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O Automóvel Club de Portugal (ACP) acusou ontem o governo de “abrir uma via verde para a asneira” com a introdução de portagens nas antigas SCUT. Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o ACP critica ainda o executivo de Passos Coelho de avançar com a cobrança sem reparar ou finalizar vias rodoviárias alternativas.

“Sempre defendemos a ideia do utilizador-pagador para as autoestradas, mas desde que existam alternativas rodoviárias seguras”, afirmou a organização.
. Têm origem no conceito de Agricultura Urbana que se traduz na agricultura praticada nas cidades ou na periferia, caracterizada pelo cultivo em áreas pequenas, destinado a consumo próprio ou para venda em pequena escala. Apesar de não serem um fenómeno novo, ultimamente tem vindo a afirmar-se como uma tendência forte que ganha cada vez mais adeptos. Este movimento abrange projetos de hortas comunitárias, em que são disponibilizados talhões às populações, e iniciativas de cariz individual, como hortas em varandas, terraços ou quintais. Os produtos hortícolas, como tomates, alfaces, cenouras, couves e cebolas, e as ervas aromáticas estão entre os mais cultivados neste tipo de espaços. Em alguns, podem também encontra-se árvores de fruto como macieiras, pereiras, citrinos ou pessegueiros.O interesse pelo cultivo de alimentos tem vindo a crescer junto das populações urbanas, tradicionalmente afastadas da agricultura.


Em Portugal, a maioria dos projetos são promovidos por parcerias entre Câmaras Municipais, Associações e Empresas Públicas. Estas iniciativas são compostas por várias ações como a disponibilização de talhões de terra para cultivo, formação básica aos participantes e acompanhamento do processo de cultivo. A quase totalidade dos projetos promove o modo de produção biológico e engloba outras iniciativas que visam reforçar a consciência ambiental dos habitantes das cidades. Alguns são mais direcionados para populações carenciadas, outros destinam-se à população em geral.






Um pouco por todo o pais podem já encontrar-se iniciativas de promoção de Hortas Urbanas. A Norte temos a “A Horta à Porta” um projeto da Lipor que promove a criação uma rede de hortas biológicas na região do Porto. Também na região norte, o Município Limiano criou as Hortas Urbanas de Ponte de Lima. Em Coimbra, as “Hortas do Ingote” visam aproveitar uma encosta que se encontrava ao abandono, num projeto que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Escola Superior Agrária. Na região de Lisboa desenvolve-se a iniciativa “Altas Hortas” que inclui hortas escolares, hortas em casa e uma Horta Comunitária na Alta de Lisboa, que se encontra em fase de implementação. Refere-se também o programa “Hortas deCascais” desenvolvido pela autarquia e a Agenda Cascais 21. No Algarve destaca-se o projeto Ahorta, desenvolvido pela associação “In Loco” e várias autarquias da região, que já distribuiu alguns talhões, realizou algumas ações de formação a par com outras atividades.



Um caso curioso é o do Parque Botânico do Monteiro-Mor, de que faz parte o Museu Nacional do Traje, que após a aposentação de alguns funcionários, decidiu atribuiu talhões a particulares para garantir o cultivo no núcleo de Hortas, até aí mantidas pelos trabalhadores.