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O jardim do resort Vila Porto Mare recebeu o 1º lugar na modalidade de “Unidades Hoteleiras, estabelecimentos comerciais e de restauração”, no âmbito da 15ª edição do concurso “Funchal – Cidade Florida”, dinamizado pela Câmara Municipal do Funchal.

O jardim do resort Vila Porto Mare recebeu o 1º lugar na modalidade de “Unidades Hoteleiras, estabelecimentos comerciais e de restauração”, no âmbito da 15ª edição do concurso “Funchal – Cidade Florida”, dinamizado pela Câmara Municipal do Funchal.
Projetado pelo arquiteto paisagista Gerald Luckhurst, apresenta uma grande diversidade de espécies botânicas, das quais conta com cerca de 500 espécimes, da Madeira mas também vindas dos quatros cantos do mundo. Estão identificadas 106 famílias, 355 géneros, 460 espécies e 555 táxones (espécies, subespécies e cultivares), números que o colocam na Classe excecional do Índice de riqueza florística.
Pensado inicialmente para embelezar a zona de solário, depressa se tornou um espaço de culto, capaz de posicionar a unidade como um hotel botânico. As plantas ostentam placas com informação sobre o nome científico, nomes vulgares em português e inglês, família e área geográfica de origem.
O jardim organiza-se em patamares e possui um espaço dedicado às orquídeas, às árvores de fruto, uma horta tradicional madeirense e ainda o cantinho das ervas aromáticas, as quais sempre que possível são utilizadas nas confeções da cozinha central do grupo Porto Bay.
O Vila Porto Mare integra três unidades hoteleiras – Suite Hotel Eden Mar, Hotel Porto Mare e The Residence, as quais partilham facilidades comuns. Uma mancha de cerca de 13 mil metros quadrados de jardins destaca-se no conjunto do resort, a qual tem vindo a amadurecer desde dezembro de 2003, altura em que foi inaugurado.
 
 
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The garden of the Vila Porto Mare resort has an area of 13400 m² (10100 m² of flowerbeds and lawns; 3300 m² of impermeable area) and was created in two stages.

The oriental section, older and smaller, next to Suite Hotel Eden Mar, was designed and planted in 1988 by Estufa, a company run by technical engineer Duarte Caldeira, under the supervision of agronomy engineer Rui Vieira.

Landscape architect Gerald Luckhurst designed the second stage and the plantation was done in January, 2003.

Many plants were produced at the Jardim Formoso nurseries, in Sintra. Others were bought from italian nurseries (Lazio) and from the South of France. Most palms were purchased at Alicante and Malaga (Spain).
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The morphology and atmosphere of this garden show a conceptual connection to the cottage gardens of the british colonies, with a strong presence of tropical and subtropical flora. Species from Australia and the Pacific Islands, Central and South America, Southern Africa and Tropical Asia play a significant role in the remarkable ornamental performance and show a good adaptation ability to the seafront climate, reacting very well to the sea air.
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The garden is arranged into three planes. In the intermediate level, a small forest serves as a haven for nesting blackbirds, warblers, sparrows and canaries, which sing all year round for the guests.

The prevalence of the trees and shrubs with persistent leaves is clear, and the rhythm of the seasons is set by the colour of flowers throughout the twelve months of the year.
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The collection of palm trees is made of 44 species, a greater variety than that of the collection of the Botanical Garden of Madeira.

Sugar cane, grapevine and banana, the three most striking plants of the agricultural landscape of Madeira, are mixed with the ornamental plants in a most fortunate way and bring the attention of the visitors to the economic history of the Island.
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Since 2008 new beds were set for vegetable greens, aromatic and medicinal herbs, with the purpose to bring new scents and flavours to the guests. The vegetable heritage was also enhanced with plant species endemic to Madeira, with special incidence of the xerophile plants of the shoreline.

Aiming at an ecologically sustainable management, the irrigation is done with water from the ‘Levada dos Piornais’, which drastically reduces the use of drinking water. In 2008 equipment was installed for the production of organic compost from the aerobic fermentation of the leaves, coffee grounds, egg shells, remains of fruit and vegetables, and the reduction of chemical fertiliser use is already significant.
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At the garden of Vila Porto Mare one can find 98 families, 314 genera, 398 species and 472 taxa (species, subspecies and cultivars), numbers that place it in the EXCEPTIONAL CLASS OF TAXONOMIC RICHNESS. All plants are identified with signs which provide the visitor with information about the scientific name, common names in Portuguese and English, family and geographical area of origin.

Raimundo Quintal
Centre of Geographical Studies
University of Lisbon
 
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O Jardim do Resort Vila Porto Mare ocupa um espaço de 13400 m² (10100 m² de canteiros e relvados; 3300 m² de área impermeabilizada) e foi criado em duas etapas.

A parte oriental, mais antiga e mais pequena, junto ao Hotel Eden Mar, foi projectada e plantada em 1988 pela empresa Estufa do engenheiro técnico Duarte Caldeira, sob a orientação do engenheiro agrónomo Rui Vieira.

O paisagista Gerald Luckhurst projectou a segunda fase e a plantação ocorreu em Janeiro de 2003.

Muitas das plantas foram produzidas nos viveiros da empresa Jardim Formoso, em Sintra. Outras foram compradas a viveiristas italianos (Lazio) e do sul de França. A aquisição das palmeiras foi feita essencialmente em Alicante e Málaga (Espanha).
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A morfologia e a ambiência deste jardim revelam uma ligação conceptual aos cottage gardens das colónias inglesas com uma forte componente florística tropical e subtropical. É significativa a presença de espécies originárias da Austrália e das Ilhas do Pacífico, da América Central e do Sul, da África Austral e da Ásia Tropical, que, para além do notável desempenho ornamental, revelam uma boa capacidade de adaptação ao clima da beira-mar, reagindo muito bem à maresia.
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O jardim desenvolve-se em três patamares. No nível intermédio, uma pequena mata funciona como refúgio de nidificação dos melros pretos, toutinegras, pardais da terra e canários, que durante todo o ano cantam para os hóspedes.

É claro o predomínio das árvores e dos arbustos de folha persistente, sendo o ritmo das estações marcado essencialmente pelo colorido das flores que se sucedem ao longo dos doze meses do ano.
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A colecção de palmeiras é constituída por 44 espécies, uma diversidade superior à colecção do Jardim Botânico da Madeira.

A cana-de-açúcar, a vinha e a bananeira, as três plantas mais marcantes da paisagem agrária madeirense, associam-se de forma bastante feliz com as plantas ornamentais e despertam o visitante para a história económica da Ilha.
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Desde 2008 têm sido criados canteiros com plantas hortícolas, aromáticas e medicinais, com o objectivo de proporcionar aos hóspedes novos odores e sabores. O património vegetal foi também enriquecido com espécies endémicas da Madeira, com especial incidência para as xerófilas do litoral.

Visando uma gestão ecologicamente sustentável, a rega é efectuada com água da Levada dos Piornais, o que reduz drasticamente o consumo de água potável. Em 2008 foram instalados equipamentos de produção de composto orgânico a partir da fermentação aeróbica das folhagens, borras de café, cascas de ovos, restos de fruta e hortaliças, sendo já sensível a redução dos adubos químicos.
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No Jardim do Resort Vila Porto Mare estão identificadas 98 famílias, 314 géneros, 398 espécies e 472 táxones (espécies, subespécies e cultivares), números que o colocam na CLASSE EXCEPCIONAL DO ÍNDICE DE RIQUEZA FLORÍSTICA. As plantas ostentam placas com informação sobre o nome científico, nomes vulgares em português e inglês, família e área geográfica de origem.

