segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

natureza não faz nada em vão e o que é mais é em vão quando basta o menos

"A natureza não faz nada em vão e o que é mais é em vão quando basta o menos".



(Isaac Newton, físico e matemático inglês cujas leis do movimento são a base da física moderna, 1643-1727)

domingo, 8 de Novembro de 2009

Gestão Florestal Sustentável e a Certificação Florestal são dois conceitos que aparecem intimamente associados na promoção da floresta nas suas vertentes económicas, sociais e ambientais.















Gestão Florestal Sustentável e a Certificação Florestal são dois conceitos que aparecem intimamente associados na promoção da floresta nas suas vertentes económicas, sociais e ambientais.







Por Joana Faria, engenheira Florestal e dos Recursos Naturais. Departamento Técnico da ANEFA - Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente














Vista como uma oportunidade única para o Sector Florestal e inteirada numa realidade onde as exigências ambientais e de mercado são cada vez mais vinculativas, abrangendo não só a gestão, mas também a rastreabilidade da matéria-prima da floresta, surge a noção de Gestão Florestal Sustentável / Certificação Florestal como instrumento para presidir à mudança, estabelecendo requisitos e procedimentos integrados de verificação e melhoria contínua.






No entender da ANEFA, este é um processo que visa destacar e enaltecer o meio ambiente, o desenvolvimento social e económico das comunidades, bem como a manutenção da floresta, e emerge sobre um planeamento, condições de operacionalização, verificação e acções correctivas. Através do estabelecimento de uma política florestal adequada à realidade, a Gestão Florestal Sustentável deverá traduzir-se numa valorização dos produtos florestais e em novas oportunidades de mercado nacional e internacional com uma capacidade de antecipação face às expectativas presentes e futuras.






Esta é uma questão que suscita alguma polémica, pois a valorização efectiva de mercado ainda não é uma realidade concreta. Na verdade, a Indústria ainda não está e pagar um valor mais elevado para madeira certificada, conforme seria expectável. Neste âmbito, esperava-se que fossem “recompensados” os fornecedores que investiram em sistemas de certificação, nomeadamente de gestão florestal, e em 2008 esses mesmos fornecedores, acabaram por vender madeira certificada a um preço mais baixo que os restantes que possuem condições mais vantajosas pelo facto de terem sido considerados "diferenciados". Esta atitude acaba por descredibilizar forçosamente todo o processo, remetendo para o supérfluo todo esforço e empenhamento dispendido na obtenção de uma certificação florestal.






No entanto, a ANEFA defende que a Gestão Florestal Sustentável, deve ser encarada como um incentivo ao uso eficiente dos múltiplos produtos e serviços da Floresta, podendo ainda funcionar como estímulo a uma consciencialização de responsabilidade social e ambiental, e passando a ser na maioria dos casos, uma exigência dos clientes.






O reconhecimento actual inerente a uma Gestão Florestal Sustentável e a uma Certificação Florestal, como sistemas de responsabilização e transparência, respeitando e protegendo os valores ambientais, sociais e económicos, é condição imperativa para a obtenção de vantagens de posicionamento estratégico dos agentes envolvidos no mercado florestal. A chave está assim em implementar, manter e melhorar um Sistema de Gestão Florestal, não esquecendo no entanto a produtividade, a diversidade biológica, a capacidade regenerativa e o vigor dos povoamentos.






Concretamente à Certificação Florestal, e embora o conceito de base seja a “gestão das florestas de modo ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável”, há que ter a percepção do tipo de produtos florestais a incluir no âmbito do certificado, bem como as respectivas exigências de mercado, sendo que se destacam dois sistemas. Por um lado, o Program for the Endorsement of Forest Certification (PEFC), baseado nos Critérios Pan-Europeus de Gestão Florestal Sustentável, traduzidos pela Norma Portuguesa 4406:2003, e por outro, o Forest Stewardship Council (FSC), estabelecido através de Princípios e Critérios de Gestão Florestal mundialmente reconhecidos.






Lado a lado com a um processo normativo desta magnitude, aparecem constantes desafios, quer ao nível da conservação da biodiversidade, das funções ecológicas e da integridade da floresta, como de comprometimento e exigências. A definição de uma política florestal e ambiental, o cumprimento da Legislação, os direitos e responsabilidades de posse e uso, os requisitos de informação e formação a larga escala, a avaliação de impactos sócio económicos e a monitorização das actividades, são alguns dos exemplos das condições para a Certificação, que só por si, são já passos importantes para o reconhecimento e profissionalismo de todo o processo.






No entanto, e se é certo que a certificação é um passo adiante nas questões de consciencialização e responsabilidade social e ambiental, a ANEFA acredita que esta não deve ser encarada como a “salvação” para o Sector Florestal. Independentemente de obter ou não um certificado, a Floresta tem de ser capaz de responder aos problemas de (in)sustentabilidade, associados à falta de investimento no Sector e à flagrante subsídio-dependência de que vive. Há que definir uma estratégia e planeamento para que a evolução e sucesso seja garantida.


Landscape Fabric For Weed Control



"How to use it, how to choose it, and where to get the good stuff"


While there's nothing hard or technical about using landscape fabric in your new project, there are a few common mistakes that do it yourselfers make when choosing and using it.






Plastic sheeting is a plant and soil killer. It should never be used as a substitute in any landscaping that will support plant life. Soils need to "breath" to support healthy vibrant plant growth. It's also nice if they can accept rainfall. Plastic sheeting inhibits all of these while also creating an atmosphere for harmful fungus, bacteria, mold, and rot.


Don't use plastic sheeting in your new design!






Measuring and overlap is another area where do it yourself make a common mistake. Try and remember that where two sheets of material meet, there needs to be a three to six inch overlap. This will help insure that weeds and grasses don't find their way to sunlight. So, also remember when figuring amount needed, to allow a little extra for the overlap.






Keep it completely covered from sunlight. Sunlight will do more natural damage than anything else. A good fabric will last virtually forever if covered completely from sunlight. So don't skimp on your groundcover and replenish yearly as needed.






Securing pins are often offered as a necessary accessory to weed barrier. This is true if you're using a cheaper material as they tend to shrink. As far as holding the material down while you work? You don't have to waste your money on them. You can simply hold the cloth in place as you go using your chosen groundcover.






Not all landscaping fabrics are alike. Home center and off brands most usually have the word "professional" or "commercial" on their labeling. And a lot of the time they don't quite live up to their labeling (I'm being nice here).






Here's what to look for:


A good quality product should be tougher than you are. You shouldn't be able to tear or stretch it easily and it should have a stiff quality to it. It shouldn't be flimsy and limp like regular cloth.






Test it before you place it in your landscaping. Next time you're at the local home center, try tearing a piece of it with your bare hands. If you can tear it or stretch it with your bare hands, chances are that weeds and grass can and will grow through it.






When shopping for professional fabric, you'll find many different types such as spunbond, woven, non-woven, and needle punch from many different manufacturers. And you'll find it in different weights as well.






While it would seem that a heavier fabric would offer better weed prevention, we haven't found this to be true all the time. Heavier weights higher than 3 oz. per sq. yd. are generally heavier price and shipping cost with no noticeable difference in weed protection. Just because it says it, doesn't mean it's so.






Another thing. When installing landscaping materials, make your cuts only as large as they need to be for the plant openings without choking the plants. Simply make an "X" in the barrier big enough for the plant or root ball to fit through. Then fold it back to the plant and cover with ground cover.






If you do have some large cuts or openings, use some scrap barrier to make a "patch". The fewer cracks or openings you have, the fewer undesirable plants and weeds you'll have.






Here at S&S Designed Landscaping we use a professional 3 oz. per square yard fabric that exceeds anything else we've tried. If you can't find a professional weed barrier locally, you can find out how to access some of our by following this link. Click Here for Professional Landscape Fabric




A ECOSSISTEMAS tem uma política de reciclagem de lixos orgânicos obtidos dos jardins, sempre que possível e praticável, pela reintrodução no solo do valioso composto orgânico. Todas as tarefas aliadas à manutenção de jardins são cobertas pelo programa de manutenção, e inclui: podas, colocação de tutores nas árvores, tratamento e manutenção de relvas, programas de fertilização e correcção de deficiências minerais. Manutenção de fontes e cascatas, tratamentos químicos contra pragas e doenças e controlo de infestantes também fazem parte do programa normal de manutenção. O sistema de rega necessita periodicamente de verificação, nomeadamente as válvulas eléctricas, filtros aspersores, pulverizadores e micro-jets. Também é necessário proceder periodicamente ao reajuste de programação dos controladores de rega e de iluminação, Construção e Manutenção de Espaços Verdes - Relvados - Jardim - Flores - Jardineiros - Profissionais - botânica - jardinagem - paisagismo - arvores - lago - natureza - protecção - Alcobaça Leiria Caldas Coimbra Lisboa Porto Algarve Faro Albufeira Quarteira Portimão Braga Figueira da Foz Pombal São Martinho Nazaré - Está a um passo do jardim com que sempre sonhou - Orçamentos grátis, Construção, instalação e vendas de piscina. Comercializamos uma vasta gama produtos: piscina, spas, abrigos, coberturas, pavimentos, produtos químicos e biológicos, Espaços verdes, projectos, construções e sistemas de rega, prestação de serviços a nível de projectos, construção, manutenção e sistemas de rega para espaços verdes. 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INITIAL CONSULTATION AND ESTIMATING • DESIGN • NEW CONSTRUCTION



INITIAL CONSULTATION AND ESTIMATING • DESIGN • NEW CONSTRUCTION


REMODEL • ONGOING MAINTENANCE





ALL PHASES OF SOFTSCAPE INCLUDING:

CLEAN-UP • GRADING • MULCHING • DRAIN WORK • IRRIGATION • LAWN BORDERS • TURF INSTALLATION

PLANTING (GROUND COVER TO LARGE TREES) • MUCH MORE!



ALL PHASES OF HARDSCAPE INCLUDING:

DEMOLITION • ELECTRICAL AND GAS • MASONRY WALLS AND ENTRYWAYS • LARGE SELECTION OF CONCRETE AND CUSTOM CONCRETE FINISHES • FENCING • PATIO COVERS AND GAZEBOS • RAILROAD TIE WORK • MAN-MADE ROCK • PONDS & WATERFALLS • FORMAL FOUNTAINS • NIGHT-LIGHTING • ETC.





IRRIGATION

Contractor grade, quality materials only, warranted for two full years. One year warranty on labor. Underground ball valve at every manifold for maintenance ease. Direct burial, UV rated wire only, and fully self-contained, watertight splices, used by Disneyland and Magic Mountain for flawless and consistent electrical performance. Professional grade controllers on every job. "Swing-Pipe" assembly at every sprinkler head provides flexibility in every direction, eliminating maintenance on broken fittings, and risers underground. All exposed and pressurized lines insulated and rated schedule 40 pipe. Sprinkler heads set to specification at grade to eliminate mower damage, and approximately 3 1/2" from borders to allow for mower wheel.







