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O respeito pelo perfil natural do terreno foi um dos principais pontos de partida para a construção de uma piscina recuperando a lógica dos tradicionais tanques de regadio. A obra esteve integrada no projeto geral de arquitetura de interiores de uma casa e arranjos exteriores de um monte alentejano, em Arraiolos. A mesma filosofia de preservação da topografia fez com que, a priori, se rejeitasse a habitual escadaria direta entre a casa, no topo, e a piscina, ao fundo, decorrente, na maioria das vezes, do nivelamento do terreno. Bem pelo contrário: o resultado mais impactante desta intervenção é precisamente a sucessão de planos desnivelados em rotação à volta da piscina. Sucessão esta que decorre de outro dos principais objetivos do projeto: “Desenvolver um percurso, gerando áreas de permanência e unificando todas as componentes do conjunto: assentos, duche, pérgula, bancada para o barbecue, escadas de acesso à casa das máquinas (sob uma das plataformas) e muros limítrofes ”, salientam Cecília Banito e Pedro Lourenço, do ateliê BL Arquitetura de Interiores (bl-interiores.blogspot.com).
“A intervenção, de caráter despojado, baseia-se numa relação natural com a topografia e com o caráter tradicional e rural da casa alentejana. As opções simplistas, ao nível dos materiais – alvenaria, betão afagado, madeira e a pastilha preta como único revestimento – estão ao serviço do destaque que se pretende dar à composição geométrica das plataformas, dos volumes e da paisagem. Tudo isso a complementar com vegetação autóctone”, sintetizam os arquitetos.
Assim, a piscina desenvolve-se em rampa – tal como o terreno – com uma zona rasa de água logo no início, correspondente à zona de intersecção com uma das plataformas, finalizando num assento submerso na cabeceira sobre o declive. O transbordo da água em todo o perímetro da piscina produz o efeito de espelho de água e é também usado para o processo de filtragem. A água transborda para uma caleira perimetral, correndo para um depósito de compensação sob a plataforma contígua à piscina. A água no depósito é puxada pela bomba e filtrada, sendo devolvida à piscina pelo fundo. O barbecue está no epicentro da área de refeições. Apresenta-se como um elemento sólido, posicionado no centro da plataforma de frente para a zona de refeições e piscina, onde se incluem um plano de trabalho, churrasco e lava-loiças. Este volume, fazem notar Cecília e Pedro, “apresenta a mesma dimensão, direcção e acabamento das escadas de acesso à casa das máquinas e arrumos, sob a plataforma, formando um conjunto de bancadas, que anula a percepção da existência de uma circulação secundária”.

Foto: Fernando Piçarra


 

“Allgarve’10” apresentado oficialmente6 de Maio de 2010 às 18:58:44 por Publituris


“Allgarve’10” apresentado oficialmente6 de Maio de 2010 às 18:58:44 por Publituris

“Algarve, Experiências que Marcam”. É este o lema do projecto “Allgarve’10”, que vai já na sua quarta edição, apresentado esta quinta-feira na sede do Turismo do Algarve, que assume este ano o papel de entidade gestora do programa.



Com um investimento global superior a 4 milhões de euros, a edição deste ano tem uma duração de 10 meses (de Fevereiro a Novembro), conta com mais parceiros – entre municípios (15) e entidades privadas – e um calendário com cerca de 90 eventos a realizar em todos os concelhos da região, sempre com a qualidade da marca ‘Allgarve’.



“A partir de hoje estamos a trabalhar na edição de 2011, sendo um dos objectivos trazer e estabelecer uma programação que se consiga comunicar mais cedo, para que os operadores possam ter essa informação mais cedo e a possam incluir nos seus pacotes”, referiu o presidente do Turismo do Algarve, Nuno Aires, em conferência de imprensa esta tarde.



Por sua vez, o coordenador da programação “Algarve’2010”, Augusto Miranda, explicou as sete temáticas do projecto: Música Clássica; Música Pop; Música Jazz; Arte; Gastronomia; Animação, Artes de Rua e Novo Circo e Desporto. De fora, este ano, ficou a dança, substituída pela animação de rua.



O coordenador salientou e congratulou-se pelo facto de este ano todos os concelhos algarvios servirem de palco para os vários eventos, “um dos grandes objectivos”, e propôs que o encerramento do “Allgarve’2010” seja realizado com um evento no primeiro fim-de-semana de Dezembro, e não no final de Novembro, como previsto.



Também presente na conferência de imprensa, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, considerou que o programa “reflecte ser aquilo que foi a aposta do Governo no final de 2009, imaginando a edição de 2010”.



Bernardo Trindade disse “estarem criadas as condições para que este programa seja uma ajuda importante para o momento que vivemos”, referindo que o começo do ano foi bom: “Os números apontam para um crescimento ténue, mas um crescimento.”



