Mostrar mensagens com a etiqueta ecossistemas fornece serviços e oliveiras a cabo verde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ecossistemas fornece serviços e oliveiras a cabo verde. Mostrar todas as mensagens

ECOSSISTEMAS e OLIVEIRAS de PORTUGAL em CABO VERDE com projecto de verdes e fornecimento de plantas e arvores.



ECOSSISTEMAS ,ECOVIVEIROS e OLIVEIRAS de PORTUGAL estarão em Cabo verde para Projecto de Arranjos Exteriores e Fornecimento de Arvores para Empreendimento durante 2008 e 2009 .
Contratado 55 000m2 de areas verdes e rega automática com agua salgada em sistema de rega pioneiro com especies ressistentes ao clima local e qualidade de agua .Fornecimento de 455 Arvores ,6091 arbustos ,1209 000 rastejantes locais criadas em viveiro local preparado pela Ecoviveiros ,inertes,entre outros tipos de revestimento de solo ,tais como:

Prosopis juliflora
Atriplex numularia
Parkinsonia aculeata
Phyllantus acidus
Acacia holocericiae
Adansonia digitata
Jatropha curcas
Prosopis chilensis
Azadiracta indica
Oleas Europeas
Acacia bivenosa
Acacia victoriae
Acacia cyanophilla
Acacia farnesiana
Acacia mollissima
Acacia nilotica
Acacia albida
Tamarindus indica
Ziziphus mauritiana
Leucaena leucocephala
Schinus molle
Grevillea robusta
Casuarina equisetifolia
Eucalyptus ssp.
Ceratonia siliqua
Pinus ssp
Balanites aegyptiaca
Cupressus ssp
Bauhinia rufescens
Khaya senegalensis
Ficus sp
Dracaena draco
Cabo Verde: destino de investimento turístico internacional
O que se adivinhava há algum tempo acabou por se confirmar. O ano de 2006 foi fértil na apresentação de projectos que mudarão para sempre a face de Cabo Verde. Para o bem ou para o mal o arquipélago entra agora na rota de grandes investidores internacionais de empreendimentos turístico-habitacionais e deverá tornar-se, nos próximos anos, um dos destinos mundiais de maior crescimento.
Vila Verde ResortA dinâmica é de tal ordem que apenas no mês de Novembro foram lançadas as “primeiras pedras” de 4 empreendimentos turísticos de envergadura envolvendo um valor total próximo dos 600 milhões de euros. A saber, correndo o risco de não ser exaustivo:
“Vila Verde Resort” (clique para aceder a informação sobre o empreendimento) na ilha do Sal, do Grupo TECNICIL, a maior promotora imobiliária de Cabo Verde (130 milhões de euros financiados pelo BANCO ESPIRITO SANTO), construído pelas portuguesas ARMANDO CUNHA, na 1ª fase (infraestruturas), e pelos consórcios Edifer/Hagen/Opca, e Sopol/Marpe Cabo Verde/Marpe, na 2ª fase (estruturas e paredes);
"Vilas Oceânicas-Ponta Bicuda” (200 milhões de euros) construindo perto de 1.000 habitações em 70 hectares, na Baía da Praia (Santiago), numa associação entre a empresa portuguesa Design Resorts e a caboverdeana Editur;
"Paradise Beach" (130 milhões de euros) junto à Praia do Algodoeiro (Sal), por capitais irlandeses da Cape Verde Development e construído pela caboverdeana SGL e pela portuguesa Sopol. Implantado numa área de 28 hectares erguer-se-ão 950 habitações, entre residências de luxo e apartamentos e um hotel de 5 estrelas. Estará concluído em Setembro de 2009 criando 350 a 400 empregos directos e 1.200 indirectos;
“Baía das Gatas Resort”, na ilha de São Vicente, parceria entre a caboverdeana Baía Investments e a Cape Verde Development, com um investimento na ordem dos 750 milhões de euros a 10 anos e criação de 3.000 postos de trabalho directos. O empreendimento ocupará uma área superior a 300 hectares e terá campos de golf, desenhados pelo conhecido Ernie Els, hotéis de nível mundial, marina e outras estruturas de alta qualidade destinadas a atrair o melhor turismo internacional;
"Salamansa Sands" (São Vicente) do grupo escocês FM Developments, que pretende investir 400 milhões de euros ao longo de 10 anos nas ilhas de São Vicente, Santo Antão, Boavista e Sal. O "Salamansa Sands" ocupará uma área de 560 ha e inclui marina para 200 barcos, centro de desportos náuticos, lojas e restaurantes, um campo de golfe de 18 buracos, piscina oceânica, "resort" de cinco estrelas com cerca de 1.300 "villas", Spa, hotel-boutique......