SOIL PREPARATION

Minimum 2" deep weed-free and manure-free organic wood fibrous mulch.The mulch is rototilled to a minimum 6" deep with amendments added as necessary to correct pH problems and condition the soil. Rough grade to within 1" of finish. Water-rolled and compacted to eliminate air pockets. Finish grade wall-to-wall with wide landscape rakes. 6-20-20 prestart fertilizer applied throughout to promote root growth and reduce transplant shock.





SOD

Top-Of-The-Line "Marathon" Sod from Southland Sod Farms.









PLANT MATERIAL

Every flat of groundcover and color, and every tree, shrub, etc. is handpicked for your landscape project to insure best quality possible. You may visit our local Nursery to preview the varieties we have suggested. At your request, we will set all plants and wait for you to approve the layout before installation. All plants and trees will be planted as follows:





Groundcover and color: Soil will be amended prior to installation to insure vigorous growth and bloom. (This excludes slopes, which will be fertilized appropriately upon completion.) Shrubs: Holes will be dug one-and-a-half by one-and-a-half times the container size and backfilled with minimum one-half Kellogs Gromulch, native soil and 1-year slow-release fertilizer tablets, recompacted properly and treated with granular prestart fertilizer to encourage healthy adaptation and root growth. Trees: Will be planted the same as shrubs and staked as necessary.



Shrubs carry a 90 day warranty; 15 gallon and larger trees carry a full one year warranty. Warranties good except for circumstances completely beyond the control of Greenbee Landscape, such as unattended drought, disease, fire, pests, vandalism, etc.



Greenbee offers a full design service so that you can see the layout on paper and have a record of all your plants with botanical name drawn to scale for present and future reference.





HARDSCAPE

Our Hardscape crew will deliver only the finest product. We will personally design, install and custom-build your patio cover, water feature, lighting, walls, concrete patio or sidewalk, etc. With a crew dedicated to provide the highest quality finished product, your project will showcase lasting beauty.



INTANGIBLE DIFFERENCE

We are absolutely committed to delivering the finest product possible and are familiar with the extreme weather conditions and soils in the Antelope Valley. One phone call for a complete landscape package assures construction coordination without missing a beat, and a "flowing concept" that results in an obviously professional product. As you have probably already noticed, our phones are staffed with real people during business hours and the owner can always be reached through the office by radio. With the same dedicated crew serving Greenbee since 1989, we are ready to deliver your dream. Just ask our number one salespeople--our previous customers!!

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Our "Complete Package" landscape team offers turnkey projects that may include:


INITIAL CONSULTATION AND ESTIMATING • DESIGN • NEW CONSTRUCTION

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Once a landscape design has been approved, we begin our careful implementation process. We give the utmost attention to quality and the sanctity of existing structures.







Our exterior construction abilities include:







Terraces & walkways







Sitting walls or retaining walls of all materials







Period gardens or theme gardens







Garden drainage







Functional plantings, such as visual barriers and noise buffering









Once a landscape design has been approved, we begin our careful implementation process. We give the utmost attention to quality and the sanctity of existing structures.







Our exterior construction abilities include:







Terraces & walkways







Sitting walls or retaining walls of all materials







Period gardens or theme gardens







Garden drainage







Functional plantings, such as visual barriers and noise buffering

A good example would be in the use of landscaping rocks and accent boulders. If you've ever seen a landscape design that had one large white round boulder here and another large red square granite boulder there and so on, then you've seen that unity wasn't created by this particular element.



A good example would be in the use of landscaping rocks and accent boulders. If you've ever seen a landscape design that had one large white round boulder here and another large red square granite boulder there and so on, then you've seen that unity wasn't created by this particular element.




This is just one example but the principle applies to all other elements such as groups of plants and materials.



A simple way to create unity in your landscape is by creating themes. And one of the simplest ways to create themes is by using a little garden decor. Creating a theme garden is easier when it's related to something you're interested in or have a passion for.



If you're into butterflies for instance, you could create a theme using plants that attract butterflies as well as using statues, ornaments, and other decor that are related to butterflies.



Unity should be expressed through at least one element in your landscape and preferably more. Using elements to express a main idea through consistent style and a specific theme is what creates harmony.





•Simplicity is actually one of the principles in design and art. It's one of the best guidelines you can follow as a beginner or do it yourselfer. Just keep things simple to begin with. You can do more later.

Simplicity in planting, for instance, would be to pick two or three colors and repeat them throughout the garden or landscape. Keeping decor to a minimum and within a specific theme as well as keeping hardscapes such as boulders consistent is also practicing simplicity.



•Balance in design is just as the word implies. A sense of equality. There are basically two types of balance in landscape design. Symmetrical and Asymmetrical.

Symmetrical balance is where there are more or less equally spaced matching elements of the garden design. With a garden equally divided, both sides could share all or part of the same shape, form, plant height, plant groupings, colors, bed shapes, theme, etc.



You may remember creating something like this when you were a kid in art class at school. Where you take a piece of paper, splash paint on it, fold it in half, unfold it, and then it magically creates an interesting symmetrical design. So symmetrical balance or design is somewhat of a mirror image or reflection.



Asymmetrical balance on the other hand is one of the principles of landscape design that's a little more complex. While textures, forms, colors, etc. may remain constant to create some unity, shapes and hardscapes may be more random. This form of balance often has separate or different themes with each having an equal but different type of attraction.



Asymmetrical may be better understood as actually being unbalanced, abstract, or free form while still creating unity and balance through the repetition of some elements.



A good example of this would be where bed shapes or paths differ on both sides of the landscape dividing line while still sharing some of the same elements and plants. One side could be curved with a sense of flow while the other side is straight, direct, hard, and completely opposite. Again, unity and balance will be created through other elements.



Contrast can be very interesting and this type of form can create a neat contrast. Flowing lines are pleasing to the eye but the bold contrast of a curve combined with a straight line can be very interesting.



Asymmetrical balance isn't dependant on the shape of your garden. It can be but generally it's not.



An example might be where one side of the garden is mostly large shade trees while the other side is predominately a lower growing flower garden or even a mix of both examples. Like I stated earlier, the landscaping can be abstract while still maintaining unity through other elements such as rocks, plants, and decor.



Contrast and harmony can also be achieved using plants. Fine foliage verses coarser foliage, round leaves verses spiked leaves as well as color compliments and contrasts.



Plant height, color, and texture may be varied from one area to the next but each area should stay consistent within its own theme.



You'll hear me talk about "themes" a lot. Many successful do-it-yourself designs follow a basic theme to achieve most of the principles of landscape design described on this page. The proper use of plants (see plant selection)or garden decor or a mix of both is a simple way to achieve themes.



•Color adds the dimension of real life and interest to the landscape. Bright colors like reds, yellows and oranges seem to advance toward you and can actually make an object seem closer to you. Cool colors like greens, blues, and pastels seem to move away from you and can make an object seem farther from you.

Grays, blacks, and whites are considered neutral colors and are best used in the background with bright colors in the foreground. However, to increase depth in a landscape, you can use dark and coarse textured plants in the foreground and use fine textured and light colored plants in the background.



Colors can also be used to direct your attention to a specific area of the garden. A bright display among cooler colors would naturally catch the eye.





•Natural transition can be applied to avoid radical or abrupt changes in your landscape design. Transition is basically gradual change. It can best be illustrated in terms of plant height or color but can also be applied to all elements in the landscape including but not limited to textures, foliage shape or size, and the size and shape of different elements. In other words, transition can be achieved by the gradual, ascending or descending, arrangement of different elements with varying textures, forms, colors, or sizes.



An example of a good transition would be a stair step effect from large trees to medium trees to shrubs to bedding plants. This example is where a little knowledge of proper plant selection would come in handy. Click here for choosing the right plant selection .



Transition is one of the principles of landscape design that can be used to "create illusions" in the landscape. For example a transition from taller to shorter plants can give a sense of depth and distance (like in a painting), making the garden seem larger than it really is. A transition from shorter to taller plants could be used to frame a focal point to make it stand out and seem closer than it really is.



•Line is of the more structural principles of landscape design. It can mostly be related to the way beds, walkways, and entryways move and flow.

Straight lines are forceful and direct while curvy lines have a more natural, gentle, flowing effect.



•Proportion simply refers to the size of elements in relation to each other. Of all the principles of landscape design, this one is quite obvious but still requires a little thought and planning. Most of the elements in landscape design can be intentionally planned to meet the proper proportions.

For instance if you are creating a small courtyard garden, an enormous seven foot garden statue placed in the center would be way out of proportion and a little tacky to say the least. Or a small four foot waterfall and pond placed in the center of a large open yard would get lost in the expanse.



Don't misunderstand this to mean that if you have a large yard you can't have smaller features or garden decor. Proportion is relative and elements can be scaled to fit by creating different rooms in the garden. The goal is to create a pleasing relationship among the three dimensions of length, breadth, and depth or height.



A small water feature can be proportionate if placed in a corner or on the edge of a large area and becomes a focal point of the larger area while creating its own distinct atmosphere. An entire room, sitting area, or theme can be created around it. Other rooms and themes can be created as well. See small gardens for ideas on creating rooms and creating illusions.



Also, special consideration and study should be given to proper plant selection to avoid using plants that are out of proportion.



•Repetition is directly related to unity. Its good to have a variety of elements and forms in the garden but repeating these elements gives variety expression.

Unity is achieved by repeating objects or elements that are alike. Too many unrelated objects can make the garden look cluttered and unplanned.



There's a fine line here. It's possible that too much of one element can make a garden or landscape feel uninteresting, boring and monotonous.



However, unity can still be created by using several different elements repeatedly. This in turn keeps the garden interesting.

By Bill Schwab



By Bill Schwab








What was the biggest mistake I ever made in business? Since there isn't enough space in this entire issue of PRO, I need to decide which mistake we should discuss.







Should I tell you about the time an employee did something very stupid in one of our trucks that was almost the demise of our company? Better yet, maybe I should talk about how a very wealthy client cheated our company out of a lot of money after he promised to pay when a certain amount of work was complete? (Maybe it was because he was a lawyer...)







There was the time...well several times... that we did work on handshakes (no signed contracts), or let customers change orders without putting it in writing. I don't even want to mention the times we didn't charge for the changes. Maybe our biggest mistake was continuing to employ a supervisor who had a special talent for alienating and demoralizing employees. That was a tough lesson when 75% of our work force walked off the job during the spring rush.







Vroom vroom



How about the time I bought a new piece of equipment that we didn't really need, and it broke down nine times in 300 hours of usage? That brings up a good point: Those testosterone-bearing years. I lived on a steady diet of vitamins and raw horsepower to survive in my younger days. What I'm talking about here was that spontaneous urge that every self-respecting male has to own every ground-shaking overpowered piece of equipment that has ever been made.