Sobre os valores envolvidos, o secretário de Estado precisou que o Governo investiu três milhões de euros, tal como o prometido, sendo o restante proveniente das autarquias e entidades privadas.



Patrícia Afonso

Na RIU estamos cientes da importância que a água tem para a vida e que esta é um bem limitado e indispensável. Por este motivo, acreditamos num uso responsável da água e trabalhamos para minimizar o seu desperdício e maximizar a sua reutilização.


Na RIU estamos cientes da importância que a água tem para a vida e que esta é um bem limitado e indispensável. Por este motivo, acreditamos num uso responsável da água e trabalhamos para minimizar o seu desperdício e maximizar a sua reutilização.




Poupança total de água



Durante o ano de 2007, o conjunto de medidas encaminhadas a conseguir um uso racional da água deu resultados muito satisfatórios se temos em conta:



a) O número de estadas em hotéis RIU durante 2007 y;

b) O consumo médio por estada no sector.



Calculou-se que a poupança total de água em 2007 foi de 1 hectómetro cúbico (1.000 milhões de litros).



Para poder avaliar a magnitude da poupança pode-se considerar que:



1. A água poupada seria capaz de encher o estádio de futebol Santiago Bernabéu de Madrid (Espanha) até transbordar ou bem;

2. Se por uma torneira aberta saísse um caudal de água de 12 litros por minuto (que é a média de um torneira caseira) demoraria 158 anos e meio em igualar o volume de água poupado ou bem;

3. A poupança seria equivalente ao consumo anual de água nos lares de 17000 espanhóis, segundo os últimos dados do INE (Instituto Nacional de Estadística de Espanha).



1- Poupança de água nos quartos de hotel

- Água nas sanitas:

Calcula-se que nos países desenvolvidos, um terço do consumo doméstico de água é usado nas sanitas. Por este motivo, em RIU estamos a implementar as seguintes medidas:



1. Redução no volume do autoclismo da sanita: Passou-se de consumir 14 litros de água por descarga para um intervalo entre 6 e 9 litros segundo o modelo de autoclismo.

2. Colocação de mecanismos de dupla descarga: Constam de 2 botões e o volume de água gerado depende de se for pulsado apenas um botão (sendo descarregada uma média de 4 litros) ou se forem pulsados os 2 botões ao mesmo tempo (neste caso seria produzida a descarga completa do autoclismo).



- Fomento da poupança de água entre os clientes:



1. Nos quartos colocaram-se cartazes informativos que convidam os clientes a poupar água mediante a reutilização das toalhas.



2- Detecção e reparação de perdas ou fugas nos quartos

Na RIU os trabalhos de manutenção são essenciais, não apenas para apresentar sempre um produto atractivo e de qualidade ao cliente, mas também, por exemplo, para detectar possíveis fugas nas canalizações e repará-las.



Esta secção é especialmente importante nos hotéis de estação dado que costumam fechar a finais de Outono e não abrem até à primavera. Por exemplo, uma torneira de um quarto a pingar pode chegar a perder entre 1.000 e 2.000 litros de água por ano. Por sua vez, se uma sanita tivesse fugas, estas poderiam chegar a ser de 0,13 litros por minuto o que suporia, num ano inteiro, 70.000 litros por ano. Detectar estas fugas é essencial para um uso racional de água e uma redução do consumo.



3- Reutilização de água

- Depuradoras próprias e reutilização:



A RIU aposta pela reutilização da água que é consumida nos seus hotéis e, por isso, em muitos os destinos onde opera, construiu as suas próprias depuradoras de água. Estas instalações têm capacidade para tratar todas as águas residuais (procedentes das sanitas e cozinhas) e as cinzentas (provenientes dos duches e lavatórios) que depois são reutilizadas para a rega dos jardins.



Destinos com depuração própria e reciclagem de água:



Los Cabos (México): 2 hotéis com 1.544 quartos.

Puerto Plata (Rep. Dominicana): 3 hotéis com 1.617 quartos.

Punta Cana (Rep. Dominicana): 5 hotéis com 2.502 quartos.

Ocho Rios (Jamaica): 1 hotel com 856 quartos.

Montego Bay (Jamaica): 1 hotel com 681 quartos.

Ilha do Sal (Cabo Verde): 2 hotéis com 1.072 quartos.

Ilha de Boavista (Cabo Verde): 1 hotel com 750 quartos.



Com estas instalações gere-se a água de um total de 9.022 quartos e poupa-se cerca de 40% de água.



Calculando o consumo médio por cliente, podemos afirmar que a poupança total ultrapassa os 600 milhões de litros de água por ano.



Voltando ao exemplo anterior, se por uma torneira aberta saísse um caudal de água de 12 litros por minuto, demoraria 106 anos e meio em igualar o volume de água poupado.



