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Vai criar mais de 150 postos de trabalho

O Grupo Pestana vai construir um novo empreendimento imobiliário turístico em Moçambique.
O investimento neste projecto é de cerca de 75 milhões de dólares (cerca de 47 milhões de euros) e visa criar mais de 150 postos de trabalho estáveis, diz o gupo em comunicado.
O objectivo é criar cerca de 150 moradias com piscinas individuais, um campo de golfe de 9 buracos e um boutique hotel de 40 quartos.
O Grupo quer desta forma, ampliar o actual Pestana Inhaca Lodge de 40 para 80 quartos e criar uma zona comercial com Marina e Lago.
Recorde-se que o Grupo Pestana detém actualmente 3 unidades hoteleiras em Moçambique: o Pestana Rovuma hotel, o Pestana Bazaruto Lodge e o Pestana Inhaca Lodge.
O volume de negócios em 2007, nestas três unidades, foi de 8 milhões de dólares (cerca de 5 milhões de euros) e o número de trabalhadores chegou aos 310 (dos quais 98% são Moçambicanos).

PARABENS

Preservar as plantas indígenas, combatendo as invasoras. O projecto, pioneiro no Algarve é candidato a fundos comunitários e poderá vir a ascender a quase 3 milhões de euros.
Espécies como os chorões e as acácias, que a pouco e pouco têm vindo a ganhar terreno na Costa Vicentina, podem ter os dias contados. A Câmara Municipal de Aljezur anunciou a candidatura a fundos comunitários, para combater espécies invasoras e repor a biodiversidade, que poderá vir a beneficiar, caso seja aprovada, de fundos da ordem dos 2,8 milhões de euros, comparticipados a 75 por cento.
“Nós sabíamos da abertura de candidaturas do programa LIFE e decidimos concorrer, já que o Parque (Natural do Sudoeste e Costa Vicentina) não o fez”, afirma ao Observatório do Algarve Manuel Marreiros, presidente da Câmara Municipal de Aljezur.
A candidatura – que só deverá ter resposta em meados de 2008 – prevê a contratação de pessoal especializado para pôr em marcha um projecto que terá como parceiro, segundo o autarca, o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, mas também desejavelmente algumas empresas privadas.
“É um projecto único em Portugal e a que muitas empresas deveriam associar-se”, refere o autarca. “Estou a pensar em empresas de celulose, por exemplo, para não ficarem associadas só à imagem dos eucaliptos, mas também a ALGAR, entre outras”, afirma. Para já, poucas deram ainda resposta. Entre elas, há uma empresa de jardinagem que faz jardins com plantas da flora local, que já se prontificou a oferecer os sistemas de rega necessários ao projecto.A candidatura prevê, para além da erradicação das espécies invasoras, o desenvolvimento de programas de educação ambiental e um centro de interpretação da natureza, bem como a criação de percursos pedonais na orla costeira.