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Dicas para Criar um Jardim Vertical de Baixa Manutenção •

Dicas para Criar um Jardim Vertical de Baixa Manutenção • Você ama a ideia de ter mais verde em casa, mas sente que não leva jeito? Ou talvez falte tempo, espaço ou até paciência pra cuidar de planta todo dia? Se for o seu caso, saiba que existe uma solução linda, prática e totalmente possível: o jardim vertical de baixa manutenção. Ele ocupa pouco espaço, transforma qualquer parede em um cantinho vivo e traz aquele toque de natureza que faz toda a diferença no astral da casa. E o melhor: dá pra montar um painel verde incrível mesmo que você não entenda nada de jardinagem. Neste post, eu vou te mostrar como criar o seu com plantas resistentes, estruturas simples e cuidados que cabem na sua rotina. Você vai ver que, com algumas escolhas certeiras, é possível cultivar beleza e leveza no dia a dia sem complicação. Vamos começar? Seu lar merece esse sopro de vida. Por que apostar num jardim vertical? Se você mora em apartamento ou tem pouco espaço disponível, o jardim vertical é um verdadeiro achado. Ele aproveita o que muitas vezes passa batido como aquela parede vazia no corredor, na varanda ou até dentro de casa e transforma em um ponto de respiro, beleza e frescor. Além de trazer verde pra dentro do lar, ele também melhora a qualidade do ar, ajuda no conforto térmico e acústico e cria uma sensação imediata de aconchego. É impressionante como a presença das plantas muda o clima de um ambiente e aqui, isso acontece sem ocupar espaço no chão. Outro ponto forte é a versatilidade, funciona bem tanto em áreas internas quanto externas. E o custo-benefício é ótimo. Com um investimento acessível, você tem um resultado visual impactante, que valoriza o ambiente e faz bem pra alma. Um jardim assim é muito mais do que decoração. É bem-estar em forma de parede. Escolha das plantas certas A escolha das plantas faz toda a diferença quando a ideia é ter um jardim vertical bonito e fácil de manter. O segredo está em apostar em espécies que sejam resistentes, rústicas e que não precisem de muita água, assim, você garante um cantinho verde sem dor de cabeça. Aqui vão algumas sugestões que funcionam muito bem: • Echeveria: uma das suculentas mais charmosas, com formato de roseta e fácil de cuidar. • Sedum: também suculenta, cresce rasteira e combina bem com outras espécies. • Colar-de-pérolas: tem um visual delicado e pendente, ideal para dar movimento ao painel. • Espada-de-São-Jorge: super resistente, vai bem até em ambientes com pouca luz. • Zamioculca: perfeita pra quem esquece de regar, ela aguenta firme e ainda brilha. • Jibóia: pendente e versátil, cresce com facilidade e preenche bem os espaços. • Hera: traz um ar romântico e também funciona super bem como planta cascata. • Clorofito (planta-aranha): leve, delicado e ótimo pra purificar o ar. Antes de escolher, observe com carinho a luz do ambiente: sol direto, meia-sombra ou luz difusa. Isso faz toda a diferença na adaptação das espécies. E uma dica final: menos é mais. Repetir algumas plantas ao longo do painel cria um efeito visual mais coeso e deixa a manutenção muito mais tranquila. Estruturas que funcionam Na hora de montar seu jardim vertical, a estrutura escolhida faz toda a diferença tanto no visual quanto na durabilidade. E a boa notícia é que você não precisa complicar. Existem soluções simples, acessíveis e cheias de charme que funcionam super bem no dia a dia. Veja algumas opções adoráveis: • Paletes de madeira: são sustentáveis, fáceis de encontrar e dão aquele toque rústico que aquece qualquer ambiente. Um exemplo lindo e acessível é o Pallet Madeira Pinus de 50x50cm, feito em madeira de eucalipto tratada com verniz natural. Com design ripado e estrutura leve, ele funciona super bem tanto em ambientes internos quanto externos. Compre Agora! • Treliças de madeira ou metal: são práticas, versáteis