- Instalação de duplo circuito de água:



O abastecimento de água potável do hotel utiliza água sanitária. A vantagem da instalação de um duplo circuito de água nos hotéis é que permite recolher separadamente as águas com sabão procedentes dos duches e os lavatórios. Esta água, uma vez tratada, é reutilizada nos autoclismos das sanitas e para rega dos jardins do hotel.



Por enquanto, este sistema será instalado em:



Riu Guanacaste: Localiza-se na Costa Rica e a sua abertura está prevista para Novembro de 2009.

Riu Cação: abrirá na Ilha de Karamboa em Cabo Verde em 2010/2011.



Com estas instalações, será gerida a água de cerca de 1.700 quartos e atingir-se-ão poupanças de até 60% de água.



Assim, se temos em conta o consumo médio de água por cliente, a poupança anual total superará os 200 milhões de litros de água. Se usarmos a comparação anterior, se por uma torneira aberta saísse um caudal de água de 12 litros por minuto, demoraria um pouco mais de 35 anos em igualar ao volume de água poupado.



4- Jardins



- Aplicação de técnicas de xerojardinaria:



A xerojardinaria é uma técnica que surgiu nos anos 80 nos Estados Unidos após uma seca prolongada em Colorado que provocou restrições de água e, portanto, a necessidade de criar espaços verdes cada vez mais eficientes no seu uso. O resultado da aplicação são jardins que requerem menos água e, ao mesmo tempo, menos recursos humanos e materiais, dado que não requerem uma manutenção intensiva nem muitos fertilizantes ou pesticidas.



A RIU conta com hotéis em zonas onde a água é um bem escasso e estas técnicas demonstraram ser muito eficazes para reduzir o seu consumo.



Para este fim, a xerojardinaria consta de 7 fases ou passos:



1. Planificação e design do jardim



Consiste em estudar factores como o clima, a orientação do terreno, as zonas de sol e sombra em função das distintas estações, etc. Nesta fase, divide-se o jardim em três zonas segundo o consumo de água em: alto, médio ou baixo.



Para conseguir um jardim eficiente, são reduzidas ao máximo as zonas de consumo alto de água e estas localizam-se em áreas muito visíveis para os clientes como, por exemplo, as piscinas ou caminhos. Estas zonas requerem um cuidado intensivo, enquanto que as zonas de consumo médio são regadas com menos frequência. Finalmente, as plantas das zonas com consumo baixo são regadas pela chuva, excepto em zonas quase desérticas onde se realizam regas pontuais.



Em hotéis como o Riu Santa Fe, localizado em Cabo San Lucas (México) e o Riu Palace Aruba (Aruba) optámos por jardins muito eficientes onde as zonas de consumo baixo dominam no design, conseguindo uma poupança considerável de água.



2. Análise do solo



Esta consiste no estudo das características físicas e químicas do solo dado que serão factores chave no momento de seleccionar as plantas. Isto ajuda-nos a saber se é necessário acrescentar matéria orgânica para enriquecer o solo ou alisar zonas para evitar a perda de água por escoamento e, assim, a erosão do solo.



3. Selecção adequada das plantas



As plantas devem ser escolhidas segundo o design geral do jardim e ter em conta o lugar que ocupam e as condições do solo, iluminação e temperatura. Durante o design dos jardins (especialmente nos novos), são seguidos os seguintes critérios: adaptação ao clima da zona; horas de sol requeridas pela planta; consumo de água; resistência às doenças ou pragas e resistência à poluição.



4. Optimização das zonas de relva



Em países cálidos como a Espanha, no Verão cada metro quadrado de relva consume entre 7 e 10 litros por dia, de forma que tratamos de optimizar o uso da relva, sendo usada em zonas de alto valor acrescentado como piscinas e caminhos, que são as zonas das quais os clientes mais desfrutam.



5. Rega eficiente



Este princípio implica aplicar medidas tais como a implantação de um processo de reparação de fugas; a gestão das horas de rega e o fornecimento de água para o jardim por zonas de consumo de água independentes.



6. Utilização de camadas vegetais ("Mulching")



A utilização de camadas vegetais é uma das práticas mais benéficas porque conserva a humidade do solo; reduz as perdas de água por evaporação; diminui a necessidade de fornecimento de água em períodos de ausência de chuva; também reduz a aparição de ervas daninhas (as quais também consumem água e recursos); o escoamento superficial e, finalmente, diminui a erosão do terreno.



Tudo isto, também, conseguindo uma melhora na estética do jardim.



7. Manutenção



Este é um dos principais factores, dado que, uma correcta manutenção, ajuda-nos a aproveitar os benefícios de xerojardinaria. Por isto, deve-se ajustar a rega em função dos períodos de chuva, humidade ambiental ou horas de sol; eliminar as plantas secas; cortar adequadamente a relva e manter a camada vegetal.

