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Seu jardim no Outouno como cuidar ?














No início da estação que se segue ao verão, a temperatura ainda é suficientemente agradável para que no exterior, no jardim ou no terraço, as tarefas de jardinagem se revelem uma actividade cómoda. No entanto, nesta fase não há muito para fazer, embora a pouco a pouco as tarefas vão aumentando, tal como as folhas que, caídas das árvores, vão enchendo o chão. Esta é a altura ideal para preparar o jardim contra o frio mas tarefas urgentes, essas, são mesmo muito poucas.

1. Corte agora as vivazes
Quando o astilibe, a lobélia ou a rudbequia terminam a floração, corte a parte aérea até à base e elimine folhas e ramos murchos. Retire os restos das daninhas para deixar limpos os maciços e as respectivas margens. Espécies como cosmos e salva superam o inverno se as guardar em caixas ou vasos com composto, em local fresco.
2. Faça uma limpeza geral do jardim
Com a tesoura na mão, dê uma volta pelo jardim e corte folhas e ramos murchos. Não esqueça de retirar também tudo o que se encontra podre, mordido ou esburacado. Desta forma, estimula o número de gemas. Recolha folhas e ramos saudáveis para fazer estacas.
3. Armazene os bolbos de verão
Quando reparar em folhas de gladíolos ou íris amarelas, arranque a planta do solo e deixe a secar durante alguns dias. Coloque os bolbos em bandejas e guarde-os ao abrigo das geadas durante mais um ou dois dias para que acabem de secar. Aplique fungicida e conserve-os em sacos até chegar a altura de os voltar a semear.
4. Pulverize as plantas interiores
As plantas que se encontram em casa devem ficar afastadas de qualquer fonte de calor, assim como preservadas das correntes de ar. Pulverize as folhas de 15 em 15 dias, com água tépida e mole. Regue apenas quando o substrato está seco e em pouca quantidade, evitando encharcar.
5. Renove o seu jardim de rochas
Retire as daninhas, regue pouco durante toda a estação. Nivele o terreno e aplique húmus ou turfa e gravilha. Não proteja demasiado as plantas do jardim rochoso porque as primeiras geadas contribuem para reforçar a sua resistência.
6. Retire os restos de erva do relvado
Com o escarificador retire os restos de relva cortados que se acumulam sobre o relvado e que provocam a falta de arejamento. Reduza a rega e nivele o terreno. Aplique inseticida se detetar lagartas no terreno.

7. Plante os bolbos da primavera
Plante nesta altura bolbos de primavera, nomeadamente túlipas, narcisos, crocus, anémonas e jacintos. São adequados para vasos e jardineiras embora para um efeito natural no maciço devam ser semeados à mão. A profundidade da plantação varia. As túlipas e as íris exigem entre 10 a 15 centímetros. Já os narcisos pedem 20 centímetros. Os jacintos devem ser plantados mais superficialmente em solo drenado e solto para que se possam desenvolver com maior firmeza e vivacidade.
8. Plante amores-perfeitos e prímulas
Ao plantar agora amores-perfeitos e prímulas assegura o seu enraizamento, o desenvolvimento de raízes, assim como o porte arbustivo. Se pretende alargar esse período de esplendor nos maciços, plante bolbos primaveris como crocus túlipas ou narcisos.
9. Desbaste as trepadoras
Ajude buganvílias, clematites, jasmins ou glicínias a desembaraçarem-se de qualquer desenvolvimento desengonçado ou de ramos mortos ou estragados. Corte os ramos que creseceram mais alto do que o previsto. O corte deve ser feito por cima de um rebento, nunca a meio de um ramo.
10. Faça o último corte do ano às topiárias
Os arbustos com formas decorativas necessitam recortes periódicos mas o desta altura será o último do ano. Se cortar no próximo mês, os novos rebentos não terão tempo de amadurecer. Depois de lhes devolver a forma, aplique adubo rico em azoto e cubra a base da planta para que a figura se mantenha em bom estado por mais tempo

