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Japanese Gardens

Japanese Gardens

japanese garden designThe Japanese art of landscape gardening arose from their fondness for nature, which led them to reproduce in miniature the scenery visible from their homes. Composition of a Japanese gardens depends upon the arrangement of its trees, boulders, paths, streams, bridges and other artificial structures. It is, least of all, a flower garden, but more a reduced copy of the scenery of the Japanese countryside. Exotic Japanese garden pictures illustrate the results of introducing the pleasing and picturesque effects of specialty trees and plants from a foreign country. You can use online garden tools to create beautiful Japanese gardens.
Japanese Landscape Design Japanese Cherry Blossoms Japanese Landscape Design

Combating Climate Change with Landscape Architecture

 

Climate change_pagetop
Dry river bed. Image credit: iStock photo / © Jyeshern Cheng
A recent report from the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) states that “warming of the climate system is unequivocal.” According to the IPCC, average global temperatures are increasing at an alarming rate. In just the past 50 years, northern hemisphere temperatures were higher than during any other 50-year period in the last 500 years, perhaps even the past 1,300 years. The IPCC projects that the Earth’s surface temperature could rise by as much as 4°C within the next century.

The primary cause of climate change is increasing concentration of greenhouse gases (GHGs), especially carbon dioxide (CO2) in the atmosphere. The 2007 Assessment Report by the IPCC indicates that GHG emissions increased by 70 percent between 1970 and 2004. These gases are primarily emitted as a result of human behavior, such as the burning of fossil fuels to produce energy. Building consturction and energy use account for more than 30 percent of worldwide emissions, while the transportation sector is responsible for another 30 percent.

Experts predict that the increase in the Earth’s temperature, if left unchecked, will have devastating effects. According to the IPCC, the projected sea level rise could reach 19-23 inches by the year 2100. Additional impacts could include increased spread of diseases; extensive species extinction; drought and wildfires; mass human, animal and plant migrations; and resource wars over shrinking amounts of potable water.

There are a range of landscape architecture-based mitigation strategies that, if employed at mass scale, can help reduce GHG emissions by 50-85 percent by 2050 and limit temperature rise to 2 degrees celsius, targets that the U.N. recommends. Given the effects of climate change are already being felt in many communities, landscape architecture-based adaptation measures are also now being planned and implemented across cities and countries
Vela: Hugo Rocha leva «Turismo do Algarve» à vitória no Campeonato da Catalunha de J80

Embarcação liderada por Hugo Rocha em destaque nas águas espanholas
A embarcação «Turismo do Algarve», liderada pelo velejador algarvio medalhado olímpico em Atlanta'96, Hugo Rocha, venceu este fim de semana o Campeonato da Catalunha/III Troféu Costa Daurada, na classe J80.

O barco vencedor, ligado ao Clube Náutico de Cambrils, que promoveu o evento, superou o «Gunter», de Javier Scherck (RCN Barcelona), e o «Flash Back», de Josep Pujol (CN Vilanova), 2.º e 3.º classificados, respetivamente.

O «Turismo do Algarve» terminou com seis pontos, tendo vencido quatro das seis regatas disputadas, sinal do domínio intenso exercido pelo barco liderado por Hugo Rocha nas águas catalãs.

A embarcação já tinha representado o clube de Cambrils noutras três provas em Espanha nos últimos meses, tendo obtido o 5.º posto no PalmaVela, em abril, o 2.º lugar na Copa de España, em maio, e a 3.ª posição no Gran Prix Iberdrola.

O Algarve e o Futuro: os territórios turísticos

Foto

 
A parafina na superfície da fruta protege-a da oxidação e aumenta a sua duração, tal como o gás nitrogénio pressuriza as garrafas de espumante ou vinho, isolando-os do oxigénio.
Atmosferas inertes previnem a combustão rápida de filamentos de metal aumentando o tempo de vida útil da lâmpada. Os territórios, base da nossa existência e viabilidade, também precisam de ter duração… e evitar combustões rápidas!

No equilíbrio entre a ação e a reação reside a eficiência dos sistemas. E do Direito, simbolizado na balança que pesa num prato a ação, noutro a compensação. Sem contrapesos na lei e/ou organização da sociedade, geram-se crises graves.

Como agora. É no território, palco onde se ganha e perde o poder, que se reencontra o equilíbrio e se ganha o desenvolvimento. Como? Com inovação e eficiência.

Existem cinco métodos de conseguir inovação: pelo fabrico de um novo bem ou introdução de um novo método de produção, pela abertura de um novo mercado ou conquista de uma nova fonte de matérias-primas ou ainda aplicação de um novo método de organização da produção.

O processo destas inovações designa-se exclusividade, o outro prato da balança é a transferibilidade, ou seja, multiplicidade de transações com quem esteja disposto a pagar essa inovação. Para existir eficiência.

O nosso território está desequilibrado. A divisão entre solo urbano e rural, com qualificações exclusivas para cada um deles, constitui um erro crucial do nosso ordenamento, quando, não existindo em cada solo, iguais mecanismos de transferibilidade no mercado, se verifica uma combustão descontrolada de zonas urbanas e um empobrecimento das zonas rurais.

A multiplicidade de leis no urbanismo, de curta duração e fragmentação no espaço, variáveis consoante as interpretações “técnicas” nos planos diretores municipais, conduz a uma eficiência indesejável, pois, reduzindo-se os territórios a dimensões mais pequenas, são necessários monopólios (ex: apropriação privada de recursos naturais, culturais) para garantir procura superior à oferta e competitividade na incerta economia mundial. Verifica-se concentração do capital em mercados não transferíveis (ex: de favor institucional), burocratizando a inovação e prejudicando as pequenas e médias empresas na concorrência e acesso ao capital. Assim, emerge a crise.

Para restabelecer confiança e transferibilidade no mercado, é necessário inverter este processo: territórios exclusivos mais amplos e incremento da divisibilidade pela comparticipação dos seus produtores.

No Reino Unido, pátria da democracia, não existe separação entre solo rural e urbano. Aí o território é conjunto, paisagem natural, cultural ou urbana com planos não vinculativos e instrumentos de gestão num processo interativo envolvendo instituições públicas nacionais e locais, proprietários e interessados que vão fornecer objetivos à gestão.

Em Espanha, todo um município pode ser turístico, fruto de uma concertação com a Comunidade Autónoma e sujeição de planos de urbanismo a planos de turismo.

Em França, os Parques Naturais Regionais que envolvem várias entidades públicas são consensualizados com os municípios e concertados com os privados interessados. Abrangem três milhões de habitantes e 30% da motivação turística francesa.

Um modelo a seguir no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Dir-se-á que estes países estão em crise, todavia, são os maiores destinos turísticos mundiais. Quereremos aprender algo com eles?

O ordenamento turístico, entendendo o turismo como conjunto complexo que compensa ações urbanas com reações naturais e vice-versa, pode fazer a diferença. Reorganiza-se, assim, a produção territorial.

Através de zonas híbridas de conjuntos paisagísticos, de transição e/ou de usos múltiplos.

Necessita-se de territórios onde o Estado, municípios e privados sejam co-produtores, conetando-se, pelo turismo, o heterogéneo.

Na definição de serviços públicos e sua imagem promocional (ex: praias ambientais e seguras), nos parques naturais, culturais (ex: barrocal algarvio) como parques regionais turísticos e organizações interativas no seu planeamento e promoção; nos jardins dos centros históricos, como espaços de cultura e turismo preenchendo funções urbanas e ambientais.

Nestes processos, o apoio técnico e científico das Universidades é imprescindível.

Portugal e o Algarve podem melhorar: é preciso acreditarmos em nós porque para vencer temos de inovar: e produzir com método, organização e eficiência! E com um Direito organizacional!


*Professor universitário
16 de Maio de 2010 | 10:27
Virgílio Machado*

  O conceito é simples: tornar as paredes da sua casa num habitat para aves e plantas. Os tijolos têm uma extensão esférica com várias funcionalidades: encorajar a nidificação dos pássaros ou como recipiente para plantas. O desiner desenvolveu 3 módulos diferentes que podem ser combinados adequando a estrutura tanto a plantas como a aves. O tijolo é incorporado na parede durante a construção. É uma forma de trazer o meio natural de volta aos suburbios das cidades. Se pretende dar vida às suas paredes aqui tem uma solução.





Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático

Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático na Costa da Caparica.
O projecto, que poderá estar operacional em 2011 implica a construção de uma ponte pedonal sobre a via rápida, avançou ao Oje, o director de marketing e vendas da Aldeia dos Capuchos, Frederico Seixas Clemente.
A consolidação da Aldeia dos Capuchos avança com a nova fase de moradias, a instalação de várias infra-estruturas lúdicas, mas também de um espaço comercial como âncora e ainda de um parque escolar.
Qual a perspectiva em termos de taxa de ocupação no hotel Meliã e quais os mercados-alvo?A nossa expectativa é fechar o ano com uma média de ocupação da ordem dos 60%. Neste momento já estamos nos 50% de ocupação, sendo que a nossa perspectiva é que nos meses de Verão venhamos a ter taxas de ocupação muito próximas dos 100%.Cerca de 50% da nossa ocupação são clientes espanhóis e depois vêm os nacionais. A marca Meliã tem contribuído muito para isso, para além de termos tido muitos clientes que vêm através de conferências e congressos, já que temos a possibilidade de fazer conferências até 1.000 pessoas e há poucos hotéis em Lisboa que o possam fazer. Por outro lado, as pessoas gostam muito da localização deste hotel por estar próximo de Lisboa e, em simultâneo a dar a sensação aos nossos clientes que se está longe da cidade. A vista de mar, spa e piscinas complementam o atractivo.O hotel abriu oficialmente a 10 de Julho e consideramos que é muito positivo o que aconteceu até hoje e, como é lógico, estamos com grandes expectativas.Paralelamente à ocupação do hotel via clientes puramente hoteleiros, vamos começar as vendas dos apartamentos hoteleiros, o que também vai fomentar muito a ocupação. A nossa ideia é que as pessoas possam comprar não apenas na perspectiva de investimento, mas também na perspectiva de ocupação. Teremos aqui 150 fracções que começámos agora a vender, fundamentalmente para mercados estrangeiros. Estamos muito enfocados na emigração, em mercados como a Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Canadá e África do Sul, e vamos fazer algo inédito que será o lançamento deste projecto também no Brasil.
Porquê o Brasil?É um mercado onde temos muitos luso-residentes, sobretudo em S. Paulo e Rio de Janeiro. Existe, por outro lado, o tipo de cliente que tradicionalmente gosta de colocar dinheiro fora do país. Fizerem muito esse tipo de operações em Miami, Florida, e acreditamos que fará sentido comprar em Lisboa ou na Grande Lisboa e isto porque Portugal está na moda e para os brasileiros, acresce o facto de eles adorarem a Europa. Gostam de ter o seu "pedaço de terra" a uma hora de Madrid, a 2,5 horas de Londres ou de Paris. Outro argumento é o factor investimento, sobretudo o sentir que tem algo fora do Brasil e que se situa na Europa.Paralelamente têm aqui a possibilidade de financiamentos até 80% com taxas de juro que para eles são inimagináveis. Aqui têm taxas de juro de 4% quando estão habituados a 15%, o que torna tudo atractivo.
E para além do Brasil quais são as outras geografias de aposta?Vamos apostar nos outros BRIC, na Rússia, China, Índia, e ainda Angola, Canadá e claro que não abandonaremos os mercados tradicionais que são o Reino Unido, Espanha, país nórdicos, que estão a passar por dificuldades, mas que rapidamente irão retomar.Esperamos, desta forma que com a venda destas fracções - que estão associadas a um rendimento e que está garantido pelo BES, para além da garantia de um promotor de referência que é a Cantial - possamos elevar, ainda mais, as taxas de ocupação.
Está previsto o lançamento de um parque temático?O parque temático ainda não é uma certeza, mas há uma enorme probabilidade de vir a acontecer.
O parque temático será construído e gerido em parceria?Sim, com a Warner Bros. Já existe um em Madrid e pretendem replicar o conceito na zona dos Capuchos, do outro lado da via rápida, onde teremos uma ponte a comunicar com o nosso projecto. Será o único parque temático em Portugal, o que nos leva antecipar uma importante contribuição para a ocupação do hotel.
Quais as características do projecto?O parque temático terá cerca de 10 hectares, teremos uma ponte pedonal para os nossos clientes que queiram ter acesso à infra-estrutura. A infra-estrutura será aberta ao público mas, repito, a ligação ao parque temático pela referida ponte será de acesso restrito aos nossos clientes. O parque deverá estar operacional dentro de dois anos, em 2011.
Que outras infra-estruturas têm contribuído para o crescimento da ocupação hoteleira?Para além das conferências, temos a parte do golfe que nos traz muitos clientes pois temos muitos torneiros de golfe a acontecer constantemente. Temos aqui a sede do Clube Ibérico de Golfe e ainda recentemente tivemos aqui um torneio nocturno, organizado pelo Benfica, com 70 participantes.Somos um 4 estrelas superior em que clientes beneficiam não apenas do facto de estarem a 10 minutos de Lisboa, mas de todas as infra-estruturas como o golfe, piscinas, spa, fitness center e obviamente dos 20 Km de praia. Temos um transfer que coloca os clientes na praia em cinco minutos.