Pontos principais

1 Poupança de água nos quartos de hotel
 
2 Detecção e reparação de perdas ou fugas nos quartos
 
3 Reutilização de água
 
4 Jardins.
 
 
 

Filosofia


Filosofia

Menos é mais.

(Mies van der Rohe)





Espaço e Luz e Ordem. Essas são as coisas que o ser humano precisa tanto quanto pão ou um lugar para dormir.

(Le Corbusier)





Forma segue função – isso tem sido mal interpretado. Forma e função deveriam ser um só, junto numa união espiritual.

(Frank Lloyd Wright)





Não é o ângulo reto que me atrai nem a linha reta, dura, inflexível, criado pelo homem.

O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher amada.

De curvas é feito todo o universo – o universo curvo de Einstein.

(Oscar Niemeyer)





Uma roda?

Trinta raios unem-se no meão!

Mas o vazio do meão é a essência da roda.

Um jarro?

Barro é moldado na forma de vasos!

Mas o oco vazio é a essência do jarro.

Uma casa?

Paredes com portas e janelas!

Mas o espaço vazio é a essência da casa.

Por isso, use o existente;

Reconheça a utilidade do inexistente.

(Lao-Tse)





A imaginação é mais importante do que o conhecimento. Pois o conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro, estimulando o progresso, dando vida à evolução.

(Albert Einstein)



Os místicos orientais percebem o universo como uma rede inseparável com interconexões dinâmicas e não estáticas. A rede cósmica é viva; move-se e cresce e se transforma continuamente. A física moderna também chegou a entender o universo como uma rede de relações e reconheceu, como o misticismo oriental, o caráter intrinsecamente dinâmico desta rede.

(Fritjof Capra)





Como comida, abrigo e roupa são considerados as necessidades mais essenciais do ser humano, a arte de fazê-las caracteriza as várias civilizações desse mundo. Esta arte é o design . As maiores obras muitas vezes são as mais humildes. A beleza eficiente e simples da roupa de trabalho e das ferramentas do ser humano em todas as partes do mundo é um motivo constante de admiração... A arte da comida nativa, evoluída dos produtos diretos do clima e da terra, é sempre uma fonte de encantamento e prazer... Mas encontramos os maiores exemplos de design na arte do abrigo, ou arquitetura , porque cria o ambiente para viver e assim possibilita o desenvolvimento de todas as outras formas de arte.

(Paul Jacques Grillo)





Vossa casa não será uma âncora, mas sim um mastro.

(Khalil Gibran)





Simplicidade da vida, mesmo da mais despida, não é miséria, mas o fundamento verdadeiro do refinamento; um piso de terra e paredes pintadas de branco, e árvores verdes, prados floridos e águas vivas lá fora.

(William Morris)





Um edifício bom não é aquele que fere a paisagem, mas aquele que faz a paisagem mais bonita do que era antes da construção do edifício.

(Frank Lloyd Wright)





A vida é a arte do encontro.

(Vinícius de Moraes)





As letras são como as músicas. A gente sempre retoca certas coisas, não é? Mas muitas vezes ao tentar aperfeiçoar uma canção, você acaba com ela. Você tenta aperfeiçoar o troço de um jeito que ele acaba perdendo a graça. Porque às vezes a graça que tem é essa improvisação.

(Antonio Carlos Jobim)





Como o completo é sempre imperfeito, a perfeição sempre é incompleta.

(Carl Gustav Jung)





O Brasil não tem vocação para a mediocridade.

(Lúcio Costa)





Somos um país condenado ao moderno.

(Mário Pedrosa)





Não existem objetos mortos. Qualquer objeto é uma expressão de vida, que age e exige seu direito como um ser vivo presente. E quanto mais objetos você possui, tanto mais exigências você tem que satisfazer. Não são só eles que nos servem, mas também nos temos que servir a eles. E muitas vezes somos mais os seus ajudantes que eles os nossos.

(Christian Morgenstern)





É alarmante que publicações sobre arquitetura tiraram das suas páginas as palavras Beleza, Inspiração, Magia, Feitiço, Encantamento, como também os conceitos de Serenidade, Silêncio, Intimidade e Admiração. Todo isso encontrou um abrigo na minha alma, e mesmo que sou plenamente consciente que não fiz justiça completa a eles em meu trabalho, eles nunca deixaram de ser meus faróis.

Religião e Mito.

É impossível entender a arte e a glória da sua história, sem professar a espiritualidade religiosa e as raízes míticas que nos levam até a última razão de ser do fenômeno da arte. Sem um ou o outro, não haveria nem as pirâmides egípcias nem as do México antigo. Existiriam os templos gregos e as catedrais góticas? Surgiriam as maravilhas admiráveis da Renascença e do Barroco?