Raimundo Quintal
Centro de Estudos Geográficos
Universidade de Lisboa
 




 
Outdoor Living Designs
You can have outdoor living as luxurious as you want by setting up lavish patios, vintage courtyard, green and comfy backyards and decks or even use your creativity and just bring something from your own style in outdoor living that suits your personality and budget at the same time. Outdoor living is a great idea for families and friends to relax and spend some good time together. Through outdoor living, your can have a retreat spot within your house in a very convenient way.
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Outdoor Furniture
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Grills make the outdoor living more fun. It is a lot of fun to cook outside and have a picnic spot within your house. You can have an unplanned barbeque party anytime at your place. Grills are available in all types of sizes and shapes and at most affordable rates too. You can have fixed grills or moveable grills according to your choice and ease for outdoor living. Gas grills are good if you want to have fixed grills while, charcoal grill is good if you want to handle everything manually and gas connection is not available in your outdoor living area.
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Outdoor lighting helps to add an extra dimension to your outdoor living. You can use decorative wooden lights, oil lamps, fixed tiny lamppost lights and spot lights. Good light effects create a romantic feel for the outdoor living and make the place even more loveable.
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O Automóvel Club de Portugal (ACP) acusou ontem o governo de “abrir uma via verde para a asneira” com a introdução de portagens nas antigas SCUT. Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o ACP critica ainda o executivo de Passos Coelho de avançar com a cobrança sem reparar ou finalizar vias rodoviárias alternativas.

“Sempre defendemos a ideia do utilizador-pagador para as autoestradas, mas desde que existam alternativas rodoviárias seguras”, afirmou a organização.
. Têm origem no conceito de Agricultura Urbana que se traduz na agricultura praticada nas cidades ou na periferia, caracterizada pelo cultivo em áreas pequenas, destinado a consumo próprio ou para venda em pequena escala. Apesar de não serem um fenómeno novo, ultimamente tem vindo a afirmar-se como uma tendência forte que ganha cada vez mais adeptos. Este movimento abrange projetos de hortas comunitárias, em que são disponibilizados talhões às populações, e iniciativas de cariz individual, como hortas em varandas, terraços ou quintais. Os produtos hortícolas, como tomates, alfaces, cenouras, couves e cebolas, e as ervas aromáticas estão entre os mais cultivados neste tipo de espaços. Em alguns, podem também encontra-se árvores de fruto como macieiras, pereiras, citrinos ou pessegueiros.O interesse pelo cultivo de alimentos tem vindo a crescer junto das populações urbanas, tradicionalmente afastadas da agricultura.


Em Portugal, a maioria dos projetos são promovidos por parcerias entre Câmaras Municipais, Associações e Empresas Públicas. Estas iniciativas são compostas por várias ações como a disponibilização de talhões de terra para cultivo, formação básica aos participantes e acompanhamento do processo de cultivo. A quase totalidade dos projetos promove o modo de produção biológico e engloba outras iniciativas que visam reforçar a consciência ambiental dos habitantes das cidades. Alguns são mais direcionados para populações carenciadas, outros destinam-se à população em geral.






Um pouco por todo o pais podem já encontrar-se iniciativas de promoção de Hortas Urbanas. A Norte temos a “A Horta à Porta” um projeto da Lipor que promove a criação uma rede de hortas biológicas na região do Porto. Também na região norte, o Município Limiano criou as Hortas Urbanas de Ponte de Lima. Em Coimbra, as “Hortas do Ingote” visam aproveitar uma encosta que se encontrava ao abandono, num projeto que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Escola Superior Agrária. Na região de Lisboa desenvolve-se a iniciativa “Altas Hortas” que inclui hortas escolares, hortas em casa e uma Horta Comunitária na Alta de Lisboa, que se encontra em fase de implementação. Refere-se também o programa “Hortas deCascais” desenvolvido pela autarquia e a Agenda Cascais 21. No Algarve destaca-se o projeto Ahorta, desenvolvido pela associação “In Loco” e várias autarquias da região, que já distribuiu alguns talhões, realizou algumas ações de formação a par com outras atividades.



Um caso curioso é o do Parque Botânico do Monteiro-Mor, de que faz parte o Museu Nacional do Traje, que após a aposentação de alguns funcionários, decidiu atribuiu talhões a particulares para garantir o cultivo no núcleo de Hortas, até aí mantidas pelos trabalhadores.