e ótimas para pendurar vasos com leveza e organização. Um exemplo funcional e charmoso é o Kit com 4 Treliças de Madeira Eucalipto 60x40, com acabamento natural e estrutura ripada. Ele combina super bem com varandas, áreas gourmet ou corredores internos, criando um painel verde delicado e cheio de textura. Compre Agora! Já para quem busca uma pegada mais moderna, a dica é a Treliça Aramada de Ferro 60x100, no estilo “muro inglês”. Com estrutura preta e visual clean, ela é perfeita para paredes de cozinha, escritórios ou fundos de ambientes integrados, principalmente se combinada com vasos pendentes e plantas volumosas como jibóia ou hera. Compre Agora! • Painéis modulares prontos: práticos e versáteis, eles permitem transformar qualquer parede sem complicação, e o melhor, com liberdade para trocar ou reposicionar as plantas quando quiser. Um modelo bastante acessível e funcional é o Kit com 10 Placas de Buchinho 60x40. Com textura cheia e aparência natural, essas placas são ideais para quem quer criar um efeito de muro verde em áreas como varandas, muros externos ou até salas de home office. Para quem busca uma estética mais impactante, com acabamento premium, a sugestão é a Placa de Luxo 1m² para Jardim Vertical Artificial Realista. Com folhagens variadas e visual ultrarrealista, esse painel funciona muito bem em recepções comerciais, cabeceiras de cama ou paredes de destaque na sala, principalmente se combinado com iluminação pontual. Compre Agora! • Bolsões de tecido: leves, respiráveis e perfeitos para ambientes internos ou apartamentos. O modelo Jardim Vertical em Feltro com 20 Bolsos é um ótimo exemplo dessa proposta. Feito em feltro grosso e com estrutura maleável, ele permite cultivar diferentes tipos de plantas mesmo em espaços pequenos e sem sobrecarregar a parede. Funciona super bem como hortinha vertical na cozinha, com temperos frescos sempre à mão. Também fica lindo em paredes de sacadas pequenas ou na lavanderia, trazendo um toque verde sem atrapalhar a circulação. Como é modular e fácil de instalar, você pode começar pequeno e ir expandindo aos poucos, adaptando ao seu espaço e ao seu tempo de cuidado com as plantas. Uma solução charmosa e prática para quem mora em apartamento e quer mais vida dentro de casa. • Prateleiras verticais ou escadas de apoio: funcionam super bem como base para vasinhos menores e ainda decoram. Um bom exemplo é a Floreira Estante de Madeira Pinus da Blocksandcube, feita com madeira de reflorestamento e design tipo escada. Com três níveis e acabamento natural, é perfeita para dar vida a cantinhos de varanda, sacadas ou até corredores internos. Alguns cuidados importantes: • Certifique-se de que a estrutura suporta o peso das plantas já regadas. • Verifique se há drenagem adequada para evitar acúmulo de água. • Se for instalar em parede interna, use um distanciador ou algum tipo de proteção impermeável para evitar umidade. Com um bom suporte, seu jardim ganha em beleza e dura por muito mais tempo. Solo e adubação prática Quando falamos em jardim vertical, é comum focar nas plantas e na estrutura. Mas há um detalhe fundamental que sustenta tudo: o solo. Mesmo com espécies resistentes, o tipo de substrato que você escolhe vai definir o sucesso (ou não) do seu painel verde. O ideal é investir em uma mistura leve, bem drenada e nutritiva, que ajude as raízes a se desenvolverem com saúde e facilite a manutenção no dia a dia. Uma composição simples e eficaz combina terra vegetal, fibra de coco e perlita (ou areia grossa). Essa base deixa o solo mais arejado, retém a umidade na medida certa e evita o acúmulo de água, o que é essencial em estruturas verticais. Já a adubação pode (e deve) ser feita com leveza. A cada dois ou três meses, use opções orgânicas como húmus de minhoca, bokashi ou compostagem caseira. Essas fontes naturais de nutrientes são suaves, eficazes e mantêm as plantas saudáveis sem exigir