E em outra área, desenvolveriam-se as danças rituais das assim-chamadas culturas primitivas? Seríamos os herdeiros do inesgotável tesouro artístico da sensibilidade popular no mundo inteiro? Sem o desejo de Deus, nosso planeta seria um triste deserto de feiúra. “A lógica irracional guardada nos mitos e em toda experiência religiosa verdadeira foi a fonte do processo artístico em todos os tempos e todos os lugares”. Essas são palavras do meu bom amigo Edmundo O'Gorman, e - com ou sem a licença dele - eu fez minhas as palavras dele.

Beleza.

A dificuldade invencível que os filósofos tem com a definição dessa palavra é a prova irrefutável do mistério indescritível contido nela. Beleza fala como um oráculo, e desde sempre o ser humano seguiu da sua mensagem em caminhos incontáveis: seja no uso de tatuagens, na escolha de um colar feito de conchas do mar que a noiva usa para realçar a promessa do noivo, ou novamente, na ornamentação aparentemente supérflua de ferramentas cotidianas e utensílios domésticos, para não falar de templos e palácios e até, em nossos dias, dos produtos industrializados da tecnologia moderna. A vida humana sem beleza não merece ser chamada assim.

Silêncio.

Nos jardins e nas casas que projetei, eu sempre me esforcei para permitir o suave murmurinho interior do silêncio, e nos meus chafarizes, o silêncio canta.

Solidão.

Somente em comunhão íntima com a solidão o ser humano pode se achar. Solidão é boa companhia, e minha arquitetura não é para aqueles que a temem ou a evitam.

Serenidade.

Serenidade é o grande e verdadeiro antídoto contra a dor e o medo, e hoje em dia, mais do que nunca, é obrigação do arquiteto fazê-la um hospede permanente no lar, independente se este é suntuoso ou humilde. Em toda minha obra eu sempre tentei alcançar a serenidade, mas tendo cuidado para não destruí-la usando uma paleta sem critério.

Alegria.

Como é possível esquecer a alegria? Eu acredito que uma obra de arte alcança a perfeição quando transmite uma alegria tranqüila e serena.

Morte.

A certeza da morte é a fonte da ação, e portanto da vida. E no implícito elemento religioso da obra de arte, a vida triunfa sobre a morte.

Jardins.

Na criação de um jardim, o arquiteto convida o reino natural para participar. Num belo jardim, a majestade da natureza é sempre presente, mas uma natureza reduzida à proporção humana, e assim transformada no refúgio mais eficiente contra a agressividade da vida contemporânea.

A Arte de Olhar.

Para um arquiteto é essencial saber olhar: Quero dizer, olhar num sentido que a visão não é subjugada pela análise racional.

(Luis Barragan)





Vossa casa é a extensão de vosso corpo.

Cresce ao sol e dorme na quietude da noite; e não deixa de sonhar.

Pois não sonha vossa casa? E, sonhando, deixa a cidade e vai para o bosque ou para a colina?

(Khalil Gibran)





Edifícios bonitos vão além do científico – eles são organismos verdadeiros, concebidos espiritualmente, obras de arte usando a melhor tecnologia.

(Frank Lloyd Wright)





A mudança dramática nos conceitos e idéias que ocorreu na física durante as primeiras três décadas do século XX foi extensivamente discutido por físicos e filósofos para mais de cinqüenta anos... A crise intelectual dos físicos quânticos nos anos 1920 é hoje refletida numa crise cultural muito mais ampla. Os maiores problemas de nosso tempo... são todas facetas diferentes de uma única crise, que é essencialmente uma crise de percepção. Como a crise na física quântica, ela deriva do fato que a maioria de nós, e especialmente nossas grandes instituições sociais, seguem os conceitos de uma visão do mundo ultrapassada. Ao mesmo tempo os pesquisadores... estão desenvolvendo uma nova visão da realidade... baseada na física moderna que pode ser caracterizado por termos como orgânico, holístico e ecológico. Também podemos chamá-la uma visão sistêmica, em termos da teoria geral de sistemas. O universo não é considerado mais como uma máquina, composta de uma multidão de objetos, mas tem que ser visualizado como um todo indivisível e dinâmico, cujas partes são essencialmente inter-relacionadas e só podem ser entendidas como modelos de um processo cósmico.

O que estamos presenciando hoje é uma mudança de paradigmas não só na ciência, mas também na maior arena social... O paradigma social, retrocedendo agora, dominou nossa cultura por vários séculos, formando nossa sociedade ocidental moderna e influenciando significativamente o resto do mundo... Este paradigma consiste... da visão do mundo como um sistema mecânico, da visão do corpo como uma máquina... da visão da vida como uma luta competitiva... da fé num progresso ilimitado alcançado por um crescimento econômico e tecnológico e da fé que o feminino é subordinado ao masculino... Durante as décadas recentes, todas estas suposições mostraram limitações graves e uma necessidade de revisão radical. De fato, esta revisão está acontecendo agora... Na ciência, a linguagem da teoria de sistemas, e especialmente a teoria de sistemas vivos, provavelmente oferecem a formulação mais apropriada do novo paradigma ecológico.

