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Sistemas de rega em coberturas verdes

REGA EM COBERTURAS VERDES As coberturas verdes são uma tendência, que fornece um ecossistema saudável, sendo da responsabilidade dos profissionais dos espaços verdes garantir que estes espaços se transformam ao serviço das comunidade. Para qualquer planta, a melhor rega é a que cai do céu, mas os melhores técnicos de espaços verdes sabem que não existe um bom projeto paisagistico sem um ainda melhor sistema de rega. Um sistema de rega eficiente, e devidamente dimensionado, desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer cobertura verde (também chamada de cobertura ajardinada). Na HDL projetamos e fornecemos soluções que possibilitam que aplique um sistema de rega eficiente, de forma a obter uma cobertura verde saudável. REGA POR ASPERSÃO Quando devidamente dimensionado, e corretamente instalado, os bicos multijatos, como o MP Rotator da Hunter, são uma solução efectiva para a rega de coberturas verdes. Graças à forma lenta e eficaz com que aplica a água, os bicos MP Rotator traduzem um uniformidade incomparável quando comparados com outros métodos de rega por aspersão. A tecnologia multijato, com múltiplas trajetórias, vence os mais difíceis ventos, fornece a água necessária, sem grandes desperdicios, com uma taxa de precipitação ideal para que o solo a possa absorver. Os sistemas de aspersão, também funcionam como metodologia de lavagem das plantas, mantendo-as limpas, brilhantes e mais saudáveis. Para uma maior eficiência, utilize o corpo pulverizador Hunter PROS, com regulação de pressão, de forma a manter as gotas consistentes. Escolha a altura do corpo de acordo com a profundidade do substrato. REGA ENTERRADA A rega enterrada foi uma enorme revolução na indústria da rega para espaços verdes, o que veio trazer aos arquitetos paisagistas a solução mais eficiente para a rega automática de coberturas verdes. Com os projetos de rega enterrada para coberturas verdes da HDL, não apenas utilizamos um tubo de rega localizada, com um gotejador especial para funcionamento enterrado, como também recomendamos metodologias de instalação que garantem uma óptima eficiência e aplicação equiparada em toda a área verde. Instalado mesmo abaixo da zona radicular, o tubo gota-a-gota HDL Prodrip utiliza tecnologia especializada para regar de forma eficaz em profundidade, com as seguintes vantagens: Retém de forma eficaz a água na região radicular da planta Elimina as perdas de água por força de ventos ou por evaporação Tem uma distribuição uniforme e eficiente em toda a área, devido à forma como é instalado Ideal para subtratos com elevadas taxas de lixiviação Tempos de rega reduzidos, promovendo uma poupança de água significativa Quando é instalado um sistema de rega enterrado, é recomendado que na fase de implementação, como o sistema radicular ainda não se encontra estabelecido, seja instalado um sistema de aspersão provisório. FERTIRRIGAÇÃO Todas as coberturas verdes, incluindo as de "sedum", necessitam da aplicação regular de fertilizantes, pois o suprimento natural de nutrientes através do solo será rapidamente esgotado. Sem um sistema de fertilização eficiente,, apenas as plantas mais resistentes irão resistir, reduzindo a diversidade das plantas, e eventualmente levando a uma monocultura. A forma mais eficaz de adicionar nutrientes ao solo, é através do sistema de rega. Um injetor accionado pela água, como o Venturi, ou um Doseador Proporcional, vai alimentar o sistema com fertilizantes liquidos a uma determinada taxa de injeção. PRESSURIZAÇÃO Devido à localização do sistema, normalmente num ponto mais elevado do que o local técnico, torna-se fundamental não só pressurizar o sistema, como também ter elementos de controlo do mesmo ao longo das condutas de abastecimento. deve ser considerada a instalação de uma eletrobomba de pressurização no local técnico, dimensionada em função das características do sistema, e em conjunto com esta um comando eletrónico. Deve também ser prevista uma válvula de ar, estrategicamente localizada, do tipo Ventosa "A", em todos os setores, sendo que os mesmos devem estar também equipados com um coletor de admissão, um coletor de descarga e uma válvula de descarga. Todos estes equipamentos devem estar corretamente posicionados, pelo que em caso de dúvidas recomendamos que solicite um projeto do sistema de rega à HDL. AUTOMAÇÃO Para garantir o funcionamento automático do sistema de rega. deve ser instalado um coletor de eletroválvulas no local técnico, e levar um tubo de diâmetro adequado para alimentar cada um dos setores de rega. Para a operação elétrica das eletroválvulas, pode utilizar um controlador de 220V/24V (recomendado), ou em alternativa um controlador de 9V, com funcionamento a pilhas. Quando selecionar o equipamento para controlar a rega, para maximizar a eficiência, opte por soluções que promovem o uso consciente da água, tais como: Soluções alimentadas por painel solar, tais como o XC Hybrid, que dispensam a utilização de baterias. A utilização da energia solar, garante a certificação LEED assegurando a sustentabilidade dos espaços verdes. O Hunter Node Bluetooth, com funcionamento a baterias, é uma solução eficaz que permite aos utilizadores a programação dos sistemas de rega sem terem de aceder à caixa de alojamento de válvulas. Pode ser adicionado um sensor de humidade de solo, que deteta e interrompe a rega quando esta atinge os niveis adequados de irrigação. Sensores de chuva podem também ser conectados ao controlador, de modo a suspender o sistema em caso de chuva. Os controladores de rega com gestão por wi-fi, tais como o Hunter X2 ou o Hunter Pro-HC, são soluções integradas com a APP Hydrawise, que permitem a gestão do sistema a partir de qualquer localização, através de um tablet, smartphone ou browser. Graças à tecnologia Predictive Watering, o controlador ajusta a programação da rega diariamente, baseado na temperatura, probabilidade de chuva, velocidade do vento e humidade. Esta combinação maximiza a eficiência do sistema de irrigação, assegurando espaços verdes mais bonitos e mais resistentes. RECUPERAÇÃO DE ÁGUAS Com um projeto devidamente estruturado, é possível que a rega de uma cobertura verde seja equipada com um sistema de recuperação e reciclagem das águas. Os excedentes de de água das chuvas, e os excedentes provenientes do processo de irrigação podem ser armazenados em tanques, para ser reutilizado quando for necessário. De forma a preservar a qualidade, este armazenamento deve ser feito em tanques enterrados, onde a água pode ser mantida a uma temperatura baixa e longe da ação da luz solar. Em sistemas onde não é possível enterrar, a água pode ser armazenada em reservatórios de chapa. É de extrema importância que a água proveniente do aproveitamento pluvial seja filtrada, retirando folhas ou outros detritos. Deve também ser instalado um sistema de filtração antes do novo bombeamento para a rega. Também é importante que a equipa de manutenção mantenha o espaço livre de fontes de contaminação, tais como plantas com pragas ou aves mortas, entre outros.​