A nível de mais imobiliário, o que se vai fazer no complexo?Na parte de apartamentos urbanos ainda temos cerca de 300 unidades para desenvolver. Temos a concluir um edifício residencial, cujo embasamento é o Pingo Doce e ficará concluído no final deste ano. Será uma óptima âncora, pois não existe na Costa da Caparica nenhum supermercado em condições.A nível de infra-estruturas estamos a fechar o acordo com uma escola, de forma a termos uma escola infantil dentro do resort. Esta escola estará associada a outra escola da zona onde as crianças poderão ter continuidade.Vamos começar ainda este ano, o sports club que vai ter academia de ténis, três campos de ténis, dois campos de squash, uma zona de parque e uma piscina semi-olímpica.Este ano, ainda começaremos a construir as moradias geminadas, moradias triplex geminadas com áreas que chegam aos 290 m2 (área total). É uma proposta muito interessante para as famílias de Lisboa que queiram sair da cidade e ter uma casa com espaço, com terraços, com jardim, com um solário e com uma zona de churrasqueira, tudo integrado no nosso resort.
Também se inclui nestes projectos uma escola de golfe?Concluímos em Junho o campo de prática, onde teremos escola de golfe para iniciação. Em Maio ficámos com o campo de golfe federado, logo já é um campo com handicap.A nível de imobiliário iremos ainda desenvolver, num futuro próximo, os apartamentos turísticos, que também estão vocacionados para o cliente estrangeiro. A nível de rendimento ainda estamos a estudar a melhor modalidade para esses apartamentos.No produto hoteleiro de rendimento que temos, estamos a propor aos clientes duas semanas, uma solução que agradou. Para os apartamentos turísticos poderemos estender o prazo e reduzir rendimentos, estamos a estudar essa possibilidade.A nível imobiliário ainda temos para desenvolver o nosso produto prestígio que são as moradias geminadas. Temos 80 lotes e estamos a desenvolver várias parcerias para a venda desses mesmos lotes. Tanto podemos vender um lote, como uma moradia concluída, para além de oferecermos, também, pacotes de "chave na mão".A comercialização será feita pela IRG quer a nível nacional, quer externo.
Que nível de investimento tem os Capuchos projectado para 2009/2010?Se considerarmos o Pingo Doce, as moradias geminadas e po sport center estamos a falar entre 20 milhões a 30 milhões de euros de investimentos.
O que foi investido até hoje pela Cantial, incluindo a área residencial, apartamentos turísticos, hotel e golfe?Cerca de 60 milhões a 70 milhões de euros, incluindo todas as infra-estruturas do projecto.
Qual o prazo de conclusão do projecto?O nosso prazo é 2015, embora na zona dos lotes de moradias, exista para o proprietário um prazo de três anos para iniciar as obras depois da aquisição. Depois de tudo concluído, estaremos a falar de um investimento global superior a 250 milhões de euros.
Voltando ao hotel e ao welness center, o que está previsto em termos de grandes eventos na unidade para o próximo ano?Temos sido eleitos pelas empresas farmacêuticas em geral que estão em Portugal, assim como pela banca, como local para encontros, conferências, seminários. Estas são, efectivamente, as duas áreas menos afectadas pela crise.
Qual tem sido a reacção do público em relação ao Spa e à gastronomia?Os clientes ficam francamente impressionados porque somos um hotel de 4 estrelas e o spa é característico de um 5 estrelas, com 1.200 m2, com todo o tipo de tratamento, incluindo salas húmidas, salas secas, banho escocês, hidromassagem, hidroterapias e uma sala para personal trainers com equipamentos únicos. O spa já tem 400 membros.A gastronomia tem tido uma aceitação fantástica. Temos um "chef" muito bom e as pessoas ficam agradavelmente surpreendidas com a qualidade da nossa carta.Também temos o fitness center com uma excepcional aceitação.Repito, a pessoa que viva dentro do resort ou que esteja no hotel tem golfe, spa, fitness, praia, o sports club que estará concluído no ano que vem, com ténis, squash, terá ainda o supermercado e a escola, com o driving range a ser brevemente inaugurado.
Que condições dá a Aldeia dos Capuchos para quem quiser optar pela modalidade de investimento?O investimento num imóvel aqui é uma alternativa a uma opção especulativa na bolsa, mas também é uma opção a uma aplicação bancária que gere um rendimento muito baixo. O investimento numa fracção na Aldeia dos Capuchos implica o investimento próprio equivalente a 20% do valor e o restante pode ser obtido através de crédito bancário e os 5% garantidos no final do ano é mais do que suficiente para pagar os juros do empréstimo bancário. O rendimento é garantido pelo BES.O investidor tem ainda a possibilidade de usufruir de duas semanas por ano, fica membro do clube Meliã e passa a ter descontos em todos os hotéis Meliã do mundo, passa a ter descontos em todas as actividades da Aldeia dos Capuchos, assim como o acesso da praia privativa da Aldeia dos Capuchos, que será na praia Morena, a par da valorização do património imobiliário.