(Fritjof Capra)





Um jardim é o resultado de um arranjo de materiais naturais, obedecendo a leis estéticas e entrelaçado com a visão do artista, sua experiência passada, suas incertezas, aflições, suas tentativas, seus erros e seus sucessos.

(Roberto Burle Marx)





Como faço uma escultura? Simplesmente retiro do bloco de mármore tudo o que não é necessário.

(Michelangelo Buonarotti)





Um jardim faz-se de luz e sons; as plantas são coadjuvantes.

(Roberto Burle Marx)





A fonte maior da arte é o prazer do ser humano no trabalho diário necessário, que se expressa e incorpora na obra; nada além disso pode embelezar o espaço vital comum, e a beleza é um sinal do prazer do ser humano no trabalho, mesmo quando ele pode sofrer em outras partes. É a falta desse prazer no trabalho cotidiano que tornou nossas cidades e habitações ordinárias e horríveis, insultos à beleza da terra que elas desfiguram, e os objetos cotidianos ordinários, triviais, feios – numa palavra, vulgares. É terrível como isso perdura, mas há uma esperança no futuro: como é certo que a feiúra e a desgraça lá fora resultam da exploração e da miséria das pessoas, também é razoável aguardar que com a abolição da exploração e da miséria, a feiúra externa dará lugar à beleza, um sinal de trabalho livre e feliz.

(William Morris)





O design não é o produto de uma intelligentsia. É um assunto para todo mundo, e quando o design perde o contato com o público, está no caminho errado. Pela primeira vez na história, hoje em dia há uma separação total entre a arte e as pessoas.

Quando digo que o design é um assunto para todos, eu não quero dizer que é uma tarefa do tipo “faça você mesmo”. Quero dizer que o design afeta a todos, em todos os momentos de nossas vidas.

Se não conseguirmos entender melhor o que é o design, presenciaremos o declínio contínuo de nosso meio ambiente, mesmo com o avanço constante de nossas máquinas e ferramentas.

(Paul Jacques Grillo)





O céu, a terra e a humanidade são as três forças no mundo, e o homem têm o papel de trazer harmonia para as duas outras – o céu como a força criativa dos acontecimentos no tempo, e a terra como a força receptiva da expansão no espaço. O céu mostra as imagens, e o homem com vocação as realiza. O livro das transformações (I Ching), onde encontramos esta frase, é baseado na intuição que a última verdade não consta nas situações passivas, mas na lei espiritual, que dá um significado e um impulso de efeito contínuo a todos acontecimentos.

(Richard Wilhelm)





E o que é trabalhar com amor?

É construir uma casa com afeto, como se vosso bem-amado fosse mesmo habitá-la.

O trabalho é amor tornado visível.

(Khalil Gibran)





Mais é mais.

(Robert Venturi)




Procuramos a Meia Praia pela excelente localização do terreno e por virmos preencher uma lacuna na escassa oferta turística de Lagos.”



