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Dicas para Criar um Jardim Vertical de Baixa Manutenção •

Dicas para Criar um Jardim Vertical de Baixa Manutenção • Você ama a ideia de ter mais verde em casa, mas sente que não leva jeito? Ou talvez falte tempo, espaço ou até paciência pra cuidar de planta todo dia? Se for o seu caso, saiba que existe uma solução linda, prática e totalmente possível: o jardim vertical de baixa manutenção. Ele ocupa pouco espaço, transforma qualquer parede em um cantinho vivo e traz aquele toque de natureza que faz toda a diferença no astral da casa. E o melhor: dá pra montar um painel verde incrível mesmo que você não entenda nada de jardinagem. Neste post, eu vou te mostrar como criar o seu com plantas resistentes, estruturas simples e cuidados que cabem na sua rotina. Você vai ver que, com algumas escolhas certeiras, é possível cultivar beleza e leveza no dia a dia sem complicação. Vamos começar? Seu lar merece esse sopro de vida. Por que apostar num jardim vertical? Se você mora em apartamento ou tem pouco espaço disponível, o jardim vertical é um verdadeiro achado. Ele aproveita o que muitas vezes passa batido como aquela parede vazia no corredor, na varanda ou até dentro de casa e transforma em um ponto de respiro, beleza e frescor. Além de trazer verde pra dentro do lar, ele também melhora a qualidade do ar, ajuda no conforto térmico e acústico e cria uma sensação imediata de aconchego. É impressionante como a presença das plantas muda o clima de um ambiente e aqui, isso acontece sem ocupar espaço no chão. Outro ponto forte é a versatilidade, funciona bem tanto em áreas internas quanto externas. E o custo-benefício é ótimo. Com um investimento acessível, você tem um resultado visual impactante, que valoriza o ambiente e faz bem pra alma. Um jardim assim é muito mais do que decoração. É bem-estar em forma de parede. Escolha das plantas certas A escolha das plantas faz toda a diferença quando a ideia é ter um jardim vertical bonito e fácil de manter. O segredo está em apostar em espécies que sejam resistentes, rústicas e que não precisem de muita água, assim, você garante um cantinho verde sem dor de cabeça. Aqui vão algumas sugestões que funcionam muito bem: • Echeveria: uma das suculentas mais charmosas, com formato de roseta e fácil de cuidar. • Sedum: também suculenta, cresce rasteira e combina bem com outras espécies. • Colar-de-pérolas: tem um visual delicado e pendente, ideal para dar movimento ao painel. • Espada-de-São-Jorge: super resistente, vai bem até em ambientes com pouca luz. • Zamioculca: perfeita pra quem esquece de regar, ela aguenta firme e ainda brilha. • Jibóia: pendente e versátil, cresce com facilidade e preenche bem os espaços. • Hera: traz um ar romântico e também funciona super bem como planta cascata. • Clorofito (planta-aranha): leve, delicado e ótimo pra purificar o ar. Antes de escolher, observe com carinho a luz do ambiente: sol direto, meia-sombra ou luz difusa. Isso faz toda a diferença na adaptação das espécies. E uma dica final: menos é mais. Repetir algumas plantas ao longo do painel cria um efeito visual mais coeso e deixa a manutenção muito mais tranquila. Estruturas que funcionam Na hora de montar seu jardim vertical, a estrutura escolhida faz toda a diferença tanto no visual quanto na durabilidade. E a boa notícia é que você não precisa complicar. Existem soluções simples, acessíveis e cheias de charme que funcionam super bem no dia a dia. Veja algumas opções adoráveis: • Paletes de madeira: são sustentáveis, fáceis de encontrar e dão aquele toque rústico que aquece qualquer ambiente. Um exemplo lindo e acessível é o Pallet Madeira Pinus de 50x50cm, feito em madeira de eucalipto tratada com verniz natural. Com design ripado e estrutura leve, ele funciona super bem tanto em ambientes internos quanto externos. Compre Agora! • Treliças de madeira ou metal: são práticas, versáteis e ótimas para pendurar vasos com leveza e organização. Um exemplo funcional e charmoso é o Kit com 4 Treliças de Madeira Eucalipto 60x40, com acabamento natural e estrutura ripada. Ele combina super bem com varandas, áreas gourmet ou corredores internos, criando um painel verde delicado e cheio de textura. Compre Agora! Já para quem busca uma pegada mais moderna, a dica é a Treliça Aramada de Ferro 60x100, no estilo “muro inglês”. Com estrutura preta e visual clean, ela é perfeita para paredes de cozinha, escritórios ou fundos de ambientes integrados, principalmente se combinada com vasos pendentes e plantas volumosas como jibóia ou hera. Compre Agora! • Painéis modulares prontos: práticos e versáteis, eles permitem transformar qualquer parede sem complicação, e o melhor, com liberdade para trocar ou reposicionar as plantas quando quiser. Um modelo bastante acessível e funcional é o Kit com 10 Placas de Buchinho 60x40. Com textura cheia e aparência natural, essas placas são ideais para quem quer criar um efeito de muro verde em áreas como varandas, muros externos ou até salas de home office. Para quem busca uma estética mais impactante, com acabamento premium, a sugestão é a Placa de Luxo 1m² para Jardim Vertical Artificial Realista. Com folhagens variadas e visual ultrarrealista, esse painel funciona muito bem em recepções comerciais, cabeceiras de cama ou paredes de destaque na sala, principalmente se combinado com iluminação pontual. Compre Agora! • Bolsões de tecido: leves, respiráveis e perfeitos para ambientes internos ou apartamentos. O modelo Jardim Vertical em Feltro com 20 Bolsos é um ótimo exemplo dessa proposta. Feito em feltro grosso e com estrutura maleável, ele permite cultivar diferentes tipos de plantas mesmo em espaços pequenos e sem sobrecarregar a parede. Funciona super bem como hortinha vertical na cozinha, com temperos frescos sempre à mão. Também fica lindo em paredes de sacadas pequenas ou na lavanderia, trazendo um toque verde sem atrapalhar a circulação. Como é modular e fácil de instalar, você pode começar pequeno e ir expandindo aos poucos, adaptando ao seu espaço e ao seu tempo de cuidado com as plantas. Uma solução charmosa e prática para quem mora em apartamento e quer mais vida dentro de casa. • Prateleiras verticais ou escadas de apoio: funcionam super bem como base para vasinhos menores e ainda decoram. Um bom exemplo é a Floreira Estante de Madeira Pinus da Blocksandcube, feita com madeira de reflorestamento e design tipo escada. Com três níveis e acabamento natural, é perfeita para dar vida a cantinhos de varanda, sacadas ou até corredores internos. Alguns cuidados importantes: • Certifique-se de que a estrutura suporta o peso das plantas já regadas. • Verifique se há drenagem adequada para evitar acúmulo de água. • Se for instalar em parede interna, use um distanciador ou algum tipo de proteção impermeável para evitar umidade. Com um bom suporte, seu jardim ganha em beleza e dura por muito mais tempo. Solo e adubação prática Quando falamos em jardim vertical, é comum focar nas plantas e na estrutura. Mas há um detalhe fundamental que sustenta tudo: o solo. Mesmo com espécies resistentes, o tipo de substrato que você escolhe vai definir o sucesso (ou não) do seu painel verde. O ideal é investir em uma mistura leve, bem drenada e nutritiva, que ajude as raízes a se desenvolverem com saúde e facilite a manutenção no dia a dia. Uma composição simples e eficaz combina terra vegetal, fibra de coco e perlita (ou areia grossa). Essa base deixa o solo mais arejado, retém a umidade na medida certa e evita o acúmulo de água, o que é essencial em estruturas verticais. Já a adubação pode (e deve) ser feita com leveza. A cada dois ou três meses, use opções orgânicas como húmus de minhoca, bokashi ou compostagem caseira. Essas fontes naturais de nutrientes são suaves, eficazes e mantêm as plantas saudáveis sem exigir cuidados frequentes. Evite os adubos químicos, especialmente os de liberação rápida. Num jardim pensado para facilitar a rotina, o equilíbrio é a chave e, nesse caso, menos é sempre mais. Rega eficiente sem dor de cabeça Cuidar da rega do seu jardim vertical não precisa ser um desafio, com algumas soluções simples, você garante plantas saudáveis e economiza tempo. Para quem gosta de cuidar pessoalmente, um regador ou borrifador funciona muito bem em painéis menores. Duas vezes por semana costuma ser o suficiente, especialmente se o ambiente for bem ventilado. Se você prefere praticidade, os vasos autorrigáveis são uma excelente escolha. Eles vêm com um reservatório interno que mantém a terra úmida por vários dias, evitando esquecimentos e desperdícios. Já para quem investiu em um painel grande, vale a pena considerar um sistema de gotejamento, a rega acontece de forma contínua e automatizada, com baixo consumo de água. O melhor horário para regar é sempre no comecinho da manhã ou no fim da tarde, quando o sol está mais suave. Isso evita que a água evapore rápido demais ou cause choque térmico nas folhas. Fique atento aos sinais: folhas murchas indicam sede; amareladas, excesso de água. E um truque infalível? Coloque o dedo na terra. Se o substrato estiver seco, é hora de regar. Se ainda estiver úmido, melhor esperar mais um pouquinho. Cuidados básicos e manutenção leve Um jardim vertical bem cuidado transforma qualquer espaço e o melhor: não exige muito tempo. Com 15 minutinhos por semana, você mantém tudo bonito e saudável. Comece retirando folhas secas ou murchas, que podem atrair pragas ou bloquear a luz para outras plantas. Falando em pragas, vale a pena fazer uma inspeção rápida. Se notar algo diferente nas folhas (como manchas ou pontinhos), aposte em soluções naturais: óleo de neem ou uma misturinha com sabão neutro e água já resolvem a maioria dos casos. As folhas também merecem um carinho: limpe com um pano úmido para remover poeira e ajudar na respiração das plantas. E fique de olho na luz, às vezes mudar um vaso de lugar já faz toda a diferença no crescimento. Por fim, pode com leveza quando sentir que a planta está desequilibrada ou crescendo demais. Isso estimula novos brotos e deixa o visual sempre em dia. Onde aplicar: ideias por ambiente Um dos grandes trunfos do jardim vertical é a versatilidade. Dá pra adaptar em praticamente qualquer cantinho da casa, mesmo nos menores! Na varanda ou sacada, aproveite ao máximo a luz natural. Uma parede livre já vira cenário ideal para flores, temperos ou até fetos. Em estúdios a parede da sala pode ganhar vida com plantas pendentes que criam movimento e profundidade visual. Na cozinha, que tal uma mini horta vertical com alecrim, hortelã e manjericão sempre à mão? Funcional e decorativo ao mesmo tempo. Já o banheiro, se tiver boa iluminação, é perfeito para espécies que amam umidade, como lírio-da-paz ou jiboia. E na área de serviço, um painel verdinho pode surpreender e trazer um charme inesperado. Basta um pouco de criatividade para transformar qualquer espaço com verde e leveza. Conclusão Ter um jardim vertical em casa é mais do que decoração, é uma forma simples de se conectar com a natureza e cuidar de você mesma. Com escolhas bem pensadas e uma estrutura prática, não é preciso muito tempo nem experiência para manter suas plantas saudáveis e o ambiente sempre bonito. Comece com espécies resistentes, invista em uma estrutura que funcione no seu espaço e mantenha uma rotina leve de cuidados com rega e poda. O importante é dar o primeiro passo, mesmo que seja com um vasinho só. Esse toque de verde pode mudar o seu dia e transformar o seu lar com vida e aconchego. Quer mais ideias para transformar sua casa com soluções práticas e cheias de afeto? Explore outros conteúdos aqui no blog ou agende uma consultoria personalizada comigo. Vamos juntas criar um lar mais verde, acolhedor e com a sua cara!

Vertical gardens - Jardins verticais

VERTICAL GARDENING: HOW TO GROW MORE IN LESS SPACE See how to build these privacy wall planters in Vertical Garden With lot sizes shrinking and more people living in condos and apartments, every inch of space is at a premium. Vertical gardening is a way to maximize a small garden space or underused feature such as a wall, fence, or other gardening structure. To utilize vertical outdoor space, plants can be grown up a trellis, arbor, or other structure, or allowed to trail out of a hanging basket or planter box. Displaying containers or pocket pouches on a fence or wall is another way to get more out of your growing space. Here are some basics considerations for vertical gardening, along with ideas for inspiration. • TYPES OF VERTICAL GARDENS OR SUPPORTS A vertical garden can be used to create privacy, establish boundaries, block out an unsightly view, or to cover an ugly wall or fence. Here are some of the most common types of vertical gardens or supports. Arbor, trellis, or pergola: Use one or more of these structures to train perennial climbing roses, wisteria, clematis, or honeysuckle. Fast growing annual vines can be used as a quick screen. Hanging baskets, planter boxes, and containers: Plants can be grown in hanging planters or baskets on a porch, patio, deck, or shepherd’s hook. Display planter boxes on a home, garden shed, or fence. Pots can be affixed to a fence, displayed on a shelf, or suspended in plant hangers. Fence: Attach shelving, pouches, or other containers to a fence to grow small perennials, annuals, herbs, strawberries, and other edibles. Wall: Any type of wall can be used to train vining plants. Some plants such as ivy can attach themselves to walls with aerial roots. Trees and shrubs can be espaliered, while other plants will need a trellis for support. Living walls: More typically used in public or corporate settings, a permanent wall garden can also be used in a residential landscape. These vertical structures utilize a growth medium of soil, substrate, or hydroponics, and usually include built-in irrigation systems. Climbing or cascading plants are trained to cover the wall space for a lush display of vegetation. Fast growing annual vines provide quick cover and screening. Hyacinth bean (Lablab purpureus), which produces colorful pea-like blooms, covers this metal arbor leading into the garden. VERTICAL GARDEN CONSIDERATIONS Here are some things to keep in mind when designing and building a vertical garden. Make it secure: Insure that walls, fencing, vertical planters, or other structures are sturdy enough to support the weight of containers and plants. Affix planting containers securely so they don’t become detached or fall. Provide adequate support: Larger perennial vines such as wisteria and trumpet vine need a sturdy arbor or pergola to support the weight and vigorous growth. Smaller vines such as most clematis or annuals can be grown on smaller trellises. Soil: Provide the right growing conditions for plants such as climbing roses or wisteria vine that are planted in the ground. For containers, use a high quality all-purpose potting soil. Some living wall systems are hydroponic, using no soil. Water: Plants in the ground can be watered according to individual needs. Make sure containers have adequate drainage holes to prevent root rot. Potted plants dry out more quickly and will need more frequent watering or misting. Fertilizer: Containers or pouches leach out nutrients more quickly due to frequent watering. Fertilizing needs vary according to the type of plant. Sedums, succulents, and ornamental grasses will need less fertilizer, while most warm-season annuals and edibles need more. For plants in the ground, fertilize according to individual requirements. Pruning and maintenance: Perennial vines such as wisteria and trumpet vine need proper and regular pruning. Make sure this is something you have the time and expertise to do. FREQUENTLY ASKED QUESTIONS What plants grow well in vertical gardens? Nearly any trailing or climbing plant can be grown vertically as long as they are given the right growing conditions and proper support. Plants to grow include perennial or annual vines, small perennials, sedums and succulents, ornamental grasses, ferns, annual flowers, edibles, and houseplants. What are the benefits of vertical gardening? Vertical growing can maximize the use of a small space, create lush privacy screening and help to keep an area cool, such as underneath a pergola. Some plants perform better when trained vertically. Can you grow vegetables in a vertical garden? Many vegetables including vining tomatoes, JARDINAGEM VERTICAL: COMO CRESCER MAIS EM MENOS ESPAÇO Veja como construir jardins de parede de privacidade Com o tamanho dos lotes diminuindo e mais pessoas morando em condomínios e apartamentos, cada centímetro de espaço é valioso. A jardinagem vertical é uma forma de maximizar um pequeno espaço de jardim ou um recurso subutilizado, como um muro, cerca ou outra estrutura de jardinagem. Para utilizar o espaço externo vertical, as plantas podem ser cultivadas em uma treliça, caramanchão ou outra estrutura, ou deixadas em uma cesta suspensa ou caixa de plantio. Exibir recipientes ou bolsas em uma cerca ou parede é outra maneira de aproveitar melhor seu espaço de cultivo. Aqui estão algumas considerações básicas para jardinagem vertical, juntamente com ideias para inspiração. TIPOS DE JARDINS VERTICAIS OU SUPORTES Um jardim vertical pode ser usado para criar privacidade, estabelecer limites, bloquear uma vista desagradável ou para cobrir uma parede ou cerca feia. Aqui estão alguns dos tipos mais comuns de jardins verticais ou suportes. Use uma ou mais dessas estruturas para treinar rosas trepadeiras perenes, glicínias, clematis ou madressilvas. Videiras anuais de rápido crescimento podem ser usadas como tela rápida. Cestos suspensos, caixas de plantio e recipientes: as plantas podem ser cultivadas em vasos suspensos ou cestos em uma varanda, pátio, deck ou gancho de pastor. Exiba caixas de plantio em uma casa, galpão de jardim ou cerca. Os vasos podem ser fixados em uma cerca, expostos em uma prateleira ou suspensos em cabides de plantas. Cerca: Anexe prateleiras, bolsas ou outros recipientes a uma cerca para cultivar pequenas plantas perenes, anuais, ervas, morangos e outros alimentos. Parede: Qualquer tipo de parede pode ser usada para formar vinhas. Algumas plantas, como a hera, podem aderir às paredes com raízes aéreas. Árvores e arbustos podem ser espaldados, enquanto outras plantas precisarão de uma treliça para suporte. Paredes vivas: Mais normalmente usado em ambientes públicos ou corporativos, um jardim de parede permanente também pode ser usado em uma paisagem residencial. Essas estruturas verticais utilizam um meio de crescimento de solo, substrato ou hidroponia e geralmente incluem sistemas de irrigação integrados. Plantas trepadeiras ou em cascata são treinadas para cobrir o espaço da parede para uma exuberante exibição de vegetação. Vinhas anuais de rápido crescimento fornecem cobertura e triagem rápidas. O feijão-jacinto (Lablab purpureus), que produz flores coloridas semelhantes a ervilhas, cobre este caramanchão de metal que leva ao jardim. CONSIDERAÇÕES SOBRE JARDIM VERTICAL Aqui estão algumas coisas que você deve ter em mente ao projetar e construir um jardim vertical. Torne-o seguro: certifique-se de que paredes, cercas, vasos verticais ou outras estruturas sejam resistentes o suficiente para suportar o peso de recipientes e plantas. Fixe os recipientes de plantação com segurança para que não se soltem ou caiam. Fornece suporte adequado: vinhas perenes maiores, como glicínias e trombetas, precisam de um caramanchão ou pérgula resistente para suportar o peso e o crescimento vigoroso. Videiras menores, como a maioria das clematis ou anuais, podem ser cultivadas em treliças menores. Solo: Fornece as condições adequadas de cultivo para plantas como rosas trepadeiras ou videiras de glicínias que são plantadas no solo. Para recipientes, use solo para vasos de alta qualidade para todos os fins. Alguns sistemas de paredes vivas são hidropônicos, sem uso de solo. Água: As plantas no solo podem ser regadas de acordo com as necessidades individuais. Certifique-se de que os recipientes tenham orifícios de drenagem adequados para evitar o apodrecimento das raízes. As plantas em vasos secam mais rapidamente e precisarão de rega ou nebulização mais frequentes. Fertilizante: Recipientes ou bolsas lixiviam os nutrientes mais rapidamente devido à rega frequente. As necessidades de fertilização variam de acordo com o tipo de planta. Sedums, suculentas e gramíneas ornamentais precisarão de menos fertilizantes, enquanto a maioria das plantas anuais e comestíveis da estação quente precisam de mais. Para plantas no solo, fertilize de acordo com as necessidades individuais. Poda e manutenção: Vinhas perenes, como glicínias e trombeta, precisam de poda adequada e regular. Certifique-se de que isso seja algo que você tenha tempo e experiência para fazer. PERGUNTAS FREQUENTES Quais plantas crescem bem em jardins verticais? Quase todas as plantas rasteiras ou trepadeiras podem ser cultivadas verticalmente, desde que tenham as condições de cultivo adequadas e o suporte adequado. As plantas a serem cultivadas incluem trepadeiras perenes ou anuais, pequenas plantas perenes, sedums e suculentas, gramíneas ornamentais, samambaias, flores anuais, alimentos comestíveis e plantas domésticas. Quais são os benefícios da jardinagem vertical? O cultivo vertical pode maximizar o uso de um espaço pequeno, criar uma tela de privacidade exuberante e ajudar a manter uma área fresca, como embaixo de uma pérgula. Algumas plantas têm melhor desempenho quando treinadas verticalmente. Você pode cultivar vegetais em uma horta vertical? Muitos vegetais, incluindo tomates vinha ,feijão verde entre outros .

importancia do solo num jardim ou area verde

A IMPORTÂNCIA DO SOLO O solo é a camada superficial da crosta terrestre, constituído essencialmente por partículas minerais, matéria orgânica, água, ar e seres vivos, elementos essenciais para a existência de vida e fertilidade dos solos. Os solos sustentam 99% da produção de biomassa e são um regulador ambiental através da sua intervenção no ciclo hidrológico e ciclos biogeoquímicos. Atuam como um filtro, acumulador, amortecedor e transformador de diversos compostos que circulam entre a atmosfera, a hidrosfera e os organismos vivos, e são uma reserva da biodiversidade com o seu banco de sementes e uma grande diversidade de organismos. Os decompositores (bactérias, fungos, invertebrados…) são essenciais para o desenvolvimento de espécies vegetais no solo. Fazem o papel de reciclagem da matéria orgânica, transformando-a em nutrientes que vão ser utilizados por outros seres vivos. Através da decomposição, os nutrientes que fazem parte de um ecossistema são constantemente reciclados. Os decompositores são transformadores de energia, desempenhando um papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. A grande maioria das plantas, por exemplo, são extremamente dependentes desse processo. A diversidade de micro-organismos no solo encontra-se diretamente relacionada com a variedade de plantas e árvores existentes e vice-versa. O processo de decomposição depende da interação de alguns fatores, como a comunidade de seres vivos existente no solo, grau de humidade do solo (capacidade de retenção de água e temperatura) ou o pH do solo (grau de acidificação). A cobertura verde dos solos e a existência de árvores são fundamentais para retenção da água nos solos, por isso se vê que as zonas mais verdes e abundantes em vegetação são mais húmidas e férteis. As raízes desempenham um papel essencial no combate à erosão dos solos e retenção dos nutrientes e minerais fundamentais ao desenvolvimento da vida. Os solos funcionam ainda como um reservatório de água, libertando-a lentamente, permitindo ter rios e ribeiras com água o ano todo. O pH do solo influencia diretamente a capacidade de absorção das raízes e também a competência e saúde dos micro-organismos que vivem nele. Logo, o pH do solo afeta de forma significativa a produtividade, fertilidade, rentabilidade e qualidade dos produtos obtidos (sejam árvores, alimentos ou outros). O solo é um recurso que se forma muito lentamente, cerca de 1 cm a cada 100 anos, mas que pode ser degradado em poucos anos, pelo que à escala de tempo da vida humana, o solo é um recurso natural não renovável e um capital natural insubstituível para o futuro. Quando em equilíbrio, o solo trabalha em simbiose com os vários organismos decompositores e raízes para fornecer à planta tudo o que ela precisa. Quanto maior a diversidade de plantas, maior é a capacidade destas de se protegerem e crescerem saudáveis. É na diversidade que está o ganho, em todos os aspetos. Seja pela variedade de alimentos que se produz, pela diferença de nutrientes que são absorvidos e libertados nos solos (não levando à escassez de nutrientes existente numa monocultura), pela riqueza de biodiversidade que proporciona e proteção contra pragas. Na Plantar uma Árvore tentamos o melhor que sabemos para adequar as plantas que plantamos ao tipo de clima, à região e tipos de solo existente, optando sempre por plantar a maior diversidade de espécies possíveis. Não é possível ter solo sem uma floresta, mas também não temos floresta sem um solo saudável.

xerojardins xerojardinagem

XEROJARDINAGEM As mudanças climáticas são o grande problema ambiental que o mundo já está a enfrentar, um dos quais a escassez de água e é da responsabilidade de cada um de nós fazer a nossa parte, evitando ao máximo o desperdício e a utilização racional de água. Existem técnicas que passam por um programa operativo de conservação de água em jardinagem, assim como a utilização sempre que possível de espécies espontâneas para a execução de jardins, protegendo o meio ambiente. A Xerojardinagem, é um conceito que vem do termo grego xeros que significa seco e surgiu nos anos 70 nos Estados Unidos da América principalmente na zona da Califórnia e Colorado depois de um período grave de seca. Nos jardins podemos diminuir as necessidades de água se aprendermos a escolher as plantas mais bem adaptadas e com menos exigências ao nível do consumo de água. A procura crescente de água resulta em escassez e restrições sobre a sua utilização em jardins. Podem-se criar projetos paisagísticos de grande qualidade e ecológicos com o recurso às plantas xerófitas que tem como principal preocupação a poupança de água, que é um bem escasso e finito, às condições do local, a diminuição dos trabalhos e custos de manutenção e uma preocupação ecológica com a diminuição da utilização de produtos fitossanitários nos jardins. Uma paisagem xérica não é só cactos, sem relvado ou ser cor, pode ser utilizada uma grande quantidade de árvores e arbustos, área pequena de relvado utilizando de forma geral, espécies hidricamente pouco exigentes. Esta técnica tem o seu início por incremento da National Xeriscape Council que disponibiliza a conceção de uma nova estrutura que, de forma fácil, consegue estruturar um jardim com baixo consumo de água. Para a sua realização, na grande maioria dos casos haverá, sobretudo, necessidade de ter o sentido da realidade e um bom conhecimento da flora local, facto que facilita o balanço entre os recursos disponíveis e as necessidades a satisfazer. Este programa assenta em sete princípios fundamentais da Xerojardinagem: 1) Planificação do desenho; 2) Análise do Solo; 3) Seleção adequada de plantas, preferencialmente as espécies autóctones e xerofíticas; 4) Zona de relvado prática; 5) Rega eficiente; 6) Uso de cobertura do solo; 7) Manutenção adequada. A implementação de cada um destes princípios é uma boa prática de jardinagem, contudo, se todas as etapas forem realizadas, o uso da água será mais eficiente, sem prejudicar a qualidade e beleza dos jardins. Assim sendo, pode-se otimizar, adaptar e criar harmonia dos espaços verdes, tendo em conta a sustentabilidade dos mesmos. Ecossistemasol Agosto 2022

Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos

Jardim sensorial — apurando os cinco sentidos Um jardim pode (e deve) ser vivido com cada um dos seus sentidos Que os jardins têm uma função terapêutica intrínseca tanto ao cultivá-lo quanto ao apreciá-lo, ninguém duvida. O que poucos se dão conta é que essa experiência pode tornar-se palpável, visível e sentida de forma literal se o ambiente for planejado para ser inclusivo. Crianças, idosos, portadores de deficiências motoras ou visuais, todos podem se beneficiar das diversas “belezas” contidas em um jardim pensado para ser visto, tocado, cheirado e até consumido! Os caminhos do jardim sensorial precisam estimular os passos e privilegiar as planícies, sem muitos desníveis. São altamente recomendáveis espaços para a contemplação, com bancos estrategicamente colocados para que os visitantes possam curtir a harmonia da paisagem. É preciso cuidado com as plantas escolhidas para este tipo de jardim: espécies tóxicas devem ser evitadas. No mais, um paisagista saberá quais espécies utilizar e como harmonizar isso em um espaço inclusivo. Para estimular o olfato, pode-se optar por plantas que tem no aroma sua principal característica, como a lavanda (Lavandula stoechas) e a madressilva (Lonicera periclymenum). O tato precisa de folhas e flores aveludadas e coriáceas, sensíveis ao toque: a espada-de-são-jorge (Sanseveria trifasciata) e a nandina (Nandina domestica) são boas opções. O paladar requer uma junção com o toque e pode ser vivenciado com ervas aromáticas como o manjericão (Ocimum basilicum), o alecrim (Rosmarinus officinalis) e a cebolinha (Allium shoenoprasum). A audição pode sentir desde o silencioso murmúrio do farfalhar das folhas até o trinar dos pássaros canoros atraídos pelo jardim. O barulho gerado pela água em cascatas artificiais, fontes ou em um espelho d’água com espécies de plantas aquáticas como a ninfeia (Nymphaea odorata) Todo este conjunto harmonioso deixará os visitantes deslumbrados e vivenciando cada centímetro daquela impressionante experiência no formato de um belo jardim! Os nossos sentidos são mais diversos do que temos consciência. A perceção do mundo à nossa volta é um tanto complexa e interessante. Por isso, essa interação sensorial, quando estimulada, conecta-nos a lembranças do passado, aflorando em nós sentimentos de alegria ou de angústia, ou até mesmo uma saudade imensa de um tempo que nos marcou de alguma forma. Ao mesmo tempo, pode nos provocar sensações reais de prazer, incômodas ou até mesmo de calma, transportando-nos para experiências intensas. Agora, imagine o que um jardim sensorial pode proporcionar para nossa mente e corpo? Na verdade, o objetivo de um jardim sensorial, diferentemente de um tradicional, é oferecer uma experiência mais rica e terapêutica aos seus frequentadores, com diferentes necessidades ou não. Mas quais são as diferenças entre um jardim sensorial e um comum? Qualquer jardim é um espaço onde, naturalmente, nossos sentidos são estimulados, mas buscar diferentes sensações por meio de um projeto paisagístico concebido pela utilização de elementos com características e qualidades sensoriais específicas, criando ambientes benéficos para as pessoas, faz dele um local de estímulos e de experiências muito particulares. Luis Miguel Piedade www.ecossistemas.com www.ecoviveiros.com

Anne Whiston Spirn, Mikyoung Kim Design Win National Design Awards





The Cooper Hewitt, Smithsonian National Design Museum has announced its 2018 award winners. Among the 10 winners for a variety of design disciplines, MIT planning and landscape architecture professor Anne Whiston Spirn, FASLA, took home the award for “design mind” and Mikyoung Kim Design won for landscape design.

Spirn, who is the Cecil and Ida Green distinguished professor of landscape architecture and planning at MIT, is author of the seminal book The Granite Garden, which is now seen as the foundation of the ecological urbanism and landscape urbanism planning and design movements.
The Cooper Hewitt writes that Spirn’s “writings and action research have brought forth a new state of mind among designers and the general public—provoking the integration of city and nature, advancing design theory and practice, and transforming how people see and act.”
In an 2015 interview to mark the 30th anniversary of The Granite Garden, Spirn discussed progress since the book’s release and where we still come up short:
“We’ve made enormous progress, particularly with water. Ironically, we’ve done less well on climate and air quality. I say ironically, because there’s so much awareness of climate change these days. There’s been a lot of attention paid to design proposals aimed at adapting to rising sea levels, but less to the enormous potential that the design of cities holds for reducing the factors that contribute to climate change in the first place. We need to truly re-imagine the way we design cities.”
And for 30 years, Spirn led the West Philadelphia Landscape Project, an “investigation into how to improve environmental equality and social equity at the same time.” On this work, Spirn said:
“The West Philadelphia Landscape Project was a laboratory for working out ideas about the language of landscape and landscape literacy. It was extraordinary working with 12- and 13-year-olds in Mill Creek, a low-income African-American neighborhood in West Philly, as they learned how to read that landscape.” Learn more about Spirn.
Mikyoung Kim, FASLA, founding principal of Mikyoung Kim Design, was recognized for an “exceptional body of award-winning work that redefines the discipline of landscape architecture and inhabits the intersection of art and science.” Kim leads the firm along with Bryan Chou, ASLA, design leader, and Ian Downing, ASLA, technical leader.
Mikyoung Kim Design works at all scales — from big-picture master plans and large urban parks to bespoke residential spaces and art installations. The firm designs unique places that are not only sustainable and resilient but also magnets for people, especially kids. The firm makes memorable use of materials, transforming them through an intensive, creative process.
Mikyoung Kim Design is perhaps most well-known for its ChonGae Canal Source Point Park in Seoul, South Korea, along the banks of the restored Cheonggyecheon stream. The park became a model for stream and river restoration in a number of other cities. An environmental and cultural asset once buried in the name of progress was unearthed and saved.
In a recent interview, Kim explained how they needed to design a healing space without exposing the patients, who had compromised immune systems, to water or soil:
“We had to put aside our preconceived notions of what healing gardens are and really start to abstract nature in order to create this indoor experience for these families and patients.”
She also explained how innovative materials helped forge the connections to nature everyone wanted:
“Throughout our design process, we worked closely with different constituents. We worked with families and patients and brought two options. We brought an option that used more natural materials, and then we brought in a design that had more innovative materials — materials people hadn’t seen before — more contemporary materials built in innovative ways. I’d say 99-percent of kids were drawn to those. They said, ‘Cool, that’s amazing. I’ve never seen that before.'” Learn more about Mikyoung Kim Design.
Also worth noting: WEISS/MANFREDI, an architecture firm known for its multi-disciplinary approach, won for architecture design. WEISS/MANFREDI collaborated with Thomas Balsley Associates to create the award-winning Hunter’s Point South Waterfront Park, a model for resilient landscape design, in Queens, New York City, and also designed the Olympic Sculpture Park in Seattle, Washington.

Novo Site Ecossistemas


Eco Work - Boutique Hotel Onyria Palmares



Um pouco de nós

Em 1990 deu-se inicio da actividade comercial em nome individual, devendo-se à necessidade de satisfazer a qualidade dos vastos clientes essencialmente no Sul do Algarve e Alentejo, tendo então também ter sido executado entre 1991 e 1998 alguns trabalhos em Espanha inclusive na Expo de Sevilha e Lisboa.
Foi então que no ano 2000 nasce a empresa ECOSSISTEMASOL – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda. Com o seu crescimento e procurando dar sempre resposta ao mercado são criadas as empresas associadas, em 2002 a Empresa de Árvores centenárias OLIVEIRAS DE PORTUGAL e em 2007 a ECOVIVEIROS – Produção, Importação, Exportação de Árvores e Plantas Ornamentais, Lda.
Quer a satisfação como hábito de exigência dos nossos principais clientes variados e alguns de exigência superior, obrigaram-nos a que o nosso crescimento fosse sustentável, quer pela procura de serviços que eram prestados, como nos sectores onde existiam diversas lacunas de mercado em serviços, tais como: Sistema de rega automática; iluminação de exterior; manutenção da rede de rega; construção de muros de pedra; calçadas; drenagens e trabalhos de maior escala como:
  • Pine Cliffs Resort (Sheraton);
  • Lakeside (Quinta do Lago); 
  • Martinhal (Sagres); 
  • Carvoeiro Golfe;
  • Carvoeiro Clube;
  • Quinta do Paraíso;
  • Oceânico (antigo Vilamoura Club House Vitoria Golfe);
  • Bemposta SA (Inúmeras obras privadas e publicas) 
  • Quinta do Lago e Marinha;
  • Vilamoura;
  • Fábrica do Inglês em Silves;
  • Retails Parks;
  • Centros comerciais (Aqua Portimão, Apolónia Lagoa, Grand Plaza Tavira, Aldi, Faro, etc…);
  • Marina de Lagos;
  • Hotéis variados;
… entre outros mais como clientes de cariz particular que se foram alargando pelo território nacional desde a Quinta do Peru, Óbidos  ou de Lisboa a Valença pelo litoral e interior de Portugal. A internacionalização dá-se com o acompanhamento dos nossos clientes em projectos internacionais.
O mercado de Obras públicas sempre foi importante na nossa área, apesar de separado do mercado privado pelas diferenças de objectivos e qualidades. Absorveu parte da nossa facturação, tendo realizado obras de referência tais como:
  • Teatro das Figura – Faro;
  • Parque de Exposições –Portimão;
  • Marginal de Portimão e Quarteira;
  • Polis de Albufeira;
  • Polis Parque Ribeirinho de Silves;
  • Escolas Básicas;
  • Vias de Comunicação; Hospitais, Edifícios administrativos entre outros, etc…
Com a crise imobiliária e o decréscimo do investimento privado no nosso país as Obras públicas passam a ter mais relevância obrigando-nos a alterar o nosso Alvará para Industrial de Construção Civil com respectivas subcategorias de Arranjos Exteriores, passando os nossos objectivos serem com maior incidência no Mercado Privado pelas dificuldades mundiais.
Demonstrando uma aptidão internacional e reconhecida por vários prémios internacionais, o extenso leque de clientes solidifica no relacionamento e satisfação total comprovada pelo tipo de carteira de clientes é garantida a nossa internacionalização em diversos continentes com trabalhos de dimensão superior ao efectuado no nosso país recorrendo a meios próprios e a consórcios com outras empresas demonstrando capacidade de efectuar Espaços Verdes em qualquer canto do mundo.
Além de criar-mos Ecossistemas, somos um Ecossistema, um todo como uma família no nosso ambiente de trabalho aberto e multidisciplinar com capacidade de desenvolver e manter os desejos dos nossos Clientes que agradecemos pela confiança que nos depositam ao longo de todos estes anos.

Vila Valverde: O primeiro hotel rural de 5 estrelas do Algarve



O mar vê-se ao longe, mas são os verdejantes campos relvados e as oliveiras que contornam o caminho quem dá charme a este hotel que cruza história com design contemporâneo

Os sinais de modernidade do Vila Valverde – Design & Country Hotel surgem logo mal se cruzam as portas de entrada, com obras de arte harmoniosamente espalhadas pela receção e pelos salões, num espaço que deu particular atenção à luz natural.
Com 15 quartos (a partir de €120), o Vila Valverde – Design & Country Hotel oferece ainda com vista para o mar uma extensa propriedade com um laranjal, uma horta e um lago, bem como a incontornável piscina, perfeita nos dias de calor, com “Day Beds” espalhadas pelo relvado. Conte ainda com uma sublime piscina interior e ainda um pequeno SPA.

Obrigado pela confiança ao longo destes anos :-)

Banish Crabgrass From Your Property Naturally -



Crabgrass—the bane of many homeowners—is a troublesome plant. Not only does it outgrow and outcompete more polite lawn grasses, it can also exhibit allelopathic behaviors, poisoning nearby plants, according to a recent study in the Journal of Agricultural and Food Chemistry. Its numerous seeds lurk on and in the soil for up to three years, germinating whenever the temperature rises above 55 degrees and sunshine reaches the moist soil. And even though the Digitaria genus are annuals, the bare spots they leave behind in your lawn are perfect for germinating more seedlings the following spring. But before you reach for the chemical spray, try these safe and natural ways to remove the weed. 
Reduce Seed Production
Pull out as many plants as possible early in the season, before they can set seed. Mowing can buy you time to remove plants. If there are large patches, you can Naturally Kill Midsummer Weeds using an organic herbicide that contains ingredients such as clove oil and citric acid. Just remember it needs to be treated with respect, and it will kill any plant it touches.


Don’t Redistribute Seeds
Bag any plants or clippings, and immediately discard them (don’t compost or use as mulch!) in the landfill. Another option is to tie the top of the bag, and leave it in a sunny place for four to six weeks, which will let the heat kill any seeds. After that, it’s safer to compost.

Suppress Germination
A thick, healthy lawn is the best defense against crabgrass. When the ground is densely shaded, the seeds aren’t able to germinate. There are a number of ways to improve the health of your grass (see 6 Steps To A Healthy Organic Lawn), but here are a few initial suggestions:

• Set your mower at the top of the recommended height range for your type of lawn. Quicker-growing crabgrass will have a harder time outcompeting the rest of your lawn.
• When watering, do it deeply but infrequently. This will allow the surface of the soil to dry out, killing the shallow-rooted crabgrass. 
• Fall is a good time to plant lawn grass in areas with cold winters, as frost will soon kill any crabgrass seedlings.
• If your lawn is thin, you can spread corn gluten (20 pounds per 1,000 square feet) in the spring or before the beginning of the rainy season. Corn gluten inhibits the germination of seeds and breaks down rapidly, leaving nitrogen to feed established grass. 
Solarize Soil
If you’re still having trouble killing seeds, you can try this nifty trick: In the warmest, sunniest part of the year, mow the plants as short as possible, water generously, and then cover the area with a sheet of clear plastic,. Seal the edges all the way around (dig a shallow trench, put the edge in, and replace the soil over it). Be careful not to puncture the plastic, and leave it in place for four to six weeks. The plastic will heat up the ground enough to kill all seeds underneath. You can then reseed the ground with the grass you want afterward.

Ecossistemas ,Serviços de Jardinagem




Desde o desenho a construção do jardim.
Após alguns encontros com o proprietário a nossa equipa está apta a desenhar um jardim que vá ao encontro das suas necessidades e gostos, esta é a fase em que a conversa toma lugar a desenhos, esboços e ideias mais concretas.
A seguir mãos á obra, com máquinas, homens, composto, tubos e plantas. Pouco a pouco o jardim toma forma.
A escolha de plantas, tendo em conta o tipo de solo, clima e água é uma fase importante, esta fase pode ser partilhada com o proprietário, com visitas aos viveiros locais.
Por fim, os últimos retoques.

Depois de construir o seu jardim tem que o manter. As plantas crescem, a relva precisa de cuidados, as folhas caídas precisam de ser retiradas ou colocadas num compostador e as flores precisam de ser adubadas. Existem tarefas especificas para cada época do ano, para que na estação estival tenha flores e as plantas se apresentem com bom aspecto.
Uma equipa profissional manterá o seu jardim, deixando-lhe uma tarefa: Viver o seu jardim.

Um sistema de rega é constituído por um conjunto de tubos, válvulas, ligações hidráulicas  ligações eléctricas e equipamento de espalhamento de água (aspersores, pulverizadores, tubo gotejador ou micro aspersores). Como tal, esta instalação deverá ser realizada por um profissional.
Um instalador profissional, desenha o sistema de rega de acordo com o seu jardim, as necessidades hídricas das plantas, pressão e caudal existente.
Depois do desenho e de algumas decisões tomadas, há que abrir valas, estender tubo, efectuar ligações hidráulicas, testar a estanqueidade da tubagem, efectuar ligações eléctricas  instalar o controlador de rega em local próprio e acessível.
Após este trabalho terá uma rega que lhe garante plantas saudáveis, com menor esforço e poupança de água.
Com uma rega automatizada poderá sempre ajustar os caudais de água consoante a estação do ano.

Quando escolher o seu relvado há que ponderar duas soluções: relva natural ou sintética. São soluções diferentes e são usadas consoante as necessidades e exigências de cada proprietário.
A relva natural tanto pode ser semeada como pode ser plantada em tapetes. Se for plantada facilita a sua instalação e crescimento, em duas três semanas poderá andar e brincar em cima da relva. A relva de sementeira tem um período de cerca de dois meses de instalação.
A relva sintética é de fácil instalação, embora com um investimento superior á relva natural, em contrapartida tem uma manutenção quase nula. Ideal para espaços pequenos e médios, onde os recursos escasseiam para a manutenção, onde a água é dispendiosa.

Ao longo do tempo tem-se especializado em várias áreas inseridas nos espaços verdes:
   • Rega automatizada
   • Desenho de jardins
   • Construção de jardins
   • Manutenção de jardins
   • Iluminação de jardins
   • Podas e limpezas de jardins
   • Construção de hortas
   • Renovação de canteiros e floreiras
   • Manutenção de Piscinas
   • Assistência técnica de sistemas de bombagem






Em época de contenção de custos, os jardins de que exigem menor conservação ganham cada vez mais razão de existirem. Saiba o que os distingue



Não precisa de gastar fortunas. A ideia de que o jardim é um espaço dispendioso não passa de um mito e a prova disso mesmo são as dicas que aqui lhe deixamos para conseguir um espaço verde com poucos custos mas, ainda assim, atrativo, apelativo e irresistível. Veja as espécies a que pode recorrer e alguns comportamentos e truques que deve privilegiar para conseguir uma área ajardinada que convide à fruição e que simultaneamente seja um bálsamo para os olhos e para a alma.

Rosas arbustivas e resistentes

As rosas requerem muita atenção e poda regular para a formação correta. As arbustivas são as menos exigentes no que à poda diz respeito e as mais resistentes a pragas e outros problemas. Constituem um grupo especial no seio das roseiras modernas e a maioria volta a florescer durante o ano. No primeiro ano de plantação, não devem sofrer cortes e nos seguintes deve podar apenas as partes que sobressaem do maciço. Com ferramentas bem limpas, corte por baixo da segunda folha a partir da flor.

Maciços cheios de bolbos

Os bolbos são ideais para jardins de baixa manutenção porque vivem muitos anos e multiplicam-se facilmente. Instale os bolbos em solo bem drenado para não apodrecerem. As bolbosas de floração primaveril (túlipas ou jacintos) são plantadas no outono e as de verão (begónias ou gladíolos) na primavera. No que diz respeito a outro tipo de plantas para formar maciços, evite as que se auto-semeiam com facilidade e as muito invasoras.

Árvores em vaso que necessitem de pouca poda

Se quer reduzir os trabalhos no jardim, evite os arbustos que requerem poda regular. Existem espécies como o loureiro ou o medronho, que não requerem muito trabalho de poda, enquanto outras, como a camélia ou a azálea, necessitam poda extra de floração. Valorize a plantação de arbustos de vida curta que necessitam de ser substituídos ao fim de poucos anos e não cultive sebes formais. As sebes de Cupressus arizonica ou de buxo necessitam ser bem podados para manter a silhueta bem recortada, o que obriga a estar frequentemente de tesoura na mão. Pode deixar crescer livremente as sebes informais.

Mulching e rega automática

O mulching apresenta numerosas vantagens. Protege a terra do vento e do frio, conserva a humidade, evita a evaporação e minimiza o aparecimento de daninhas. Outra boa prática é utilizar a rega automática por gotejamento ou aspersão, dos sistemas localizados que administram água diretamente à planta. Se juntar adubos orgânicos ao solo, melhora a textura e a drenagem e aumenta a resistência ao calor, à seca e às pragas e doenças.

Reduza a superfície de relva

O relvado é um dos elementos naturais mais estéticos mas também o que mais cuidados e água necessita. Se não quer renunciar ao relvado mas também não é partidário de gastar tempo e dinheiro, reduza a superfície destinada à relva ou opte por uma solução artificial, à base de fibras que não necessitam rega, adubo ou cortes. Não é o mesmo que o relvado natural mas constitui uma opção a ter em conta no caso de pretender poupar.

Plantas fragrantes muito duradouras

Com plantas da época é necessário replantar em cada primavera e passado o outono ficam desnudadas e pouco estéticas durante os meses mais frios do ano. Cultive arbustos perenifólios como o loureiro real ou o buxo e consegue assim resolver o problema. Outra boa ideia é plantar coníferas anãs e aromáticas, que não requerem muita água nem outros cuidados.