Formação da Arquitectura Paisagista


A formação:







- Assenta numa formação sólida em desenho que lhe permita operar com eficácia no processo criativo e desenvolver a comunicação das ideias com recurso ao projecto desenhado, nas suas diferentes valências técnicas.



- Assenta num conhecimento interpretativo e crítico das ciências sociais que lhe faculte a compreensão dos processos de evolução das sociedades e os progressos para a melhoria da condição da vida humana, no exercício das suas responsabilidades sociais.



- Assenta num conhecimento integrado no âmbito das ciências ecológicas que lhe permita entender a evolução e a transformação dos ecossistemas que compõe espaço em que actua.



- Assenta num conhecimento operativo das ciências da construção e outras ciências conexas à sua actividade, com capacidade de adaptação à evolução dos saberes e às modificações dos processos produtivos.



- Aprofunda a especificidade metodológica do campo de especialidade que escolheu ou da área de actividade que procura prosseguir.



- Diversifica as suas capacidades de estudo, expressão e comunicação, com vista ao desenvolvimento de actividades de maior exigência pessoal.



- Assegura competência no campo da investigação disciplinar, desenvolvendo as respectivas metodologias de pesquisa.

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Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas


Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras

Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
José Reis, economista e ex-secretário de Estado do Ensino Superior, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, ou Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, são algumas das personalidades que assinam o texto ontem divulgado.
"Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária", lê-se no texto, que sustenta que "o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica".
Durante a próxima semana será publicado outro contramanifesto, que está a ser preparado por Luís Nazaré, ex-presidente dos CTT.
Arrancou ontem a FIA – Feira Internacional de Artesanato na FIL, em Lisboa. Com três pavilhões, é a maior feira de artesanato da Península Ibérica, e conta este ano com mais de 600 expositores, artesanato de 42 países dos cinco continentes e tasquinhas. Marrocos é o país convidado em destaque na feira que se prolonga até dia 5 de Julho.

