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Urban Hacktivism Reinventing Public Spaces

 
florian-riviere-wheel-benchFlorian Rivière, Wheelbench, Vienna, September 2012
You might call Florian Rivière a guerrilla urbanist. Much in the way guerrilla gardeners take possession of underutilized, sometimes offbeat, public spaces to plant gardens, Rivière–a self-proclained “urban hacktivist”– reinvents and diverts public spaces as a means of encouraging citizens to “reclaim their urban environments.” Inspired by hackers, DIY culture, and civic engagement, Rivière’s ”hacktions”– a fusion of public space design, upcycling and militant expression—are usually raw and spontaneous and created exclusively from objects found on the street.
florian-riviere-urban-libraryFlorian Rivière, Free Library, Paris, May 2012
I stumbled across Rivière a while ago, but was reintroduced to him through Bettery Magazine, which I found through one of my favorite sites, Yatzer. In part of a series where Battery hosts a discussion between creative minds about the transformation of cities, they invited Rivière and sustainability pioneer, Professor Dr. Michael Braungart, who asked the urban hacktivist how people could use their “creative eye to make changes that benefit entire communities.”
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People can become more attuned to their surrounding urban space, Rivière believes, by viewing and using everyday objects in new ways —by bending, diverting, and playing with “the rules of urban space.” To demonstrate this, he introduces in a video what urban hacktivism can do with just a skateboard, a symbol of the freedom of urban mobility.
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A bit like Marcel DuChamp’s iconic urinal that the artist renamed Fountain therefore transforming it into one, Riviere demonstrates his ideas using the skateboard to add or change the functionality of selected public spaces.
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When stuck into a bench’s slats, the skateboard is no longer a skateboard, but a desk for an outdoor work space. Turn the skateboard over, and you have a bottle opener and the bench desk now becomes a table for enjoying drinks. At a bus stop, the skateboard now becomes a coat hanger onto which one can hang a bag or jacket. With an attached rope, the skateboard becomes a trolley or wagon for move objects found in the street. Covered with with blackboard paint, it can display a message, that if used while hitchhiking, becomes a vehicle for traveling the world…you get it.
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Rivière feels we all need to use our imaginations to “build our own environments.” People, explains Rivière, need to become active citizens, not passive consumers. He uses his urban hacktivism to experiment with how urban communities can solve problems and build things by reusing spaces, furniture, and objects like free resources within the community’s streets, parks, and vacant lots.
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In experiencing his urban hacktions, Rivière hopes people will develop new ways of thinking about their environments, reusing or upcycling every available resource for the well-being of the community.

Gestão Florestal Sustentável e a Certificação Florestal são dois conceitos que aparecem intimamente associados na promoção da floresta nas suas vertentes económicas, sociais e ambientais.















Gestão Florestal Sustentável e a Certificação Florestal são dois conceitos que aparecem intimamente associados na promoção da floresta nas suas vertentes económicas, sociais e ambientais.







Por Joana Faria, engenheira Florestal e dos Recursos Naturais. Departamento Técnico da ANEFA - Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente














Vista como uma oportunidade única para o Sector Florestal e inteirada numa realidade onde as exigências ambientais e de mercado são cada vez mais vinculativas, abrangendo não só a gestão, mas também a rastreabilidade da matéria-prima da floresta, surge a noção de Gestão Florestal Sustentável / Certificação Florestal como instrumento para presidir à mudança, estabelecendo requisitos e procedimentos integrados de verificação e melhoria contínua.






No entender da ANEFA, este é um processo que visa destacar e enaltecer o meio ambiente, o desenvolvimento social e económico das comunidades, bem como a manutenção da floresta, e emerge sobre um planeamento, condições de operacionalização, verificação e acções correctivas. Através do estabelecimento de uma política florestal adequada à realidade, a Gestão Florestal Sustentável deverá traduzir-se numa valorização dos produtos florestais e em novas oportunidades de mercado nacional e internacional com uma capacidade de antecipação face às expectativas presentes e futuras.






Esta é uma questão que suscita alguma polémica, pois a valorização efectiva de mercado ainda não é uma realidade concreta. Na verdade, a Indústria ainda não está e pagar um valor mais elevado para madeira certificada, conforme seria expectável. Neste âmbito, esperava-se que fossem “recompensados” os fornecedores que investiram em sistemas de certificação, nomeadamente de gestão florestal, e em 2008 esses mesmos fornecedores, acabaram por vender madeira certificada a um preço mais baixo que os restantes que possuem condições mais vantajosas pelo facto de terem sido considerados "diferenciados". Esta atitude acaba por descredibilizar forçosamente todo o processo, remetendo para o supérfluo todo esforço e empenhamento dispendido na obtenção de uma certificação florestal.