Lawn and Garden Maintenance Tips for Spring



Spring is the time when the warm sun is out and the wind is cool. A perfect time for cookouts, family celebrations and backyard parties. While some regions are still covered in snow, others are beginning to see hints of spring! That said, it’s a great time for you to roll up your sleeves for some garden maintenance for spring. Once you’re done, your lawn will be all set to be the perfect venue for family get-togethers and some fun times with friends!
Clean and Repair
If you had taken all the appropriate measures for a winter garden, chances are your garden will be in good state. All you will need to do is some maintenance  get it back in shape for spring. Identify problem areas like dead grass, leaves and wet soil and clear them up. Uneven ground can be a problem so make sure your ground is even. Low areas can cause drainage problems where soil can collect and thicken. Use a garden fork to aerate the area to loosen the soil for better drainage and to allow roots to grow.
Plant Some Fresh Grass
The harsh winter is likely to have taken a toll on your lawn. So bring it back to life by planting some fresh grass. Reseed areas of the grass that may have gone dead or brown. It’s good to get a soil test to check if it’s in the right condition to be reseeded. Once done, check for different varieties of seeds that will go well with the climate in the region. Make sure to keep a regular check on the grass after you’ve planted the seeds.
Fertilize to Keep the Weeds Away
When you’ve planted grass, your job isn’t done yet. Use a good quality fertilizer to keep the weeds away from eating away your spring garden. Fertilizing the garden replenishes the nutrients that your garden needs to become healthy. It is important fertilize the lawn every few weeks during spring. Make sure you apply the right quantity of fertilizer to the grass to keep the weeds away and water it too.
Water the Grass
For a healthy, lush green lawn, it’s important to regularly water your plants and grass. Water your lawn every other day to ensure the plants and flowers are healthy and get nutrition. It is recommended to use sprinklers if you have a big garden. Sprinklers spray water evenly in their own radius, so you don’t have to worry about some areas getting less water than others.
Keep the Maintenance Equipment in Top Shape
It’s not only the lawn, plants and soil that make the garden beautiful but the tools that you use for garden maintenance are equally important as well. Make sure you have the lawn mower repaired, oiled and cleaned. Use a putty knife to clean the lawn mowing equipment and replace the filter too. Clean the blade to check if there is any rust or debris on it from previous year.

Workshop Introduces Students to the Landscape Architecture of Dan Kiley





In May 2013 students from the Gads Hill Center’s Teen Connection program participated in a photography workshop led by artist and architectural photographer Kate Joyce. Gads Hill Center serves families in the Chicago neighborhoods of Pilsen, North Lawndale, Little Village, and Back of the Yards with programming that provides learning, support and educational enrichment, early childhood development, and out-of-school care for children. The Teen Connection program helps students living in high-risk neighborhoods achieve their academic goals by creating a community of mentor and tutor supported college-bound peers.

Workshop Students

Joe Karr and Students
(upper) l to r, Alex Aguero 14, Diego Cazales 17, Eddie Merma (Teen Connection
program coordinator), Joel Rodriquez 13, Evelyn Zepeda 17, Mauro Cazales 13, Mark
Venancio 13; (lower) Joe Karr (left) with students from the program.
During the two-day workshop, Joyce introduced the students, who ranged in age from thirteen to seventeen, to landscape architecture by focusing on the Art Institute of Chicago’s South Garden, designed byDan Kiley. The students understood landscape as nature and architecture as buildings, but landscape architecture as a practice and profession was a new concept. Many of them had lived most of their lives in the presence of landscape architecture without recognizing its impact. Several students had visited the Art Institute of Chicago before. They knew there were gardens alongside the building, but never asked why or how. To provide a first-hand perspective, Joyce enlisted Joe Karr, who worked in Kiley’s studio in the 1960’s, to discuss the Art Institute’s South Garden and explain his career as a landscape architect.

For the students, landscape architecture proved a rich teaching tool. Along with their photography, the workshop included discussions about plant varieties, local and adopted ecological systems, beauty, weather and light, the integration of architecture and landscape, the emotional and social experience of the garden, engineering and infrastructure, stewardship and maintenance. Learning about Kiley's South Garden nurtured awareness in the students of landscape architecture and more broadly allowed them to identify, evaluate and relate to design decisions surrounding them on a daily basis. 

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  • Landscaping Architects to design gardens

    Call_For _Proposal-02
    The American Society of Landscape Architects (ASLA) has announced the call for presentations
    for the 2013 Annual Meeting and EXPO in Boston.
     
    The 2013 event will take place November 15 – 18 at the Boston Convention and Exposition Center.
     
    More than 6,000 attendees are expected, and the meeting will feature a diverse spectrum of industry experts speaking on a wide range of subjects, from sustainable design to active living to best practices and new technologies.
     