Procuramos a Meia Praia pela excelente localização do terreno e por virmos preencher uma lacuna na escassa oferta turística de Lagos.”
Dentro do périplo que temos vindo a fazer pelos principais empreendimentos turísticos da Meia Praia, impunha-se ouvir o administrador do Vila Galé. Se o empreendimento, em si, já é de suficiente dimensão, foi dos primeiros a arrancar e a dar mostras da força das máquinas ao longo dessa área do território de Lagos.Embora faça parte do vasto pacote que o Primeiro Ministro, na força do último Verão, veio anunciar, o Vila Galé já há muito que se ouvia falar e, por isso, é de todos os empreendimentos aquele que nos parecer ser mais familiar. Impunha-se, por isso, obter uma informação mais pormenorizada acerca do percurso que efectuou, das metas que ficaram para trás, da dimensão do Grupo Vila Galé, da caracterização do empreendimento, dos serviços que vai prestar e do tempo desta fase das obras até se inaugurar. E, para isso, nada melhor do que falar com o seu administrador. Mas como a vida é feita de muitas ocupações, de agendas preenchidas e de percalços que nem sempre são de prever, alguns dos encontros para a entrevista combinada haveriam de se cancelar e, por fim, a entrevista acabou mesmo por se fazer à distância.Antes de quaisquer outras considerações, importa apresentar este administrador. Jorge Rebelo de Almeida, com cinquenta e oito anos de idade, é licenciado em direito e era seu objectivo fazer da advocacia a sua profissão. Mas cedo envereda pela vertente de consultor e gestor de empresas até à fundação, em 86, do Grupo Vila Galé. Desde então, vem exercendo o cargo de Presidente do seu Conselho de Administração. E poder-se-á dizer que, sob a sua batuta, o grupo tem-se vindo a impor e a crescer a olhos visto. Não é por acaso que, em Portugal, já detém quinze unidades hoteleiras e três no Brasil. Mais oito estão em preparação e uma delas é o da Meia Praia. Com as terraplanagens à força toda, prepara-se para erguer e já tem inauguração prevista para 25 de Abril de 2009.É Jorge Rebelo de Almeida que, ao longo desta entrevista, nos vai revelando os motivos da opção do Vila Galé pela Meia Praia, as características desta unidade turística e todo um futuro que, em Lagos, se está a construir e que vai revolucionar o panorama turístico de um território de excepção como este. E, por isso, para melhor se conhecer esta unidade turística e tudo o que a rodeia, o melhor é ler o que o Dr. Jorge Almeida acaba por nos revelar.
CORREIO DE LAGOS - A Vila Galé empreendimentos turísticos é já uma empresa com alguma dimensão. O seu percurso, desde a sua origem até aos dias de hoje, foi de constante crescimento ou também atravessou períodos difíceis?
J. A. - Foi um crescimento contínuo mas com três saltos mais significativos; em 1995 com três hotéis e outro em 2001, também, com dois hotéis; e o último, em 2003, de novo com três hotéis.
C. de L. - Qual a actual dimensão da Vila Galé?
J. A. - Presentemente, a Vila Galé tem quinze hotéis em Portugal, um dos quais na Madeira, e três no Brasil; dois na Bahia e um no Ceará. Tem dois novos hotéis em construção – Vila Galé Lagos e Vila Galé Coimbra. Encontram-se em projecto o Vila Galé Tejo, o Vila Galé Évora, o Vila Galé Sintra, o Aldeamento Sta. Vitória em Beja, o Adraga – Sintra e o Vila Galé Cumbuco no Brasil.
C. de L. - O que é que os levou a procurar Lagos e a querer erguer um Hotel na Meia Praia?
J. A. - A excelente localização do terreno e o facto de pretendermos preencher uma lacuna na escassa oferta hoteleira de Lagos.
C. de L. - Desde que o processo foi iniciado até se chegar ao início da sua construção, um longo percurso ficou para trás. Tratou-se de um processo complicado demais ou foi, simplesmente, um processo idêntico ao que é normal em empreendimentos de uma dimensão como esta?
J. A. - Este processo foi extremamente penoso e arrastou-se por mais de oito anos. Mas acabou por ser resolvido com a aprovação do Plano de Urbanização da Meia Praia, graças ao esforço conjunto do Governo e Câmara Municipal de Lagos, no último Verão.
C. de L. - Há cerca de quatro ou cinco anos, fiquei a saber, na Praia do Futuro, em Fortaleza (Brasil), que iam construir um hotel na Meia Praia. Foi durante um jantar em que davam conta da vossa dimensão e do vosso programa de expansão. Nessa altura, já tudo estava aprovado ou só agora é que tiveram luz verde para avançar?
J. A. - Só em Dezembro último é que tivemos luz verde para avançar. A partir daí, preparamos tudo para iniciar os trabalhos e a obra começou a 26 de Dezembro de 2007 para ser concluída em 25 de Abril de 2009.



Feita para embarcações até 50 metros, a Marina de Ferragudo promete complementar a sua congénere de Portimão, ao dirigir-se a outro tipo de mercado.

Dedicada a receber grandes embarcações de luxo e integrada na pitoresca vila piscatória de Ferragudo. É assim que começa a nascer, em 2007, a Marina de Ferragudo, a quinta marina turística a ser construída no Algarve e a terceira lançada pela Marinas do Barlavento, que, embora esteja projectada para a margem de Lagoa, se insere na área de influência de Portimão.

O pensador da estrutura, Eurico Correia, é o mesmo que concebeu as marinas de Lagos e de Portimão, que recentemente recebeu o prémio internacional de «Jack Nichol Marina Design 2006» e, depois destas experiências, pretende criar um produto diferenciado na margem esquerda do Arade.

A grande novidade do projecto, orçado em 57 milhões de euros, é o facto de prever amarrações entre fingers para embarcações até 50 metros. Actualmente, qualquer iate com mais de 40 metros terá que acostar aos cais VIP ou às testas de pontões das marinas existentes.

A aposta nos grandes iates deve-se ao crescimento que este segmento tem vindo a conhecer, depois do desenvolvimento do turismo náutico a que se assistiu no Algarve.

Trata-se de navios cujo circuito é essencialmente feito entre as Caraíbas e o Mediterrâneo, optando por aportar a meio da viagem.

A empresa promotora da nova marina acredita que muitos destes navios podem não fazer todo o circuito e permanecer, assim, longas temporadas à entrada do Mar Mediterrâneo.