cuidados frequentes. Evite os adubos químicos, especialmente os de liberação rápida. Num jardim pensado para facilitar a rotina, o equilíbrio é a chave e, nesse caso, menos é sempre mais. Rega eficiente sem dor de cabeça Cuidar da rega do seu jardim vertical não precisa ser um desafio, com algumas soluções simples, você garante plantas saudáveis e economiza tempo. Para quem gosta de cuidar pessoalmente, um regador ou borrifador funciona muito bem em painéis menores. Duas vezes por semana costuma ser o suficiente, especialmente se o ambiente for bem ventilado. Se você prefere praticidade, os vasos autorrigáveis são uma excelente escolha. Eles vêm com um reservatório interno que mantém a terra úmida por vários dias, evitando esquecimentos e desperdícios. Já para quem investiu em um painel grande, vale a pena considerar um sistema de gotejamento, a rega acontece de forma contínua e automatizada, com baixo consumo de água. O melhor horário para regar é sempre no comecinho da manhã ou no fim da tarde, quando o sol está mais suave. Isso evita que a água evapore rápido demais ou cause choque térmico nas folhas. Fique atento aos sinais: folhas murchas indicam sede; amareladas, excesso de água. E um truque infalível? Coloque o dedo na terra. Se o substrato estiver seco, é hora de regar. Se ainda estiver úmido, melhor esperar mais um pouquinho. Cuidados básicos e manutenção leve Um jardim vertical bem cuidado transforma qualquer espaço e o melhor: não exige muito tempo. Com 15 minutinhos por semana, você mantém tudo bonito e saudável. Comece retirando folhas secas ou murchas, que podem atrair pragas ou bloquear a luz para outras plantas. Falando em pragas, vale a pena fazer uma inspeção rápida. Se notar algo diferente nas folhas (como manchas ou pontinhos), aposte em soluções naturais: óleo de neem ou uma misturinha com sabão neutro e água já resolvem a maioria dos casos. As folhas também merecem um carinho: limpe com um pano úmido para remover poeira e ajudar na respiração das plantas. E fique de olho na luz, às vezes mudar um vaso de lugar já faz toda a diferença no crescimento. Por fim, pode com leveza quando sentir que a planta está desequilibrada ou crescendo demais. Isso estimula novos brotos e deixa o visual sempre em dia. Onde aplicar: ideias por ambiente Um dos grandes trunfos do jardim vertical é a versatilidade. Dá pra adaptar em praticamente qualquer cantinho da casa, mesmo nos menores! Na varanda ou sacada, aproveite ao máximo a luz natural. Uma parede livre já vira cenário ideal para flores, temperos ou até fetos. Em estúdios a parede da sala pode ganhar vida com plantas pendentes que criam movimento e profundidade visual. Na cozinha, que tal uma mini horta vertical com alecrim, hortelã e manjericão sempre à mão? Funcional e decorativo ao mesmo tempo. Já o banheiro, se tiver boa iluminação, é perfeito para espécies que amam umidade, como lírio-da-paz ou jiboia. E na área de serviço, um painel verdinho pode surpreender e trazer um charme inesperado. Basta um pouco de criatividade para transformar qualquer espaço com verde e leveza. Conclusão Ter um jardim vertical em casa é mais do que decoração, é uma forma simples de se conectar com a natureza e cuidar de você mesma. Com escolhas bem pensadas e uma estrutura prática, não é preciso muito tempo nem experiência para manter suas plantas saudáveis e o ambiente sempre bonito. Comece com espécies resistentes, invista em uma estrutura que funcione no seu espaço e mantenha uma rotina leve de cuidados com rega e poda. O importante é dar o primeiro passo, mesmo que seja com um vasinho só. Esse toque de verde pode mudar o seu dia e transformar o seu lar com vida e aconchego. Quer mais ideias para transformar sua casa com soluções práticas e cheias de afeto? Explore outros conteúdos aqui no blog ou agende uma consultoria personalizada comigo. Vamos juntas criar um lar mais verde, acolhedor e com a sua cara!