    More than 130 education sessions and field sessions will be presented during the meeting, providing attendees with the opportunity to earn up to 21 professional development hours under the Landscape Architecture Continuing Education System (LA CES) Many of the sessions will also qualify for continuing education credit with the Green Building Certification Institute (toward LEED AP credential maintenance), the American Institute of Architects, the American Institute of Certified Planners, and other allied professional organizations and state registration boards.

    Novo complexo junta termas e Spa Banyan Tree


    As propriedades medicinais da água - cloretada, sódica e hipersalina - são reconhecidas há séculos, desde logo pelo Rei D. José I, que ali vinha tratar as chagas das pernas, mas o fim da comparticipação estatal dos tratamentos, fez baixar a utilização, ferindo de morte o negócio. As termas passaram de moda, e em 1961, as do Estoril fecharam portas definitivamente, após séculos de exploração continuada. À época, o centro termal já estava associado à Estoril Plage, proprietária do Hotel Palácio e do vizinho Hotel do Parque, a quem coube a exploração no século passado. Entretanto o Hotel do Parque foi demolido, mas a piscina, “em ferro e com uma manutenção complicada”, manteve-se e esteve durante anos ao serviço dos bombeiros, que ali ensinaram muita gente a nadar.
    Quarenta e oito anos depois, as Termas do Estoril renascem. Mantém-se um dos accionistas - a Estoril Plage - mas desta vez em parceria com a construtora e imobiliária Opway. A localização alterou-se ligeiramente, e embora continue nos terrenos do Hotel Palácio, o novo complexo surge agora ao lado da mina de água termal. Em compensação, tanto o hotel como os apartamentos de luxo “Palácio Residências” (ainda em construção nos antigos terrenos do Hotel do Parque), serão ligados ao Estoril Wellness Center através de túneis. A inovação obrigou à transladação das áreas técnicas (ar condicionado, gás, etc) para uma zona menos nobre no terreno, mas confere maior privacidade aos hóspedes.
    Dois em um
    O projecto actual também é bastante mais completo, já que contempla um Spa além das termas. As duas áreas são perfeitamente distintas, tanto na decoração como nos equipamentos, além de funcionarem em recepções independentes. O Elements Spa ocupa os primeiros três pisos do Estoril Wellness Center e tem entrada exterior pelo pátio do hotel, e interior pelo futuro túnel. Já as termas, instaladas nos pisos superiores, dão directamente para a Avenida de Portugal, graças ao desnível do terreno. O conceito das termas é abrangente, apostando tanto no tratamento das doenças respiratórias, músculo-esqueléticas e dermatológicas, como na prevenção e ainda numa terceira via: a do bem-estar. Daí a importância do contrato de gestão com a Elements Spa by Banyan Tree, e a introdução de pormenores como um Spa Cuisine.
    Os 2500 m2 do complexo incluem piscina, ginásio, duches, banheiras, salas de tratamento e repouso e gabinetes médicos, permitindo também às termas aventurarem-se na medicina estética.
    Diversificação da oferta