No entanto, a ANEFA defende que a Gestão Florestal Sustentável, deve ser encarada como um incentivo ao uso eficiente dos múltiplos produtos e serviços da Floresta, podendo ainda funcionar como estímulo a uma consciencialização de responsabilidade social e ambiental, e passando a ser na maioria dos casos, uma exigência dos clientes.






O reconhecimento actual inerente a uma Gestão Florestal Sustentável e a uma Certificação Florestal, como sistemas de responsabilização e transparência, respeitando e protegendo os valores ambientais, sociais e económicos, é condição imperativa para a obtenção de vantagens de posicionamento estratégico dos agentes envolvidos no mercado florestal. A chave está assim em implementar, manter e melhorar um Sistema de Gestão Florestal, não esquecendo no entanto a produtividade, a diversidade biológica, a capacidade regenerativa e o vigor dos povoamentos.






Concretamente à Certificação Florestal, e embora o conceito de base seja a “gestão das florestas de modo ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável”, há que ter a percepção do tipo de produtos florestais a incluir no âmbito do certificado, bem como as respectivas exigências de mercado, sendo que se destacam dois sistemas. Por um lado, o Program for the Endorsement of Forest Certification (PEFC), baseado nos Critérios Pan-Europeus de Gestão Florestal Sustentável, traduzidos pela Norma Portuguesa 4406:2003, e por outro, o Forest Stewardship Council (FSC), estabelecido através de Princípios e Critérios de Gestão Florestal mundialmente reconhecidos.






Lado a lado com a um processo normativo desta magnitude, aparecem constantes desafios, quer ao nível da conservação da biodiversidade, das funções ecológicas e da integridade da floresta, como de comprometimento e exigências. A definição de uma política florestal e ambiental, o cumprimento da Legislação, os direitos e responsabilidades de posse e uso, os requisitos de informação e formação a larga escala, a avaliação de impactos sócio económicos e a monitorização das actividades, são alguns dos exemplos das condições para a Certificação, que só por si, são já passos importantes para o reconhecimento e profissionalismo de todo o processo.






No entanto, e se é certo que a certificação é um passo adiante nas questões de consciencialização e responsabilidade social e ambiental, a ANEFA acredita que esta não deve ser encarada como a “salvação” para o Sector Florestal. Independentemente de obter ou não um certificado, a Floresta tem de ser capaz de responder aos problemas de (in)sustentabilidade, associados à falta de investimento no Sector e à flagrante subsídio-dependência de que vive. Há que definir uma estratégia e planeamento para que a evolução e sucesso seja garantida.


Landscape Fabric For Weed Control



"How to use it, how to choose it, and where to get the good stuff"


While there's nothing hard or technical about using landscape fabric in your new project, there are a few common mistakes that do it yourselfers make when choosing and using it.






Plastic sheeting is a plant and soil killer. It should never be used as a substitute in any landscaping that will support plant life. Soils need to "breath" to support healthy vibrant plant growth. It's also nice if they can accept rainfall. Plastic sheeting inhibits all of these while also creating an atmosphere for harmful fungus, bacteria, mold, and rot.


Don't use plastic sheeting in your new design!






Measuring and overlap is another area where do it yourself make a common mistake. Try and remember that where two sheets of material meet, there needs to be a three to six inch overlap. This will help insure that weeds and grasses don't find their way to sunlight. So, also remember when figuring amount needed, to allow a little extra for the overlap.






Keep it completely covered from sunlight. Sunlight will do more natural damage than anything else. A good fabric will last virtually forever if covered completely from sunlight. So don't skimp on your groundcover and replenish yearly as needed.






Securing pins are often offered as a necessary accessory to weed barrier. This is true if you're using a cheaper material as they tend to shrink. As far as holding the material down while you work? You don't have to waste your money on them. You can simply hold the cloth in place as you go using your chosen groundcover.






Not all landscaping fabrics are alike. Home center and off brands most usually have the word "professional" or "commercial" on their labeling. And a lot of the time they don't quite live up to their labeling (I'm being nice here).






Here's what to look for:


A good quality product should be tougher than you are. You shouldn't be able to tear or stretch it easily and it should have a stiff quality to it. It shouldn't be flimsy and limp like regular cloth.