Forget the cost (or whether we really need it right now), it's neat, so why not own it? They are making a bigger one next year, Grrrreat! I'll get it. The reason you need it is that it is a symbol of your accomplishments and you will impress everyone while they view it sitting on your trailer.







Perhaps the biggest mistake was not being able to realize when we had no money. I could never seem to figure that one out; after all we had a whole book of checks left. Those employees have a lot of nerve. I gave them their jobs, now they wanted me to pay them for it! And those clients, they are always expecting something for free.







This one could be it. The biggest mistake we ever made was not checking the background fully of a bookkeeper we used. She charged way too much, and held our records hostage for five months while we scrambled to file taxes. That's it. The biggest mistakes fall into the realm of dishonest vendors and support help.







Holding up a Mirror



But the fact is, whether I wanted to believe it or not, I would learn that the biggest mistake was looking at me right in the mirror each morning. It had nothing to do with employees, clients, equipment, cash flow, gross or net income. This problem was so deeply rooted yet so obvious, it was staring me in the face every day. It was me.







I looked at life as though the cup was half empty, and any problem was out there at arms reach, rather than inside myself. I was, and still am, the big cheese, the owner, and these issues are what I bargained to take full responsibility for if they happened. And yes, most of them have.







As much as I would love to say that the thing to do is never to make a mistake again, we are all human and we will make mistakes. The real thing to do is to recognize each mistake as soon as you see it happen, learn from it, and never make that mistake again.







Sheer stubbornness will take you far in this world. It will also cause you to go through a lot of pain, effort, and heartache before you wake up and finally figure out where the core of the problems really lie.







Pointing Fingers



When I look back at my business history, it is easy to see where the problems started. During my fourth year in business, my wife died unexpectedly after childbirth. I was now alone running the business, not to mention trying to deal with the grief and raising a baby girl alone. I quickly switched to auto-pilot, avoiding help, and trying to run everything all by myself.







I struggled for six years, answering problems not by solving them, but by digging in deeper, trying to find answers in all the wrong places. I spent that time always playing catch up, when I could have used that time to grow. It took that long before I realized that I couldn't point fingers at the rest of the world. I could only point to that jerk in the mirror. It wasn't what everyone else was doing to me. It was what I was doing to the business.







It was finally a client (also a friend) who helped me understand. One day he pulled me aside and told me to stop pointing fingers. He put into words the same thoughts that had been brewing in the back of my mind for a while. I realized that it was me and my attitude holding us back. It was changing that attitude that has unleashed us.







What I Learned



Once I opened myself up to the idea that getting help was okay, there's been no looking back. I hired smart people to take care of the areas of business where I was weak, and that allowed me to focus on the areas of the business where I thrived. I learned (finally) from my mistakes.











1.I learned you cannot make accurate, informed decisions from knee-jerk reactions. Nor can you do everything well at once.



2.I learned to let professionals take care of the finances so I can focus on leading the business in the best direction.



3.I learned to make new equipment decisions based on company need, not on testosterone.



4.I learned to let other people in, and to seek advice when making decisions.



5.When I got married again last year, I learned that my wife is a true partner and can serve as a good sounding board, advisor, and at times, gatekeeper. I don't have to call all the shots myself. And you know what? A lot more decisions are calculated and correct.



6.I learned this: Just like how I take the wards and commendations that we have earned over the years, I also take full responsibility for the mistakes our company makes. That is probably the most important lesson of all.

HOW DOES YOUR GARDEN GROW?



HOW DOES YOUR GARDEN GROW?








How Does Your Garden Grow?



Have you ever noticed that the best vegetables seem to be the ones you grow yourself? It doesn't take much room to grow a few veggies for your own family, in fact a tomato plant can do very well in a pot on your patio or terrace. Below are a few pointers to get you going.



Good soil is the first rule for a successful garden. If you have soil that feels as hard as a rock you have decomposed granite. If your soil holds together if you form a ball when it is wet, you have clay. San Diego soil is some of the worst you could have. What to do? Add humus. Lots of it. Pile it on thick and dig it in well. It will make all the difference in the world.



All veggies grow their best if they have at least six hours or more of sun. If you don't have a bed in the sun, use pots and put them in a sunny spot.





HOW MUCH SHOULD YOU PLANT?



Tomato Plants: 4-5 plants should take care of a family of four. You may want to use different varieties, such as beefsteak, yellow, cherry, etc. You may want to put up a cage or trellis to support tomatoes. Water tomatoes deeply and infrequently as possible. Let at least one day go by after watering before you pick tomatoes. They will be sweeter!



Zucchini or other squash: One plant should take care of a family, but you may want to plant one more in case you have a mildew problem occur on the primary plant.



Carrots, radishes, beets, and lettuces: As space permits, one seed packet of each. Plant another seed packet of the same veggies 4-6 weeks later for a second harvest.



Eggplant: One eggplant should be plenty for your family of four.



Peppers: A few pepper plants should be enough for your family. You may want to try a few different kinds for variety. If you are growing spicy peppers, keep them evenly watered, or they may become spicier than you might care for! Remember, peppers freeze well.



Corn: Needless to say, corn takes up a lot of room. If you do decide to grow your own corn, plant it in groups, not lines, so they will pollinate more easily.



Herbs: Herbs take up little room and can do very well in pots on your patio if your garden space is limited. One or two plants of the herbs you use should be enough for your family. Try basil, cilantro, or dill! Mint is great for those refreshing summer drinks.



If you have any of your own gardening tricks that you would like to share, please send me

Serviços de Jardinagem: Desenho, construção e manutenção de jardins e espaços verdes, paisagismo: modelação do terreno, preparação do solo, Construção de muros de pedra



Of course every client and every garden is different and whilst some may want a total redesign and rebuild, others may simply want some assistance with planting up a new border. I would be equally happy to help with either.




New Planting Service



Areas replanted with a lovely new planting scheme .



Client Consultation



This is a visit to see and discuss your garden. It is a very important part of the process where I can get a feeling for how you will be using the garden and exactly what you are hoping for. I can offer advice and suggestions and give an indication of what design work will be necessary.



Site Analysis and Measurement



Once you have decided to proceed with the garden design service, I will carry out a full site analysis. I will be noting the aspect, soil type, measurements, position of features and plants to be retained, slope, problems and so on.



Garden Layout Plan



I will produce scale plan of the proposed garden layout in the form of a hand drawn, coloured drawing which will include detailed drawings of any complex elements. This will be presented to you in person so that you have an opportunity to discuss it and understand it fully. For an example of a garden layout plan click here



When this has been approved, I will produce a setting out plan with dimensions clearly marked to be used during the construction.



Making it Happen



I can take on any aspect of this from putting you in contact with reputable landscapers, builders or specialists, to obtaining quotes on your behalf and monitoring the project. Some clients like to arrange work with their own chosen contractors or carry out the work themselves.



The advantage of having your designer on board all the way through are considerable. I can ensure that the contractors understand exactly what is required, advise you about the correct time and amount to pay, and help you to ensure that all the people needed are involved at the correct time.



Planting Plan



Should you wish, a detailed planting plan can be drawn up to show which trees, shrubs and plants would work with the new garden layout and the physical conditions in your garden. For an example of a planting plan click here



Sourcing and Planting the Plants



If you don't fancy buying and planting the plants yourself, I would be happy to arrange to do this for you. This includes preparing the soil to ensure that plants have the best possible start in their new home.



Maintenance



I can provide an information pack, explaining exactly how the garden should be cared for to keep it looking its best. For those people who don't have time to look after the garden themselves, I can arrange a maintenance contract on your behalf.



Postal Service



If you live far from Leeds, I can still do designs for your garden by post. I would be happy to provide this service for gardens anywhere in the world!



You provide details of the garden using a questionnaire and plan, and I provide the designs!



Promote Your Business or Your Products



I often work with businesses, charities, landscape companies, manufacturers and artists to help promote them to the public via my show gardens. If you would be interested in working with me then please get in touch.



Please contact me for details.



Services

Garten Design, Gartendesign, Gartenplanung, Gartengestaltung, Landschaftsplanung, Landschaftsarchitektur , Pflanzenschutz, Schädlingsbekämpfung, Palmen Schädlinge



Pavimentação e Drenagem: dois aspectos conjuntos para garantia de segurança
O pavimento adaptado à circulação de bicicletas deve ter em conta algumas características como:

Resistência do material – deverá suportar a quantidade e tipo de tráfego a que se destina, assim como, o peso da maquinaria de construção e, permitir esporadicamente, a passagem de veículos na área ciclável de veículos de urgência.



Regularidade da superfície – todas as deformações e ressaltos no pavimento devem ser evitados e minimizados, porque implicam com a estabilidade e equilíbrio dos utilizadores.

 


Deve ter-se em consideração que:

 
as situações de existência de lancil nos limites do espaço ciclável, deve-se optar por um rebordo clivado e sem arestas para minimizar os riscos de desequilíbrios, ou mesmo ocorrência de acidentes em situação de queda;



as grelhas dos sumidouros, no caso de faixas cicláveis devem encontrar-se nos limites da área ciclável, niveladas com o resto do pavimento;



as tampas e buracos de acesso a infra-estruturas devem ser colocados fora da área ciclável;



as juntas de dilatação do pavimento betuminoso e de betão devem ser niveladas e sem regularidades, com uma orientação perpendicular ao sentido de circulação da bicicleta;



deve-se controlar o crescimento de ervas daninhas entre juntas.







Resistência no deslizamento – a área especificamente destinada à circulação de bicicletas deve apresentar uma superfície suave e com pouca rugosidade, sem no entanto ser derrapante. Em situações coexistência de tráfego ciclável e pedonal, ou outras situações onde se pretende diminuir a velocidade do ciclista, o pavimento deve apresentar uma maior rugosidade, eliminando a possibilidade de transições abruptas de alteração de pavimentos.





Deve ter-se em consideração que:







em situações onde a inclinação não permite a construção de rampa, ou mesmo, situações de adaptação de escadas ao transporte de bicicletas, deverá existir uma calha ao longo da inclinação das escadas, para colocar a roda da bicicleta e deslizar nas subidas e descidas, quando esta é transportada à mão. Entre a superfície de encaixe da calha e os pedais da bicicleta deve haver uma distância de 0.20m para permitir rodar os pedais quando a bicicleta está a ser transportada; (foto Aveiro)



as rampas devem ter um pavimento com boa resistência e aderência, sem grandes rugosidades de forma a não colocar em causa a segurança do ciclista.



A Drenagem implica com a aderência da bicicleta ao pavimento, como também com a comodidade, devido a salpicos de água ou lama quando chove se a bicicleta não tem guarda-lamas. É importante evitar a formação de poças assegurando uma rápida drenagem da água, através de pavimentos com características permeáveis ou preparados para o escoamento da mesma, para áreas livres da circulação de bicicletas e peões.

