Beds” espalhadas pelo relvado. Conte ainda com uma sublime piscina interior e ainda um pequeno SPA.

Obrigado pela confiança ao longo destes anos :-)

MONTREAL, CANADÁ - Na origem do nome Montreal, está o monte que ocupa o centro da cidade. Um verdadeiro pulmão





Primeira imagem que guardo de Montreal é a de uma grande mancha de verde rodeada de água, como o pano de fundo de um quadro de Monet.
À medida que o avião aterrava naquela sexta-feira, dia 19 de Setembro de 2008, juntou-se ao verde e ao azul do rio Saint-Laurent, o vermelho sanguíneo dos tijolos que revestem metade das casas da ilha. Mais do que uma primeira impressão, desde cedo percebi que proteger o ambiente e integrar a natureza no espaço urbano faz parte da identidade desta cidade.
Na origem do nome Montreal, está o monte que ocupa o centro da cidade. Um verdadeiro pulmão, o Mount-Royal tem mais de 200 000 árvores e é o habitat para uma grande variedade de espécies vegetais e animais: 65 espécies de árvores, 600 espécies de plantas, 180 espécies de aves e 20 espécies de mamíferos. Talvez isso ajude a perceber o amor dos montrealense pela natureza.
Qualquer que seja a estação do ano, as pessoas desfrutam do monte, mas também dos vários parques e jardins espalhados pela cidade. No verão, a paisagem enche-se de piqueniques, biquínis e crianças numa versão contemporânea do Parc Monceau como o retratou várias vezes o pintor impressionista; no outono, a beleza efémera das folhas que se transfiguram em dezenas de cores diferentes antes de caírem é o pretexto favorito para se sair de casa. No inverno, o verde esconde-se, mas não é por isso que se fica condenado às quatros paredes: os lagos transformam-se em ringues de patinagem no gelo e até pistas de ski de fundo para competições internacionais, como foi o caso do ano passado. Trocam-se nas arrecadações os triciclos pelos trenós e da neve acumulada nos parques constroem-se montanhas, túneis e sítios secretos. Na primavera, as pessoas antecipam-se aos bolbos e os espaços verdes voltam a encher-se de cores e roupas de algodão.
E, como quando gostamos muito de alguma coisa tendemos a tomar bem conta dela, há um grande investimento político e dos cidadãos para integrar práticas sustentáveis e o respeito pelos bens naturais comuns. São alguns exemplos, o alargamento e construção de ciclovias nas zonas mais centrais para incentivar o uso regular da bicicleta, a adesão à compostagem doméstica, o respeito pela reciclagem, a expansão da agricultura urbana em tectos, os muitos jardins comunitários espalhados pela cidade, a proliferação de mercados que oferecem produtos biológicos, um bom sistema de partilha de carros (muitos dos quais são híbridos), o aumento de zonas verdes em sítios menos óbvios, entre outros. Não é também de estranhar quando os habitantes de uma rua ou bairro colaboram para a revitalização de um espaço comum, sobretudo quando o motivo é embelezar e melhorar a qualidade de vida dos residentes. O projeto “Ruelles vertes” é um dos melhores exemplos dessas boas práticas onde o espírito cívico resulta em serviço público e quando uma iniciativa de intervenção local tem impactos globais
Num sábado de setembro a caminho da casa do professor de piano dos meus filhos, no centro da cidade, passámos por uma ruela onde mais de 50 pessoas passavam flores, plantas e terra entre si. Verde, muito verde disfarçava o asfalto. Na rua, carrinhos de mão, ancinhos, tesouras de poda, canteiros em vias de ser. Em primeiro plano, um casal de meia-idade de enxada na mão, discutia se a quantidade de terra que estavam a pôr era suficiente ou não. Mais à frente, duas irmãs pré-adolescentes equipadas com luvas de jardinagem, mexiam na terra. “Eu prefiro as rosas e as tulipas”, respondeu-me a Mika quando lhe perguntei se tinha flores preferidas. “As plantas embelezam a rua”, disse a irmã. Percebendo que eu era portuguesa, Firmino Tristão de Lima, um açoriano emigrado há 22 anos e que está envolvido no comité de cidadãos da rua, disse-me logo que era importante incentivar as pessoas a cultivarem e a interessarem-se pelas plantas. “Um dia queremos fechar esta rua. Este é o primeiro passo”, disse.
Era mais uma rua a transformar-se em jardim. Mas não é de agora, isto de andar a ajardinar ruelas. A primeira rua verde em Montreal nasceu em 1997. Só este ano já foram criadas perto de 60 novas ruas verdes. Para que isso seja possível, é retirado uma parte do asfalto em cada lado da rua e são plantadas plantas indígenas, flores e arbustos. Em algumas ruas também se colocam bancos de jardim, canteiros e pinturas murais. E, embora sejam poucos os casos, pode mesmo acontecer retirar-se o asfalto por completo e substituí-lo com ... relva.
Quando estava a falar com alguns jardineiros improvisados, encontrei Alex Norris, conselheiro municipal do bairro Jeanne-Mance do arrondissement do Plateau-Mont-Royal e membro do partido “Projet Montréal”. Aproveitei para lhe pedir que explicasse como é que funciona a iniciativa “Ruelle verte”. Disse-me que o que determina todo o processo é que o interesse tem de vir dos moradores de cada bairro porque só o envolvimento dos cidadãos assegura a durabilidade do projeto. O projeto conta com o apoio do programa Éco-quartier, um programa de educação e intervenção ambiental levado a cabo pelos cidadãos, e do arrondissement – divisão administrativa da cidade e que corresponde grosso modo ao termo freguesia em Portugal. No caso da ruela onde estávamos entre as ruas Prince-Arthur/Milton/Sainte-Famille/Jeanne-Mance, também conhecida como a ruela da festa dos vizinhos, o arrondissement foi o parceiro do projeto e ajudou nos serviços de escavação, oferta das plantas e aconselhamento em relação às plantas e flores mais adequadas à ruela e às condições meteorológicas. E, disse o conselheiro municipal, para que as coisas aconteçam mais rapidamente, há medidas que facilitam a aprovação do processo pelos órgãos do Poder Local. Tem de haver um número mínimo de cidadãos interessados para o projeto ser aprovado, mas passado o número mínimo só quem se opuser a tornar verde uma das ruelas do seu bairro é que se deve manifestar. Se metade das pessoas estiver de acordo e o projeto for aceite, a “ruelle verte” acontece.
Segundo Alex Norris, o objetivo desta iniciativa é uma vida mais verde. “Diminuir a circulação em ruas locais, “apaiser” a velocidade dos carros, melhorar a vida para as famílias”, disse. “Depois corrija isso para um melhor português”, acrescentou a rir-se e no sotaque de quem já viveu no Brasil. Mas não é preciso. Com mais para ou menos para ou um “apaiser” em vez de reduzir, o projeto fala por si.
Se imaginarmos que Montreal tem quase 500 km de ruelas percebemos o potencial desta cidade no que respeita à integração de novos espaços verdes.
Ver novos e velhos pela manhã de um sábado quente, a pôr as mãos na terra e contribuir assim para o bem-estar geral da sua cidade é uma paisagem mais bonita e evocadora de mudança do que os piqueniques com senhoras de sombrinhas e senhores de grande bigodes retratados no século passado. Mas uma coisa os impressionistas perceberam desde cedo: é que os jardins podem ser onde e quando o pintor, ou o cidadão quiser. E, com sorte, pode ser que a ideia também germine noutros cenários urbanos.