Test it before you place it in your landscaping. Next time you're at the local home center, try tearing a piece of it with your bare hands. If you can tear it or stretch it with your bare hands, chances are that weeds and grass can and will grow through it.






When shopping for professional fabric, you'll find many different types such as spunbond, woven, non-woven, and needle punch from many different manufacturers. And you'll find it in different weights as well.






While it would seem that a heavier fabric would offer better weed prevention, we haven't found this to be true all the time. Heavier weights higher than 3 oz. per sq. yd. are generally heavier price and shipping cost with no noticeable difference in weed protection. Just because it says it, doesn't mean it's so.






Another thing. When installing landscaping materials, make your cuts only as large as they need to be for the plant openings without choking the plants. Simply make an "X" in the barrier big enough for the plant or root ball to fit through. Then fold it back to the plant and cover with ground cover.






If you do have some large cuts or openings, use some scrap barrier to make a "patch". The fewer cracks or openings you have, the fewer undesirable plants and weeds you'll have.






Here at S&S Designed Landscaping we use a professional 3 oz. per square yard fabric that exceeds anything else we've tried. If you can't find a professional weed barrier locally, you can find out how to access some of our by following this link. Click Here for Professional Landscape Fabric




A ECOSSISTEMAS tem uma política de reciclagem de lixos orgânicos obtidos dos jardins, sempre que possível e praticável, pela reintrodução no solo do valioso composto orgânico. Todas as tarefas aliadas à manutenção de jardins são cobertas pelo programa de manutenção, e inclui: podas, colocação de tutores nas árvores, tratamento e manutenção de relvas, programas de fertilização e correcção de deficiências minerais. Manutenção de fontes e cascatas, tratamentos químicos contra pragas e doenças e controlo de infestantes também fazem parte do programa normal de manutenção. O sistema de rega necessita periodicamente de verificação, nomeadamente as válvulas eléctricas, filtros aspersores, pulverizadores e micro-jets. Também é necessário proceder periodicamente ao reajuste de programação dos controladores de rega e de iluminação, Construção e Manutenção de Espaços Verdes - Relvados - Jardim - Flores - Jardineiros - Profissionais - botânica - jardinagem - paisagismo - arvores - lago - natureza - protecção - Alcobaça Leiria Caldas Coimbra Lisboa Porto Algarve Faro Albufeira Quarteira Portimão Braga Figueira da Foz Pombal São Martinho Nazaré - Está a um passo do jardim com que sempre sonhou - Orçamentos grátis, Construção, instalação e vendas de piscina. Comercializamos uma vasta gama produtos: piscina, spas, abrigos, coberturas, pavimentos, produtos químicos e biológicos, Espaços verdes, projectos, construções e sistemas de rega, prestação de serviços a nível de projectos, construção, manutenção e sistemas de rega para espaços verdes. Limpeza de matas, cirurgia e diagnóstico da sanidade das árvores, Senhora da Hora, Portugal, prestação, serviços, projectos, construção, manutenção, sistemas rega, limpeza matas, propriedades, cirurgia, diagnóstico, sanidade árvores, jardinagem como uma actividade que cria, adapta ou melhora espaços de lazer tendo por base uma análise cuidada do espaço, das condições ambientais, dos gostos particulares dos nossos clientes, acrescentando conhecimentos e recomendações no que respeita à ergonomia do espaço, nível de manutenção, período de maturação, coexistência de espécies e articulação dos espaços rústicos e urbanos, jardim, jardins, flor, flores, floreiras, canteiro, canteiros, planta, plantas, relva, relvado, espaços verdes, rega, sistemas de rega, consultoria, paisagismo, ambiente, árvore, árvores, abate de árvores, furos de água, implementação, manutenção, planeamento, qualidade, rústico, desenho de jardins, construção, vedações, cercas eléctricas, poda, construção de caminhos pedestres, controlo de pragas, recuperação de jardins, irrigação, automatização de sistema de rega, natureza, jardins japoneses, lagos artificiais,Heliflex, tubos flexiveis, tubos, mangueiras, rega, sistemas de rega, jardim, casa, Portugal, .pt,, Tubos Espiral, Helivyl, Heliflat, Helitherm, Helithen, Helidur,rain bird,plantflor,nova relva,nelsom,toro,hunter,irricampo,jardinsafins,cepex, Arquitectura Paisagista, Paisagem, Paisagistica, Projecto de Arranjos Exteriores, Plano, Galerias ripicolas,, Ordenamento e gestão espaços verdes, Conservação da natureza, Zonas humidas, Estudos de impacte ambiental, Arquitectura Paisagista, Planeamento de espaços verdes urbanos, Estudos de impacte ambiental, Arquitectura Paisagista. projecto de arranjos exteriores, plano de plantação, Arquitectos, arquitectura, arquitectos, arquitectura exteriores, arquitectura interiores, arquitectos, arquitectura, arquitectos, exteriores, arquitectura, paisagística, arquitectos, projectos arquitectura, planeamento urbano, urbanismo, estruturas, redes técnicas, segurança contra incêndios, segurança e saúde, climatização, energias alternativas, avaliação imobiliária, fiscalização obras, modelação 3D, empresa arquitectos, remodelação de lojas, remodelação de interiores, decoração de Interiores, arquitectura de interiores, decoração de lojas, design de interiores, design de lojas, projecto chave na mão, projectos de arquitectura, remodelação de imóveis, decoração de espaços, obras em lojas, urbanismo, gabinetes projectos arquitectura, arquitectos, arquitectos, arquitectura, design, engenharia, construção, obras, planos, projecto, projectos, orçamento, consultoria, moradia, edifício, urbanismo, interiores, plano de pormenor, legalização, loteamento, destaque, comércio, apartamento, armazém, pavilhão, alterações, ampliações, beneficiações, legalizações,Arquitectos, arquitectura, atelier arquitectura, arquitectos, projectos arquitectura,arquitectos,arquitectura,arquitectos,exteriores,arquitectura,paisagística,arquitectos,projectos arquitectura,planeamento urbano,urbanismo, estruturas,redes técnicas,segurança contra incêndios,segurança e saúde,climatização,energias alternativas,avaliação imobiliária,fiscalização obras,modelação 3D,empresa arquitectos,remodelação de lojas,remodelação de interiores,decoração de Interiores,arquitectura de interiores,decoração de lojas,design de interiores,design de lojas,projecto chave na mão,projectos de arquitectura,remodelação de imóveis,decoração de espaços,obras em lojas,urbanismo,gabinetes projectos arquitectura,arquitectos,arquitectos, arquitectura, design, engenharia, construção, obras, planos, projecto, projectos, orçamento, consultoria, moradia, edifício, urbanismo, interiores, plano de pormenor, legalização, loteamento, destaque, comércio, apartamento, armazém, pavilhão, alterações, ampliações, beneficiações, legalizações, Gartengestaltung,Gartendesign,Garten Design,Garten-Design,Gartenarchitekt,Landschaftsarchitekt,Gartenplanung,Beratung,Gartenbesitzer,Planungsablauf,Garten,Planung,Budget,Kostenvoranschlag,Algarve,GartenKonzept,Gartenbau,Bauleitung,Garten,Wege,sitzplatz,Patio, Pool,Garten harmonisch mit Haus Bepflanzung ,Landschafts architektur