    O novo equipamento vem diversificar a oferta da Costa do Estoril e deverá impulsionar o turismo de saúde na região, além de gerar 40 novos postos de trabalho. Entre os potenciais clientes estão desde já incluidos os 2,2 milhões de habitantes da área metropolitana de Lisboa, pelo facto de poderem fazer os tratamentos sem terem obrigatoriamente de ficar alojados num hotel. Mas das unidades hoteleiras da zona envolvente também virá muito negócio, antecipam os responsáveis. Há uma relação especial com o parceiro de grupo Estoril Palácio, mas a direcção das termas está já a trabalhar nas parcerias com as hotéis da região.
    Três perguntas a…
    Nuno Simões Coelho, director do Complexo Termal do Estoril
    1 - A Banyan Tree já está em Portugal, com as duas marcas de Spa. Há alguma inovação neste Elements Spa, ou segue os mesmos standards?
    A principal diferença é o edifício autónomo do hotel. No nosso caso, temos um edifício que está dividido em duas vertentes: as Termas do Estoril, com a parte mais medicalizada, e o Spa, mais virado para o bem-estar. No fundo, os standards dos tratamentos são idênticos. As nossas terapeutas do Elements Spa são todas tailandesas e formadas na Academia da Banyan Tree, em Phuket. É uma exigência da marca, pelo menos agora nesta fase. E além da formação base, todas fizeram um treino de três meses, já com o objectivo de virem para Portugal. Para a fase de abertura temos seis terapeutas; uma delas é a Spa manager. Já estão connosco há dois meses. Depois vamos reforçar a equipa, naturalmente. A decoração do Spa é adaptada, mas os equipamentos são standard. As próprias camas vieram da Tailândia e são as que se usam nos Elements Spa por esse mundo fora.
    2 - Antes da abertura, têm estado a operar no Estoril Palácio. Como está a correr? Quais as estimativas para o primeiro ano do complexo?
    Neste momento temos duas suites do hotel reservadas para os tratamentos, os quais estão a ser divulgados numa recepção própria, no lobby do Estoril Palácio. Iniciámos em Agosto e correu lindamente. Setembro foi ainda melhor. É difícil antecipar números. Nesta fase, vamos apostar na divulgação do Spa e termas. Uma parte muito importante dos nossos clientes vai ser captada neste e nos hotéis da região, além dos clientes externos, do Estoril, de Cascais, de Lisboa. No caso do Spa, grande parte da nossa promoção vai ser feita via site e canais de marketing da Banyan Tree. Mas o nosso programa de marketing vai para todos os hotéis nas proximidades que não têm Spa ou que têm Spa mas não termas. As termas são o elemento centralizador. Vamos divulgá-las a toda a comunidade médica, porque os tratamentos só são feitos por prescrição médica. Já temos uma directora clínica (Cândida Abranches Monteiro) e estamos a identificar vários médicos, com várias especialidades - otorrino, dermatologia, fisiatra - para acompanhar as várias áreas. É a característica da água que faz a diferença. O aquífero mantém-se, portanto agora é divulgar ao máximo tantos os tratamentos curativos, como os preventivos.
    3 - Este ano temos assistido a uma série de desenvolvimentos nas termas, desde a abertura de Montreal, aos desenvolvimentos em Vidago e Melgaço. As termas estão na moda?
    As termas estão associadas a tudo o que é natural; não são usados químicos, nem tratamentos invasivos. E estão perfeitamente integradas nesta crescente tendência ecológica e do culto da vida saudável. É uma nova forma de encarar o bem-estar, incluindo uma alimentação saudável, etc. E uma das adaptações a esta nova realidade traduz-se, por exemplo, na introdução de um Spa Cuisine no Estoril Wellness Center, com uma alimentação vocaccionada para Spa, mais leve e mais à base de produtos naturais

    A população de Barão de São João presenciou ontem, dia 24, um momento pelo qual há muito ansiava - o lançamento da 1ª pedra do Lar de Idosos


    A população de Barão de São João presenciou ontem, dia 24, um momento pelo qual há muito ansiava - o lançamento da 1ª pedra do Lar de Idosos.A cerimónia contou com a presença da Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, dos membros da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Lagos, dos autarc
    A população de Barão de São João presenciou ontem, dia 24, um momento pelo qual há muito ansiava - o lançamento da 1ª pedra do Lar de Idosos.A cerimónia contou com a presença da Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, dos membros da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Lagos, dos autarcas de Barão, além do executivo municipal, do administrador da Habitâmega Construções S.A., empresa responsável pela empreitada, e demais convidados, e teve lugar no próprio local onde este equipamento vai nascer, prevendo-se que esteja pronto a inaugurar daqui a um ano.
    Esteve igualmente presente neste dia Jorge Botelho, Director do Centro Distrital de Segurança Social de Faro, que aproveitou para lembrar que “esta é uma obra há muito tempo defendida pelo presidente da Câmara Municipal de Lagos, que decidiu avançar com este equipamento dada a necessidade urgente para esta freguesia”. A terminar, Jorge Botelho ainda reforçou que este será “mais um lar de qualidade para o Algarve e um equipamento importantíssimo para Barão de São João, que vai ajudar muita gente na altura da vida em que mais se precisa de auxílio”.O Presidente da Câmara Municipal de Lagos, Júlio Barroso, que falou igualmente na condição de Provedor da Santa Casa da Misericórdia, instituição dona da obra, começou, em jeito de brincadeira, a dizer que era altura para se dizer “até que enfim que esta obra arranca!” Lembrando que este processo já se arrastava há muitos anos, e que “foi necessário elaborarem-se 3 projectos, com inúmeras adaptações pelo meio, para que tivéssemos condições de o candidatar a fundos do Governo”, o autarca aproveitou a ocasião para homenagear o arquitecto responsável pelo projecto, Mário Martins, natural de Barão de São João, que “nunca regateou esforços para avançar da melhor maneira com este projecto” e os Presidentes da Junta de Freguesia, António Correia e José de Jesus Gomes (o actualmente em funções e o anterior titular do cargo, respectivamente) “pela sua perseverança no que diz respeito à concretização deste equipamento”.No final, ainda adiantou que falta apenas “voltarmos daqui a um ano para inaugurar este equipamento que trará descanso e segurança para quem dele necessitar”.Recorde-se que o Lar de Barão de São João é um novo equipamento de âmbito social, com 39 camas, isto é, com capacidade para acolher 39 utentes, a construir de raiz na povoação de Barão de São João, em terreno cedido pelo Município de Lagos.A obra, da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia de Lagos, representa um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros (1.419.936,29 € + IVA), valor esse sujeito a comparticipação através do Programa Operacional do Potencial Humano, no âmbito do Plano de Obras Públicas lançado pelo Governo como uma das medidas de combate à crise.O Protocolo existente entre a Santa Casa da Misericórdia e o Município garante a cedência do terreno, o apoio da Câmara ao desenvolvimento dos processos administrativos de concurso para a empreitada e o apetrechamento do equipamento.O projecto do Edifício é da autoria do Gabinete de Arquitectura de Lagos “Mário Martins – Atelier de Arquitectura, Lda”, estando a construção a cargo da empresa Habitâmega – Construções, S.A. O prazo de execução previsto é de 360 dias.No final da breve cerimónia falou a Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, que começou por “saudar um autarca que não tem medo de realizar obra e de seguir em frente”. “Júlio Barroso é um autarca com visão de proximidade que se preocupa com as pessoas e com os seus munícipes”, afirmou. Para Isilda Gomes obras como esta têm muito mais significado do que qualquer obra megalómana para o país, defendendo que “esta decisão vai ao real encontro das necessidades das nossas populações”. Reforçando a ideia de que “este projecto terá inúmeras vantagens, especialmente o facto de travar a desertificação destes centros rurais”, aproveitou para deixar, também, palavras de agradecimento a Jorge Botelho, “por ter a capacidade de reivindicar junto do poder central estes apoios que são fundamentais para a concretização de necessidades nesta área”.No final, Isilda Gomes confessou que são momentos como estes que a fazem sentir bem na pele de Governadora Civil “porque estamos aqui a cumprir os nossos desígnios e a fazer aquilo para que fomos formatados – a solidariedade”.Depois da tradicional assinatura e deposição do Auto da 1ª Pedra, o ambiente de festa em Barão de São João continuou, no âmbito da Festa de São João Baptista, padroeiro da freguesia, com eventos culturais, religiosos e recreativos.as de Barão, além do executivo municipal, do administrador da Habitâmega Construções S.A.

    Novo complexo junta termas e Spa Banyan Tree



    As propriedades medicinais da água - cloretada, sódica e hipersalina - são reconhecidas há séculos, desde logo pelo Rei D. José I, que ali vinha tratar as chagas das pernas, mas o fim da comparticipação estatal dos tratamentos, fez baixar a utilização, ferindo de morte o negócio. As termas passaram de moda, e em 1961, as do Estoril fecharam portas definitivamente, após séculos de exploração continuada. À época, o centro termal já estava associado à Estoril Plage, proprietária do Hotel Palácio e do vizinho Hotel do Parque, a quem coube a exploração no século passado. Entretanto o Hotel do Parque foi demolido, mas a piscina, “em ferro e com uma manutenção complicada”, manteve-se e esteve durante anos ao serviço dos bombeiros, que ali ensinaram muita gente a nadar.
    Quarenta e oito anos depois, as Termas do Estoril renascem. Mantém-se um dos accionistas - a Estoril Plage - mas desta vez em parceria com a construtora e imobiliária Opway. A localização alterou-se ligeiramente, e embora continue nos terrenos do Hotel Palácio, o novo complexo surge agora ao lado da mina de água termal. Em compensação, tanto o hotel como os apartamentos de luxo “Palácio Residências” (ainda em construção nos antigos terrenos do Hotel do Parque), serão ligados ao Estoril Wellness Center através de túneis. A inovação obrigou à transladação das áreas técnicas (ar condicionado, gás, etc) para uma zona menos nobre no terreno, mas confere maior privacidade aos hóspedes.
    Dois em um
    O projecto actual também é bastante mais completo, já que contempla um Spa além das termas. As duas áreas são perfeitamente distintas, tanto na decoração como nos equipamentos, além de funcionarem em recepções independentes. O Elements Spa ocupa os primeiros três pisos do Estoril Wellness Center e tem entrada exterior pelo pátio do hotel, e interior pelo futuro túnel. Já as termas, instaladas nos pisos superiores, dão directamente para a Avenida de Portugal, graças ao desnível do terreno. O conceito das termas é abrangente, apostando tanto no tratamento das doenças respiratórias, músculo-esqueléticas e dermatológicas, como na prevenção e ainda numa terceira via: a do bem-estar. Daí a importância do contrato de gestão com a Elements Spa by Banyan Tree, e a introdução de pormenores como um Spa Cuisine.
    Os 2500 m2 do complexo incluem piscina, ginásio, duches, banheiras, salas de tratamento e repouso e gabinetes médicos, permitindo também às termas aventurarem-se na medicina estética.
    Diversificação da oferta
    O novo equipamento vem diversificar a oferta da Costa do Estoril e deverá impulsionar o turismo de saúde na região, além de gerar 40 novos postos de trabalho. Entre os potenciais clientes estão desde já incluidos os 2,2 milhões de habitantes da área metropolitana de Lisboa, pelo facto de poderem fazer os tratamentos sem terem obrigatoriamente de ficar alojados num hotel. Mas das unidades hoteleiras da zona envolvente também virá muito negócio, antecipam os responsáveis. Há uma relação especial com o parceiro de grupo Estoril Palácio, mas a direcção das termas está já a trabalhar nas parcerias com as hotéis da região.
    Três perguntas a…
    Nuno Simões Coelho, director do Complexo Termal do Estoril
    1 - A Banyan Tree já está em Portugal, com as duas marcas de Spa. Há alguma inovação neste Elements Spa, ou segue os mesmos standards?
    A principal diferença é o edifício autónomo do hotel. No nosso caso, temos um edifício que está dividido em duas vertentes: as Termas do Estoril, com a parte mais medicalizada, e o Spa, mais virado para o bem-estar. No fundo, os standards dos tratamentos são idênticos. As nossas terapeutas do Elements Spa são todas tailandesas e formadas na Academia da Banyan Tree, em Phuket. É uma exigência da marca, pelo menos agora nesta fase. E além da formação base, todas fizeram um treino de três meses, já com o objectivo de virem para Portugal. Para a fase de abertura temos seis terapeutas; uma delas é a Spa manager. Já estão connosco há dois meses. Depois vamos reforçar a equipa, naturalmente. A decoração do Spa é adaptada, mas os equipamentos são standard. As próprias camas vieram da Tailândia e são as que se usam nos Elements Spa por esse mundo fora.
    2 - Antes da abertura, têm estado a operar no Estoril Palácio. Como está a correr? Quais as estimativas para o primeiro ano do complexo?
    Neste momento temos duas suites do hotel reservadas para os tratamentos, os quais estão a ser divulgados numa recepção própria, no lobby do Estoril Palácio. Iniciámos em Agosto e correu lindamente. Setembro foi ainda melhor. É difícil antecipar números. Nesta fase, vamos apostar na divulgação do Spa e termas. Uma parte muito importante dos nossos clientes vai ser captada neste e nos hotéis da região, além dos clientes externos, do Estoril, de Cascais, de Lisboa. No caso do Spa, grande parte da nossa promoção vai ser feita via site e canais de marketing da Banyan Tree. Mas o nosso programa de marketing vai para todos os hotéis nas proximidades que não têm Spa ou que têm Spa mas não termas. As termas são o elemento centralizador. Vamos divulgá-las a toda a comunidade médica, porque os tratamentos só são feitos por prescrição médica. Já temos uma directora clínica (Cândida Abranches Monteiro) e estamos a identificar vários médicos, com várias especialidades - otorrino, dermatologia, fisiatra - para acompanhar as várias áreas. É a característica da água que faz a diferença. O aquífero mantém-se, portanto agora é divulgar ao máximo tantos os tratamentos curativos, como os preventivos.
    3 - Este ano temos assistido a uma série de desenvolvimentos nas termas, desde a abertura de Montreal, aos desenvolvimentos em Vidago e Melgaço. As termas estão na moda?
    As termas estão associadas a tudo o que é natural; não são usados químicos, nem tratamentos invasivos. E estão perfeitamente integradas nesta crescente tendência ecológica e do culto da vida saudável. É uma nova forma de encarar o bem-estar, incluindo uma alimentação saudável, etc. E uma das adaptações a esta nova realidade traduz-se, por exemplo, na introdução de um Spa Cuisine no Estoril Wellness Center, com uma alimentação vocaccionada para Spa, mais leve e mais à base de produtos naturais