Apesar da quebra de 1,9 por cento registada na produção do sector da Construção no primeiro trimestre deste ano, os empresários mantêm-se optimistas face ao futuro, de acordo com a análise conjuntural da FEPICOP.O abrandamento verificado, nos três primeiros meses deste ano, na produção do Sector ficou a dever-se às diminuições homólogas de 8,2 por cento no segmento da habitação e de -,5 por cento no dos edifícios não residenciais. Em contrapartida, a produção da engenharia civil, aumentou 4,3 por cento, face ao mesmo período de 2007, o que explica a maior confiança revelada por estes empresários quanto à evolução futura da sua actividade. Como refere a FEPICOP-Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, "os sucessivos anúncios de grandes investimentos em construção, feitos pelo Governo, e o forte aumento das promoções de obras públicas provocaram, no primeiro trimestre de 2008, um acréscimo da confiança dos empresários". Aliada à maior confiança na evolução do Sector, está a redução do seu número de desempregados que, em Fevereiro último e segundo dados do IEFP, foi de cerca de 8.000, quando comparado com o mesmo mês de 2007. Também a concorrência no mercado das Obras Públicas, medida pela diferença entre o valor das adjudicações e a base de licitação, voltou a apresentar uma melhoria no primeiro trimestre do corrente ano, sendo de -8,5 por cento, contra os -13,6 por cento, no mesmo período do ano passado.
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Empresários da Construção revelam-se optimistas
Apesar da quebra de 1,9 por cento registada na produção do sector da Construção no primeiro trimestre deste ano, os empresários mantêm-se optimistas face ao futuro, de acordo com a análise conjuntural da FEPICOP.O abrandamento verificado, nos três primeiros meses deste ano, na produção do Sector ficou a dever-se às diminuições homólogas de 8,2 por cento no segmento da habitação e de -,5 por cento no dos edifícios não residenciais. Em contrapartida, a produção da engenharia civil, aumentou 4,3 por cento, face ao mesmo período de 2007, o que explica a maior confiança revelada por estes empresários quanto à evolução futura da sua actividade. Como refere a FEPICOP-Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas, "os sucessivos anúncios de grandes investimentos em construção, feitos pelo Governo, e o forte aumento das promoções de obras públicas provocaram, no primeiro trimestre de 2008, um acréscimo da confiança dos empresários". Aliada à maior confiança na evolução do Sector, está a redução do seu número de desempregados que, em Fevereiro último e segundo dados do IEFP, foi de cerca de 8.000, quando comparado com o mesmo mês de 2007. Também a concorrência no mercado das Obras Públicas, medida pela diferença entre o valor das adjudicações e a base de licitação, voltou a apresentar uma melhoria no primeiro trimestre do corrente ano, sendo de -8,5 por cento, contra os -13,6 por cento, no mesmo período do ano passado.
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