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- OBRAS PARADAS PELO I.CN.B.

Assim que foi publicada esta noticia o Instituto fez questão de nos fazer uma visita ao qual agradecemos desde já :
~NÃO TEMOS OU UTILIZAMOS ESPECIES PROIBIDAS PELO PARQUE E NÃO - escrevemos artigos sobre Acacias .
~NÃO temos Acacias á venda e TAMBEM NÃO TEMOS OU UTILIZAMOS ESPECIES PROIBIDAS em trabalhos efectuados.
O artigo era escrito por um tal David Rees e que apesar de ter um anucio nosso não temos nada a ver com nada com esse artigo assim como apesar de os clientes nos solicitarem certas determinadas especies tambem não temos em stock e fazemos questão de dizer que não colocamos ou ainda comercializamos sendo amigos do ambiente sabemos e estamos muito mais sensiveis neste assunto sendo que muito antes de sair a lista as especies já sabiamos que não seriam as indicadas como sabemos ainda que muitas outras tambem deveriam lá estar incluindas e não estão .
desta forma estamos aptos e disponiveis para ajudar o respectivo Instituto naquilo que nos quiser solicitar,informar,tirar mais informações e levarmos aos jardins ou empresas que tem essas especies á venda e utilizam em construção de jardins projectos como ainda demonstrar pelo nosso departamento de projectos que a Gerencia apesar de partilhar a ideia do Parque os mesmos Projectistas no quadro tambem são sensiveis e estão devidamente informados e quando clientes exigem que tais especies sejam utilizadas nóes apenas alertamos ,como ainda todos os nossos foncionarios estão devidamente informados para não plantarem sem autorização especifica dos responsaveis tecnicos das diversas frentes de trabalho que temos .
UM obrigado muito especial ao I.C.N.B.

Costa Vicentina
Autarca e Governo vão assinar acordo para renegociar suspensão de empreendimentos
A autarquia algarvia de Vila do Bispo e o Governo vão assinar um «compromisso por escrito» para renegociar o caso da suspensão dos sete empreendimentos turísticos alvo de medidas preventivas decididas na semana passada em Conselho de Ministros

«Existe o compromisso de um acordo escrito entre ambas as partes», nomeadamente em relação aos quatro lotes que estão condicionados a pareceres do Instituto de Conservação da Natureza e aos três empreendimentos que foram totalmente suspensos pelo menos durante dois anos, revelou à Lusa o presidente da câmara, Gilberto Viegas.O acordo que vai ser estabelecido com o Governo visa também «medidas compensatórias para o município» e situações relacionados com o novo plano de ordenamento do PSACV, «quer em termos de prazo da sua execução e aprovação, quer em termos da sua compatibilização com a expectativas e necessidades do concelho», acrescentou.Na reunião da semana passada do Conselho de Ministros foram aprovadas medidas limitativas da construção no Parque do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina (PSACV) e que suspendem a construção em 10 empreendimentos nos concelhos de Vila do Bispo (sete) e Aljezur (quatro).Nessa altura, o autarca de Vila do Bispo, Gilberto Viegas (PSD), revelou-se preocupado com as restrições governamentais naquele concelho e avisou que as populações não iam conseguir subsistir ao «estrangulamento» na construção e que não aceitariam de ânimo leve as restrições.
Após uma reunião com o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que teve lugar quinta-feira, Gilberto Viegas disse hoje à Lusa que do encontro em Lisboa saiu uma «plataforma de entendimento» e «um compromisso entre ambas as partes» para renegociar as medidas preventivas.O acordo, que vai ser estabelecido entre Ministério do Ambiente e Vila do Bispo, é para «estabelecer compromissos entre o ministério e autarquia quer quanto aos lotes, quer quanto a eventuais compensações ao município que tem estado a ser lesado durante estes anos todos por falta de investimento», recordou o autarca.
«A minha disponibilidade em participar na reunião de ontem é porque de facto a câmara tem uma porta aberta em termos de diálogo e de uma boa negociação para as duas partes».O autarca tinha declarado, poucas horas antes da reunião com o secretário de Estado do Ambiente, que todas as hipóteses de luta para evitar a suspensão dos empreendimentos seriam possíveis, «desde as conversações que resultam ao nível político até ao nível legal», nomeadamente através do recurso aos tribunais.Hoje, Gilberto Viegas assegurou que antes de recorrer a aspectos legais «vai esgotar a via do diálogo», embora frise que «palavras leva-as o vento» e por isso prefere um documento escrito.Em Vila do Bispo foram suspensos entre os sete empreendimentos apontados pelo Governo, o de Caminho do Infante, Acomave e Esparregueiras.Os outros quatro loteamentos têm a designação de área de intervenção turística de carácter específico e só se pode construir com parecer do ICN.O PSACV é uma área protegida e abrange uma faixa litoral marginada por um planalto costeiro com falésias abruptas e muito recortadas que escondem pequenas praias de areia.
Lusa / SOL