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By Bill Schwab



By Bill Schwab








What was the biggest mistake I ever made in business? Since there isn't enough space in this entire issue of PRO, I need to decide which mistake we should discuss.







Should I tell you about the time an employee did something very stupid in one of our trucks that was almost the demise of our company? Better yet, maybe I should talk about how a very wealthy client cheated our company out of a lot of money after he promised to pay when a certain amount of work was complete? (Maybe it was because he was a lawyer...)







There was the time...well several times... that we did work on handshakes (no signed contracts), or let customers change orders without putting it in writing. I don't even want to mention the times we didn't charge for the changes. Maybe our biggest mistake was continuing to employ a supervisor who had a special talent for alienating and demoralizing employees. That was a tough lesson when 75% of our work force walked off the job during the spring rush.







Vroom vroom



How about the time I bought a new piece of equipment that we didn't really need, and it broke down nine times in 300 hours of usage? That brings up a good point: Those testosterone-bearing years. I lived on a steady diet of vitamins and raw horsepower to survive in my younger days. What I'm talking about here was that spontaneous urge that every self-respecting male has to own every ground-shaking overpowered piece of equipment that has ever been made.







Forget the cost (or whether we really need it right now), it's neat, so why not own it? They are making a bigger one next year, Grrrreat! I'll get it. The reason you need it is that it is a symbol of your accomplishments and you will impress everyone while they view it sitting on your trailer.







Perhaps the biggest mistake was not being able to realize when we had no money. I could never seem to figure that one out; after all we had a whole book of checks left. Those employees have a lot of nerve. I gave them their jobs, now they wanted me to pay them for it! And those clients, they are always expecting something for free.







