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Feita para embarcações até 50 metros, a Marina de Ferragudo promete complementar a sua congénere de Portimão, ao dirigir-se a outro tipo de mercado.

Dedicada a receber grandes embarcações de luxo e integrada na pitoresca vila piscatória de Ferragudo. É assim que começa a nascer, em 2007, a Marina de Ferragudo, a quinta marina turística a ser construída no Algarve e a terceira lançada pela Marinas do Barlavento, que, embora esteja projectada para a margem de Lagoa, se insere na área de influência de Portimão.

O pensador da estrutura, Eurico Correia, é o mesmo que concebeu as marinas de Lagos e de Portimão, que recentemente recebeu o prémio internacional de «Jack Nichol Marina Design 2006» e, depois destas experiências, pretende criar um produto diferenciado na margem esquerda do Arade.

A grande novidade do projecto, orçado em 57 milhões de euros, é o facto de prever amarrações entre fingers para embarcações até 50 metros. Actualmente, qualquer iate com mais de 40 metros terá que acostar aos cais VIP ou às testas de pontões das marinas existentes.

A aposta nos grandes iates deve-se ao crescimento que este segmento tem vindo a conhecer, depois do desenvolvimento do turismo náutico a que se assistiu no Algarve.

Trata-se de navios cujo circuito é essencialmente feito entre as Caraíbas e o Mediterrâneo, optando por aportar a meio da viagem.

A empresa promotora da nova marina acredita que muitos destes navios podem não fazer todo o circuito e permanecer, assim, longas temporadas à entrada do Mar Mediterrâneo.

Outro elemento a diferenciar a Marina de Ferragudo é o facto das 340 amarrações e os 135 apartamentos do complexo turístico e 50 moradias de luxo que inclui a componente imobiliária pretenderem estar integrados na vila piscatória que os recebe, quer do ponto de vista arquitectónico, quer na perspectiva social.

O porto de pesca previsto no projecto deverá ser construído exactamente no local usado nos dias de hoje pelos pescadores locais, ficando agora equipado com rampa e zona de arrumos para os aprestos de pesca.

Além disso, a zona comercial, com dois mil metros quadrados (seis restaurantes e nove lojas), deverá ficar situada junto do porto de pesca, para permitir juntar esta estrutura à vila.

Maioritariamente composta por moradias, a área urbanizada da marina acaba também por dar a ideia de prolongamento do casario da vila, com a particularidade de se tratar de propriedades de luxo, equipadas com piscina.

Há ainda o hotel, que ficará localizado na extremidade Norte, junto ao equipamento de congressos Pavilhão do Arade, em fase de conclusão.

Com a construção da Marina de Ferragudo, o Arade passa a contar com 1500 amarrações, além de já estar dotado de um complexo de estaleiros capaz de dar resposta às mais exigentes necessidades, como as da equipa ABN Amro, vencedora da última edição Volvo Ocean Race, depois de te efectuado um estágio de seis meses na Marina de Portimão.


. Porto de Cruzeiros de Portimão também avança

O Porto de Cruzeiros de Portimão movimenta actualmente seis mil passageiros por ano, mas a sua capacidade pode chegar aos 60 mil, caso a empreitada de dragagem da bacia de manobras seja adjudicada.

A intervenção é aguardada há alguns anos e foi dada como consumada pela secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, quando em Junho, em Portimão, anunciava 68 milhões de euros de investimento nos portos do Algarve.

O presidente da Câmara Manuel da Luz nãos e conforma com o impasse: «é inacreditável o tempo que dura o concurso, estou muito desagradado com a forma como a administração central tem lidado com isto», diz.

O objectivo da autarquia é avançar para a promoção externa do porto, após efectuadas as dragagens e as intervenções na gare, que permitam aumento no tráfego.

Actualmente, paquetes de grandes dimensões como o «Oriana», da P&O, ou o «Legendo f the Seas», da Royal Caribbean ficam ao largo, sendo os passageiros transportados em pequenas embarcações até ao porto.

3 de Janeiro de 2007 | 03:03
joão tiago

Beleza recriada


Sistema Fog representada pela Ecossistemas


Beleza recriada
Praças e parques têm uma importante função social
Podemos definir o paisagismo como a «ciência e a arte que estuda a organização do espaço exterior em função das necessidades actuais e futuras e aos desejos estéticos do homem» (Studart, 1983). O paisagismo é a arte de recriar a beleza da natureza, proporcionando paisagens bonitas e melhorando a qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade. É uma necessidade para a sobrevivência dos habitantes das grandes cidades, servindo para manter o equilíbrio do ecossistema destruído pelo homem através, por exemplo, da construção de habitação e estradas.





Funções do Paisagismo:



1. Função social: Como função social o paisagismo destaca-se por influenciar a harmonia da população, o relacionamento ou convivência comunitária, que são favorecidos pela existência de parques e praças públicas, reunindo nas suas áreas verdes diversas pessoas. O ser humano busca a convivência com a natureza, integrando-a de muitas formas na sua vida quotidiana.



2. Função ecológica: O equilíbrio ecológico das grandes cidades é cada vez mais dependente do paisagismo. As áreas verdes urbanas são um ajuste para o equilíbrio ecológico. O paisagismo favorece o meio ambiente e é necessário aplicá-lo correctamente e com muita seriedade, não limitando-se a projectos meramente decorativos, mas simultaneamente promovendo o equilíbrio do ecossistema. O paisagismo tem a função de auxiliar a natureza, melhorando e equilibrando o meio ambiente alterado e poluído. Na execução do projecto de paisagismo devem ser observados os seguintes factores:



Tipo de Clima: Determina as opções possíveis na selecção de plantas.



Topografia: Determina o traçado geral do projecto e a concordância com a paisagem natural.



Vegetação Nativa: Conhecer a vegetação existente da região pode indicar a fertilidade do solo. A vegetação nativa também serve como base para seleccionar espécies.



Tipo de solo: Conhecer a composição do solo (textura, estrutura, fertilidade) para prever as técnicas e insumos que serão utilizados na sua preparação. Também serve para determinar as espécies de plantas a serem utilizadas.



Ventos Predominantes: Permite determinar a localização mais provável para as espécies.



Actividades Principais: Conhecer as principais actividades desenvolvidas na área e o público-alvo do jardim, considerando as necessidades do local ou região e a posterior necessidade de manutenção.