O PARQUE VERDE DA FUTURA FEIRA POPULAR DE LISBOA

O futuro parque da Feira Popular, que se situa em Carnide (Lisboa), tem em vista a conceção de um parque verde com preocupações ambientais, sendo uma das intervenções do Plano de Drenagem da Câmara de Lisboa, apresentado no dia 15 de dezembro, no Paços do Conselho.
“São dois projetos num só projeto”, disse Luís Paulo Ribeiro da TOPIARIS, empresa de estudos e projetos de arquitetura paisagística, avançando que “a câmara municipal decidiu avançar com a construção do projeto antes de a Feira estar definida para crescer a vegetação e para melhorar o ambiente”.
Neste projeto, “não há problemas dramáticos, há oportunidades extraordinárias”, segundo evidenciou o responsável, explicando que há também “uma mudança no paradigma estético, pensando muito nos recursos já existentes”. Evidenciou, desta forma, que não é necessário fazer tudo de novo, mas sim “aproveitar ao máximo o que o local tem”, até porque, não se pode deixar de ter em conta que “é um ecossistema verde que está a substituir um ecossistema natural”.
O parque localiza-se numa zona elevada de Lisboa, com relevo variado, solos pobres, zonas degradadas e abandonadas e com várias hortas, as quais vão ser reabilitadas no novo espaço. Além disso, pela sua localização, o novo parque vai contribuir “para fechar a zona de corredores verdes de Lisboa”, referiu o responsável da empresa TOPIARIS.
Luís Paulo Ribeiro evidenciou ainda que esta iniciativa é uma “oportunidade extraordinária para contribuir para a estratégia de controlo de drenagem”, no sentido em que o solo vai ser aproveitado para a criação de bacias de retenção que criam um “lago” temporário quando a chuva é intensa, evitando inundações e propiciando a absorção da água.
As mesma depressões “podem ser aproveitadas para criar combos altos para o controlo de ruído que a Feira pode vir a provocar”, daí que “toda a morfologia vai ser aproveitada, sendo acentuada ou escavada”, explica.
Pretende-se ainda que este seja um parque sustentável na gestão de recursos, nomeadamente no consumo de água, que se pretende “que se faça através das bacias, de uma forma retardada, tirando o máximo partido da forma como a água se comporta no solo”.

Enquanto se dá a conhecer uma retoma por parte do sector de mediação imobiliária no Algarve, «não só no concelho de Albufeira


Enquanto se dá a conhecer uma retoma por parte do sector de mediação imobiliária no Algarve, «não só no concelho de Albufeira, mas em todos os concelhos», como adiantou ao «barlavento» o presidente regional da Direcção Regional do Sul da APEMIP Sérgio Martins, Lagoa foi o local escolhido para se discutir o futuro do mercado num seminário promovido pela APEMIP. A iniciativa, intitulada «Novos paradigmas e internacionalização do imobiliário Português», teve lugar no Auditório Municipal.Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, apontou o dedo ao facto de «não existir uma verdadeira cultura da reabilitação», representando esta apenas 6,5 por cento do total da construção em Portugal, em comparativa desvantagem com os 29 por cento que representa no mercado espanhol ou os 36 por cento na Europa.Os imóveis antigos mas recuperados poderiam tornar o mercado imobiliário português mais apelativo a nível internacional. Sérgio Martins apresenta o facto de, no Algarve, ainda haver «índices baixos de construção […] uma mais-valia para os investidores externos que pretendem investir em Portugal». Acredita que «quem investe overseas, os britânicos, são sempre pessoas com algum poder de compra», não afectado pela crise.Para chegar aos britânicos, clientes com mais peso no mercado da imobiliária no Algarve, a APEMIP está a ponderar a possibilidade de realizar uma feira em Londres, onde pretende vender o «produto Algarve». O projecto da feira, já noticiado pelo «barlavento», ainda é um «sonho» para Sérgio Martins, mas a presença no seminário de Lagoa de Alex Evans, director editorial do Richmond Green Group, uma das empresas que melhor trabalha feiras internacionais em Inglaterra, parece anunciar a concretização do «sonho».Outro aspecto abordado no seminário foi o da simplicidade e rapidez que programas como a Casa Pronta trouxeram na hora da compra e que vieram criar um «mundo na área do registo notariado diferente, um mundo mais moderno, um mundo que tira partido, de forma clara, das tecnologias da comunicação e os resultados estão à vista», como defendeu Luís Goes, presidente do Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça