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PRINCÍPIOS DE PAISAGISMO PARA JARDINS RESIDENCIAIS
PRINCÍPIOS DE PAISAGISMO PARA JARDINS RESIDENCIAIS
Num campo tão subjetivo como o paisagismo, é tentador pensar que as regras não se aplicam. No entanto, após 28 anos e centenas de projetos, passei a acreditar em determinadas regras e diretrizes que não são nem exigentes nem restritivas. Todas se provaram inestimáveis para mim ao longo dos meus anos a criar jardins. Aplicadas por qualquer jardineiro, amador ou profissional, resultarão num projeto mais bem-sucedido e satisfatório.
Comecemos por duas regras que podem dar início ao processo de planeamento de um jardim, passando depois para orientações que ajudam a dimensionar as proporções dos elementos de um jardim e, finalmente, para a escolha e utilização das plantas certas.
01: OBEDEÇA À "LEI" DO ENVOLTÓRIO SIGNIFICATIVO
Sim, esta é uma "lei", não apenas uma regra! Ela aborda o significado fundamental de jardim, que é "envolvimento". Para mim, isto é absolutamente crucial para criar uma sensação de refúgio e de me sentir acolhido pela natureza. A lei do confinamento significativo diz que nos sentimos confinados quando o bordo vertical de um espaço tem pelo menos um terço do comprimento do espaço horizontal que habitamos. Provavelmente derivada de estudos de psicologia comportamental, esta regra foi-me apresentada por um professor da pós-graduação e foi das melhores coisas que aprendi.
Ainda ontem, quando estava a iniciar o projeto de um pátio que queria separar de uma área de lazer adjacente, ela deu-me uma orientação instantânea sobre a altura da sebe que eu iria precisar: a área tinha 5,2 metros de largura, pelo que a minha sebe deveria ter pelo menos 1,8 metros. Sente-se perto de uma árvore no parque ou de uma parede e afaste-se gradualmente, e verá como funciona. É claro que há momentos em que o objetivo de um projeto paisagístico é uma sensação monumental de escala ou vista, mas os melhores jardins, independentemente do tamanho, modulam uma sensação de confinamento e abertura, e esta regra ajudará.
02: SIGA A LINHA REGULADORA
A minha formação formal em arquitetura também me apresentou o conceito de “linha reguladora”. A ideia é que um elemento arquitetónico (por exemplo, uma porta, a borda de um edifício ou até mesmo uma moldura de janela) ou uma característica marcante da paisagem (uma árvore proeminente, uma piscina existente, o limite da propriedade) pode “gerar” uma linha imaginária que ajuda a ligar e organizar o projeto. Por exemplo, ao projetar um quintal, desenhei as linhas da ampliação do edifício no espaço do jardim e, em seguida, alinhei a piscina e o passadiço de madeira com essas linhas. O resultado é ordenado e coeso, mesmo depois de suavizado com a plantação. “Uma linha reguladora”, escreveu o grande arquitecto (e teórico) Le Corbusier, “é uma garantia contra o capricho… Confere à obra a qualidade do ritmo… A escolha de uma linha reguladora fixa a geometria fundamental da obra...”
Le Corbusier acerta em cheio nos dois aspectos (algo paradoxais, talvez) que tornam a linha reguladora tão valiosa. Em primeiro lugar, há a ideia de ordem subjacente: que o jardim, apesar de toda a sua naturalidade ou selvajaria, assenta em princípios sólidos — o que é por vezes conhecido nos círculos da jardinagem como "bons alicerces". Em segundo lugar, que as linhas reguladoras — pelo menos da forma como as utilizo — são subjetivas; é o designer que as identifica e manipula para criar o jardim. E diria que a utilização da linha reguladora, mais do que qualquer outro conceito, distingue o design profissional do amador.
importancia do solo num jardim ou area verde
A IMPORTÂNCIA DO SOLO
O solo é a camada superficial da crosta terrestre, constituído essencialmente por partículas minerais, matéria orgânica, água, ar e seres vivos, elementos essenciais para a existência de vida e fertilidade dos solos.
Os solos sustentam 99% da produção de biomassa e são um regulador ambiental através da sua intervenção no ciclo hidrológico e ciclos biogeoquímicos. Atuam como um filtro, acumulador, amortecedor e transformador de diversos compostos que circulam entre a atmosfera, a hidrosfera e os organismos vivos, e são uma reserva da biodiversidade com o seu banco de sementes e uma grande diversidade de organismos.
Os decompositores (bactérias, fungos, invertebrados…) são essenciais para o desenvolvimento de espécies vegetais no solo. Fazem o papel de reciclagem da matéria orgânica, transformando-a em nutrientes que vão ser utilizados por outros seres vivos. Através da decomposição, os nutrientes que fazem parte de um ecossistema são constantemente reciclados. Os decompositores são transformadores de energia, desempenhando um papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. A grande maioria das plantas, por exemplo, são extremamente dependentes desse processo.
A diversidade de micro-organismos no solo encontra-se diretamente relacionada com a variedade de plantas e árvores existentes e vice-versa. O processo de decomposição depende da interação de alguns fatores, como a comunidade de seres vivos existente no solo, grau de humidade do solo (capacidade de retenção de água e temperatura) ou o pH do solo (grau de acidificação).
A cobertura verde dos solos e a existência de árvores são fundamentais para retenção da água nos solos, por isso se vê que as zonas mais verdes e abundantes em vegetação são mais húmidas e férteis. As raízes desempenham um papel essencial no combate à erosão dos solos e retenção dos nutrientes e minerais fundamentais ao desenvolvimento da vida. Os solos funcionam ainda como um reservatório de água, libertando-a lentamente, permitindo ter rios e ribeiras com água o ano todo.
O pH do solo influencia diretamente a capacidade de absorção das raízes e também a competência e saúde dos micro-organismos que vivem nele. Logo, o pH do solo afeta de forma significativa a produtividade, fertilidade, rentabilidade e qualidade dos produtos obtidos (sejam árvores, alimentos ou outros).
O solo é um recurso que se forma muito lentamente, cerca de 1 cm a cada 100 anos, mas que pode ser degradado em poucos anos, pelo que à escala de tempo da vida humana, o solo é um recurso natural não renovável e um capital natural insubstituível para o futuro.
Quando em equilíbrio, o solo trabalha em simbiose com os vários organismos decompositores e raízes para fornecer à planta tudo o que ela precisa. Quanto maior a diversidade de plantas, maior é a capacidade destas de se protegerem e crescerem saudáveis. É na diversidade que está o ganho, em todos os aspetos. Seja pela variedade de alimentos que se produz, pela diferença de nutrientes que são absorvidos e libertados nos solos (não levando à escassez de nutrientes existente numa monocultura), pela riqueza de biodiversidade que proporciona e proteção contra pragas.
Na Plantar uma Árvore tentamos o melhor que sabemos para adequar as plantas que plantamos ao tipo de clima, à região e tipos de solo existente, optando sempre por plantar a maior diversidade de espécies possíveis. Não é possível ter solo sem uma floresta, mas também não temos floresta sem um solo saudável.
MONTREAL, CANADÁ - Na origem do nome Montreal, está o monte que ocupa o centro da cidade. Um verdadeiro pulmão
Primeira imagem que guardo de Montreal é a de uma grande mancha de verde rodeada de água, como o pano de fundo de um quadro de Monet.
À medida que o avião aterrava naquela sexta-feira, dia 19 de Setembro de 2008, juntou-se ao verde e ao azul do rio Saint-Laurent, o vermelho sanguíneo dos tijolos que revestem metade das casas da ilha. Mais do que uma primeira impressão, desde cedo percebi que proteger o ambiente e integrar a natureza no espaço urbano faz parte da identidade desta cidade.
Na origem do nome Montreal, está o monte que ocupa o centro da cidade. Um verdadeiro pulmão, o Mount-Royal tem mais de 200 000 árvores e é o habitat para uma grande variedade de espécies vegetais e animais: 65 espécies de árvores, 600 espécies de plantas, 180 espécies de aves e 20 espécies de mamíferos. Talvez isso ajude a perceber o amor dos montrealense pela natureza.
Qualquer que seja a estação do ano, as pessoas desfrutam do monte, mas também dos vários parques e jardins espalhados pela cidade. No verão, a paisagem enche-se de piqueniques, biquínis e crianças numa versão contemporânea do Parc Monceau como o retratou várias vezes o pintor impressionista; no outono, a beleza efémera das folhas que se transfiguram em dezenas de cores diferentes antes de caírem é o pretexto favorito para se sair de casa. No inverno, o verde esconde-se, mas não é por isso que se fica condenado às quatros paredes: os lagos transformam-se em ringues de patinagem no gelo e até pistas de ski de fundo para competições internacionais, como foi o caso do ano passado. Trocam-se nas arrecadações os triciclos pelos trenós e da neve acumulada nos parques constroem-se montanhas, túneis e sítios secretos. Na primavera, as pessoas antecipam-se aos bolbos e os espaços verdes voltam a encher-se de cores e roupas de algodão.
E, como quando gostamos muito de alguma coisa tendemos a tomar bem conta dela, há um grande investimento político e dos cidadãos para integrar práticas sustentáveis e o respeito pelos bens naturais comuns. São alguns exemplos, o alargamento e construção de ciclovias nas zonas mais centrais para incentivar o uso regular da bicicleta, a adesão à compostagem doméstica, o respeito pela reciclagem, a expansão da agricultura urbana em tectos, os muitos jardins comunitários espalhados pela cidade, a proliferação de mercados que oferecem produtos biológicos, um bom sistema de partilha de carros (muitos dos quais são híbridos), o aumento de zonas verdes em sítios menos óbvios, entre outros. Não é também de estranhar quando os habitantes de uma rua ou bairro colaboram para a revitalização de um espaço comum, sobretudo quando o motivo é embelezar e melhorar a qualidade de vida dos residentes. O projeto “Ruelles vertes” é um dos melhores exemplos dessas boas práticas onde o espírito cívico resulta em serviço público e quando uma iniciativa de intervenção local tem impactos globais
Num sábado de setembro a caminho da casa do professor de piano dos meus filhos, no centro da cidade, passámos por uma ruela onde mais de 50 pessoas passavam flores, plantas e terra entre si. Verde, muito verde disfarçava o asfalto. Na rua, carrinhos de mão, ancinhos, tesouras de poda, canteiros em vias de ser. Em primeiro plano, um casal de meia-idade de enxada na mão, discutia se a quantidade de terra que estavam a pôr era suficiente ou não. Mais à frente, duas irmãs pré-adolescentes equipadas com luvas de jardinagem, mexiam na terra. “Eu prefiro as rosas e as tulipas”, respondeu-me a Mika quando lhe perguntei se tinha flores preferidas. “As plantas embelezam a rua”, disse a irmã. Percebendo que eu era portuguesa, Firmino Tristão de Lima, um açoriano emigrado há 22 anos e que está envolvido no comité de cidadãos da rua, disse-me logo que era importante incentivar as pessoas a cultivarem e a interessarem-se pelas plantas. “Um dia queremos fechar esta rua. Este é o primeiro passo”, disse.
Era mais uma rua a transformar-se em jardim. Mas não é de agora, isto de andar a ajardinar ruelas. A primeira rua verde em Montreal nasceu em 1997. Só este ano já foram criadas perto de 60 novas ruas verdes. Para que isso seja possível, é retirado uma parte do asfalto em cada lado da rua e são plantadas plantas indígenas, flores e arbustos. Em algumas ruas também se colocam bancos de jardim, canteiros e pinturas murais. E, embora sejam poucos os casos, pode mesmo acontecer retirar-se o asfalto por completo e substituí-lo com ... relva.
Quando estava a falar com alguns jardineiros improvisados, encontrei Alex Norris, conselheiro municipal do bairro Jeanne-Mance do arrondissement do Plateau-Mont-Royal e membro do partido “Projet Montréal”. Aproveitei para lhe pedir que explicasse como é que funciona a iniciativa “Ruelle verte”. Disse-me que o que determina todo o processo é que o interesse tem de vir dos moradores de cada bairro porque só o envolvimento dos cidadãos assegura a durabilidade do projeto. O projeto conta com o apoio do programa Éco-quartier, um programa de educação e intervenção ambiental levado a cabo pelos cidadãos, e do arrondissement – divisão administrativa da cidade e que corresponde grosso modo ao termo freguesia em Portugal. No caso da ruela onde estávamos entre as ruas Prince-Arthur/Milton/Sainte-Famille/Jeanne-Mance, também conhecida como a ruela da festa dos vizinhos, o arrondissement foi o parceiro do projeto e ajudou nos serviços de escavação, oferta das plantas e aconselhamento em relação às plantas e flores mais adequadas à ruela e às condições meteorológicas. E, disse o conselheiro municipal, para que as coisas aconteçam mais rapidamente, há medidas que facilitam a aprovação do processo pelos órgãos do Poder Local. Tem de haver um número mínimo de cidadãos interessados para o projeto ser aprovado, mas passado o número mínimo só quem se opuser a tornar verde uma das ruelas do seu bairro é que se deve manifestar. Se metade das pessoas estiver de acordo e o projeto for aceite, a “ruelle verte” acontece.
Segundo Alex Norris, o objetivo desta iniciativa é uma vida mais verde. “Diminuir a circulação em ruas locais, “apaiser” a velocidade dos carros, melhorar a vida para as famílias”, disse. “Depois corrija isso para um melhor português”, acrescentou a rir-se e no sotaque de quem já viveu no Brasil. Mas não é preciso. Com mais para ou menos para ou um “apaiser” em vez de reduzir, o projeto fala por si.
Se imaginarmos que Montreal tem quase 500 km de ruelas percebemos o potencial desta cidade no que respeita à integração de novos espaços verdes.
Ver novos e velhos pela manhã de um sábado quente, a pôr as mãos na terra e contribuir assim para o bem-estar geral da sua cidade é uma paisagem mais bonita e evocadora de mudança do que os piqueniques com senhoras de sombrinhas e senhores de grande bigodes retratados no século passado. Mas uma coisa os impressionistas perceberam desde cedo: é que os jardins podem ser onde e quando o pintor, ou o cidadão quiser. E, com sorte, pode ser que a ideia também germine noutros cenários urbanos.
VISTO DE FORA
Nas notícias por aqui: A corrida às presidenciais no país vizinho tem dominado as notícias por aqui.
Sabia que por cá… em 2007, Montreal foi a primeira cidade do mundo a assinar a Carta do Geoturismo da National Geographic Society? O objetivo desta parceria é a promoção de um forma de turismo que valorize o caráter geográfico da cidade, ou seja, o ambiente, a cultura, a conservação dos bairros, a manutenção dos espaços verdes e a proteção do património histórico.
Um número surpreendente: 98 é o número de ruas verdes no bairro Rosemont-La Petite-Patrie. Só nesse bairro, desde 2011, 3 158 m2 de asfalto, o equivalente a metade de um campo de futebol, foram transformados em jardim
JARDINS DE FÁCIL MANUTENÇÃO EM 10 PASSOS
O jardim pode ser pensado e criado de forma a reduzir o tempo para a sua manutenção e facilitar a mesma, permitindo que seja tão interessante como um outro espaço verde de maior manutenção.
Em tempos de crise e de austeridade como os que vivemos atualmente, conseguir a máxima eficiência com o menor investimento é uma prioridade.
As dicas seguintes pretendem ajudar a conseguir realizar e manter o seu jardim low maintenance:
1. Adeque o espaço às suas necessidades
Se pensarmos um pouco na natureza à nossa volta sem intervenção humana, podemos encontrar verdadeiros jardins, que muitas vezes nos proporcionam a realização de atividades ao ar livre como um piquenique em família ou desportos de lazer. No mesmo sentido, quando planear o seu jardim, procure adequar o estilo e conceção do espaço aos seus hábitos de vida.
2. Racionalize a escolha das espécies
O tempo que tem disponível para cuidar do seu jardim pode condicionar os elementos e vegetação que vai incluir. Se, por exemplo, só tem tempo uma vez por semana para a manutenção e não pretende gastar dinheiro em mão de obra extra, escolha plantas tolerantes à seca que toleram uma rega semanal, principalmente no verão.
3. Recorra a revestimentos
Cubra o solo com revestimentos como o seixo, casca de pinheiro, gravilha e/ou similares, aplicando uma tela antiervas por debaixo, para minimizar o crescimento de ervas daninhas.
4. Tire maior partido da rega
Programe as suas plantações para o outono ou a primavera, de forma a reduzir as necessidades de água essenciais para a fixação das raízes. São épocas de menor calor em que a evaporação é mais baixa e existe um maior aproveitamento da água da rega.
5. Saiba escolher os fertilizantes
Quando fertilizar as plantas, opte por fertilizantes de libertação lenta, que têm um tempo de atuação mais prolongado, podendo ir até seis meses, economizando tempo e dinheiro, mantendo a mesma nutrição das plantas.
6. Prefira plantas de folhagem perene
Escolha plantas de folhagem perene para evitar o trabalho de limpeza e remoção de folhas secas, que ocorre na maioria das espécies no outono e no inverno.
7. Utilize bordaduras
Se pretender efetuar a cobertura do solo com relvado, evite as variedades de crescimento rápido que consomem mais água, manutenção e fertilização. Coloque bordaduras entre o relvado e as outras áreas do solo para condicionar o seu alastramento para áreas não desejadas, evitando trabalhos extra quando efetuar o corte do relvado. Outra forma de reduzir a manutenção do relvado é a escolha do seu formato. Uma forma retangular é mais fácil de manter e demora menos tempo a cortar do que formas curvas e com ângulos de difícil acesso para o corta-relvas.
8. Use plantas suculentas como revestimento
O revestimento de solo pode ser realizado com o uso de espécies como o sedum, uma suculenta que tem a vantagem de ser resistente à seca, exigir pouca manutenção, preferindo o solo arenoso para o seu bom desenvolvimento. Se o seu jardim é sombrio, pode optar por espécies de sombra como a Pachysandra terminalis ou a Hedera hélix (hera).
9. Tenha cuidado com os materiais dos vasos
A utilização de vasos como recipientes e outras estruturas para a ornamentação do espaço deve obedecer a uma escolha cuidada dos materiais. Se, por um lado, é importante associar o tipo de material ao estilo desejado, por outro deve-se ponderar a sua manutenção e durabilidade. Exemplos como a madeira, barro, metal ou pedra possuem vantagens e desvantagens. Um caso típico é a madeira, material natural que exige alguma manutenção periódica para que não apodreça e mantenha as suas características de isolamento e ligação ao ambiente rústico.
10. Otimize as regas
A rega é uma função que requer tempo. Existem vários cuidados que pode por em prática para otimizar o tempo e reduzir o consumo de água, como é o caso do aproveitamento das águas das chuvas através da colocação de um depósito que pode recolher as águas das caleiras dos telhados ou de outras superfícies como varandas e terraços. Também a instalação de um sistema de rega irá poupar tempo e recursos financeiros, visto ser possível otimizar os tempos de rega e o débito de água. Não regue nas horas de calor e utilize pistolas de rega na extremidade de mangueiras para poder regular o fluxo de água e a sua distribuição.
Os nossos trabalhos podem ser vistos por todo o Algarve com maior incidência na zona da Quinta do Lago em aldeamentos como todo o Algarve.
#Dienstleistungen
#Landschaftsarchitektur-#Projekte
#Planung von #verständlichen #Bepflanzungssystemen mit Identifikationsfotos
#Strukturelles #Design von #Wassersystemen und #Drainagen
#Planung von #Beleuchtung und städtischem Mobilar, #Strukturen, Belägen, #Spielplätzen ;
#Technische #Details
#Tridimensionale Repräsentation von Projekten für gewerbliche und/oder Werbezwecke
#Ausarbeitungen für die #Optimierung, #Wiederherstellung und #Veränderung von degradierten Zonen, #historischen #Gärten
#Projektkontrolle
#technische #Beratung
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#Außen und Innenflächen – #Bau, Aufsicht, Wiederherstellung und Erhaltung
#Parks, #Golfplätze, #Sportanlagen, #Gärten, #Blumenbeete, #Blumentöpfe, #Terrassen, #Vasen, #gartenartige #Grünflächen außen und innen
#Bewässerungsanlagen, #Beleuchtung, #Entwässerungsrinnen, #Isolierungen und #Anstricharbeiten
Seen und #Wasserspiele (#Brunnen, #Wasserfälle und künstliche und natürliche Bäche) biologische Stabilisierung von Hängen, Wiederaufbereitung von Ökosystemen.
Füßgangerwege, #Gänge und Decks, Harz, Seitenwege.
Pergolas, Zäune, städtisches #Mobilar und Spielplätze
Steinmauern, Holz, Körbe in Blumentöpfen.
Wiederaufstockung von autochthonen Spezien, Reinigung von Gehölz, Wäldern, Seen ;
Hydro-Saatgut
Rasen: natürlich und künstlich;
Terrassen, Bedeckungen;
#Künstliche Nebel zu #Wasserfällen, Parks und Thema oder Ausstellungen.
#Kontrolle der #Temperatur und Staub von außen nach Straßen, kommerzielle Galerien und Balkone oder Terrassen.
Zäune, Tore aus Holz und Aluminium
Natürliche und künstliche Schwimmbäder
Gebäude aus Mauerwerk, Holz, Eisen und Lehm.
landwirtschaftliche und forstwirtschaftliche Dienste
Vermietung von schweren und leichten Geräten
Erdabtragungen
Stabilisierung von Dünen und Stränden
Verlegen von Fliesen
Seitenwege
Monumente und künstlerische Werke (Staturen)
#Topografie
Reinigung von Baustellen und Arbeiten.
Innendekoration
Messe-und Ausstellungsstände
#Vertikale #Gärten
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#Muros de Pedra #Stone Walls
O truque de uma Muralha sólida é a sua
base, e o sistema de drenagem e o tipo de pedra utilizado como matéria
prima
Os nossos trabalhos podem ser vistos por todo o Algarve com maior
incidência na zona da Quinta do Lago em aldeamentos como todo o Algarve.
Muros e Muralhas de Pedra têm uma grande
utilidade para aproveitamento e limitação de área.
Construídos com Pedra de Lage original da Serra Algarvia, os muros de pedra
permitem criar ambientes fantásticos para delinear e aproveitar espaços em
jardins, parques e avenidas.
São muito utilizados em moradias e aldeamentos, com o objectivo de
embelezar, delinear áreas da propriedade e aumentar áreas úteis, assim com:
§
Suporte de Taludes,
§
Decoração de Fachadas,
§
Aproveitamento de Áreas de Terreno,
§
Aumento de Cotas,
§
Construção de Zonas de Lazer,
§
Rock Gardens,
§
e muito mais!
A utilização de Relva Artificial para a
criação de Relvados Artificiais em jardins tem grandes vantagens
A utilização de Relva Artificial para a
criação de Relvados Artificiais em jardins tem grandes vantagens:
§ O Jardim mantém um
aspecto saudável e tratado todo o ano, mesmo em alturas de seca ou frio extremo
(geada)
§ A poupança em água é
significativa, uma vez que a relva artificial não necessita de rega,
beneficiando assim também o meio ambiente
§ A relva artificial
proporciona espaços limpos de lazer para utilização por crianças, sem
preocupação de sujidade de lamas ou terras
§ O Relvado Artificial
tem garantia de mais de 18 anos contra deterioração das cores.
A relva artificial é a solução
para criar espaços agradáveis com o mínimo de manutenção.
Com centenas de
jardins instalados com relvados artificiais, a opinião dos clientes
tem sido bastante positiva.
O facto de conseguir manter
um jardim com aspecto arranjado e limpo todo o
ano, sem necessidade de manutenção é uma das razões que
leva, cada vez mais, a optar por esta solução para jardim.
A forma de manter o seu espaço verde
todo o ano, muito utilizado e indicado para:
§ Zonas e Espaços de
Lazer
§ Campos de Futebol
§ Canteiros de Plantas
§ Jardins junto a
Piscinas
§ Entradas de Hotéis
§ Jardins de Moradias
Relva Sintética Desportiva todos os
tipos de desporto:
§
Futebol
§
Ténis
§
Golfes
§
Putty Greens
§
Campos Desportivos
Serviços de construção de jardins e afins
| Comemora-se de 16 de Abril a 25 de Maio os 70 anos de Arquitectura Paisagista em Portugal |
A tradução literal de bonsai é planta na bandeja, a partir das palavras japonesas 'bon' e 'sai'. Mas bonsai tem um significado muito mais amplo, que envolve cultivo em recipiente raso, orientação, podas, para que a árvore pareça natural, com uma intenção plástica. Esse elemento artístico distingue um bonsai de uma árvore envasada.
O bonsai, como ser vivo, transforma-se ao longo do ano, ao longo dos anos... Adquire maturidade e qualidade... A planta se desenvolve sempre de uma maneira única, individual. A própria natureza e o tempo fazem parte da composição artística do bonsai. Assim, um bonsai é uma arte muito particular, que nunca está finalizada e nunca fica estática. É uma arte dinâmica, em que o artista não controla todos os elementos, apenas conduz ou orienta uma planta em constante mutação. Dessa forma, o tempo também deve ser considerado. Basta observar as mudanças durante o ciclo do ano. Algumas espécies florescem, outras perdem as folhas, frutificam, ou, mesmo que estas características não sejam tão acentuadas, o brilho, a intensidade, a coloração, as folhas se alteram sazonalmente. Ao passar dos anos, as árvores também se modificam e amadurecem... Ou acrescentamos novas plantas... Ainda devemos considerar a dimensão tempo, mesmo ao observarmos o bonsai uma vez, já que esse não pode ser apreendido como um todo num único olhar.
| História do Paisagismo |
História do Paisagismo
O paisagista é um profissional cada vez mais valorizado, diferentemente de alguns anos atrás, que era visto como jardineiro. Ele é responsável pelo estudo e planejamento dos espaços, pelo desenho do projeto (a mão livre ou no computador) e pelo gerenciamento da implantação e manutenção.
HISTÓRICO
A origem da profissão de paisagista remonta as culturas antigas, da Pérsia e Egito à Grécia e Roma no tratamento de seus jardins. Durante a Idade Média o interesse pelo espaço exterior diminuiu, porém, com o Renascimento, foi revivido com esplendidos resultados na Itália e deu origem às vilas ornamentadas, jardins, e grandes praças exteriores.
JARDIM CLÁSSICO FRANCÊS
Posteriormente este movimento chegou à França, originando o estilo clássico francês, com a construção de grandes jardins de palácios como o de Versailles, no século XVII, projetados por André Le Notre, onde a simetria e poda das plantas era bastante rígida.
O JARDIM INGLÊS
No século XVIII, paisagistas ingleses, como Lancelot "Capability" Brown, apresentam o conceito de jardim com formas mais orgânicas e naturais, consolidando o estilo de jardim inglês, que era naturalista.
OS GRANDES PARQUES URBANOS - CENTRAL PARK
Na América do Norte, um dos primeiros paisagistas de destaque foi Frederick Law Olmsted, que construiu o Central Park em Nova York com Calvert Vaux no final da década de 1850.
BURLE MARX
No Brasil, o paisagista de maior destaque foi Roberto Burle Marx, que nasceu em SP em 1909, mudou-se para o RJ ainda menino e aos 19 anos foi estudar na Alemanha, onde iniciou contato com a escola alemã Bauhaus. De volta ao Brasil, estudou Artes Plásticas e iniciou seus trabalhos de paisagismo com os arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, tornando-se mundialmente conhecido
ATÉ DÉCADA DE 80 - Poucos paisagistas no Brasil Até a década de 80, o paisagista era pouco valorizado no Brasil, tendo atuação apenas em grandes espaços e obras públicas.
Em prédios e residências predominava o profissional jardineiro, sem muito conhecimento estético e técnico, pois as crianças brincavam nas ruas e não havia necessidade de grandes áreas de lazer dentro dos prédios.
Mas mudanças sociais ocorreram e acabaram beneficiando o paisagismo. Quem está na faixa dos 40 anos sente bem estas mudanças. Na década de 70, os muros eram baixos e as crianças brincavam na rua, não havia tantos carros e tanta violência, além disso a maioria das mães era dona de casa.
A PARTIR DA DÉCADA DE 80 - GRANDES PRÉDIOS E CONDOMÍNIOS
A partir daí, muita coisa mudou, os muros ganharam altura e as mães foram à luta no mercado de trabalho, e as crianças passaram a ficar confinadas dentro das casas e prédios, iniciando-se então um movimento de valorização das áreas de lazer de prédios e residências, que continua crescente até hoje.
É desta época também o surgimento dos grandes condomínios residenciais. CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS E GRANDES EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS COM GRANDES ÁREAS DE LAZER, VALORIZARAM O PAISAGISTA.
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PROGRAMA DE ACTOS IBERFLORA 2011
Del 5 al 7 de octubre:- Exposición de Proyectos Fin de Carrera presentados al “Premio Nacional Iberflora 2011. Proyectos Fin de Carrera Jardinería y Paisajismo”
- Exposición de IBERFLORA INNOVACIÓN Nivel 3 Pabellón 3
- Exposición de IBERFLORA 40 ANIVERSARIO Nivel 3 Pabellón 1
- DEMOSTRACIONES EN VIVO DE ARREGLOS DE MACETAS COMO ARTÍCULO DE REGALO. Stand de la firma Vivercid. Nivel 3 Pabellón 2 Stand B32
- Inauguración Oficial de IBERFLORA 2011
- COPA JUNIOR DE ARTE FLORAL
- JORNADA TÉCNICA “LA FLORICULTURA MEDITERRÁNEA EN EL MARCO DE LAS BUENAS PRÁCTICAS AGRÍCOLAS”
Organiza: IVIA
09:45 h. Presentación. Innovación y Desarrollo para una floricultura sostenible. El proyecto FLORMED. D.Julián Bartual (IVIA-EEX-Elx)
- 10:00 h. Aspectos técnicos de la producción sostenible de la flor cortada. Aplicación en el cultivo del estátice. Dª.Dolors Roca Ferrerfábrega (IVIA)
- 10:30 h. Café.
- 11:00 h. Protocolo de las BPAs como herramienta de valorización de la flor y la planta viva ornamental. D.Luís Martín (Técnico de Calidad de FEPEX)
- 11:30 h. MESA REDONDA:
- Acciones de promoción de la flor mediterránea producida por medios sostenibles. Dª. Mª Ángeles Fernández-Zamudio (IVIA)
- La experiencia de otras marcas europeas ya existentes:
- Experiencia italiana : FIORI GIUSTO.
- D. Riccardo Giordano. Direttore Mercato Fiori Sanremo.Presidente Distretto Agricolo Florovivaistico del Ponente
- D. Alessandro Lantieri. Secretario Mercato Fiori Sanremo (Liguria-Italia).
- ·Experiencia francesa: HORTIPOLE.
- D. Benjamín Henault. Coordinateur SPL Horticole Var Méditerranée (Var- Francia)
- 12:55 Debate.
- ACTO DE CELEBRACIÓN DEL 40 ANIVERSARIO DEL CERTAMEN.
- 21:00 horas:
- Entrega de los I Premios Garden 2011
Patrocinados por IBERFLORA.
Para más información pulse aquí.
- Entrega de los Premios Extraordinarios 2011:
- Premio Extraordinario a la Innovación, concedido y entregado por IBERFLORA. Para más información pulse aquí.
- Premio Extraordinario a la Trayectoria Profesional.
- Premio Extraordinario a la Empresa Exportadora.
- Premio Extraordinario a la Fidelidad y Apoyo a IBERFLORA.
- Premio Extraordinario al Mejor Colaborador con el Sector.
- Premio Extraordinario al Mejor Comprador Nacional.
- Premio Extraordinario al Mejor Comprador Internacional.
- Premio Extraordinario IBERFLORA 40 ANIVERSARIO.
6 de octubre:
- COPA JUNIOR DE ARTE FLORAL
Trabajos de la competición:
Los horarios se pueden variar por necesidades de la organización.
TRABAJO 1.- RAMO DE MANO
TRABAJO 2.- LIBRE COMPOSICIÓN DE FLOR CORTADA
TRABAJO 3.- LIBRE COMPOSICIÓN CON PLANTAS VIVAS
TRABAJO 4.- RAMO DE NOVIA
TRABAJO 5- TRABAJO SORPRESA
- “¿Cómo afrontar los RETOS del futuro inmediato 2012?
La AECJ moderará una sesión con las principales cadenas de centros de jardinería de España.
El fin es mejorar la competitividad de los centros de jardinería y dar herramientas para su desarrollo.
Con esta iniciativa se pretende hacer fluir experiencias de interés y puntos de vista que puedan favorecer el conjunto del sector en España. Fronda, Jardiland, y Jardinarium serán los protagonistas del debate que se centrará en cuál es la situación, distintos niveles del comercio, futuro del sector y tendencias fundamentales.
Los objetivos de este encuentro son: sentar y dialogar con las principales cadenas del mundo de los gardens centers en España para ofrecer a cualquier centro de jardinería, la oportunidad de escucharles directamente.
Interesados en asistir enviar correo indicando el número de personas a info@aecj.org
CHARLA-COLOQUIO: DIEZ PREGUNTAS SOBRE EL PARQUE CENTRAL DE VALENCIA.
D. J. Salvador Martínez Ciscar. Director Gral. de Valencia Parque Central
D. Ignacio Muelas. Director de gestión de Gustafson-Porter-Grupotec-Nova Ingeniería, autor del proyecto del Parque Central.
D. Juan José Galán Vivas, coordinador del Master Universitario en Jardinería y Paisaje de la Universidad Politécnica.
16:30-18:00 Sala Joaquín Rodrigo. Nivel Mall
- ASAMBLEA FEDERACION DE VIVERISTAS FORESTALES DE RESTAURACION PAISAJISTICA Y DEL MEDIO NATURAL
- 19:00-21:00 Sala Joaquín Rodrigo 1. Nivel Mall.
- COPA JUNIOR DE ARTE FLORAL
- APLIC@TIC- EXPERIENCIAS DE MARKETING ONLINE EN EL SECTOR VERDE
10:15-12:00 Sala Joaquín Rodrigo. Nivel Mall.
- Entrega de Premios Proyectos Fin de Carrera DE JARDINERÍA Y PAISAJISMO
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