"Salinas Sea" e "Salinas Sand" (Sal), "Sal-Rei" (Boavista) e "Prainha Suite Hotel" (Praia-Santiago) do grupo português Oásis Atlântico num total de 49,9 milhões de euros num conjunto mais alargdao de projectos que pode atingir os 100 milhões de euros.
Já anteriormente o mote tinha sido dado pelo empreendimento inglês “Sambala Village”, sobre a Baía de São Francisco (Santiago), em fase adiantada de construção.Para o futuro posicionam-se novos projectos como o “Murdeira Beach Resort” e “Calheta Bay Resort”, da Editur e Cape Verde Development, o "Sal Country Club" e o “White Sands”, todos na ilha do Sal, o “Cesária Jewel of Atlantic Resort”, do Profile Group (Dubai), a iniciar já em 2007, o "Flamengo Resort" e a recuperação do Fortim d`el Rei, estes na ilha de São Vicente, e outros de menor projecção mediática.Destaca-se ainda a recente Convenção de Estabelecimento assinada entre o Estado caboverdeano e o empresário chinês David Chow -cônsul honorário de Cabo Verde em Macau-, que lhe possibilitará a construção do complexo de Santa Maria que inclui um casino e um pequeno hotel de luxo no ilhéu de Santa Maria, na baía da Cidade da Praia. Esta iniciativa deverá ser acompanhada, numa segunda fase, de um grande hotel na Gamboa e outros empreendimentos que justificam o anunciado investimento total de 100 milhões de dólares nos próximos dois anos que poderão estender-se até aos 300 milhões em 10 anos.Se é bem verdade que os prometidos biliões que estes investimento representam poderão catapultar o crescimento económico para o patamar dos dois dígitos em 2010 -oscilando actualmente entre os 5 e 6% e podendo aproximar-se dos 7% em 2007/2008-, suportado não só pelos investimentos no Turismo mas também no expectável efeito transversal que este terá em outras áreas da economia como os Serviços Conexos -principalmente transportes, distribuição e algumas áreas tecnológicas- e Alimentares -nas vertentes agrícola e industrial-, a dúvida está em saber como suportará, um país tão frágil nos seus equilíbrios, a pressão em aspectos económicos -nomeadamente infraestruturas de água, energia e transportes-, populacionais -ao suprir a insuficiente mão-de-obra local com imigração, nomeadamente de África e China- e ambientais.No entanto, e registe-se, é de referir o mérito da iniciativa local que identificando parcerias externas, procurando capital e tecnologia, e contando com um Governo colaborante tem sido capaz de atrair interessantes projectos e cobertura mediática que elevou Cabo Verde a um dos principais destinos turísticos para os próximos 15 anos. Pelo menos assim se espera.
Mas pergunta-se, porquê Cabo Verde? A verdade é que a saturação de outros destinos imobiliário-turísticos como Portugal, Espanha ou Caraíbas e taxas de valorização insuficientes de apenas 5 a 8,5% criaram pressões adicionais para a descoberta de novas ofertas, capazes de gerar mais valor, com boas frentes de mar, praias ainda intocadas, clima ameno, muito sol e fácil acessibilidade. O baixo custo da mão-de-obra compensa largamente o agravado preço de construção devido à insularidade e insuficiências nos sistemas de distribuição -portos marítimos sem capacidade de resposta adequada- permitindo preços finais consideravelmente mais baixo. E ainda uma total paz social. Cabo Verde enquadra-se perfeitamente neste perfil a apenas 4 ou 5 horas dos principais mercados emissores de turistas e compradores de segundas residências como são os ingleses e irlandeses. A par destes também os nórdicos começam a descoberta deste arquipélago juntando-se aos já “habitués” italianos, portugueses, alemães, franceses e mais recentemente espanhóis. Para todos eles, poder disfrutar do sol sempre que o desejarem, a par dos luxos e mordomias que os novos empreendimentos caboverdeanos prometem......