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Combating Climate Change with Landscape Architecture

 

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Dry river bed. Image credit: iStock photo / © Jyeshern Cheng
A recent report from the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) states that “warming of the climate system is unequivocal.” According to the IPCC, average global temperatures are increasing at an alarming rate. In just the past 50 years, northern hemisphere temperatures were higher than during any other 50-year period in the last 500 years, perhaps even the past 1,300 years. The IPCC projects that the Earth’s surface temperature could rise by as much as 4°C within the next century.

The primary cause of climate change is increasing concentration of greenhouse gases (GHGs), especially carbon dioxide (CO2) in the atmosphere. The 2007 Assessment Report by the IPCC indicates that GHG emissions increased by 70 percent between 1970 and 2004. These gases are primarily emitted as a result of human behavior, such as the burning of fossil fuels to produce energy. Building consturction and energy use account for more than 30 percent of worldwide emissions, while the transportation sector is responsible for another 30 percent.

Experts predict that the increase in the Earth’s temperature, if left unchecked, will have devastating effects. According to the IPCC, the projected sea level rise could reach 19-23 inches by the year 2100. Additional impacts could include increased spread of diseases; extensive species extinction; drought and wildfires; mass human, animal and plant migrations; and resource wars over shrinking amounts of potable water.

There are a range of landscape architecture-based mitigation strategies that, if employed at mass scale, can help reduce GHG emissions by 50-85 percent by 2050 and limit temperature rise to 2 degrees celsius, targets that the U.N. recommends. Given the effects of climate change are already being felt in many communities, landscape architecture-based adaptation measures are also now being planned and implemented across cities and countries
Vela: Hugo Rocha leva «Turismo do Algarve» à vitória no Campeonato da Catalunha de J80

Embarcação liderada por Hugo Rocha em destaque nas águas espanholas
A embarcação «Turismo do Algarve», liderada pelo velejador algarvio medalhado olímpico em Atlanta'96, Hugo Rocha, venceu este fim de semana o Campeonato da Catalunha/III Troféu Costa Daurada, na classe J80.

O barco vencedor, ligado ao Clube Náutico de Cambrils, que promoveu o evento, superou o «Gunter», de Javier Scherck (RCN Barcelona), e o «Flash Back», de Josep Pujol (CN Vilanova), 2.º e 3.º classificados, respetivamente.

O «Turismo do Algarve» terminou com seis pontos, tendo vencido quatro das seis regatas disputadas, sinal do domínio intenso exercido pelo barco liderado por Hugo Rocha nas águas catalãs.

A embarcação já tinha representado o clube de Cambrils noutras três provas em Espanha nos últimos meses, tendo obtido o 5.º posto no PalmaVela, em abril, o 2.º lugar na Copa de España, em maio, e a 3.ª posição no Gran Prix Iberdrola.

  O conceito é simples: tornar as paredes da sua casa num habitat para aves e plantas. Os tijolos têm uma extensão esférica com várias funcionalidades: encorajar a nidificação dos pássaros ou como recipiente para plantas. O desiner desenvolveu 3 módulos diferentes que podem ser combinados adequando a estrutura tanto a plantas como a aves. O tijolo é incorporado na parede durante a construção. É uma forma de trazer o meio natural de volta aos suburbios das cidades. Se pretende dar vida às suas paredes aqui tem uma solução.





Formação da Arquitectura Paisagista


A formação:







- Assenta numa formação sólida em desenho que lhe permita operar com eficácia no processo criativo e desenvolver a comunicação das ideias com recurso ao projecto desenhado, nas suas diferentes valências técnicas.



- Assenta num conhecimento interpretativo e crítico das ciências sociais que lhe faculte a compreensão dos processos de evolução das sociedades e os progressos para a melhoria da condição da vida humana, no exercício das suas responsabilidades sociais.



- Assenta num conhecimento integrado no âmbito das ciências ecológicas que lhe permita entender a evolução e a transformação dos ecossistemas que compõe espaço em que actua.



- Assenta num conhecimento operativo das ciências da construção e outras ciências conexas à sua actividade, com capacidade de adaptação à evolução dos saberes e às modificações dos processos produtivos.



- Aprofunda a especificidade metodológica do campo de especialidade que escolheu ou da área de actividade que procura prosseguir.



- Diversifica as suas capacidades de estudo, expressão e comunicação, com vista ao desenvolvimento de actividades de maior exigência pessoal.



- Assegura competência no campo da investigação disciplinar, desenvolvendo as respectivas metodologias de pesquisa.

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Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas


Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras

Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
José Reis, economista e ex-secretário de Estado do Ensino Superior, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, ou Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, são algumas das personalidades que assinam o texto ontem divulgado.
"Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária", lê-se no texto, que sustenta que "o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica".
Durante a próxima semana será publicado outro contramanifesto, que está a ser preparado por Luís Nazaré, ex-presidente dos CTT.
Arrancou ontem a FIA – Feira Internacional de Artesanato na FIL, em Lisboa. Com três pavilhões, é a maior feira de artesanato da Península Ibérica, e conta este ano com mais de 600 expositores, artesanato de 42 países dos cinco continentes e tasquinhas. Marrocos é o país convidado em destaque na feira que se prolonga até dia 5 de Julho.

Obras públicas poderão ser entregues sem concurso
O Governo aprovou em Conselho de Ministros um decreto-lei que prevê a adjudicação de obras públicas até cinco milhões de euros sem abrir concurso. De acordo com o Público, esta medida vai ser alargada aos municípios. Este novo decreto pretende, de acordo com o Governo, a rápida execução dos projectos de investimento público considerados prioritários para o relançamento da economia portuguesa. No novo regime de excepção que será levado hoje a Conselho de Ministros, o valor das obras entregues por ajustes directos será de cinco milhões de euros e no caso de ser o Estado, autarquias ou regiões autónomas, este valor é multiplicado por cinco. O Público cita um documento da Associação Nacional de Municípios que defende o alargamento desta medida a "todos os projectos municipais co-financiados por fundos comunitários" e defende também que "o regime em apreço consagre, de forma expressa, um número mínimo de entidades a convidar", sugerindo a consulta a seis, antes de fazer o ajuste directo. Entre 2009 e 2010 as empreitadas de obras públicas até cinco milhões de euros poderá ser escolhida por ajuste directo. Este decreto prevê a redução dos prazos dos procedimentos relativos a concursos limitados de 103 dias para 41 e, no caso de anúncios enviados através da internet, o prazo é reduzido de 96 para 36 dias. Este documento abrange as medidas que constam do diploma “Iniciativa para o Investimento e o Emprego”, adoptado a 13 de Dezembro pelo Conselho de Ministros, que engloba a modernização das escolas, energia sustentável, modernização da infra-estrutura tecnológica, pequenas e medias empresas e apoio ao emprego.