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Modern Landscape Design






If all you do while watching AMC's Mad Men is lust after their homes, furniture and clothing then a modern landscape is for you. Modern garden design has its roots in the 1950s and '60s, a time that was all about bold geometry and linear designs.
Modern landscaping is known for its streamlined aesthetic and sleek sophisticated style. Overall the garden will feel controlled and organized. Typically, the focus is heavier on hardscape and structures than it is on plants. Modern plants are usually green and selected for shape and texture. Pops of color are then added with furniture cushions, planters or a painted wall.
Popular materials used in modern landscaping include concrete, metal and wood. Many designers opt for leaving concrete surfaces their natural grey, however it can be stained a variety of colors. Metal, especially weathered corten steel, is a common accent in modern gardens. It can be used as planters, as a privacy screen or even as small retaining walls. Wood decking is also common in modern yards. The wood of choice is usually Ipe, a Brazilian hardwood with a rich color.
One of the main goals of modern design is to create contrast. For example a large massing of ornamental grasses pops out against a grey concrete wall, orange cushions draw your eye when placed on otherwise simple patio furniture and a fire pit filled with colored glass demands attention when set amongst a bed of bluestone. It is important to be selective when creating contrast, too much can be overwhelming and make the space seem disjointed. Pick two or three spots in your yard and focus on one contrasting element for each.
A trademark of modern landscapes is a paved area planted with a grid of greenery. This can be paving stones with grass growing where the grout would traditionally be, or concrete poured in sections that allows thyme to grow in between. However, grid patterns are not the only way to achieve a modern look. Landscape designer and author Maureen Gilmer suggests using plants that are architectural and have interesting textures as well as using containers.

Alexandre Lisboa, Arquitecto Paisagista, Chefe da Divisão de espaços Verdes, Câmara Municipal de Oeiras


Alexandre LisboaArquitecto Paisagista, Chefe da Divisão de espaços Verdes, Câmara Municipal de OeirasLicenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora, em Janeiro de 1996.
Em finais de 1994 inicia estágio curricular na CM Oeiras, continuando esta colaboração até entrar para os quadros desta autarquia.
Em 1994 inicia actividade profissional em colaboração com colegas, na área do Projecto de Arquitectura Paisagista, desenvolvendo perto de uma centena de estudos e projectos, dos quais se destaca um segundo lugar no Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista Urba Verde.
Em Abril de 2002 inicia funções, deixando a sua actividade liberal, como chefe da Divisão de Espaços Verdes da CMO, posição que ainda ocupa. Esta actividade leva-o a dirigir mais de 200 funcionários, entre os quais, cerca de duas dezenas de técnicos superiores nas áreas das ciências agrárias (Arqtos. Pais. e Eng Agrónomos). No desenvolvimento desta missão podem-se destacar os cerca de 300 estudos e projectos de AP concebidos e/ou coordenados por si, bem como os trabalhos pioneiros ao nível da gestão das manutenções de espaços verdes urbanos, na requalificação urbana, nos espaços de jogo e recreio, na gestão da água, na arborização urbana, nos parques caninos, nos jardins sustentáveis, no vinho de Carcavelos e, naturalmente nos corredores verdes;
Actualmente encontra-se a exercer as funções de Chefe de Divisão de Espaços Verdes da CMO, desenvolvendo os temas já referidos.

Sidónio PardalProfessor, ISA - UTL Urbanista, arquitecto paisagista e engenheiro agrónomo.
Doutorado e com agregação em Planeamento do Território, Sidónio Pardal é Professor da Universidade Técnica de Lisboa, onde desenvolve também investigações no domínio do Planeamento Regional e Urbano e da Arquitectura Paisagista.
Em 2009, foi incumbido pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, de coordenar o Sub-Grupo de Trabalho para a revisão da Tributação do Património Imobiliário. Um ano depois, por solicitação do InCI do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, desenvolveu, em parceria com o Professor Doutor Carlos Baptista Lobo um trabalho sobre património imobiliário – referências para a avaliação, publicado em Fevereiro de 2011.
É ainda autor de obras como o Parque da Cidade do Porto, distinguido pela Ordem dos Engenheiros, em 2001, como uma das 100 obras do Século XX, em Portugal e lançou, no presente ano, o livro Ser Autarca – Missão e Desafios, em coautoria com José Poças Esteves.