Infestantes em Relvados


Infestante é toda a planta que surja e que não faça parte da mistura usada na sementeiraCompetem com as espécies do relvado pela água, sais minerais (azoto, fósforo, potássio etc.), luz e espaço.Podem actuar como hospedeiros de pragas, viroses e enfermidades criptogâmicas.As infestantes são plantas oportunistas adaptadas às condições ambientais que as rodeia, assim um relvado pouco denso, fertilizações desequilibradas e regas ineficientes contribuem para a infestação dos relvados.Ao planearmos prados que fiquem próximos de relvados deveremos escolher para a sua com posição misturas com espécies que não sejam invasoras, tais como os trevos (Trifolium sp).
As infestantes podem agrupar-se em dois grandes grupos:1. DICOTILEDONEAS - INFESTANTES DE FOLHA LARGA2. MONOCOTILEDONEAS- INFESTANTES DE FOLHA ESTREITA

Espécies
Nome em Latim
Nome Comum
Época de Floração
Tipo de Reprodução
Controlo
Cultural
Controlo Químico- Subs.
Activas *1
Dicotile-dóneas
Infestantes
de Folha Larga
Portulaca oleracea
Beldroega
Verão/ Outono
Semente
Boa
Densidade
Mobilizações
de solo
2,4 D;Dicamba; MCPA; Mecoprop

Taraxacum officinale
Dente de Leão
Primavera aOutono
SementeRaiz
Frequência
de corte


Plantago lanceolata
Língua de Ovelha
Abril a Agosto
Semente
Retirar manualmente


Trifolium repens
Trevo Branco
Maio a Outubro
Semente Rizomas Estolhos
Evitar regas excessivas Fertilização adequada

Monocotile-dóneas
Infestantes
de Folha Estreita
Poa annua
Cabelo de Cão
Todo o ano
Semente
Boa
Densidade
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Cynodon dactylon
Grama
Maio a Setembro
Rizomas Estolhos
Mobilizações
de solo
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Digitaria sanguinalis
Milhã
Primavera/Verão
Semente
Frequência
de corte
Pós- emergenteQuincloraque

Cyperus rotundus
Junça
Primavera/Verão
SementeBolbilho
Evitar solos húmidos e compactados
Pós- emergente: Triclopir
* 1 Controlo Químico: Apresentada substancia activa. Usar as doses recomendadas, seguir as indicações do rótulo do produto.

Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”



Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”
O Turismo do Algarve está nomeado para o prémio de “Melhor região de Turismo”, pelo terceiro ano consecutivo, depois de ter vencido em 2006 e 2007. Os Prémios Publituris 2008, vão realizar-se no próximo dia 25 de Junho, onde será anunciado o vencedor desta categoria. Na atribuição deste galardão serão tomados em linha de conta factores como pró-actividade na comunicação, inovação e profissionalismo», revela o regulamento do prémio. A região algarvia está ainda nomeada nas categorias de

Obras públicas poderão ser entregues sem concurso
O Governo aprovou em Conselho de Ministros um decreto-lei que prevê a adjudicação de obras públicas até cinco milhões de euros sem abrir concurso. De acordo com o Público, esta medida vai ser alargada aos municípios. Este novo decreto pretende, de acordo com o Governo, a rápida execução dos projectos de investimento público considerados prioritários para o relançamento da economia portuguesa. No novo regime de excepção que será levado hoje a Conselho de Ministros, o valor das obras entregues por ajustes directos será de cinco milhões de euros e no caso de ser o Estado, autarquias ou regiões autónomas, este valor é multiplicado por cinco. O Público cita um documento da Associação Nacional de Municípios que defende o alargamento desta medida a "todos os projectos municipais co-financiados por fundos comunitários" e defende também que "o regime em apreço consagre, de forma expressa, um número mínimo de entidades a convidar", sugerindo a consulta a seis, antes de fazer o ajuste directo. Entre 2009 e 2010 as empreitadas de obras públicas até cinco milhões de euros poderá ser escolhida por ajuste directo. Este decreto prevê a redução dos prazos dos procedimentos relativos a concursos limitados de 103 dias para 41 e, no caso de anúncios enviados através da internet, o prazo é reduzido de 96 para 36 dias. Este documento abrange as medidas que constam do diploma “Iniciativa para o Investimento e o Emprego”, adoptado a 13 de Dezembro pelo Conselho de Ministros, que engloba a modernização das escolas, energia sustentável, modernização da infra-estrutura tecnológica, pequenas e medias empresas e apoio ao emprego.