Deve ter-se em consideração que:

 

as rampas de atravessamento desnivelado não devem ter mais de 6% de inclinação numa extensão máxima de 6m, com lanços de plataformas de descanso de comprimento de 1,50m (DL nº 123/97);



pequenas rampas para ultrapassar desníveis de lancil não devem ultrapassar os 20 -25% de inclinação. (Ministério do Fomento Espanhol, 1999);



todos as superfícies pavimentadas devem ter uma inclinação transversal variável entre os 1,5% – 3% de inclinação (2 – 5% de inclinação);



a inclinação transversal da ciclovia deverá ser só num sentido;



nas situações de taludes a drenar para a ciclovia, deverá haver drenos na base dos taludes de forma a água ser colectada debaixo do pavimento da ciclovia, ou a existência de calhas colectoras de água (valas) com material permeável;



os sumidouros devem apresentar as ranhuras da grelha orientadas transversalmente ao sentido de circulação das bicicletas e uma abertura máxima das grelhas de 0.02m (DL nº 123/97), de lado ou diâmetro;



Diferenciação por cor e textura – através do pavimento, o ciclista deverá reconhecer a sua funcionalidade e adoptar uma postura adequada à circulação nesse espaço. Poderá atingir-se esse objectivo com a coloração do pavimento assim como pela existência de texturas de contraste entre o espaço pedonal e ciclável, não devendo no entanto existir grande diversidade de materiais, o que levaria a confundir a compreensão e leitura do espaço.



Deve ter-se em consideração que:


nos atravessamentos da faixa viária é importante definir bem a circulação de bicicletas e peões ou a situação de coexistência de tráfego;

 
é sempre preferível uma separação física do tráfego ciclável do viário, que pode ser concretizado em espaços verdes, ou em pavimento, devendo constituir uma faixa de largura mínima 0.5 a 1.0m (0.6 – 0.9m);



em caso da faixa de separação física ser em pavimento diferenciado, deverá ter uma guarda de protecção, sobretudo em larguras inferiores a 1m;

 


Pintura – as tintas que são utilizadas na sinalização horizontal deverão evitar a resistência de deslizamento, assim como o próprio material de pigmentação utilizado na superfície ciclável, quando colorida.









Ecoviveiros Ecogrupo Ecogrupo Ecossistemas é a selecionada para realizar os espacos verdes do LONGEVITY WELNESS pela L.M.S.A. e Dono de Obra .









Ecossistemas é a selecionada para realizar os espacos verdes do LONGEVITY WELNESS pela L.M.S.A. e Dono de Obra .


Contracto de Arranjos Exteriores no valor de 681 000€ executáveis em 3 meses para finalizar em Março de 2010 que inclui :
 
Ruas,Escada,Terraços,Pavimentos,Decks,Piscinas,Rede de Rega e Ajardinamentos.
 
Focus Group foi o projectista com uma mpra o Grupo LAND DESIGN.

• Empresa de Jardinagem, com a experiência de mais de 19 anos no Algarve, em Portugal, oferece todos serviços de jardinagem e tratamento das piscinas. Os serviços de Construção e Manutenção de Jardim no Algarve:








http://evr3.org - EVR3 Consortium





www.agroportal.pt - Agroportal



www.ambienteonline.pt - Ambiente Online



www.anmp.pt - Associação Nacional de Municípios Portugueses



www.apap.pt - Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas



www.apemeta.pt - Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais



www.appconsultores.pt - Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores



www.asla.org - American Society of Landscape Architects



www.dgotdu.pt - Direcção Geral do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Urbano



www.ecnc.nl - European Centre for Nature Conservation



www.ecocasa.org - EcoCasa – Casa Virtual de Energia



www.efla.org - European Foundation for Lansdscape Architecture



europa.eu.int/comm/environment/index_pt.htm - EU - Ambiente



www.uk.gardenweb.com - Garden Web Europe



www.icn.pt - Instituto da Conservação da Natureza



www.ifla.net - International Federation of Landscape Architects



www.igeo.pt - Instituto Geográfico Português



www.inag.pt - Instituto da Água



www.landartnet.org - Landscape and Arts Network



www.mocoloco.com - Modern Contemporary Design



www.naturlink.pt - Naturlink



www.wteamup.pt - Wteamup - Participação Empowerment

sábado, 7 de Novembro de 2009

Em 2010, a economia portuguesa já deverá crescer, embora de um modo muito ligeiro, refere a comissão Europeia



Em 2010, a economia portuguesa já deverá crescer, embora de um modo muito ligeiro, refere a comissão Europeia A Comissão Europeia acaba de publicar as previsões económicas de Outono para os seus 27 Estados-membros. A conclusão é que a União Europeia vai começar a sair lentamente da crise a partir de 2010, ano que ficará assim marcado como o da retoma económica na Europa.


Em Portugal, espera-se já um crescimento do PIB em 2010 (+0,3 por cento), depois do decréscimo de 2,9 por cento avançado para o corrente ano. A inflação deverá subir para os 1,3 por cento (-1,0 por cento em 2009) e a taxa de desemprego permanecerá nos 9,0 por cento, s prevendo-se apenas uma ligeira diminuição em 2011 (8,9 por cento).

A par com o défice orçamental (8,0 por cento do PIB em 2009 e 2010 e 8,7 por cento em 2011) e o aumento da dívida pública (mais de 80 por cento do PIB), a taxa de desemprego é um dos maiores problemas da economia nacional.

Na Zona Euro, as previsões são para um acréscimo médio do PIB de 0,7 por cento em 2010, um défice de 6,5 por cento, uma inflação de 1,1 por cento e uma taxa de desemprego de 10,7 por cento.
 
 

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

30 de Outubro de 2009 uma data trágica para a Arquitectura Paisagista Portuguesa.





30 de Outubro de 2009 uma data trágica para a Arquitectura Paisagista Portuguesa.

Caríssimos colegas

Que a legislação tenha algumas incongruências... já estamos habituados, que nem sempre sejamos bem tratados pela República Portuguesa (veja-se o caso do tempo que tem demorado a aprovar a nossa Ordem e o triste processo dos Mestrados integrados) também já começa a ser habitual, mas que aceitemos ser tratados como profissão sem competências, É DEMAIS!

A portaria 1379/2009 estabelece a qualificação exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela direcção de obras e pela fiscalização de obras pelo que se torna de grande relevância para todas as profissões nela envolvidas estranhando-se que a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP) não tenha sido ouvida.

A Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009 publicada em Diário da República 1ª série nº 211 é, do meu ponto de vista, um insulto à profissão e passo a explicar as razões.

A Secção II do Capítulo II tem por titulo "Arquitectura e paisagismo" logo, depreende-se que nem a designação de Arquitectura e Arquitectura Paisagista merecemos.
Ainda na mesma secção no Artigo 6º define-se "Projectos de paisagismo". Esta designação já apareceu noutra legislação recentemente publicada (Lei nº 31/2009 de 3 de Julho - art. 10 - 6) que entendi como sendo uma incongruência legislativa já que na Portaria nº 701-H/2008 publicada no Diário da Republica 1ª série nº 145 de 29 de Julho de 2008 na secção XIII a designação que aparece relativa aos projectos que nós, Arquitectos paisagistas fazemos é de Espaços Exteriores e não de Paisagismo (veja-se Anexo II - Classificação das obras por categorias da mesma portaria).

Mas se a designação de paisagismo é infeliz (e menos inocente do que pode parecer), a gravidade de tudo isto vai aumentando à medida que lemos a referida Portaria.
No Capítulo III, Secção III art. 14º relativo a direcção de obras verifica-se que não podemos ser directores de qualquer tipo de obras, NEM MESMO AS DE JARDINS!!! Mas podem ser Arquitectos e Engenheiros.

No art. 15º temos uma COISA indicada como "Projecto Ordenador de Paisagismo" onde, com grande benevolência, deixam que o director de obra possa ser "coadjuvado por arquitecto paisagista".

(Esta designação "Projecto Ordenador de Paisagismo" já aparece na Lei nº 31/2009 de 3 de Julho - art. 15 - 1 c).)

Se ainda conseguirem ler mais desta Portaria 1379 aqui vai...
Capítulo IV - Fiscalização de Obra na Secção III que se prende com a Direcção de fiscalização de outras obras, verifica-se que os Arquitectos Paisagistas não têm competências para ser directores de fiscalização de obras. E no art. 2 passo a citar " A direcção de fiscalização de obras de espaços exteriores até à categoria III pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de três anos de experiência (claro que nunca a Arquitectos Paisagistas mesmo que seja um Parque ou um Jardim) com excepção das obras previstas nas alíneas a) a h) do nº 4 do artigo 8º da Lei nº 31/2009, de 3 de Julho.
Mas agora o verdadeiro ESCANDALO: art 3 "A direcção de fiscalização de obras em jardins e sítios históricos da categoria IV pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, com a excepção prevista no número anterior". Logo um jardim histórico pode ser fiscalizado por um Engenheiro ou por um Arquitecto mas NUNCA por um Arquitecto Paisagista.

Colegas considero que não é mais possível aos profissionais de Arquitectura Paisagista ficar parados perante este atentado às nossas áreas de trabalho, à história e dignidade de toda uma profissão que tem vindo a ser construída há mais de 60 anos.
Trata-se de um atentado à integridade profissional pelas competências que não nos reconhecem apesar da formação que temos.
Também em caso algum podemos aceitar designações bárbaras de "paisagismo", "projecto ordenador de paisagismo" e assinar termos de responsabilidade, fazer seguros de responsabilidade civil, assinar garantias bancárias, etc. para COISAS destas.

Quem não sabe não faz legislação. Quem não sabe pergunta.
O estado português não pode publicar legislação cujas associações profissionais não são devidamente ouvidas, repleto de erros nas definições e manifestamente proteccionista de umas áreas profissionais em detrimento de outras.
Esta legislação IMPEDE O ACESSO dos Arquitectos paisagistas aos lugares de decisão nas obras e mais bem remunerados e torna-os sempre os elementos minoritários e com menos peso o que é gravíssimo quando se trata de obras de espaços exteriores.

Considero que tem que haver uma manifestação pública de repúdio por este tipo de atitude pela nossa classe profissional e têm que ser tomadas medidas urgentes perante o Estado Português (cartas de protesto, abaixo-assinados, reuniões solicitadas pela associação da Associação Profissional e outros grupos profissionais e do ensino, etc.) no sentido de fazer estancar este tipo de legislação que está continuadamente a sair neste ano de 2009 e pressionar o estado a tornar a Apap em ordem profissional e a reconhecer a APAP como parceiro de negociação em todos os actos legislativos.

Esta portaria é inaceitável e tem que ser revogada!!!!!!
Caros colegas uma parte de acção/pressão pertence à nossa Associação Profissional - APAP, a outra pertence a todos nós.
A PRESSÃO DE HOJE É O TRABALHO E O RESPEITO DE AMANHÃ.
Saudações a todos os colegas e votos de grande actividade contestatária individual e colectiva nas próximas semanas.

