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2013 ‘Folly’ Competition Winner: tree wood by Toshihiro Oki

2013 ‘Folly’ Competition Winner: tree wood by Toshihiro Oki - 

Landscaping - algarve company 2


Courtesy of Toshihiro Oki

Socrates Sculpture Park and The Architectural League of New York recently announced the selection of Toshihiro Oki architect for tree wood as the winner of this year’s “Folly” competition – an extraordinary opportunity for emerging architects and designers to experiment and build large-scale projects for outdoor exhibition. tree wood will be a rigid yet airy geometrical wooden structure placed within a grove of trees – a lush and dense area at Socrates Sculpture Park. Visitors will peer into the structure through the floor beams where a formal, ornate chandelier will be suspended. The installation creates a dialogue between built structures and systems with the irregular and organic. This winning project will open at Socrates Sculpture Park on Sunday, May 12th from 2-6pm. More information after the break.

Toshihiro Oki architect – consisting of team members Toshihiro Oki, Jen Wood and Jared Diganci – was selected from over 150 submissions by a jury of architects and artists who reviewed over 150 submissions.
“Folly” is an interpretation of the architectural folly. Especially popular among the Romantics of the 18th and 19th centuries, architectural follies are small-scale structures, which often have no discernible purpose, that are placed within a garden or landscape as a means to draw the eye to specific points or to frame a view. The folly is a perfect subject for architects to investigate materiality, spatial interaction, and concepts about our urban and natural environment.

Algarve serviços de jardinagem

Não agredir o meio envolvente como missão e de total satisfação dos requerentes e nossos clientes, são os nossos principais objectivos, comprovados por mais de um milhar , de projectos variados já realizados por nós.

A nossa experiencia de trabalho desde 1997 no Sul da Europa assim como em diversos mercados , climas temperados, mediterrânicos, tropicais e desérticos, estão garantidos pela nossa experiencia que se traduzem pelo pacote de serviços completo que proporcionamos aos nossos variados clientes com uma mais-valia de nos adaptarmos a vários tipos de mercado e empreitada desde publica a particular e desde um terraço, pátio, quintal a uma área verde ou campo de golfe.

Fomos associando formas e meios técnicos desenvolvidos numa actualização constante e de acompanhando as tendência de mercado ou ambientais em cada projecto analisando todas as suas fases quer de pré execução antecedendo assim aos trabalhos de inicio reaproveitando os meios e materiais existentes de forma a minimizar custos e impactos ambientais como durante e final de obra ,numa missiva de aumentar os nossos conhecimentos gerais e descobrir novos métodos autosustentáveis, qualquer que seja o projecto, cliente e local.

A vasta lista de clientes sempre foi a nossa prova de satisfação total dos nos projectos realizados a pormenor detalhado com o mais elevado design e funcionalidade , interligando-se ao estilo de vida e pretensões gerais locais como do requerente.

A manutenção, assiduidade e os laços de amizades criados nos nossos cliente desde o mercado privado ao empreendedor, comercial e ao público são o nosso portfolio ou publicidade.
Asseguramos os nossos projectos 5 e 10 anos na Garantia de Boa Execução , acompanhamento na manutenção, garantido e reduzindo o custo de conservação, aumentando o grau de satisfação total do cliente

O vasto leque de serviços da nossa área, é a nossa mais-valia assegurada pelas empresas do grupo, é mundial e a referência em projectos quer na Península Ibérica, Ilhas, África, Ásia ou América do Sul pela nossa presença em projectos e comercialização de Plantas demonstra a nossa capacidade , experiencia como resposta das nossas mais-valias criadas de encontro às necessidades dos nossos Clientes no decorrer destes anos.
 Ecossistemas surge pela necessidade do mercado na área, criando serviços e produtos mostrando-se e estando sempre presente a crescente actualizações do mercado pelas tendências, tornando-se auto-suficiente no sector de Construção e Projectos de Espaços Verdes.

Demonstramos a capacidade inovadora e adaptação a diversos tipos de terreno e locais ou obstáculos estando entre as principais empresas de Projectos de Arquitectura Paisagística e de Construção e Manutenção de Áreas verdes da Europa, ou mundial. O mercado onde operamos com a principal localização é no Algarve ou Sul da Península Ibérica; Ilhas, Espanha, África e América do Sul. A nossa presença no campo científico tem se demonstrado relevante em áreas como Química, Solos, Relvados, Arboricultura, Transplantes, Plantações, Equipamento e Gestão de Recursos Hídricos.

O espírito na adaptabilidade é demonstrado pelo nosso largo e vasto Portfolio tendo realizado mais de mil projectos com concepção /construção e capacidade técnica de realização ou produtiva em meios e recursos próprios e analisando o volume de vendas é registado o crescimento estrutural da empresa face aos meios e investimentos efectuados resumindo-se a trabalhos de louvor e de alto gabarito internacional com prémios atribuídos á empresa como a clientes.

A Construção Civil e as Áreas Verdes funcionam como um todo, pelo que a nossa intervenção de Concepção (Projecto) é responsável desde a compra do local (Terreno) em simbiose com o tipo de jardim pretendido, com um estudo detalhado do meio local (Fauna, Flora, solo e clima.) antes de qualquer intervenção humana ao acompanhamento da Arquitectura geral, Construção, Finalização e Conservação ou a Garantia. O acompanhamento da obra depois de analisado é largamente um investimento recuperável pelo Dono de Obra tal como a fiscalização (Ex Movimento e aproveitamento de terras locais e vegetais e vegetação) uma vez que a área Verde deve-se integrar na Paisagem local e não área verde local ser modificada ou alterada pelas áreas a construir de forma a não se sobressair e adaptando-se antes ao meio ambiente local, respeitando-o e jogando com materiais e vegetação local de forma a não criar-se sinergias das diferentes formas de vida racionais e sustentáveis.

O elevado grau de exigência dos nossos clientes sempre foi a nossa preocupação principal em que a nossa actividade tem uma base de Concepção, Realização, Manutenção e Garantia garantidamente pelo maior período possível de forma a minimizar-nos de intervenções futuras de optimização ou reparações posteriores para que se consigam garantir as exigências no mercado Privado e Publico, que sem dúvidas passam de geração a geração tal como registado em vários dos nossos clientes. Herdar um meio ambiente com qualidade depende essencialmente de cada um de nós, perceber donde surge o reino vegetal (arvores, plantas) percebe-se que uma área verde deve ser um todo, um ECOSSISTEMA, como forma apelativa de trazer outras formas de vida e qualidade da qualidade do meio, construindo-se com meios e materiais locais, que sejam utilizadas de forma funcional em vez de observadas com formas de vida do saber estar e ser e que todos nós consigamos regozijar em vez de mostrar servindo de lição educativa a muitos de nós de onde provêm as nossas origens e até onde vão as nossas capacidades evolutivas.
 




Serviços, oferta de produtos, representações, fabrico ou produção;
Projectos de Arquitectura Paisagista
Para áreas verdes, campos de golfe e desportivos, vilas, cidades e Juntas de freguesia;
Planos de Plantação por revestimento compreensivos com fotos de identificação
Dimensionamento de Sistemas de Rega, Drenagem;
Planos de Iluminação e de Mobiliário Urbano, estruturas, pavimentos, lúdicos;
Pormenores Técnicos;
Representação Tridimensional dos Projectos para fins publicitários imobiliários e comerciais;
Planos de Optimização, recuperação e alterações de zonas degradadas, jardins históricos;
Fiscalização de Projectos;
Aconselhamento técnico;
Acompanhamento de Obras;


Exteriores e Interiores - Construção, fiscalização, recuperação e conservação
Parques, campos de golfe, desportivos, jardins, canteiros, floreiras, terraços, vasos;
Áreas Verdes Ajardinadas em interiores e exteriores;
Sistemas de Rega, iluminação, drenagens, isolamentos e pinturas;
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Estabilização Biológica de Taludes, recuperação de ecossistemas;
Caminhos Pedonais, Passadiços e Decks, resina, calcadas, arrelvadas e orgânicas.
Pérgolas, Vedações, Mobiliário Urbano e Parques Infantis;
Muros de pedra, madeira, gabiões, em floreiras e modelações.
Repovoamento de espécies autóctones, limpeza de matas, floresta, lagos;
Hidrossementeiras,·
Relvados: Naturais e Sintéticos;


Controle de Temperatura e Poeiras exteriores e interiores.
A técnica de reduzir as temperaturas quentes do nosso clima através da pulverização de uma névoa pelo sistema inovador e patenteada pela Fog System único no Mundo é o sistema mais inovador universalmente usado em diversos ramos:


Exterior e Interiores
Paisagismo - Na criação de zonas tropicais ou névoa para micro climas. Piscinas para dar aspecto de nevoeiro.
Autarquias - Ruas em zonas quentes ou locais de exposição tais como eventos ou acontecimentos em espectáculos e concertos
Hotelaria - Esplanadas, tendas, piscinas.
Comercio - Expositores de Frutas, legumes e peixe e outros a manter frescos.
Centros Comerciais .
Lúdico - Parques de Diversão, montanhas Russas, comboios Fantasmas, filmes etc....
Cinema e Arte - Filmes e exposições tais como dinossauros ou outros.
Industria - Pedreiras, tratamento de lixos ou resíduos para assentamento de poeiras

Agricultura - Estufas e produções agrícolas .
Terraços, coberturas;
Vedações, portões em madeira e alumínio
Piscinas naturais e artificiais
Edifícios em alvenaria, madeira, aço e taipa.
Serviços Agrícolas e florestais
Aluguer de equipamento pesado e leve
Movimentação de terras
Estabilizações de dunas e Praias
Azulejaria
Calcadas
Monumentos e Obras de arte (estátuas)
Topografia
Limpeza geral em obras e trabalhos.
Decoração de Interiores
Stands de Exposições e eventos
Jardins Verticais
Aluguer de Plantas, arvores.
Serviços de Construção Civil complementar a espaços verdes.
Alvará de Empreiteiro Geral;


Manutenção serviços por avença ou assistências;
Areas verdes, parques, campos de golfe e desportivos·Relvados, lagos,
Vedações, madeiras.
Limpeza e segurança
Piscinas e parques lúdicos
Poda, Limpeza e Transplante de árvores;
Serviços Gerais de Jardinagem;
Tratamentos fitossanitários;
Transplantes de Arvores, plantas e palmeiras
Derrube de Arvores e Plantas ou palmeiras;
Serviço de Piquete 24h;
Pacotes de manutenção com Piscina e Jardim.


Centro de Jardinagem ou Garden Center
Plantas, Herbáceas, arbustos, subarbustivas, tapizantes, suculentas, Arvores, Palmeiras, cactos, hortícolas, endémicas, florestais, fruto;
Venda de mobiliário de jardim e acessórios;
Aluguer de plantas para eventos;
Adubos sólidos líquidos químicos e naturais ou orgânicos;
Maquinas, ferramentas e utensílios de Jardinagem;
Tapete de Relva;
Redes, Telas e caniços;
Mobiliário diverso;
Plantas artificiais;
Flores de Corte e decoração de Eventos;
Apoio em decoração de espaços e stands;
Terras, areias, compostos, estrumes, casca de pinho, correctivos, turfas;
Ferramentas de Jardim e Bricolage;
Casas de Madeira e Parques infantis ou lúdicas;
Piscinas e Química Industrial de Limpeza e Higiene;
Aconselhamento técnico;
Entregas Grátis até 20km;


Inertes variados de cobertura de solo
Venda de artigos de jardinagem (floreiras, materiais de rega, fertilizantes, substratos vegetais, sementes, casca de pinheiro e seixo ornamental)
Separadores de Inertes;
Lajes de Pedra e artefacto de betão;
Telas ,redes ,fios ,cordas
Fitofarmacos
Artesanato
Decoração e festivas
Flores e arranjos florais
Equipamento de rega e piscinas


Águas
Sistemas de rega e adução
Controle de temperatura por pulverização
Jogos de agua e fontanários
Captação De agua por furos
Cisternas ,depósitos reservatórios ,tanques e charcas ou balsas ,lagoas e lagos
Bombagem e filtragem
Estações de tratamento
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Piscinas naturais e artificiais
Analises de agua
Tratamentos de Agua


Viveiros
Produção e Comércio ,exportação e importação de plantas, arvores ,palmeiras ,herbáceas ,arbustos ,cactos ,tapizantes ,endémicas e florestais.
Transplante, recuperação e comercialização e arvores centenárias de grande porte;
Compra de olivais, citrinos, amendoeiras, alfarrobeiras.


Higiene e Limpeza Industrial;
Produtos, comercio e fabrico de higiene industrial e piscinas
Limpeza de Fabricas, vidros, casa, condomínios e outros;

Empresas de Jardinagem no Algarve ,Alentejo e Lisboa

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Designed Ecologies: The Landscape Architecture of Kongjian Yu
, a new book on the ideas and work of Kongjian Yu, FASLA, put together by former Harvard Design Magazine editor William Saunders really enriches our understanding of a landscape architect many consider to be China’s Frederick Law Olmsted. Unlike some other design monographs, there’s a lot to read and understand here because Yu’s life has been so rich and his journey so interesting. Nestled among 21 case studies of projects by Yu and his firm Turenscape across China and the U.S. are a set of essays by leading Western landscape architecture practitioners and thinkers like Peter Walker, FASLA; Professor Frederick Steiner, FASLA, at University of Texas, Austin; Professor Kristina Hill, Affiliate ASLA, PhD, at the University of Berkeley; Harvard University landscape architecture department chair Charles Waldheim, Affiliate ASLA; and Dumbarton Oaks’ John Beardsley, who each examine an aspect of this world-changing designer and place Yu’s work and ideas in global contexts.
The most personal (and perhaps finest) article in the book is by Saunders himself. He interviews Yu, tracking his path from life in a small village to university in China to Harvard Graduate School of Design (where he did his PhD) to teaching and starting his own firm, which now has more than 600 employees. It’s an amazing story that Saunders relays beautifully. Yu was born in 1963, “growing up communally raising crops and livestock.” As a boy, Saunders writes, Yu saw his parents stripped of their dignity and possessions during the Great Cultural Revolution, which Mao Ze Dong unleashed on China in an effort to upend the traditional patterns in Chinese society and instill collectivism. Yu parents had been a “well-off, land-owning” family — exactly the kind of family Mao targeted. Saunders says seeing his family undone gave Yu a powerful ambition.
Coupled with this ambition was a deep love of nature. Within the poverty of rural China, there was also natural splendor. Yu grew up in a kind of Arcadia, with a “an enchanting forest and a fish-filled creek.” He spent his time away from his farming duties exploring nature. Over the years, he saw the forest cut down and the river totally polluted. “This explains the depth of his commitment to recreating and protecting natural abundance.” In fact, Yu is now one of the most potent advocates for the environment in China. Like Olmsted, he’s also a prolific writer, creating books aimed at convincing both policymakers and the public about the dangers of environmental degradation.
Yu beat incredible odds just to make it to high school. He had to overcome the political stigma associated with his family. Riding a water buffalo, tending his duties in the fields, Yu studied hard and passed the national entrance exam to get into high school. Then, he had to walk 6 miles to get to his high school and then back, each week. Yu moved from the bottom of the class to the top, eventually beating out 600 of his class mates to become the only one in his district to get into university. In comparison, getting into Harvard years later must have been a walk in the park.
At university in Beijing, Yu was a “country bumpkin,” but he quickly got over the shock and buckled down, learning how to speak and draw for the design courses he wanted to take. He ended up studying forestry and then completing a master’s degree in landscape architecture. With great English language skills, which opened many doors for him, he became a translator for a series of speeches by Carl Steinitz at the Harvard University Graduate School of Design (GSD). In 1992, he began the PhD program there. He once again felt like a bumpkin, having never interacted with computers. He became a GIS master. Upon graduation, he worked at SWA Group for two years in California before returning to China in 1997, where “his confidence and sense of personal mission emerged full blown.” Seeing how China was destroying its environment with its rapid urbanization, Yu started a firm and won his first design competition in 1999. More than ten years later, he has an amazing body of work, winning ASLA professional design awards year after year. He is now among the top tier of landscape architects in the world.
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Yu’s work is based in a deep-rooted philosophy about nature and society. His essay, “The Big Foot Revolution,” explains how ornamental gardens are about as useful as binding a woman’s feet. These ornamental approaches were created by an urban elite that saw sophistication in a lack of functionality, in rebelling against nature’s “inherent goals of health, survival, and productivity.” Yu instead offers a new landscape aesthetic based in incorporating the rural, the messy, the functional landscape into the urban realm. Yu says he’s not opposed to beautiful art that doesn’t really have a productive function — like art, dance, or music — but “that in our resource-depleted and ecologically damaged and threatened era, the built environment must and will adapt a new aesthetic grounded in the appreciation of the beauty of productive, ecologically-supporting, survival-enhancing things.” This is revolutionary landscape architecture, rooted in part in Communist ideas about elevating practicality and productivity for the common good, even though, in practice, the Communists themselves were the ones who have wrecked havoc on nature (see the current state of nature in China, Russia, the former Soviet Union states, and North Korea).
The rural, peasant aesthetic is now center stage. “We need a new aesthetics of big feet — beautiful big feet.” Productive rural landscapes (like those productive big feet) are what’s needed to fight today’s problems. There are ecological reasons for doing this, too. Those old-school rural landscapes, while productive, are highly in tune with nature and reflect a farmer’s sense of balance with the environment.
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Yu sees the extent of China’s massive urbanization as a form of excess, with all those big gaudy new buildings in Beijing as “meaninglessly wild forms with exotic grandeur.” China and the rest of the planet can’t afford things like these while “anthropogenic climate change” brings “additional floods, storms, droughts, and diseases, along with the extinction of many plant and animal species and other threats to survival.” Yu then translates this ethos into an ambitious, ecologically-minded program for remaking the whole of China, and guiding cities still in the wilds of explosive and often destructive development. This is because “the Chinese urban landscape must not repeat the mistakes of past European and American methods of city beautification.” Beautification for beautification’s sake alone is a crime in today’s world, with all our problems.
In other places, Yu remakes what is past its prime, degraded into new landscapes. This may involve remaking degraded environments into new ecologically-sound ones, but also making them publicly accessible so that people benefit, too. Yu was also one of the first in China to see the beauty in modern Chinese ruins — remaking a shipyard park built by the Communists into a park, creating an urban haven out of the revolution’s past.
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His other projects certainly weave in aspects of Chinese culture, creating contemporary works that also feel classic, timeless.
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The fine contributions by the Western practitioners and thinkers add another interesting layer to the book. Most zoom in on a few projects; others offer multifaceted critiques of Yu’s ideas and work. They all show how Yu was also inspired by ideas he found in the West, and how his work can be appreciated in a global context. Peter Walker writes that Yu “frequently integrates sculptural references in ways reminiscent of Andre Le Notre’s huge Baroque seventeenth century gardens, which were also based in agricultural images.” John Beardsley notes that “Yu’s approach might be challenging in any context. But in the West, there is a precedent for his messy aesthetics in the tradition of the wild garden, which date back to at least William Robinson. Moreover, there are contemporary designers with whom he shares some notions of nurtured wildness.” Frederick Steiner explains Yu’s equally important role as an educator in China, how his research to “identify nationwide ecological patterns with GIS technology” is rooted in work by Ian McHarg and other Americans in the 1990s to create a “prototype database for a US national ecological inventory,” which was based on an earlier effort by the U.S. Environmental Protection Agency (E.P.A.) in the 1970s. Kristina Hill, a fellow PhD student with Yu at Harvard GSD, delves into how landscape planner Carl Steinitz’s approach to spatial analysis also influenced Yu. “In Yu’s plans for metropolitan Beijing’s ecological infrastructure, several patterns emerge directly from Yu’s exposure to the ideas of Steinitz and [landscape ecologist Richard] Forman.” Other essays by Kelly Shannon, Peter Rowe, and Antje Stokman also examine his approaches to urban ecological design.
It’s Hill in the end who also writes that “Yu’s practice model and ideas have a historical analog in the exemplary writings and practices of Frederick Law Olmsted.” And as Charles Waldheim writes in the afterword, Yu takes on the mantle of publicly promoting a sophisticated approach to landscape planning at not a moment too soon: “The first generation of Chinese professionals trained in landscape ecology and planning in the United States now embody the greatest hope for the renewed relevance of of a tradition of planning that has all but been eclipsed in the United States.”

Is There a Secret Recipe for Successful Urban Development?

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Doesn’t sound like it. Both developed and developing world cities are still struggling to get urban development right, said some of the world’s leading urban experts at the Transforming Transportation conference organized by the World Bank Group and the EMBARQ program of the World Resources Institute (WRI). Successes, failures, and the places in between were examined in a set of presentations and debates.
Mexico City may be in between — not quite a total failure or success. It’s struggling with intense population growth, rapidly diminishing natural resources, and falling water tables. While Mexican civilization has 3,000 years of experience with urbanization, unfortunately, for the most part, its capital, Mexico city, hasn’t applied that accumulated knowledge well in the 21st century, said Salvador Herrera, EMBARQ Mexico. The city has grown into a massive agglomeration, with multiple sprawled-out satellite cities forming at its edges. Some five million or more people in slums. Similar patterns are seen in other Mexican cities, as now 80 million of Mexico’s 110 million people have moved into its cities.
But the city is taking steps to deal with its problems, developing more transit-oriented development (TOD) patterns, with a Mexican twist. Right now, only “the rich enjoy TOD,” said Herrera. One new project aims to remedy that by creating TOD for low-income residents. A local developer and Danish urban design firm Gehl Architects created Casas Geo, which offers low-income housing units at a cost of around $28,000, a manageable sum for its residents, which make between $300 and $600 per month. There’s running water and electricity. Instead of parking lots in front of the homes, there’s a shared road-like public space with a set of central plazas that encourage more walking, hanging out, and less car driving (see image above). “There’s less interaction between car and people,” said Herrera. If people stay in the Casas communities, they drive less. Unfortunately, most have to commute for work and these homes are nowhere near existing transit. Still, this model seems to be a hit, given it accounts for some 20 percent of the 500,000 new home created in 2012.
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The local government is also now working on expanding access to people-friendly, easily accessible, affordable places by creating a set of indicators to guide future development. These include “complete streets, mixed-use buildings, density, green homes, connections to public transportation, and more open space.” (Sadly, Herrera said the city has left parks out of its indicators because it can’t afford to create more parks with lots of greenery — “there isn’t enough water.”)
Henriette Vamberg, a principal at Gehl Architects, then gave a tour of one failure and one success. She explained how her boss, Jan Gehl, one of the world’s most admired urban designers, used to be just another architect, but married a psychologist who asked him, “why do architects hate people so much?” His thinking was transformed and he became one of leading proponents of human-centric urban design. His firm now works with cities around the world to figure out “how spaces either push people together or repel them.”
It sounds like Moscow is an example of a place designed to repel pedestrians. A mega-city of 15 million, it’s now in “complete flux after communism.” With increasing wealth, everyone has the “urge to own a car.” Vamberg said “it’s quite a beautiful city, with monuments and the river,” but it has been totally marred by “uncontrolled traffic.”
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Cars now take over promenades. Trees have been cut down to make way for more streets. “The green bits are all gone.” All the flood zones are gone to create more lanes.
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Now, the average street is a pedestrian nightmare. More than 90 percent of each street is for cars, with just 10 percent or less for people. Vamberg showed how each intersection has an underground crossing, which means the city isn’t accessible to anyone with disabilities. Also, where there are street-level crossings, green lights for pedestrians are few and far between. As a result, lots of people jaywalk. She even showed a photo of two kindergarten teachers jaywalking with their gaggle of kids, fed up at waiting 10 minutes for the light to change.
Working in Moscow was “hard, tough work.” In contrast, Melbourne is deemed a success. In the mid-90s, when Gehl Architects first examined the city, its downtown was characterized as an “empty, useless city center.” That has changed dramatically. Streets now make up 80 percent of the city’s public space. They have “gotten away from parks and city squares as the only forms of public space.” (The new Federation Square though is still viewed as the “heart of the new city.”)
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Melbourne spent lots of time and money upgrading the “quality of the built environment.” Conventional pavement were taken out in favor of new local bluestone pavers. In addition to the bluestone, the city is adding 50,000 trees annually. With all the street level improvements, the local economy is booming. Since the mid-90s, street-level cafes are up a whopping 275 percent. There’s 830 percent more residents living in apartments that jumped in number by more than 3,000 percent. Nighttime pedestrian traffic is up nearly 100 percent. “The public ambiance feels more lively. The city now has a a pulse, it feels very different from before.”
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So what can more cities do to become a Melbourne, not a Moscow (or Mexico City)? For William Cobbett, Cities Alliance, more planners need to think ahead and actually anticipate future growth. Cobbett said the 1811 grid map of Manhattan may have been the last example of good, long-term planning — the city laid out future zones that were then filled in. “Now, it’s a matter of planning after the fact, which is good for design professionals (who have to come in fix things), but not for cities.” He said there’s far too much “planning in the breach,” particularly among second-tier developing world cities, which are growing the fastest.
For Eric Dumbaugh, Florida Atlantic University, getting to successful urban development patterns means ending the love affair with cars. He said in the U.S., it actually took many years for this fantasy “love affair” to take root. At first, cars weren’t a hit so car manufacturers financed a “radical, wholesale redesign of cities.” The ideas of efficiency — in terms of moving people through space in urban environments — was turned on its head to make way for car-based “transportation system performance.” Beginning in the 1930s, “pedestrians no longer owned streets anymore.” Car manufacturers pushed lawmakers to fine people who crossed the street in the wrong places and the term “jaywalking” was invented. Today, we are still following this outmoded approach: “In 1939, the Futurama exhibit at the World’s Fair basically basically mapped out the traffic regulations that still guide us.” Dumbaugh said Copenhagen (and now, New York City, which was viewed as copying Copenhagen) are moving away from the car with new pedestrian-only zones. The question is how can developing world cities move fast the original mistakes of the U.S. and leap to Copenhagen?
Michael Kodransky, Institute for Transportation and Development Policy (ITDP), thinks “parking is the lynchpin of sustainable urban development,” and something far too many cities fail to get right. There has to be enough parking to enable density and street life. ITDP is now working on a way to “codify” good urban development with a new set of indicators that can help “evaluate urban developments.” These will push for true TOD development. He said too many awards go to TOD projects where “there’s no one using transit.” In reality, many projects labeled TOD are “TOD adjacent.”
UN-Habitat, the UN organization entirely focused on cities, is also now “reviewing the grammar of cities” to learn what went wrong and create a “new paradigm for the 21st century.” Andre Dzikus, UN-Habitat, said it was important to set this new pattern fast because “the majority of the world’s cities haven’t been built yet.” A simple, pragmatic urban planning approach for the future would “see the street as public space.” For any city, it should be around 30-40 percent. As an example, in Nairobi, only 11 percent of the street is public space. “Density should also be increased.” There should be around 15,000 people per square mile. All land use should be mixed-use, with 40 percent dedicated to economic activity and a mix of upper-income and low-income housing.
While looking to the future, though, Vamberg said cities can also learn from the past. Basically no developed world city, except perhaps Copenhagen, escaped mistakenly adopting the U.S. car-centric model. Shifting gears may actually mean a return to the old ways. Dumbaugh said someone once asked Jane Jacobs, author of The Death and Life of Great American Cities, what she thought of “New Urbanism,” a planning approach that calls for tight grids and denser development patterns. She apparently replied, “well, how about good old urbanism?” The 20th century may just be a blip (albeit a particularly destructive one) in the 8,000 year record of humans creating cities for people.

Serviços de jardinagem e arquitectura paisagista

♻ Responsaveis por vários Ecossistemas desde 1989 ♻Missão♻ Realizar e manter ECOSSISTEMAS ♻ auto suficientes ha 21 anos ♻
 
O inicio de actividade comercial deu-se como Empresário em nome individual no mercado nacional, essencialmente no Sul Algarve e Alentejo tendo executado entre 1991 e 1998 alguns trabalhos em Espanha inclusive na Expo de Sevilha e de Lisboa.

Em 2000 cria se a empresa Ecossistemasol, Construção Civil e Espaços Verdes LDA. Em 2002 a Empresa de Viveiros de Arvores centenárias e adultas Oliveiras de P...ortugal (oliveirasdeportugal.com) e em 2007 a Ecoviveiros; Produção, Impor, Exportação de Arvores e Plantas Ornamentais LDA.


Em 1990 os clientes obrigam a serem criadas condições na criação de uma empresa de serviços na área da Conservação e Manutenção, ambos dão inicio de actividade com meia dúzia de funcionários tentando-se sempre manter numa empresa de pequenas dimensões de forma a poderem manter a qualidade.
Quer a satisfação como hábito de exigência dos nossos principais clientes variados e alguns de exigência superior tais como clientes originários do Norte da Europa obrigaram-nos a que o nosso crescimento fosse sustentável, quer pela procura de serviços que eram prestados, como nos sectores onde existiam diversas lacunas de mercado em serviços; tais como irrigação, iluminação exterior, manutenção de rede de rega automática, construção de muros de pedra, calcadas, drenagens em empreendimentos turísticos desde o Carvoeiro Golfe, Carvoeiro Clube, Quinta do Paraíso, Vilamoura clube House Vitoria Golfe actual Oceânico, Bemposta, Quinta do Lago e Marinha, Vilamoura, Fabrica do Inglês, Retails Parques e centros comerciais, marinas tais como de Lagos, Hoteis variados entre outros mais como clientes de cariz particular que se foram alargando pelo território nacional desde a Quinta do Peru, Óbidos ou de Lisboa a Valença pelo litoral e interior de Portugal. A internacionalização dá se com acompanhamento dos nossos clientes em projectos internacionais.


O mercado de Obras Publicas sempre foi importante na nossa área apesar de separado do mercado Privado pelas diferenças de objectivos e qualidades.
Absorveu parte da nossa facturação tendo realizado obras de referência tais como Teatro de Faro, Fábrica Do Inglês, Parque de Exposições de Portimão, Marginal de Portimão e Quarteira, Polis de Albufeira e Silves, Escolas Básicas, Vias de Comunicação, Hospitais, edifícios administrativos entre outros. Com a crise imobiliária na década 90 e na expectativa de não se reduzir a estrutura da empresa, criando-se equipas autónomas para corresponder ás necessidades neste tipo de mercado e também pelo decréscimo do investimento privado no nosso pais as Obras Publicas passam a ter mais relevância obrigando-nos a alterar o nosso Alvará como a Industrial de Construção Civil, com as respectivas subcategorias de Arranjos Exteriores a nossa sempre e actual actividade económica situação adversa a partir de 2006 passando os nossos objectivos serem com maior incidência no mercado Privado pelas dificuldades mundiais.




Demonstrando uma aptidão internacional e reconhecida por vários prémios internacionais o extenso leque de clientes em conjunto sólida harmonia no relacionamento e satisfação total comprovada pelo tipo e carteira de clientes é garantida a nossa internacionalização em diversos continentes com trabalhos de dimensão superior ao efectuados no nosso País recorrendo a meios próprios e consórcios com outras empresas demonstrando a capacidade de efectuar Espaços Verdes em qualquer canto do Mundo com Arvores de Portugal.

Alem de criarmos Ecossistemas, somos um Ecossistema, um todo como uma família no nosso ambiente de trabalho aberto e multidisciplinar com a capacidade de desenvolver e manter os desejos dos nossos Clientes que agradecemos pela confiança que nos depositam ao longo destes anos.

A Ecossistemas surge pela necessidade do mercado na área, criando serviços e produtos mostrando-se e estando sempre presente a crescente actualizações do mercado pelas tendências, tornando-se auto-suficiente no sector de Construção e Projectos de Espaços Verdes.

Demonstramos a capacidade inovadora e adaptação a diversos tipos de terreno e locais ou obstáculos estando entre as principais empresas ...de Projectos de Arquitectura Paisagística e de Construção e Manutenção de Áreas verdes da Europa, ou mundial. O mercado onde operamos com a principal localização é no Algarve ou Sul da Península Ibérica; Ilhas, Espanha, África e América do Sul. A nossa presença no campo científico tem se demonstrado relevante em áreas como Química, Solos, Relvados, Arboricultura, Transplantes, Plantações, Equipamento e Gestão de Recursos Hídricos.

O espírito na adaptabilidade é demonstrado pelo nosso largo e vasto Portfolio tendo realizado mais de mil projectos com concepção /construção e capacidade técnica de realização ou produtiva em meios e recursos próprios e analisando o volume de vendas é registado o crescimento estrutural da empresa face aos meios e investimentos efectuados resumindo-se a trabalhos de louvor e de alto gabarito internacional com prémios atribuídos á empresa como a clientes.

A Construção Civil e as Áreas Verdes funcionam como um todo, pelo que a nossa intervenção de Concepção (Projecto) é responsável desde a compra do local (Terreno) em simbiose com o tipo de jardim pretendido, com um estudo detalhado do meio local (Fauna, Flora, solo e clima.) antes de qualquer intervenção humana ao acompanhamento da Arquitectura geral, Construção, Finalização e Conservação ou a Garantia. O acompanhamento da obra depois de analisado é largamente um investimento recuperável pelo Dono de Obra tal como a fiscalização (Ex Movimento e aproveitamento de terras locais e vegetais e vegetação) uma vez que a área Verde deve-se integrar na Paisagem local e não área verde local ser modificada ou alterada pelas áreas a construir de forma a não se sobressair e adaptando-se antes ao meio ambiente local, respeitando-o e jogando com materiais e vegetação local de forma a não criar-se sinergias das diferentes formas de vida racionais e sustentáveis.




O elevado grau de exigência dos nossos clientes sempre foi a nossa preocupação principal em que a nossa actividade tem uma base de Concepção, Realização, Manutenção e Garantia garantidamente pelo maior período possível de forma a minimizar-nos de intervenções futuras de optimização ou reparações posteriores para que se consigam garantir as exigências no mercado Privado e Publico, que sem dúvidas passam de geração a geração tal como registado em vários dos nossos clientes. Herdar um meio ambiente com qualidade depende essencialmente de cada um de nós, perceber donde surge o reino vegetal (arvores, plantas) percebe-se que uma área verde deve ser um todo, um ECOSSISTEMA, como forma apelativa de trazer outras formas de vida e qualidade da qualidade do meio, construindo-se com meios e materiais locais, que sejam utilizadas de forma funcional em vez de observadas com formas de vida do saber estar e ser e que todos nós consigamos regozijar em vez de mostrar servindo de lição educativa a muitos de nós de onde provêm as nossas origens e até onde vão as nossas capacidades evolutivas.




Webmaster Rui Pedro





Serciços de Arquitectura Paisagistica e promoção de emprendimentos atraves de desenhos em 3d.
Construção Civil.
Construção,recuperação e optmização de Arranjos exteriores .
Trabalhos variados - Drenos ,rega ,aguas.piscinas,muros,pavimentos,mobiliario,vedações,taludes,modelações de terras ,relvados,Parques,jardins,campos desportivos e de golf ,etc........
Alvará de Empreiteiro de Obras Publicas.

O Feng Shui é uma filosofia oriental milenar que estuda a forma como a energia circula e que nos indica métodos e técnicas para criar harmonia

O Feng Shui é uma filosofia oriental milenar que estuda a forma como a energia circula e que nos indica métodos e técnicas para criar harmonia na nossa casa e na nossa vida. Feng significa vento, e shui significa água.
Também nos ajuda a saber aquilo que devemos evitar, e dá-nos dicas úteis para resolver problemas e melhorar o ambiente que nos rodeia. A energia de uma casa afecta o estado de espírito dos seus moradores; por exemplo, há pessoas que se sentem desmotivadas, sem objectivos, e não compreendem porquê.
Isto pode acontecer porque alguma coisa está a impedir a energia de circular em casa, o que provoca bloqueios energéticos. O simples gesto de utilizar aquele armário que mantemos fechado há algum tempo ajuda a energia a circular, e faz com que as pessoas se sintam muito melhor.
No Feng Shui existem 2 tipos de energia: o Chi é a energia positiva e o Shar é a energia negativa. Para que os ambientes sejam saudáveis, é necessário que haja equilíbrio, que o Chi circule livremente.
Como pode ter bom Feng Shui em sua casa? - Faça com que as portas abram livremente, não deixe objectos a impedir a passagem. - Limpe os cantos e deite fora o que estiver partido em sua casa. - Não acumule mais do que aquilo que precisa. - Utilize um candeeiro para iluminar um canto escuro da sua casa, e dessa forma a energia positiva aumentará.- A televisão no quarto não traz bom Feng Shui, mas se lhe colocar um pano em cima antes de ir dormir, não terá efeitos tão negativos!Estas são apenas algumas dicas úteis de Feng Shui, existem muitas outras que podem operar grandes transformações na nossa vida.

O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial

A INTERVENÇÃO PÚBLICA NACIONAL E INTERNACIONAL

O desenvolvimento da Arquitectura Paisagista como profissão autónoma, dá-se rapidamente a partir da 2ª Guerra Mundial; é criada a Federação Internacional de Arquitectos Paisagistas (IFLA), com a representação de todos os continentes. Mais tarde, fundou-se, em 1988, a Federação Europeia de Arquitectos Paisagistas (EFLA).

A Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP), foi criada em 3 de Março de 1976, tendo os seus estatutos sido publicados em Diário da República em 14 de Dezembro do mesmo ano.

A APAP tem participado activamente na International Federation of Landscape Architecture (IFLA), de cujo secretariado já foi responsável. É também membro fundador da Fundação Europeia de Arquitectura Paisagista (EFLA) com sede em Bruxelas.

As actividades da Associação caracterizam-se, para além da prestação de serviços aos sócios, pelo desenrolar de uma série de actividades de promoção da Arquitectura Paisagista através da realização de encontros profissionais e seminários, acções de formação profissional, publicação de um Boletim e do Anuário. A Associação mantém ainda estreitas relações com outras Associações Profissionais e Associações de Defesa do Ambiente.

A APAP é consultada pelos diversos organismos estatais, nomeadamente o Ministério do Equipamento, Planeamento e Administração do Território e o Ministério do Ambiente, para emissão de pareceres, e é ainda solicitada por várias autarquias e outras entidades para fazer parte de júris de projectos vários.

Não é possível, neste texto, apontar todas as realizações em que os arquitectos paisagistas portugueses tiveram decisiva participação e influência:

No âmbito da legislação destacam-se:

- Lei de Bases do Ambiente
- Lei nº 613/76
- Reserva Agrícola Nacional (Dec-Lei 196/89)
- Reserva Ecológica Nacional (Dec-Lei 93/90)
- Planos Directores Municipais (Dec-Lei 380/99)
- Planos Regionais de Ordenamento do Território (Dec-Lei 380/99)
- Rede Natura (Dec-Lei 140/99)


No âmbito do Ordenamento do Território a sua participação fez-se mais significativamente a partir do extinto Fundo de Fomento de Habitação no plano de Almada; mais tarde nos Planos de Urbanização e Directores Municipais de Lisboa.

São importantes como primeiros projectos de Paisagem os do Mondego, do Algarve e do Estádio Nacional.

No âmbito dos espaços é praticamente impossível referir os mais importantes mas salientam-se entre muitos:

- Torre de Belém

- Capela de São Jerónimo
- Parque das Caldas
- Mata de Alvalade
- Parque de Serralves, Porto
- Parque da Moita
- Sistema Verde de Nova Lisboa
- Parque Gulbenk.