This one could be it. The biggest mistake we ever made was not checking the background fully of a bookkeeper we used. She charged way too much, and held our records hostage for five months while we scrambled to file taxes. That's it. The biggest mistakes fall into the realm of dishonest vendors and support help.







Holding up a Mirror



But the fact is, whether I wanted to believe it or not, I would learn that the biggest mistake was looking at me right in the mirror each morning. It had nothing to do with employees, clients, equipment, cash flow, gross or net income. This problem was so deeply rooted yet so obvious, it was staring me in the face every day. It was me.







I looked at life as though the cup was half empty, and any problem was out there at arms reach, rather than inside myself. I was, and still am, the big cheese, the owner, and these issues are what I bargained to take full responsibility for if they happened. And yes, most of them have.







As much as I would love to say that the thing to do is never to make a mistake again, we are all human and we will make mistakes. The real thing to do is to recognize each mistake as soon as you see it happen, learn from it, and never make that mistake again.







Sheer stubbornness will take you far in this world. It will also cause you to go through a lot of pain, effort, and heartache before you wake up and finally figure out where the core of the problems really lie.







Pointing Fingers



When I look back at my business history, it is easy to see where the problems started. During my fourth year in business, my wife died unexpectedly after childbirth. I was now alone running the business, not to mention trying to deal with the grief and raising a baby girl alone. I quickly switched to auto-pilot, avoiding help, and trying to run everything all by myself.







I struggled for six years, answering problems not by solving them, but by digging in deeper, trying to find answers in all the wrong places. I spent that time always playing catch up, when I could have used that time to grow. It took that long before I realized that I couldn't point fingers at the rest of the world. I could only point to that jerk in the mirror. It wasn't what everyone else was doing to me. It was what I was doing to the business.







It was finally a client (also a friend) who helped me understand. One day he pulled me aside and told me to stop pointing fingers. He put into words the same thoughts that had been brewing in the back of my mind for a while. I realized that it was me and my attitude holding us back. It was changing that attitude that has unleashed us.







What I Learned



Once I opened myself up to the idea that getting help was okay, there's been no looking back. I hired smart people to take care of the areas of business where I was weak, and that allowed me to focus on the areas of the business where I thrived. I learned (finally) from my mistakes.











1.I learned you cannot make accurate, informed decisions from knee-jerk reactions. Nor can you do everything well at once.



2.I learned to let professionals take care of the finances so I can focus on leading the business in the best direction.



3.I learned to make new equipment decisions based on company need, not on testosterone.



4.I learned to let other people in, and to seek advice when making decisions.



5.When I got married again last year, I learned that my wife is a true partner and can serve as a good sounding board, advisor, and at times, gatekeeper. I don't have to call all the shots myself. And you know what? A lot more decisions are calculated and correct.



6.I learned this: Just like how I take the wards and commendations that we have earned over the years, I also take full responsibility for the mistakes our company makes. That is probably the most important lesson of all.

Paulo Azevedo e Vasco Pereira Coutinho seguem com interesse um investimento global de 400 milhões de euros.



Paulo Azevedo e Vasco Pereira Coutinho seguem com interesse um investimento global de 400 milhões de euros.
São entre 12 e 14 as marinas que estão a sair do papel e das gavetas dos organismos da Administração Pública e dos grandes grupos privados e que deverão estar operacionais em Portugal nos próximos anos. O investimento orçamentado já supera os 400 milhões de euros e deverá constituir uma revolução num sector em que operam actualmente cerca de 25 marinas ou portos de recreio, incluindo as das regiões autónomas.
António Barroca, do grupo Lena; Belmiro de Azevedo, à frente da Sonae; Carlos Pompeu Fortunato, a liderar a MSF/Marlagos, ou Vasco Pereira Coutinho, nos comandos da Temple, são alguns dos empresários que seguem com muita atenção esta nova aposta de investimento turístico que visa colmatar a lacuna de oferta na costa nacional e responder ao desígnio da política de turismo, que aponta a náutica de recreio como um objectivo prioritário.

Depois de recuperar a paz, Angola começou-se a impor e a afirmar como uma grande potência regional. E à medida que o tempo foi passando, foi chamando



Depois de recuperar a paz, Angola começou-se a impor e a afirmar como uma grande potência regional. E à medida que o tempo foi passando, foi chamando cada vez mais a atenção para a sua imensa riqueza, ainda por explorar, para as suas potencialidades, em fase de afirmação, e para o facto de estar a emergir como um país que poderá vir a ter uma palavra a dizer na cena internacional.
E com esta crise que estalou à escala global, Angola, embora também seja afectada, consegue continuar a crescer e até é capaz de se afirmar pelos imensos recursos de que continua a dispôr.Apesar de, no seu interior, ainda muito haver por fazer, começa a estar na ordem do dia pela pujança que consegue demonstrar e, como país jovem que é, por essa vitalidade que lhe consegue abrir as portas do seu próprio futuro. E elas aí estão a escancarar-se de par a par através, primeiro, da visita do seu Presidente a países da Europa, entre os quais Portugal, e, depois, através dessa mediática viagem papal. Com Bento XVI a colocar Angola na informação mundial, o país ganhou outra visibilidade e, através das declarações dos seus mais altos responsáveis, passou a ser encarado com outra respeitabilidade.Por tudo o que está a acontecer e pelos vultuosos investimentos a que a visita a Portugal do Presidente Eduardo dos Santos veio dar visibilidade, bem se poderá dizer que os caminhos destes dois países, que se continuam a entrecruzar e que estão entrelaçados por uma história nem sempre assumida, agora começam-se a reforçar na cooperação e no desenvolvimento mútuo através do saber, do conhecimento e de um querer que pressupõe muito investimento. É o que já se começa a ver em domínios como o da banca, da energia, da comunicação social e de outros ramos da economia que são vitais para a aproximação e desenvolvimento destes dois países irmãos. E neste encontro de vontades, em que cada um dá a sua contribuição, assenta esta nova fase de uma história comum que procura agarrar um futuro feito de confiança e de cooperação.Estes investimentos não têm apenas a ver com a alta finança, com o sector da energia com a comunicação social ou outros que podem determinar, no imediato, o futuro da economia. Estendem-se aos mais diversos sectores e, a médio e longo prazo, prolongam-se pelo território nacional e tem, inclusive, grande importância na economia e no desenvolvimento local e regional. É o que se passa também em Lagos. De acordo com informações que conseguimos obter neste trabalho de pretendermos saber as repercussões do investimento angolano pelo país adiante, Lagos também tem sido contemplado com alguns investimentos de nomeada e com outros que se preparam para chegar se os que já foram feitos encontrarem campo de acção e recepção que lhes permita maior dimensão. É seu objectivo, de acordo com as informações entretanto recolhidas, dar um contributo e funcionar como uma mais valia para um desenvolvimento harmónico e sustentado que a cidade tem vindo a seguir e de um município que, constantemente, tem vindo a evoluir no tempo. E, de acordo com a prospecção do investimento já consolidado e do futuro que se pretende fazer, alguns sectores carenciados, a par do turismo que não poderá ser menosprezado, poderão vir a ter desenvolvimentos futuros. Será, para isso, necessário que as autoridades locais, pelo facto destes investidores não serem provenientes dos destinos habituais, mostrarem receptividade, abertura e acolhimento igual ao que é comum dispensar a qualquer investidor proveniente dos destinos tradicionais.Embora sejamos um país voltado para esta Europa comum, não poderemos perder a nossa individualidade e a fidelidade a uma história que nos dá alma e identificação como povo e como nação. Por isso, a nossa vocação atlântica e a nossa ligação a África, particularmente aos países da lusofonia, faz de nós um país diferente e um contribuinte essencial, através desta matriz, para uma Europa em construção. E para esta casa, à qual pertencemos, esta faceta que lhe poderemos levar praticamente ninguém a pode dar. E é por isso que a nossa ligação à Europa jamais poderá pressupor uma menor atenção a África e a toda essa história que nos levou a ser um país descobridor de novos mundos e de outras terras. Nos dias de hoje, esse passado deverá ser continuado e alicerçado numa linguagem comum capaz de fomentar relações comerciais, investimentos que se possam fazer, laços de cooperação e de estabelecer pontes em que a amizade seja reforçada, a cooperação seja incentivada e as relações culturais sejam incrementadas. E, certamente, os investimentos em curso e os que se virão a fazer, com o enquadramento devido, poderão constituir uma oportunidade para outras portas se poderem abrir e um futuro em conjunto se poder construir. E Lagos, como cidade das descobertas, deve ter uma especial sensibilidade para, através de tudo o que já chegou e do muito que ainda possa chegar, abrir as portas da história para, através do presente, perspectivar um futuro que poderá passar por este movimento que se traduz em dar as boas vindas ao investimento angolano que está a aportar a terras de Lagos