An Architect’s Guide To: Green Roofs




Few architectural elements are as fundamental as green roofs

From the most basic cave-like forms and sod roofs of ancient structures to modern rooftop parks spanning thousands of feet, green roofs have shaped architecture throughout history. In the most basic sense, green roofs are a layered combination of vegetation and membrane over a building that can help insulate and provide water management. Modern systems help mitigate the heat island effect, create habitats, filter pollutants, sequester carbon and even increase agricultural and amenity space.

As architects look to green roof systems and their potential in projects, we’ve created this handy guide as an introduction into green roof systems. While not diving into the specifics of drainage flow rates, the performance of growing mediums or technical waterproofing details, the guide introduces architects and designers to the fundamentals of selecting these systems alongside consultants. Usually mosses, succulents, bulbs and tubers, grasses, herbs, herbaceous and woody plants are recommend for green roofs. These systems are presented in the guide in relation to habitat, water management, energy needs and other factors affecting a project’s design.

Main Types
There are three basic types of green roofing systems to consider when designing your project. It’s important to understand the slope of the roof and what structure and the future use or lifespan you’re considering as you make this choice. The type of roof is also tied to the type of vegetation.

The main types are:
Extensive systems: These green roofs are used for areas that are out of reach and not used for other purposes. 
Normally they include vegetation that will make them low maintenance and self-sustaining. Extensive systems represent the form closest to nature, and plants should be resistant to drought and frost, while being able to survive occasional over irrigation and lack of nutrients. They usually have shallow substrate depths and load nutrition.
Semi-intensive: This system requires some maintenance from time to time. These green roof systems lie between the extensive and the intensive, and usually include a mix of plant types.
Intensive systems: As a roof type that requires frequent maintenance, intensive systems can be thought of as gardens on a roof. In contrast with an extensive green roof, there are almost unlimited possibilities with respect to the plants that can be used in an intensive system.

Design Considerations

Planning Consent/Permission: Designing green roofs in a development may gain support which can help to secure planning consent. It may be possible to retrofit green roofs on certain buildings without planning consent, although the planning authority should be consulted if there is any doubt.
Access: As with all roofs, maintenance is required and therefore access must be considered. It is important to design for ease of access to all types of green roofs, as all green roofs require some degree of maintenance. While extensive green roofs require less maintenance than intensive roofs, there are still routine cleaning and clearing that needs to be done. Roof access usually comes in the form of hatches, ladder points or full roof containment.
Manufacturers: There are many green roof suppliers and manufacturers to choose from when considering your design. Usually, it’s best practice to include them in the design process as industry experts can advise you on the specifics of thermal performance, drainage, loading and other factors.
Biodiversity: Understanding the desired biodiversity and habitat is a major factor in selecting a green roof system. A general understanding of the bioregion, species requirements and planting can help inform clients which system makes the most sense. Biodiversity is also closely tied to everything from water management to insulation. When designing for this, consider a range of elements like deeper soils, un-vegetated areas, hard surfaces, as well as varying depths and composition of substrate.
Fire Risk: Dry vegetation on green roofs has the potential to catch fire. Consider a variety of factors when selecting your system: pebble or concrete paving, vegetation barriers around roof penetrations, routine maintenance to reduce the fire hazard, and try to make sure that green roof substrate does not contain a high volume of organic content.
Maintenance: The maintenance schedule should be considered during the design process. The maintenance required will depend on the outcome desired by the client; this may range from weekly checks during summer on an intensive roof garden, to quarterly or even twice yearly checks on the most extensive green roofs. It’s good to consider the cost of the post installation maintenance early in the design process.

Structure

Roof Pitch: Any pitch can be greened, including a vertical surface. However, over 45 degrees it’s best to consider these surfaces as living walls. A pitched roof reduces the risk of water penetrating the roof structure, allowing the use of fewer waterproofing and drainage layers. As a rule of thumb, a pitch under 10 degrees is normal for green roofs, where a minimum fall of 1:60 can help encourage drainage.
Capacity & Space: The roof can often be the space where major building systems are specified, including for MEP. A green roof may need to incorporate edge detailing around mechanical structures, and should be carefully considered when understanding the load capacity of the vegetation in combination with equipment. As a rule of thumb, extensive green roofs usually support 10-25 pounds of vegetation per square foot, while intensive roofs support 80-150 pounds of vegetation per square foot.
Loads should be considered when the roof substrate is saturated, as this will be when the greatest loads are placed on the structure. For architects, it’s good to remember that extensive green roofs are good for low-rise lightweight structures, while heavy steel or concrete structures can provide support for intensive green roofs with trees and where amenity access is desired.