Laura Roldão Costa

PS: Este mail pode ser reencaminhado para Arquitectos Paisagistas e Gabinetes de Arquitectura Paisagista

 
 
Diário da República, 1.ª série — N.º 211 — 30 de Outubro de 2009 8301


2 — O «volume de pagamentos» corresponde a um  duodécimo do montante total das operações de pagamento executadas pela instituição de pagamento no ano anterior. Enquanto a instituição de pagamento não tiver completado um ano de actividade (na data do cálculo), e a partir do dia em que esta tenha início, o volume de pagamentos deve ter por base o valor do volume de pagamentos previsto para o primeiro ano no seu plano de actividades previsional. O Banco de Portugal pode exigir um ajustamento desse plano, nomeadamente nos casos em que se tenha verificado uma divergência significativa face às previsões.

III — Método do indicador relevante:

1 — As instituições de pagamento devem possuir fundos próprios de montante pelo menos equivalente à soma dos seguintes elementos, multiplicado por um factor de escala k definido abaixo:

i) 10 % da parte do indicador relevante até € 2,5 milhões;

ii) 8 % da parte do indicador relevante acima de € 2,5 milhões e até € 5 milhões;

iii) 6 % da parte do indicador relevante acima de € 5 milhões e até € 25 milhões;

iv) 3 % da parte do indicador relevante acima de € 25 milhões e até € 50 milhões;

v) 1,5 % da parte do indicador relevante acima de € 50 milhões.

O factor de escala k é de:

a) 0,5 caso a instituição de pagamento apenas preste o serviço de pagamento indicado na alínea f) do artigo 4.º do regime jurídico constante do anexo I;

b) 0,8 caso a instituição de pagamento preste o serviço de pagamento indicado na alínea g) do artigo 4.º do regime jurídico constante do anexo I;

c) 1,0 caso a instituição de pagamento preste qualquer dos serviços de pagamento enumerados nas alíneas a) a e do artigo 4.º do regime jurídico constante do anexo I.

2 — O «indicador relevante» consiste na soma dos seguintes elementos: Receitas de juros; Encargos com juros; Comissões recebidas; e Outros proveitos de exploração. Os elementos definidos têm por base as categorias contabilísticas respeitantes à conta de ganhos e perdas das instituições de pagamento. Cada um dos elementos deve ser incluído na soma com o respectivo sinal positivo ou negativo.
As receitas extraordinárias ou irregulares não devem ser consideradas no cálculo do indicador relevante. A
comissões pagas por serviços prestados por terceiros (outsourcing) podem contribuir para reduzir o indicador relevante se forem incorridas por uma instituição sujeita à supervisão do Banco de Portugal por força do disposto no regime jurídico constante do anexo I. O indicador relevante é calculado com base nas observações anuais reportadas ao final do exercício financeiro imediatamente anterior. Quando não se encontrarem disponíveis dados auditados, podem ser utilizadas estimativas. 

3 — Sem prejuízo do disposto no n.º 1, para as instituições de pagamento sujeitas ao método do indicador relevante os seus fundos próprios não podem ser inferiores a 80 % da média do indicador relevante para os três últimos exercícios financeiros.

MINISTÉRIOS DAS OBRAS PÚBLICA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES E DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR
Portaria n.º 1379/2009 de 30 de Outubro A Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, que revogou o Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro, aprovou o regime jurídico

que estabelece a qualificação exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela direcção de obras e pela fiscalização de obras que não

estejam sujeitas a legislação especial. Nos termos do disposto nos n.os 1 e 2 do artigo 27.º da referida lei, competia à Ordem dos Arquitectos, à Ordem dos Engenheiros e à Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos, ou a outras associações públicas profissionais
definir, através de protocolos a estabelecer entre si, as qualificações específicas adequadas à elaboração de projectos, à direcção de obras e à fiscalização de obras. Esses protocolos deveriam estar concluídos, nos termos do disposto no n.º 6 daquele artigo, dentro de dois meses contados da data de publicação do diploma, ou seja, até 3 de Setembro de 2009. E, como dispõe o n.º 7 do mesmo preceito, caso não se verificasse, dentro desse prazo, como veio a suceder, a celebração dos aludidos protocolos, aquela definição seria aprovada por portaria. Pela presente portaria é, pois, aprovada a definição das qualificações específicas mínimas adequadas à elaboração de projectos, à direcção de obras e à fiscalização de obras, no âmbito dos projectos e obras compreendidos noartigo 2.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, nos termos das definições estabelecidas pelo artigo 3.º deste diploma e com respeito pelas pertinentes disposições do mesmo, nomeadamente as contidas no respectivo artigo 4.º Não são contempladas na presente portaria as qualificações específicas adequadas à elaboração de projectos, à direcção de obras e à fiscalização de obras cuja definição tenha sido já objecto de tratamento em legislação especial ou em protocolo celebrado ao abrigo de legislação especial.Foram ouvidas, nos termos do disposto no n.º 8 do artigo27.º da citada lei, a Ordem dos Arquitectos, a Ordemdos Engenheiros e a Associação Nacional dos Engenheiros
Técnicos.Assim: Ao abrigo do disposto no n.º 7 do artigo 27.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, manda o Governo, pelos Ministros das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o seguinte:

CAPÍTULO I

Introdução

Artigo 1.º

Objecto

A presente portaria regulamenta as qualificações específicas profissionais mínimas exigíveis aos técnicos responsáveis pela elaboração de projectos, pela direcção

de obras e pela fiscalização de obras, previstas na Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, sem prejuízo do disposto em legislação especial. 8302 Diário da República, 1.ª série — N.º 211 — 30 de Outubro de 2009

Artigo 2.º

Âmbito de aplicação

A presente portaria é aplicável:

a) Aos projectos de operações urbanísticas, incluindo os loteamentos urbanos, tal como definidos no Regime

Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) aprovado pelo Decreto -Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, alterações subsequentes e respectivas portarias regulamentares; b) Aos projectos de obras públicas, como tal consideradas no Código dos Contratos Públicos aprovado pelo Decreto -Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro, alterações subsequentes e respectivas portarias regulamentares; c) À direcção de obras públicas e particulares; d) À direcção de fiscalização de obras públicas e particulares; e) À elaboração de projectos, à direcção de obras e à fiscalização de obras sujeitas a legislação especial, em tudo o que nela não esteja especificamente regulado.

Artigo 3.º

Associações profissionais

1 — Os arquitectos, arquitectos paisagistas, engenheiros  e engenheiros técnicos a que se refere a presente portaria deverão ter inscrição em vigor nas respectivas associações profissionais ou ser por elas reconhecidos.

2 — Compete às associações públicas profissionais de inscrição obrigatória declarar as especialidades e especializações, quando legalmente criadas e atribuídas, que conferem aos respectivos membros qualificação para a elaboração de projectos, direcção de obras e direcção de fiscalização de obras, nos termos previstos na presente portaria.

3 — Compete ainda às associações públicas profissionais reconhecer outras qualificações específicas adequadas e a experiência profissional que os respectivos membros possuam que lhes possam conferir qualificação para as actividades referidas no número anterior.

4 — A certificação das qualificações específicas e da experiência profissional referidas no número anterior é feita através de avaliação curricular e dos demais documentos que a associação profissional considere necessários, devendo incluir as actividades de apoio à direcção de obra e à direcção de fiscalização de obra.

CAPÍTULO II

Projectos

SECÇÃO I

Elaboração e subscrição de projectos

Artigo 4.º

Projectos em geral Os projectos devem ser elaborados e subscritos, nos termos dos artigos seguintes, por arquitectos, arquitectos paisagistas, engenheiros e engenheiros técnicos com inscrição em vigor na respectiva associação profissional, nos termos do n.º 1 do artigo 10.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e dos artigos seguintes.

SECÇÃO II

Arquitectura e paisagismo

Artigo 5.º

Projectos de arquitectura A elaboração e subscrição de projectos de arquitectura incumbe aos arquitectos.

Artigo 6.º

Projectos de paisagismo A elaboração e subscrição de projectos de paisagismo incumbe aos arquitectos paisagistas.

SECÇÃO III

Engenharia

Artigo 7.º

Projectos de engenharia

1 — A elaboração e subscrição de projectos de engenharia incumbe aos engenheiros e aos engenheiros técnicos.

2 — As qualificações específicas referentes à elaboração e subscrição de projectos de engenharia são definidas em função da classificação das obras pelas categorias I, II, III e IV, prevista no artigo 11.º do anexo I e no anexo II da Portaria n.º 701 -H/2008, de 29 de Julho.

3 — A classificação das obras pelas categorias referidas no número anterior deverá ser efectuada em sede da contratação de projecto e constar do respectivo contrato.

Artigo 8.º

Obras da categoria I

1 — A elaboração e subscrição de projectos de engenharia relativos a obras da categoria I incumbe, salvo o que dispõe o número seguinte, a engenheiros e engenheiros técnicos.

2 — Os projectos de engenharia relativos a edifícios da categoria I podem também incumbir a engenheiros estagiários e a engenheiros técnicos estagiários, uns e outros com o mínimo de um ano de experiência Artigo 9.  Obras da categoria II

1 — A elaboração e subscrição de projectos de engenharia relativos a obras da categoria II incumbe, salvo o que dispõe o número seguinte, a engenheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de cinco anos de experiência.

2 — Os engenheiros técnicos com menos de cinco anos de experiência podem elaborar e subscrever projectos de engenharia relativos a obras de:

a) Estruturas de edifícios com menos de 15 m de altura das fundações à cobertura;

b) Estruturas de edifícios com vãos não superiores a 8 m;

c) Instalações, equipamentos e sistemas de águas e esgotos em edifícios;

Diário da República, 1.ª série — N.º 211 — 30 de Outubro de 2009 8303

d) Instalações, equipamentos e sistemas eléctricos em edifícios;

e) Caminhos municipais, vicinais e estradas florestais;

f) Arruamentos urbanos com faixa de rodagem simples;

g) Sistemas de abastecimento de água, excluindo o tratamento de aglomerados até 10 000 habitantes;

h) Sistemas de resíduos sólidos, excluindo o tratamento,

de aglomerados até 10 000 habitantes;

i) Estações de tratamento de resíduos sólidos, sem exigências especiais e por processos de aterro controlado, servindo até 10 000 habitantes;

j) Estruturas especiais, nomeadamente torres, mastros, chaminés, postes, coberturas, silos e antenas;

l) Concepção, tratamento e recuperação de espaços exteriores na componente de engenharia;

m) Demolições correntes.

Artigo 10 Obras da categoria III

1 — A elaboração e subscrição de projectos de engenharia relativos a obras da categoria III incumbe, salvo o que dispõe o número seguinte, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de 13 anos de experiência.