Pedro Ressano GarciaArquitecto, Ressano Garcia ArquitectosDivide a sua actividade profissional entre, arquitecto, docente universitário e investigador.
Iniciou a sua actividade de docente na Universidade da Califórnia, em Berkeley.  Director para a Inovação do LabArt na Universidade Lusófona, onde lecciona desde 1997. Tem projectos publicados nas revistas especializadas em Portugal e no estrangeiro, sendo que um dos seus projectos foi eleito top 10 em Portugal pela revista Wallpaper. Em 2010, recebeu o prémio de arquitectura Pancho Guedes e publicou o livro "Plataforma Tejo". Entre 2010 e 2012 foi Coordenador do European Workshop onWaterfrontUrban Design e editou dois livros. Participa regularmente em conferências e workshops internacionais. 







O conceito de paisagem – transversalidade disciplinar.

Artigos

Estabelecimento

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Unidade Orgânica

ECATI - Esc.Comunicação, Arquitetura, Artes e TI

Curso

Arquitectura

Unidade Curricular

Fundamentos de Arquitectura Paisagista

Grau

Licenciatura; Mestrado

ECTS

3

Código

ULHT36-10669

Total horas de Trabalho

84

Tempo de Contacto

30

Tipo de disciplina

Semestral

Lingua

Português

Ano/Semestre

2.º Ano /2º Semestre

Docente

Maria João Pereira de Matos

Conteudos Programáticos

O conceito de paisagem – transversalidade disciplinar.
Noções de Paisagem natural, paisagem humanizada, paisagem rural e paisagem urbana.
Acontecimentos marcantes na área da paisagem.
Legislação europeia e nacional relativa à paisagem.
Convenção Europeia da Paisagem.
Importância dos valores paisagísticos.
Conceito de arquitectura paisagista.
Paisagismo no Ocidente e no Oriente, no passado e no presente.
Relação entre paisagismo, arquitectura, urbanismo e território.
Identificação e caracterização dos diferentes tipos de paisagem a diferentes escalas, em Portugal.
Espécies arbóreas mais frequentes em Portugal.
O ensino e a prática da arquitectura paisagista em Portugal. Exemplos.
Análise espacial sensível como metodologia aplicável ao projecto de paisagismo.
Aplicação de metodologia de análise sensível em proposta de arquitectura paisagista.

Objetivos

Entender o conceito de paisagem.
Sensibilização em relação aos valores ecológicos, culturais e estéticos inerentes à paisagem.
Identificar e caracterizar a paisagem natural, humanizada, rural e urbana.
Compreender a relação entre arquitectura, território e paisagem numa perspectiva multifuncional e em diferentes culturas.
Aprendizagem de uma abordagem sensível à paisagem e ao lugar, aplicável ao projecto de arquitectura paisagista.
Aplicação dos conhecimentos adquiridos num exercício prático de projecto de arquitectura paisagista.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

No final do semestre, os alunos deverão ter adquirido e consolidado conhecimentos relativos à história e ao estado actual do paisagismo, cruzados com referências à arquitectura e ao urbanismo (tanto ao nível internacional como nacional).
De igual modo, deverão reconhecer a importância dos valores paisagísticos e possuir conhecimentos básicos no âmbito das espécies vegetais, aspectos que serão de considerar nos seus projectos futuros nos campos da arquitectura e do urbanismo.

Metodologias de ensino e avaliação

As metodologias de ensino assentam na combinação de:
a) aulas teórico-práticas de enquadramento das matérias, para aquisição de conhecimentos teóricos e metodológicos;
b) aulas práticas de realização de exercícios, para aquisição de conhecimentos técnicooperativos;
c) orientação tutorial. A componente prática consiste na aplicação dos conhecimentos adquiridos e na análise crítica de exemplos de aplicação concretos.

Bibliografia principal - estilo APA

Bibliografia obrigatória:
_Cabral, Francisco Caldeira (1993). Fundamentos da Arquitectura Paisagista. Instituto da Conservação da Natureza.
_Council of Europe (2000). European Landscape Convention. url: http://conventions.coe.int/Treaty/EN/Reports/Html/176.htm
_Domingues, Álvaro (2001). "A paisagem revisitada". Finisterra. XXXVI (72), pp. 55-66. url: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2001-72/72_05.pdf
_Magalhães, Manuela Raposo (2001). A Arquitectura Paisagista. Morfologia e Complexidade. Editorial Estampa.

