Mostrar mensagens com a etiqueta centro de plantas de jardins. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta centro de plantas de jardins. Mostrar todas as mensagens

Em 2010, a economia portuguesa já deverá crescer, embora de um modo muito ligeiro, refere a comissão Europeia



Em 2010, a economia portuguesa já deverá crescer, embora de um modo muito ligeiro, refere a comissão Europeia A Comissão Europeia acaba de publicar as previsões económicas de Outono para os seus 27 Estados-membros. A conclusão é que a União Europeia vai começar a sair lentamente da crise a partir de 2010, ano que ficará assim marcado como o da retoma económica na Europa.


Em Portugal, espera-se já um crescimento do PIB em 2010 (+0,3 por cento), depois do decréscimo de 2,9 por cento avançado para o corrente ano. A inflação deverá subir para os 1,3 por cento (-1,0 por cento em 2009) e a taxa de desemprego permanecerá nos 9,0 por cento, s prevendo-se apenas uma ligeira diminuição em 2011 (8,9 por cento).

A par com o défice orçamental (8,0 por cento do PIB em 2009 e 2010 e 8,7 por cento em 2011) e o aumento da dívida pública (mais de 80 por cento do PIB), a taxa de desemprego é um dos maiores problemas da economia nacional.

Na Zona Euro, as previsões são para um acréscimo médio do PIB de 0,7 por cento em 2010, um défice de 6,5 por cento, uma inflação de 1,1 por cento e uma taxa de desemprego de 10,7 por cento.
 
 

Praga de insectos já está no ar a atacar a madeira dos pinheiros, com a sua dispersão a ocorrer no período de Abril a Outubro, por todo o País.


Praga de insectos já está no ar a atacar a madeira dos pinheiros, com a sua dispersão a ocorrer no período de Abril a Outubro, por todo o País.Conquanto o tema seja pouco abordado, mesmo pelas entidades oficiais, Portugal Continental está definido, desde 2008, através da Portaria nº 553-B de 27 de Junho, como zona afectada e de restrição para o nemátodo da madeira do pinheiro. Após a primeira praga infecciosa trazida por um carregamento de pinheiro bravo entrado em Portugal, em 1999, a difusão do insecto vector verificou-se, numa primeira fase, nas áreas florestadas com pinheiro bravo, estimando-se que, até à data, terão sido afectados mais de 100 mil hectares, com o alastramento a quase todo o país. O nemátodo é um verme patogénico microscópico transportado nas vias respiratórias do insecto longicórnio.Os sintomas da doença são evidentes: as agulhas dos pinheiros tornam-se amarelas e murcham, primeiro, as mais antigas, progredindo a toda a copa da árvore. Entretanto, verifica-se que a produção de resina diminui, as agulhas mortas permanecem por longo tempo e os ramos ficam secos e mais quebradiços que o normal, levando á morte das árvores infectadas. Entre os meses de Abril a Outubro, o insecto vector, portador do nemátodo no seu sistema respiratório, deposita este verme nas árvores mais viçosas, durante a alimentação, ou quando deposita os ovos, nos ramos mais enfraquecidos.
A ANEFA - Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente tem vindo, desde há largo tempo, a alertar o Governo para a gravidade da situação, tendo mesmo tomado uma posição pública, enviada ao Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Ascenso Simões, propondo medidas para a luta e erradicação do nemátodo do pinheiro.Em causa está, antes de tudo, o facto de o processo de tal erradicação ter sido totalmente transferido para Associações de Produtores Florestais que, segundo a ANEFA, demonstraram “falta de capacidade de resposta” para tal.Na perspectiva desta entidade, as Associações de Produtores Florestais deveriam efectuar “a prospecção da doença”, dado o seu conhecimento do terreno, “devendo as operações ficar a cargo de empresas de exploração florestal com capacidade técnica de execução”.No Algarve, as áreas de floresta mais em evidência situam-se nas serras do Caldeirão, Monchique e Espinhaço de Cão.

Entretanto, a ANEFA alertou já para o aparecimento de uma nova doença, o cancro resinoso do pinheiro “que poderá, num futuro próximo, agravar a sanidade dos nossos povoamentos florestais”.