2 — Os engenheiros e os engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de cinco anos de experiência, pode
elaborar e subscrever projectos de engenharia relativos a obras de:

a) Estruturas pré -fabricadas, excepto pavimentos com elementos pré -fabricados;

b) Escavações entivadas com mais de 3 m de altura, com contenção por muros de betão;

c) Instalações, equipamentos e sistemas de águas e esgotos em edifícios;

d) Instalações, equipamentos e sistemas eléctricos em edifícios;

e) Instalação de ascensores, escadas e tapetes rolantes;

f) Arruamentos urbanos com dupla faixa de rodagem;

g) Estradas nacionais e municipais com faixa de rodagem simples ou dupla;

h) Sistemas de abastecimento de água, excluindo o tratamento, de aglomerados com mais de 10 000 habitantes;

i) Estações de tratamento de água sem exigências especiais quanto aos processos de tratamento e automatismo, tais como ozonização ou adsorção por carvão activado servindo até 50 000 habitantes;

j) Sistemas de águas residuais de funcionamento gravítico, excluindo tratamento, para mais de 10 000 habitantes;

l) Sistemas elevatórios de águas residuais;

m) Estações de tratamento de águas residuais por processos convencionais, com produção de efluentes de qualidade correspondente a tratamento secundário, servindo até 50 000 habitantes

n) Sifões invertidos para águas residuais;
 
o) Sistemas de resíduos sólidos, excluindo tratamento, para mais de 10 000 habitantes;

p) Estações de tratamento de resíduos sólidos sem exigências especiais, servindo entre 10 000 e 50 000 habitantes ou, com exigências especiais, para população

inferior;

q) Sinalização marítima por meio de farolins em costa aberta no estuário;

r) Concepção, tratamento e recuperação de espaços exteriores na componente de engenharia.

Artigo 11.º

Obras da categoria IV

1 — A elaboração e subscrição de projectos de engenharia relativos a obras da categoria IV incumbe a engenheirosespecialistas e a engenheiros seniores ou conselheiros, sem prejuízo do que dispõe o número seguinte.

2 — Os engenheiros técnicos com o mínimo de 13 anos de experiência podem elaborar e subscrever projectos de engenharia relativos a obras de:

a) Instalações, equipamentos e sistemas de águas e esgotos em edifícios;

b) Instalações, equipamentos e sistemas eléctricos em edifícios;

c) Sistemas de segurança integrada;

d) Sistemas de gestão técnica centralizada;

e) Auto -estradas;

f) Sistemas de ajuda à navegação e controlo de tráfego aéreo;

g) Estações de tratamento de água para mais de 50 000 habitantes, ou, quando envolverem exigências especiais quanto aos processos de tratamento e automatismo,

tais como ozonização ou adsorção por carvão activado, para população inferior;

h) Estações de tratamento de águas residuais para mais de 50 000 habitantes, ou, quando a linha de tratamento integre processos não convencionais, para população

inferior;

i) Sistemas de reutilização de águas residuais;

j) Estações de tratamento de resíduos sólidos para mais de 50 000 habitantes, ou, quando envolverem exigências especiais, para população inferior;

l) Sistemas de recuperação de energia a partir dos resíduos sólidos;

m) Sistemas de reutilização e reciclagem de resíduos tratados;

n) Estações de tratamento de resíduos perigosos;

o) Sistemas de ajuda à navegação e controlo de tráfego marítimo;

p) Concepção, tratamento e recuperação de espaços exteriores na componente de engenharia
q) Demolições com exigências especiais.

CAPÍTULO III

Direcção de obra

SECÇÃO I

Classificação

Artigo 12.º

Classificação das obras As qualificações específicas referentes à direcção de obra são definidas em função da classificação das obras pelas categorias I, II, III e IV, prevista no artigo 11.º do anexo I e no anexo II da Portaria n.º 701 -H/2008, de 29 de Julho, salvo no caso de edifícios, em que as qualificações específicas são definidas em função das classes de alvará estabelecidas na portaria a que se refere o Decreto -Lei n.º 12/2004, 8304 Diário da República, 1.ª série — N.º 211 — 30 de Outubro de 2009 de 9 de Janeiro, alterado pelo Decreto -Lei n.º 18/2008,  29 de Janeiro, e nos termos dos artigos seguintes.

SECÇÃO II

Edifícios

Artigo 13.º

Direcção de obra de edifícios

1 — A direcção de obras de edifícios incumbe a engenheiros, arquitectos e engenheiros técnicos, sem prejuízo do disposto nos n.ºs 2 a 4, nos seguintes termos:

a) A engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de 13 anos de experiência, nas obras até à classe 9 de alvará;

b) A engenheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras até à classe 8 de alvará;

c) A engenheiros técnicos, nas obras até à classe 5 de alvará;

d) A arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras até à classe 5 de alvará, com excepção das obras referidas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e das obras em edifícios com estruturas complexas ou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais;

e) A arquitectos com o mínimo de três anos de experiência, até à classe 3 de alvará, com as excepções referidas na alínea anterior;

f) A arquitectos, nas obras até à classe 2 de alvará, com as excepções referidas na alínea d);

g) A engenheiros estagiários e engenheiros técnicos estagiários, nas obras até à classe 2 de alvará.

2 — A direcção de obras cujo projecto de estruturas tenha sido classificado na categoria IV incumbe, independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de 13 anos de experiência.

3 — A direcção de obras em edifícios enquadráveis até à classe 2 de alvará pode ainda incumbir aos técnicos referidos no n.º 2 do artigo 2.º da Portaria n.º 16/2004, de 10 de Janeiro, e nos n.ºs 1 e 2 do artigo 4.º do mesmo diploma.

4 — A direcção de obras em edifícios classificados ou em vias de classificação, ou inseridos em zona especial ou automática de protecção, incumbe, independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros, a engenheiros técnicos com o mínimo de 13 anos
de experiência e a arquitectos com o mínimo de 10 anos de experiência, no caso destes últimos com as excepções referidas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e das obras em edifícios com estruturas complexasou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais.

SECÇÃO III

Outras obras

Artigo 14.º

Direcção de outras obras

1 — A direcção de obras que não sejam de edifícios incumbe a engenheiros e a engenheiros técnicos, nos seguintes termos:

a) A engenheiros e engenheiros técnicos, nas obras das

categorias I e II;

b) A engenheiros e engenheiros técnicos, estes com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras da categoria

III;

c) A engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes com o mínimo de 13 anos de experiência, nas obras da categoria

IV.

2 — A direcção de obras de espaços exteriores até à categoria III pode também incumbir a arquitectos com omínimo de três anos de experiência, com excepção das
obras previstas nas alíneas a) a h) do n.º 4 do artigo 8.º da

Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho.

3 — A direcção de obras em jardins e sítios históricos da categoria IV pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, com a excepção prevista no número anterior.

4 — A direcção de obras em imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática de protecção, que não sejam edifícios, incumbe,independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros, a engenheiros técnicos com o mínimo de 13 anos de experiência e a arquitectos com o mínimo de 10 anos de experiência, no caso destes últimos com as excepções referidas nas alíneas a) a h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lein.º 31/2009, de 3 de Julho. Artigo 15.ºProjecto ordenador de paisagismo Nas obras das classes 6 a 9 de alvará cujo projecto ordenador seja de paisagismo, o director de obra deve ser coadjuvado por arquitecto paisagista.

CAPÍTULO IV

Fiscalização de obra

SECÇÃO I

Classificação

Artigo 16.º

Classificação das obras
As qualificações específicas referentes à direcção de fiscalização de obra são definidas em conformidade com o disposto no artigo 12.º e nos termos dos artigos seguintes.

SECÇÃO II

Edifícios

Artigo 17.º

Direcção de fiscalização de obras de edifícios

1 — A direcção de fiscalização de obras de edifícios incumbe a arquitectos, engenheiros e a engenheiros técnicos,sem prejuízo do disposto nos n.ºs 2 a 4, nos seguintes termos:

a) A engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos

Diário da República, 1.ª série — N.º 211 — 30 de Outubro de 2009 8305 com o mínimo de 13 anos de experiência, nas obras até à classe 9 de alvará;

b) A engenheiros e a engenheiros técnicos, estes últimos com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras até à classe 8 de alvará;

c) A engenheiros técnicos, nas obras até à classe 6 de alvará;

d) A arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência nas obras até à classe 5 de alvará, com as excepçõe previstas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e das de obras em edifícios com estruturas complexas ou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais;

e) A arquitectos com o mínimo de três anos de experiência, até à classe 3 de alvará, com as excepções referidas na alínea anterior;

f) A arquitectos, nas obras até à classe 2 de alvará, com as excepções referidas na alínea d);

g) A engenheiros estagiários e engenheiros técnicos estagiários, nas obras até à classe 2 de alvará.

2 — Nas obras cujo projecto de estruturas tenha sido classificado na categoria IV, a direcção de fiscalização incumbe, independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes com o mínimo de 13 anos de experiência.

3 — A direcção de fiscalização de obras em edifíciosaté à classe 2 de alvará pode ainda incumbir aos técnicos referidos no n.º 2 do artigo 2.º da Portaria n.º 16/2004, de 10 de Janeiro, e nos n.ºs 1 e 2 do artigo 4.º do mesmo diploma, com excepção das obras referidas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, bem como das obras em edifícios com estruturas metálicas, ou com estruturas complexas, ou em edifícios que envolvam
obras de contenção periférica e fundações especiais e ainda das obras em imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática
de protecção.

4 — A direcção de fiscalização de obras em edifícios classificados ou em vias de classificação, ou inseridas em zona especial ou automática de protecção, incumbe,
independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros, a engenheiros técnicos com o mínimo de 13 anos de experiência e a arquitectos, no caso destes últimos com as excepções referidas nas alíneas g) e h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, e das obras em edifícios com estruturas complexas ou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais.

SECÇÃO III

Outras obras

Artigo 18.º

Direcção de fiscalização de outras obras

1 — A direcção de fiscalização de obras que não sejam de edifícios incumbe a engenheiros e a engenheiros técnicos, nos seguintes termos:

a) A engenheiros e a engenheiros técnicos, nas obras das categorias I e II;

b) A engenheiros e a engenheiros técnicos, estes com o mínimo de cinco anos de experiência, nas obras da categoria

III;

c) A engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros e a engenheiros técnicos, estes com o mínimode 13 anos de experiência, nas obras da

categoria IV.

2 — A direcção de fiscalização de obras de espaços exteriores até à categoria III pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de três anos de experiência, com excepção das obras previstas nas alíneas a) a h) do n.º  do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho.

3 — A direcção de fiscalização de obras em jardins e sítios históricos da categoria IV pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, com a excepção prevista no número anterior.

4 — A direcção de fiscalização de obras em imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática de protecção, que não sejam edifícios, incumbe, independentemente da classe de alvará, a engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros,a engenheiros técnicos com o mínimo de 13 anos de experiência e a arquitectos com o mínimo de 10 anos de experiência, no caso destes últimos com as excepções referidas nas alíneas a) a h) do n.º 4 do artigo 8.º da Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho.

Artigo 19.º

Projecto ordenador de paisagismo

1 — Nas obras até à classe 5 de alvará cujo projecto ordenador seja de paisagismo, a direcção de fiscalização pode incumbir a arquitecto paisagista
2 — Nas obras das classes 6 a 9 de alvará cujo projecto ordenador seja de paisagismo, o director de fiscalização de

obra deve ser coadjuvado por arquitecto paisagista.

CAPÍTULO V

Disposições finais

Artigo 20.º

Comissão de acompanhamento

A execução da presente portaria será monitorizada por uma comissão de acompanhamento a nomear por despacho conjunto dos Ministros das Obras Públicas, Transportes e
Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
com vista à introdução das alterações que se revelem

eventualmente necessárias.

Artigo 21.º

Entrada em vigor A presente portaria entra em vigor no dia 1 de Novembro de 2009.

O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino Soares Correia, em 21 de Outubro de 2009. — O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Rebelo Pires Gago, em 22 de Outubro de 2009.









segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Jorge Catarino, director do departamento de Hotelaria da Cushman & Wakefield





Jorge Catarino, director do departamento de Hotelaria da Cushman & Wakefield




Em tempo de crise, nem tudo é mau para os investidores. O consultor nota que o "mais importante nesta fase é, claramente, a adopção de uma postura de realismo e transparência, não adiando as más notícias (quando as há) e dialogando mais frequentemente do que era habitual com os parceiros financeiros". O Marketbeat Primavera 2009 refere cerca de 30 aberturas em 2008. Este ano, vamos assistir a mais ou menos aberturas de unidades hoteleiras? Em 2009 registaram-se já e estão ainda previstas aberturas de hotéis que permitem antever um número total bastante semelhante ao de 2008. Com as notórias excepções dos anos de 1998 e de 2004 devido a eventos extraordinários, o ritmo de aberturas anual de novas unidades não tem sofrido muitas oscilações. Porém, é expectável que, na conjuntura actual, muitos promotores venham a adiar os seus investimentos, sobretudo os relacionados com os grandes projectos de resorts imobiliário-turísticos e o lazer, nomeadamente no Algarve, Madeira e "novos destinos" PENT.

Algumas das principais aberturas e reaberturas após profunda remodelação, registadas e a registar ainda em 2009, são: Axis Porto; Pousada Palácio do Freixo; H2O Natura; Pousada de Viseu; Montebelo Aguieira Resort & Spa; Inspira Santa Marta; Altis Avenida; Altis Belém Hotel & Spa; Altis Prime Apartamentos; Internacional Design Hotel; Tivoli Seteais; Blue & Green Tróia Design Hotel; Club Med da Balaia; Vila Galé Lagos; CS S. Rafael Atlantic Hotel; CS Reguengo Palace Hotel; CS Suite Hotel Dunas; Tivoli Victória Vilamoura; Pousada de Estói; Meliã Madeira Maré; e Pestana Promenade Funchal.








Na sequência da crise económica e financeira, muitos projectos pararam e os bancos apertaram as regras na concessão de créditos, além de pedirem o reforço de capitais próprios aos investidores. Continuamos a viver este momento? Qual tem sido a evolução? Sendo certo que os bons investimentos têm e terão sempre financiamento, o que se está a verificar é o repensar de alguns planos de desenvolvimento, redefinindo prioridades, critérios de investimento e revendo as características dos próprios projectos. É importante notar que, apesar das melhorias verificadas em termos de licenciamento, o "time to market" continua a ser excessivamente demorado, implicando que muitos projectos acabem por abrir ao público em pleno contra-ciclo, criando um stress adicional ao nível das responsabilidades assumidas pelos investidores junto da banca. Devido à relativa "irreversabilidade" de muitos investimentos hoteleiros, a maioria dos promotores continua a envidar os seus melhores esforços no sentido da manutenção das datas de abertura dos hotéis cujos investimentos já estão em curso; mas a repensar e a adiar, se necessário, os que ainda não se iniciaram, excepto se o financiamento à construção estiver assegurado. Note-se que a forte "desalavancagem" geral da economia e do sector financeiro implica uma menor liquidez e capitais mais caros, forçando, por um lado, as instituições financeiras a um maior escrutínio e, por outro os investidores a um maior compromisso através do reforço dos capitais próprios. Este ajustamento tem como resultado a inviabilização, à partida, de muitas intenções de investimento com maior risco porque menos "ancoradas" e profissionalizadas.

O mais importante nesta fase é, claramente, a adopção de uma postura de realismo e transparência, não adiando as más notícias (quando as há) e dialogando mais frequentemente do que era habitual com os parceiros financeiros.








A falta de financiamento e paragem forçada pode também ter efeitos positivos nalguns casos? No sentido em que terá obrigado à redefinição de conceitos e modelos de negócio? A paragem forçada de projectos tem sempre custos e impactos imediatos muito relevantes, quer ao nível das empresas, quer ao nível da economia, política, sociedade e até do ambiente locais. Degrada as relações entre os promotores e a banca, gerando incerteza quanto ao futuro dos projectos. Em termos gerais, a paragem dos projectos destrói valor, penalizando todos os seus stakeholders, sendo portanto uma decisão de último recurso. Além de a dinâmica do mercado exigir muitas vezes uma actualização dos conceitos e modelos de negócio, pode bem acontecer que o promotor/investidor que venha a concluir o projecto não seja o mesmo que o iniciou, com uma mudança total ou parcial de mãos, por vezes com forte desconto sobre os montantes já investidos....

Na prática, o que se verifica actualmente é que, face às dificuldades públicas e notórias de alguns promotores hoteleiros e de resorts imobiliário-turísticos, muitos bancos têm adoptado uma postura algo colaborante, de diálogo, adiando eventuais cenários de falências e/ou vendas forçadas, que nenhuma das partes realmente deseja.



A maior paragem ou "congelamento" de projectos deu-se no turismo residencial. Qual o futuro do Turismo Residencial? Poderemos ir ao ponto de excluir o Turismo Residencial dos 10 produtos do PENT, numa próxima revisão do plano estratégico? O dito Turismo Residencial tem um enorme potencial em Portugal, onde felizmente, ao contrário de Espanha por exemplo, o stock em oferta não atingiu volumes que forcem a uma redução forte dos preços de venda. Porém, não se sabe quando as vendas retomarão e quais serão os novos critérios de investimento e utilização dos proprietários no próximo ciclo.

Devido à grande dimensão e impacto económico-fiscal do Turismo Residencial em Portugal, não faz qualquer sentido a sua exclusão dos 10 produtos PENT. Porém, importa repensar os modelos de negócio e garantir a todo o tempo que a legislação não limita o acompanhamento da evolução das diversas motivações da procura de produtos imobiliários.







Considerando a diminuição das dormidas e dos preços a que temos vindo a assistir, o que podem os novos hotéis esperar de um arranque de operação em 2009? É indiscutível que devido à redução dos volumes da procura e à maior sensibilidade dos clientes ao preço, os novos hotéis, embora beneficiem do factor "novidade" e da proposta de produtos e serviços mais actuais e ajustados às necessidades da procura, não deixarão de enfrentar uma intensidade concorrencial fortemente acrescida, isto é, a conquista de quota de mercado será mais dura e demorada. Por este motivo, importa que os pro-motores/investidores incorporem nos seus planos de negócios disponibilidades financeiras suficientes para suportar as mais que prováveis perdas de exploração. A abertura de novos hotéis em contra-ciclo exige maior perseverança e capacidade de resistência dos investidores. Diz-se que os períodos de crise são sempre a melhor altura para investir. Esta tem sido a política das empresas hoteleiras nacionais, ou seria expectável um maior número de remodelações no mercado? Além do esforço adicional que todos hoteleiros estão a fazer para que as suas operações resistam o mais possível aos efeitos da crise, estes momentos são os ideais para reposicionar as ofertas de produto e serviço hoteleiros. As remodelações devem realizar-se nestes momentos devido ao facto de as eventuais perdas de exploração por encerramento parcial ou total serem menores, as empresas de construção e todos os outros fornecedores demonstrarem maior flexibilidade e assim se prepararem melhor para a retoma.






Além das óbvias apostas na formação dos colaboradores, do investimento em tecnologias de informação e marketing, por exemplo, os momentos de crise encerram também oportunidades únicas de crescimento por aquisição que importa não desperdiçar.



O número de turistas mantém-se mais ou menos estável e o parque hoteleiro continua a crescer. É ou não caso para falar de excesso de oferta? Falamos habitualmente em excesso de oferta quando, de forma sustentada e recorrente os volumes de procura não são suficientes para viabilizar economicamente as operações hoteleiras, gerando um desequilíbrio "estrutural" entre os dois "fundamentais" do mercado.

Quando a procura contrai acima de 10% como é o caso actual, tornam-se mais evidentes as situações de excesso de oferta (por vezes exacerbadas por novas aberturas em contra-ciclo) em algumas épocas do ano, localizações e segmentos do mercado.



Mesmo a cidade de Lisboa, que teve entre 2000 e 2008 um crescimento médio anual da procura de 2,75% (24% em termos acumulados), vem denotando algum desequilíbrio pois a oferta registou uma taxa de crescimento médio anual naquele período de 5% (48% em termos acumulados), com naturais consequências ao nível dos preços praticados (que baixaram em termos reais cerca de 1% ao ano), taxas de ocupação (que se reduziram em 12,7 p.p.), da rendibilidade das unidades hoteleiras (ROCE estimado de 11,8% em 2000 e de 9,0% em 2008) e do retorno sobre os investimentos.



Uma das mais importantes limitações do negócio hoteleiro é a enorme rigidez da oferta, a qual impossibilita reduções de capacidade disponível na proporção da diminuição da procura. Outras indústrias, como a aviação, não têm essa limitação, pois podem sempre reduzir capacidade por aeronave, frequências e mesmo rotas, baseando aviões como está a acontecer. Na hotelaria, esta redução significa sempre o encerramento temporário ou definitivo de partes (restaurante, SPA) ou de todo o hotel.



Para bem do turismo nacional, espera-se que, ultrapassado este momento do ciclo económico, os níveis de procura voltem sensivelmente aos níveis históricos, retomando gradualmente os ritmos de crescimento das últimas décadas. É possível, no entanto, que nos tempos mais próximos, algumas unidades hoteleiras possam ser forçadas pelas circunstâncias a sair do mercado temporária (em época baixa, por exemplo)
 

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A partir do próximo ano, os investimentos de valor igual ou superior a 250 mil euros efectuados, até 2020, pelas construtoras portuguesas no estrangeiro vão poder beneficiar de incentivos fiscais em regime contratual.



A partir do próximo ano, os investimentos de valor igual ou superior a 250 mil euros efectuados, até 2020, pelas construtoras portuguesas no estrangeiro vão poder beneficiar de incentivos fiscais em regime contratual.




A possibilidade resulta do Decreto-Lei nº 250/2009, de 23 de Setembro, que, na sequência da aprovação do Código Fiscal do Investimento, veio regulamentar o regime estabelecido no Estatuto dos Benefícios Fiscais.

Segundo o novo diploma, os projectos de investimento que tenham por objecto as actividades de construção de edifícios, obras públicas e actividades de arquitectura e engenharia conexas com aquelas, podem beneficiar, em determinadas condições, de um crédito de imposto correspondente a 10% das aplicações relacionadas com a criação de sucursais ou estabelecimentos estáveis no estrangeiro, aquisição de participações sociais ou criação de sociedades e campanhas plurianuais de promoção em mercados externos, incluindo a presença em feiras, exposições ou outras manifestações similares de carácter internacional.



Para consultar o Decreto-Lei nº 250/2009, de 23 de Setembro, clique no link a seguir: http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/18500/0678406786.pdf

Gartengestaltung, Gartenbau, Gartenpflege und Bewässerung,Unsere Gärtner und unser Landschaftsarchitekt haben langjährige Erfahrung auf den Gebieten Gartenbau, Garten Design, Gartendesign



Projectistas e directores de obra sujeitos a novas regras




O regime jurídico que estabelece a qualificação profissional e os deveres dos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, bem como pela fiscalização e direcção de obra, que não esteja sujeita a legislação especial, já está em vigor.



Desde o dia 1 de Novembro, também em sede de contratação pública o coordenador e os autores de projecto, o director de fiscalização de obra e o director de obra passam a ter de subscrever termo de responsabilidade, de acordo com as respectivas obrigações.

Assim e conjuntamente com a declaração de titularidade de alvará e a exibição do original do mesmo, o director de obra terá de apresentar termo de responsabilidade e ainda comprovativo da integração no quadro de pessoal ou no quadro técnico da empresa responsável pela execução da obra.

Entre outros deveres, o director de obra deve requerer, sempre que o julgue necessário, a intervenção do director de fiscalização de obra ou, dando prévio conhecimento a este, a assistência técnica dos autores de projecto e registar o facto no livro de obra.

Na execução dos trabalhos, deve também socorrer-se dos técnicos de outras empresas cujos trabalhos esteja incumbido de coordenar e comunicar, no prazo de cinco dias úteis, a cessação de funções enquanto director de obra, ao dono da obra, ao director de fiscalização de obra e à entidade perante a qual tenha decorrido o procedimento.

Por seu turno, o dono da obra é obrigado a assegurar a revisão do projecto por outra entidade que não o seu autor antes do lançamento da empreitada, sempre que a obra a executar assuma complexidade relevante ou quando sejam utilizados métodos, técnicas ou materiais de construção inovadores. Em obras de classe 5 ou superior, ou seja, acima de 1,328 milhões de euros, o dono da obra deve também, sempre que possível, diligenciar a revisão de projecto.

O regime em causa vem ainda responsabilizar os técnicos e pessoas a que se reporta pelo ressarcimento dos danos causados a terceiros decorrentes da violação culposa, por acção ou omissão, de deveres no exercício da actividade a que estejam obrigados por contrato ou por norma legal ou regulamentar, sem prejuízo da responsabilidade criminal, contra-ordenacional, disciplinar ou outra que exista. A reparação de danos decorrentes de responsabilidade civil contratual pode ser assegurada através da constituição de garantia financeira, sob a forma de depósito em dinheiro, seguro-caução ou garantia bancária.

A Lei nº 31/2009, de 3 de Julho, que dá corpo ao novo regime, entra em vigor, sem que tenha sido, no entanto, publicado um dos dois diplomas regulamentares que possibilitam a sua aplicação integral. No passado dia 30 de Outubro, foi publicada a Portaria nº 1379/2009, que define as qualificações específicas adequadas à elaboração de projectos, à direcção de obra e à fiscalização de obra, mas encontra-se ainda em falta o diploma que define as condições mínimas do seguro de responsabilidade civil extracontratual a celebrar pelos técnicos responsáveis pela coordenação, elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização e pela direcção de obra.



Para consultar a Lei nº 31/2009, de 3 de Julho, e a Portaria nº 1379/2009, de 30 de Outubro, clique nos links a seguir:

dre.pt/pdf1sdip/2009/07/12700/0427604285.pdf



dre.pt/pdf1sdip/2009/10/21100/0830108305.pdf

domingo, 1 de Novembro de 2009

Certificação do Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Segurança e Ambiente da MSF revalidada pela Bureau Veritas Certification

Certificação do Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Segurança e Ambiente da MSF revalidada pela Bureau Veritas Certification


A Bureau Veritas Certification, entidade internacionalmente reconhecida na área da certificação, confirmou recentemente a certificação do Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Segurança e Ambiente da MSF- – Moniz da Maia, Serra & Fortunato – Empreiteiros, S.A, anteriormente atribuída pela CERTICON, entidade que deixou de exercer actividade.

Foi assim revalidada a certificação do Sistema Integrado de QSA da MSF no âmbito das normas NP EN ISO 9001 (Qualidade), OSHAS 18001 (Saúde e Segurança) e NP EN ISO 14001 (Ambiente), resultado da exigente politica de melhoria contínua da MSF.

O âmbito de certificação abrange a execução de Obras de Construção Civil e Obras Públicas da MSF em território Português, incluindo as actividades de:

• Preparação dos locais de construção, escavação, demolições e terraplenagens;

• Construção de edifícios, no todo ou em parte, instalações especiais e acabamentos;

• Construção geral de vias de comunicação, vias férreas , aeroportos, obras de urbanização e outras infra-estruturas;

• Construção geral de armazéns, edifícios industriais e comerciais;

• Construção geral de pontes, viadutos, túneis e passagens subterrâneas; e

• Construção geral de obras hidráulicas e condutas de longa distância, incluindo para água.

A política da qualidade, segurança e ambiente da MSF – Moniz da Maia, Serra & Fortunato – Empreiteiros, SA assenta na promoção da satisfação das expectativas dos seus clientes, trabalhadores e comunidade envolvente, em termos da qualidade de execução da obra, das condições de segurança, higiene e saúde e das condições ambientais, assegurando a sustentabilidade da empresa e procurando que o seu desempenho transmita junto dos seus interlocutores uma imagem de competência, confiança e solidez.

A MSF pertence, desde 2008, ao grupo muito restrito de empresas do sector com a certificação em Qualidade, Segurança e Ambiente. Convicta de que a certificação reforça a posição que já adquiriu no Sector da Construção, este é mais um incentivo para a melhoria sustentada do seu desempenho.

Construção de Exteriores, concepção,jardins,jardims, Construção e Manutenção de Jardins, Piscinas, Lagos e Cascatas, Pavimentos, Iluminação, Arranjos


terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Frederico Costa, que falava à margem do torneio de golfe Portugal Masters, realizado no passado fim-de-semana, em Vilamoura, adiantou que os projectos

Frederico Costa, que falava à margem do torneio de golfe Portugal Masters, realizado no passado fim-de-semana, em Vilamoura, adiantou que os projectos agora em carteira dependerão muito da capacidade financeira das empresas, embora admita que a maioria «irá para a frente».Muitos destes novos greens previstos para os próximos anos deverão ser construídos na zona do Sotavento, nomeadamente no concelho interior de Alcoutim, que se prepara para acolher os seus três primeiros campos em resorts turísticos.Ainda não construídos, mas já sujeitos a declaração de impacte ambiental favorável, estão igualmente os futuros campos do resort VerdeLago (Castro Marim), Monte Rei (Vila Real de Santo António) e Quinta da Ombria (Loulé).Segundo as contas da associação ambientalista Almargem, a que o «barlavento» teve acesso, existem neste momento 39 campos de golfe instalados na região do Algarve, sendo que alguns destes se encontram ainda na fase final de execução. A este número, acrescem mais 13 em fase de projecto, o que totaliza 52 campos em horizonte para os próximos anos, apurou a associação.Segundo a Almargem, estes números superam já o cenário ideal apontado pelo Estudo sobre o Golfe no Algarve (apresentado em 2003), que recomendava um «crescimento moderado da oferta» até 2020, com a construção de 29 a 41 campos de dezoito buracos no Algarve.Em declarações ao «barlavento», Fernando Pessoa, presidente da Assembleia-Geral do núcleo algarvio da Liga para a Protecção da Natureza, também já criticou as declarações do vice-presidente do Turismo de Portugal, defendendo que «os novos campos de golfe não têm que depender apenas da capacidade financeira das empresas, mas sobretudo de um correcto ordenamento do território».Para o especialista em questões ambientais, a implementação de novos greens deveria estar sujeita «a uma estratégia cientificamente fundamentada», ao mesmo tempo que advoga que apenas os greens e os tees (áreas de jogo) deveriam ser regados.Num outro patamar, Pessoa defende que os lucros da indústria do golfe deveriam ser taxados com vista a suportarem as medidas de minimização das consequências do uso excessivo da água.Actualmente, existem cerca de 80 campos a nível nacional, dos quais metade se situa no Algarve. Apesar da factura ambiental, o golfe induz, ao longo de todo o ano, volumes de receitas na hotelaria, sendo um produto de combate à sazonalidade. O golfe é actualmente um dos dez produtos turísticos prioritários a desenvolver em Portugal até 2015, gerando receitas de cerca de 1,8 mil milhões de euros por ano, segundo os dados do Turismo de Portugal

domingo, 25 de Outubro de 2009

A produção na construção caiu 0,4% na zona euro, no mês de Agosto. Ao nível da união Europeia a descida foi de 0,4%, face ao mês de Julho.

A produção na construção caiu 0,4% na zona euro, no mês de Agosto. Ao nível da união Europeia a descida foi de 0,4%, face ao mês de Julho. A queda mensal foi de 1,4% e 0,5%, respectivamente, segundos os dados revelados hoje pelo Eurostat. Apesar das quedas verificadas, estes valores são mais animadores que há um ano atrás, quando em Agosto de 2008 a descida era de 1,3 na zona euro e de 11,1% na União Europeia. Em Portugal a situação foi diferente, com os valores da produção no sector da construção a subirem 2% em Agosto face a Julho. A variação mensal tem sido oscilante no país desde Março, tendo a variação homóloga de Agosto sido de apenas -3,0 por cento. Os países europeus a registarem as maiores quedas homólogas em Agosto foram a Roménia (-29%) e a Espanha (-21,1%). A Espanha e a França tiveram a terceira maior queda mensal, com -1,6 por cento em ambos os casos. O sector da construção na zona euro e na UE está em quedas trimestrais consecutivas pelo menos desde o terceiro trimestre do ano passado. As variações homólogas são sempre negativas nesse período.