Bibliografia complementar parcial:
_Cabral, Francisco Caldeira (1999). A Árvore em Portugal. Assírio e Alvim
_Cancela d’Abreu, Alexandre; Correia, Teresa Pinto; Oliveira, Rosário (2004). Contributos para a
identificação e caracterização da paisagem em Portugal Continental. Direcção Geral de
Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.






Os factores edafoclimáticos no projecto de Arquitectura Paisagista – Entrevista


Neve, sol, chuva, geada e um bom paisagista não fazem mal a ninguém. Isto é o que “dizem” as plantas portuguesas, quando exibem suas mais exuberantes formas, cores e perfumes, devido ao cuidado profissional que recebem. Por Portugal possuir três grandes influências climáticas, como o mediterrâneo (predominante), atlântico e continental, que se distribuem de forma irregular no território, o país garante uma paisagem imensamente diversificada e com grande biodiversidade. Porém, pensar que o alcance a diferentes extensões do clima pode prejudicar as espécies que constituem o paisagismo local, é um equívoco.
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades.”É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características”, explica.” (Camila Fonseca – AUE)








Capitular N
eve, sol, chuva, geada e um bom paisagista não fazem mal a ninguém. Isto é o que "dizem" as plantas portuguesas, quando exibem suas mais exuberantes formas, cores e perfumes, devido ao cuidado profissional que recebem. Por Portugal possuir três grandes influências climáticas, como o mediterrâneo (predominante), atlântico e continental, que se distribuem de forma irregular no território, o país garante uma paisagem imensamente diversificada e com grande biodiversidade. Porém, pensar que o alcance a diferentes extensões do clima pode prejudicar as espécies que constituem o paisagismo local, é um equívoco.
O Paisagista Bruno Sousa, de Lisboa,revela a importância em estudar o território e as relações fitossociológicas e fitogeográficas para entender como se dá o paisagismo na região. Dessa maneira, se torna viável perceber como a paisagem se articula no ambiente e captar suas necessidades."É em fase de estudo preliminar, e muitas vezes em fase de estudo prévio, que o projectista deverá proceder a todo um conjunto de análises, que o levaram a uma proposta mais sustentada. A neve ou mesmo a geada, não são condicionantes de projectomas, sim, oportunidades. Poderemos criar projectos maravilhosos tendo em conta estas características", explica.

Paisagem de Vila Real - Portugal
Vila Real - Portugal / Foto: Guilherme Motta

Para tanto, as plantas planejadas para fazerem parte de um determinado projeto, podem nele permanecer durante muito tempo. Segundo Bruno Sousa, a vegetação colocada enquadra-se na qualidade durável e, portanto, não é esperado que seja necessário mudar de plantas cada vez que altere as estações do ano. "Isso, por razões de sustentabilidade e economia de recursos, a não ser em casos muito específicos. O projectista deverá ter em consideração quais as condicionantes de projecto e transformá-las em oportunidades, e as espécies preconizadas em projecto deverão ser escolhidas tendo em conta o lugar em questão", considera. Hortas urbanas, jardins efémeros, jardins de plantas anuais e/ou vivazes são exemplos também destacados pelo paisagista como espaços que necessitam mudar a vegetação constantemente. E para que a beleza e saúde das espécies sejam mantidas, é necessário que elas sejam adaptáveis ao local. 

Como Bruno Sousa esclarece, no paisagismo existe a quarta dimensão e também o "factor incerteza" que torna todo o projeto muito mais interessante. Acontece a troca de energia e informações entre as espécies que compõe o ecossistema de um projeto e, dependo da resiliência e resistência de cada espécie, há a possibilidade de que o espaço dure para sempre. Por isso, não há como generalizar quanto ao tempo de duração de um espaço verde. 
"Este aspecto é muito importante em projectos de Arquitectura Paisagista. O projectista não poderá estar a espera que o seu projecto seja mantido para sempre, e nem poderá ser, pois torna-se insustentável. Teremos cada vez mais pensar em projectos adaptados ao espaço e menos em projectos de ´assinatura´. O projecto é mais do que uma imagem que aparece na capa de uma revista", defende.