 
VISTO DE FORA
Nas notícias por aqui: A corrida às presidenciais no país vizinho tem dominado as notícias por aqui.
Sabia que por cá… em 2007, Montreal foi a primeira cidade do mundo a assinar a Carta do Geoturismo da National Geographic Society? O objetivo desta parceria é a promoção de um forma de turismo que valorize o caráter geográfico da cidade, ou seja, o ambiente, a cultura, a conservação dos bairros, a manutenção dos espaços verdes e a proteção do património histórico.
Um número surpreendente: 98 é o número de ruas verdes no bairro Rosemont-La Petite-Patrie. Só nesse bairro, desde 2011, 3 158 m2 de asfalto, o equivalente a metade de um campo de futebol, foram transformados em jardim

Ecossistemas ,Serviços de Jardinagem




Desde o desenho a construção do jardim.
Após alguns encontros com o proprietário a nossa equipa está apta a desenhar um jardim que vá ao encontro das suas necessidades e gostos, esta é a fase em que a conversa toma lugar a desenhos, esboços e ideias mais concretas.
A seguir mãos á obra, com máquinas, homens, composto, tubos e plantas. Pouco a pouco o jardim toma forma.
A escolha de plantas, tendo em conta o tipo de solo, clima e água é uma fase importante, esta fase pode ser partilhada com o proprietário, com visitas aos viveiros locais.
Por fim, os últimos retoques.

Depois de construir o seu jardim tem que o manter. As plantas crescem, a relva precisa de cuidados, as folhas caídas precisam de ser retiradas ou colocadas num compostador e as flores precisam de ser adubadas. Existem tarefas especificas para cada época do ano, para que na estação estival tenha flores e as plantas se apresentem com bom aspecto.
Uma equipa profissional manterá o seu jardim, deixando-lhe uma tarefa: Viver o seu jardim.

Um sistema de rega é constituído por um conjunto de tubos, válvulas, ligações hidráulicas  ligações eléctricas e equipamento de espalhamento de água (aspersores, pulverizadores, tubo gotejador ou micro aspersores). Como tal, esta instalação deverá ser realizada por um profissional.
Um instalador profissional, desenha o sistema de rega de acordo com o seu jardim, as necessidades hídricas das plantas, pressão e caudal existente.
Depois do desenho e de algumas decisões tomadas, há que abrir valas, estender tubo, efectuar ligações hidráulicas, testar a estanqueidade da tubagem, efectuar ligações eléctricas  instalar o controlador de rega em local próprio e acessível.
Após este trabalho terá uma rega que lhe garante plantas saudáveis, com menor esforço e poupança de água.
Com uma rega automatizada poderá sempre ajustar os caudais de água consoante a estação do ano.

Quando escolher o seu relvado há que ponderar duas soluções: relva natural ou sintética. São soluções diferentes e são usadas consoante as necessidades e exigências de cada proprietário.
A relva natural tanto pode ser semeada como pode ser plantada em tapetes. Se for plantada facilita a sua instalação e crescimento, em duas três semanas poderá andar e brincar em cima da relva. A relva de sementeira tem um período de cerca de dois meses de instalação.
A relva sintética é de fácil instalação, embora com um investimento superior á relva natural, em contrapartida tem uma manutenção quase nula. Ideal para espaços pequenos e médios, onde os recursos escasseiam para a manutenção, onde a água é dispendiosa.

Ao longo do tempo tem-se especializado em várias áreas inseridas nos espaços verdes:
   • Rega automatizada
   • Desenho de jardins
   • Construção de jardins
   • Manutenção de jardins
   • Iluminação de jardins
   • Podas e limpezas de jardins
   • Construção de hortas
   • Renovação de canteiros e floreiras
   • Manutenção de Piscinas
   • Assistência técnica de sistemas de bombagem