Water Management

To protect the roof, a waterproofing membrane is often used, which is manufactured to remain watertight in extreme conditions. This helps to protect from ponding water, varied alkaline conditions, and dampness. All green roofs need a layer of material that is root-resistant. A root barrier can be incorporated into the waterproofing itself or may consist of an additional membrane on top of the waterproofing.
Green roofs can also reduce stormwater runoff. Water is stored by the roof’s substrate and then taken up by the plants, from which it is returned to the atmosphere through transpiration and evaporation. Remember, at a minimum, there should be two downpipe outlets per roof. Consider plant encroachment in drainage systems, as well as peak flow and runoff volume for water.
Extensive management: Many green roofs are installed to comply with local regulations regarding storm water runoff management. Extensive roofs do not usually require irrigation, although they are often watered the first 4 to 6 weeks after installation.
Intensive management: Usually intensive systems are irrigated where more water dependent plants are used, even though these systems usually include deeper substrates. You can also specify a moisture blanket or geotextile membranes to help plants keep water.
Rainwater: While storm-water runoff from a green roof is reduced compared to a traditional roof, rainwater can still be used for non-potable applications. Where rainwater is harvested from green roofs, fertilizers should not be used. High nutrient levels in water can lead to problems with algae blooms.

Vegetation

As a note for vegetation, the soil for a green roof should have a ratio of 70 percent inorganic material and 30 percent organic material. Low nutrients and lightweight substrates are a good combination for a green roof and its vegetation. The types of plants that you will have will depend on the type of green roof you are installing.
Seed mixtures can be bought specifically for green roofs. For extensive green roofs, it’s good to use moss, sedum, herbs and grasses. For semi-intensive green roofs, consider grasses, shrubs, small trees, woody plants and herbs. The most versatile of all is intensive green roofs, which can host virtually all plants and be treated much like a garden.

Case Studies

It’s always important to speak with consultants, ecologists, and industry experts as you begin deciding what green roof makes the most sense for your project. As a point of reference, the following cast studies provide examples of how green roofs are used in modern architecture projects today:
Long popular in Europe, green roofs are now gaining a sturdy foothold in the U.S. and beyond. Increasingly, owners of all building types, from single-family dwellings to giant commercial complexes, are recognizing the economic and environmental payoffs of living roofs. While they provide shelter from the elements, roofs can be much more! Here, we profile 10 remarkable living roofs around the globe, from Brussels to Vancouver.
New York City, like other metropolises of many millions of people, has both great environmental advantages and serious ecological impacts. Its roofscape is largely a field of black tar surfaces that soak up sun and shed stormwater to the pavement below. In the summer of 2006, COOKFOX decided to set a greener, healthier example with a roof that absorbs stormwater, fights the urban “heat island” effect that burdens the city’s energy infrastructure, and benefits both the local ecosystem and the human environment.
Growing Curiosity: High Schools Rethinking Green Roof Design

Architecture dramatically shapes how we learn. Today, designers are increasingly blending creative learning environments and landscapes to support new education models. Integrating public space while embracing views and climate, these projects are both expressive and inclusive in nature. We’ve gathered together the following green-roof high schools that advocate a close connection to natural systems. Created as urban landmarks and integrated ecosystems, the high schools each explore the aesthetic and performative potential of green roofs.
Marrying architecture and agriculture in our cities provides us with a buffer to the elements. Permeable and integrated into the fabric of our built environment, sustainable drainage systems (SuDs) for example combat annual rainfall and the subsequent sewage, partly through an increase in green parks, squares, and streets.
The demand placed upon our cities by an expanding urban populous means we have to strive for unconventional methods to meet the growing need. The projects in this collection range from ambitious regeneration schemes that employ green ‘living’ walls, efficient energy consumption, and water recycling systems to minimal interventions that occupy spaces left vacant by industry.