Assim, mesmo com constantes mudanças ou até a manutenção dos espaços, as plantas necessitam ser devidamente escolhidas para que não seja preciso acomodá-las em estufas ou estruturas similares. "São ferramentas muito dispendiosas não só pela sua aquisição, mas também pela sua manutenção. Pontualmente há casos de pessoas que tem pequenas estufas não para guardar plantas, mas, sim, para produzir hortícolas para consumo próprio", afirma Bruno Sousa. Uma alternativa para cuidar das plantas mais sensíveis à geada, por exemplo, é utilizar plásticos para cobrir o solo, provocando o aquecimento deste, ou até mesmo cobrir a planta com determinado material. De acordo com o paisagista, técnicas artesanais e inúmeras outras são usadas para que se atinja o mesmo objetivo.

 Paisagem de Estoril - Portugal
Estoril - Portugal / Foto: Guilherme Motta

Ele ainda revela que as melhores espécies para se utilizar num projecto são as espécies do próprio local, pois são essas que respondem melhor ao clima.
"Existe certa rejeição por parte das pessoas na utilização de espécie do ecossistema onde o projecto vai ser feito. Muitas vezes essa rejeição tem a ver com aspectos culturais muito enraizados, prevalecendo assim a utilização de vegetação exótica que, quando colocadas nestes ecossistemas, adquirem comportamentos infestantes e parasitas", pontua. Segundo Bruno Sousa, em Portugal é encontrado dois tipos de intervenção: em espaços públicos e em espaços privados. Nos locais públicos, o projetista fica incumbido de escolher as espécies para os seus planos. "Neste caso depende do conhecimento e da sensibilidade do projectista, para se elaborar um projecto sustentável de baixa manutenção onde a forma ´coze´ com a função harmoniosamente", sustenta. Quanto aos projetos privados, ele afirma que quase sempre existem diferenças entre o que o projetista idealiza, e a escolha do lugar e demais prioridades do proprietário. "Quase sempre a escolha de vegetação proposta pelo dono de obra recai por espécies que o mesmo viu em viagens. Então cabe ao projectista fazer um estudo rigoroso e criterioso, para que o projecto funcione correctamente, devendo expressar nos seus planos e projectos o conhecimento sobre a fitogeografia e fitossociologia da vegetação que utiliza.", relata Bruno Sousa.

Além de todos esses critérios e cuidados, outro fator que se leva em consideração frente ao clima e as espécies é a irrigação. O paisagista informa que se deve conhecer bem as plantas usadas nos projetos, pois suas necessidades hídricas variam de espécie para espécie. "É muita água para um espaço só. E atendendo que existe perdas de água da fonte até à sua utilização, estamos a desperdiçar um recurso valioso, muito mais valioso que qualquer barra de ouro", conclui. Pensando dessa maneira, cabe então ao profissional planejar espaços,a través de seus projetos, que fomentem cada vez mais a sustentabilidade.
The Garden Visitor’s Companion
by Louisa Jones, Thames and Hudson, 2010
A beautifully illustrated book that will show you how best to look at and appreciate gardens and landscapes throughout the world.

• Why visit gardens? To discover, compare, seek inspiration, learn and teach,and simply enjoy. Their beauty renews and refreshes flagging physical,mental and spiritual energy.

• To enhance the visitor’s awareness and enjoyment, Louisa Jones proposes ten questions for each of ten types of garden – historic, naturalistic, modernist, of Mediterranean inspiration, and more – worldwide. Each question is amplified with suggestions of things to look for and think about.

• To reflect the infinite range of reactions to gardens, she invites international experts to choose their own favourites, and to explain their reasons, offering unique insight into a world of beauty and imagination.

• Practical information includes advice on what to take, who to visit with, timing, and opening your garden to visitors, as well as addresses and contact numbers of selected gardens and designers.
green landscape 1 Green Landscape Design by Lutsko Associates

This design is full of green plants, with the sky as the roof. It is a project of Lutsko Associates for a house in San Francisco, California. Statement from the designers: An urban residential garden in San Francisco, conceived as outdoor architecture for everyday living, maximizes the impact and experience of a small space. The design pays careful attention to the sensory experience of materials and planting, which contribute to the richness and beauty of the garden.


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