Outro elemento a diferenciar a Marina de Ferragudo é o facto das 340 amarrações e os 135 apartamentos do complexo turístico e 50 moradias de luxo que inclui a componente imobiliária pretenderem estar integrados na vila piscatória que os recebe, quer do ponto de vista arquitectónico, quer na perspectiva social.

O porto de pesca previsto no projecto deverá ser construído exactamente no local usado nos dias de hoje pelos pescadores locais, ficando agora equipado com rampa e zona de arrumos para os aprestos de pesca.

Além disso, a zona comercial, com dois mil metros quadrados (seis restaurantes e nove lojas), deverá ficar situada junto do porto de pesca, para permitir juntar esta estrutura à vila.

Maioritariamente composta por moradias, a área urbanizada da marina acaba também por dar a ideia de prolongamento do casario da vila, com a particularidade de se tratar de propriedades de luxo, equipadas com piscina.

Há ainda o hotel, que ficará localizado na extremidade Norte, junto ao equipamento de congressos Pavilhão do Arade, em fase de conclusão.

Com a construção da Marina de Ferragudo, o Arade passa a contar com 1500 amarrações, além de já estar dotado de um complexo de estaleiros capaz de dar resposta às mais exigentes necessidades, como as da equipa ABN Amro, vencedora da última edição Volvo Ocean Race, depois de te efectuado um estágio de seis meses na Marina de Portimão.


. Porto de Cruzeiros de Portimão também avança

O Porto de Cruzeiros de Portimão movimenta actualmente seis mil passageiros por ano, mas a sua capacidade pode chegar aos 60 mil, caso a empreitada de dragagem da bacia de manobras seja adjudicada.

A intervenção é aguardada há alguns anos e foi dada como consumada pela secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, quando em Junho, em Portimão, anunciava 68 milhões de euros de investimento nos portos do Algarve.

O presidente da Câmara Manuel da Luz nãos e conforma com o impasse: «é inacreditável o tempo que dura o concurso, estou muito desagradado com a forma como a administração central tem lidado com isto», diz.

O objectivo da autarquia é avançar para a promoção externa do porto, após efectuadas as dragagens e as intervenções na gare, que permitam aumento no tráfego.

Actualmente, paquetes de grandes dimensões como o «Oriana», da P&O, ou o «Legendo f the Seas», da Royal Caribbean ficam ao largo, sendo os passageiros transportados em pequenas embarcações até ao porto.

3 de Janeiro de 2007 | 03:03
joão tiago

Beleza recriada


Sistema Fog representada pela Ecossistemas


Beleza recriada
Praças e parques têm uma importante função social
Podemos definir o paisagismo como a «ciência e a arte que estuda a organização do espaço exterior em função das necessidades actuais e futuras e aos desejos estéticos do homem» (Studart, 1983). O paisagismo é a arte de recriar a beleza da natureza, proporcionando paisagens bonitas e melhorando a qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade. É uma necessidade para a sobrevivência dos habitantes das grandes cidades, servindo para manter o equilíbrio do ecossistema destruído pelo homem através, por exemplo, da construção de habitação e estradas.





Funções do Paisagismo:



1. Função social: Como função social o paisagismo destaca-se por influenciar a harmonia da população, o relacionamento ou convivência comunitária, que são favorecidos pela existência de parques e praças públicas, reunindo nas suas áreas verdes diversas pessoas. O ser humano busca a convivência com a natureza, integrando-a de muitas formas na sua vida quotidiana.



2. Função ecológica: O equilíbrio ecológico das grandes cidades é cada vez mais dependente do paisagismo. As áreas verdes urbanas são um ajuste para o equilíbrio ecológico. O paisagismo favorece o meio ambiente e é necessário aplicá-lo correctamente e com muita seriedade, não limitando-se a projectos meramente decorativos, mas simultaneamente promovendo o equilíbrio do ecossistema. O paisagismo tem a função de auxiliar a natureza, melhorando e equilibrando o meio ambiente alterado e poluído. Na execução do projecto de paisagismo devem ser observados os seguintes factores:



Tipo de Clima: Determina as opções possíveis na selecção de plantas.



Topografia: Determina o traçado geral do projecto e a concordância com a paisagem natural.



Vegetação Nativa: Conhecer a vegetação existente da região pode indicar a fertilidade do solo. A vegetação nativa também serve como base para seleccionar espécies.



Tipo de solo: Conhecer a composição do solo (textura, estrutura, fertilidade) para prever as técnicas e insumos que serão utilizados na sua preparação. Também serve para determinar as espécies de plantas a serem utilizadas.



Ventos Predominantes: Permite determinar a localização mais provável para as espécies.



Actividades Principais: Conhecer as principais actividades desenvolvidas na área e o público-alvo do jardim, considerando as necessidades do local ou região e a posterior necessidade de manutenção.