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Os primeiros sinais de retoma parecem, finalmente, começar a fazer-se sentir.


Os primeiros sinais de retoma parecem, finalmente, começar a fazer-se sentir. E, a prova disso é que, a acreditar nas previsões dos consultores da Cushman & Wakefield (C&W), o mercado imobiliário nacional volta lentamente a estar na mira de alguns dos grandes investidores estrangeiros. Caso se confirmem estas previsões, este será um momento crucial para este mercado, que na primeira metade do ano ainda ficou marcado pelo fraco dinamismo.Na apresentação do estudo semestral «Portugal Marketbeat Outono 2009», a directora de research da C&W, Marta Leote, explicou que, apesar do fraco dinamismo evidenciado no mercado nacional de investimento no primeiro semestre deste ano, actualmente «nota-se um maior interesse dos investidores estrangeiros no mercado português, e prevemos uma performance francamente melhor durante o segundo semestre». No período em análise, os investidores domésticos lideraram este mercado, uma situação que poderá começar a inverter-se em breve, até porque «desde Junho, os grandes fundos abertos alemães voltaram a investir nos mercados europeus, e Portugal deverá voltar a figurar entre os destinos onde irão aplicar o seu capital», sublinhou Luís Rocha Antunes, director da Capital Markets da C&W. Ainda assim, também deveremos assistir a alguns negócios de relevo protagonizados por investidores lusos, até porque «é notório o aumento de liquidez dos fundos de investimento imobiliário portugueses, alguns dos quais começam novamente a evidenciar uma atitude compradora». Confirmando as expectativas dos analistas, no primeiro semestre deste ano, o mercado de investimento imobiliário ficou marcado por um cenário de menos e menores negócios, comparativamente a anos anteriores, bem como pelo «fraco peso ausência de investimento estrangeiro», disse Marta Leote. Conforme apurou a C&W, entre Janeiro e Junho de 2009, foram apenas registados 21 operações de investimento no mercado português, que no seu conjunto, representaram um volume transaccionado de 150 milhões de euros. Ou seja, menos de metade do valor registado no período homólogo (318 milhões de euros). Já o valor médio por negócio apresenta valores bastante abaixo da média verificada nos últimos dez anos, passando de 20 milhões de euros, para apenas sete milhões. Comentando estes resultados, Eric Van Leuven, managing partner da C&W em Portugal, ressalvou que «as dificuldades no acesso ao financiamento continuam a ser um dos principais entraves à realização de grandes negócios de investimento». E a verdade, defende este responsável, é que «a actividade de investimento imobiliário, tal como a conhecíamos nos últimos anos, mudou consideravelmente nos últimos meses». E, factores como «a qualidade do imóvel, sustentabilidade das rendas projectadas, risco de ocupação ou segurança dos contratos, serão cada vez mais importantes no momento de decisão dos negócios», ressalvou Luís Rocha Antunes.


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A Geo-Rumo, empresa de tecnologias de fundações, acaba de introduzir na Península Ibérica uma técnica inovadora ao nível da perfuração de solos


A Geo-Rumo, empresa de tecnologias de fundações, acaba de introduzir na Península Ibérica uma técnica inovadora ao nível da perfuração de solos, intitulada Cutter Soil Mixing (CSM). Inexistente até à data na Península Ibérica, a estreia aconteceu em Lagos, na obra do Parque de Estacionamento da Frente Ribeirinha. O CSM é uma inovação em soil mixing para consolidação e criação de contenções periféricas e cortinas de impermeabilização abaixo do solo. Paulo Araújo, administrador da Geo-Rumo (empresa do Grupo FDO) afirma que se “trata de uma tecnologia de vital importância no futuro, uma vez que, aproveitando o solo existente in situ como material de construção, contribui para um grande passo na geotecnia em termos ambientais e na prestação do sector para o desenvolvimento sustentável”. O responsável destaca ainda que o CSM “é uma excelente opção técnica enquanto obra de engenharia, económica e amiga do ambiente”.Relembre-se que na cidade de Lagos está em curso um processo de renovação urbana que passa por requalificar a Frente Ribeirinha e criar dois novos parques de estacionamento subterrâneos. O futuro parque da Frente Ribeirinha está integrado no objectivo estratégico de reformulação do sistema viário da Avenida dos Descobrimentos na qual se privilegiará o uso pedonal, com aumento significativo da área para este fim, sem inviabilizar totalmente o acesso automóvel. Visa-se, deste modo, uma melhoria das acessibilidades e da mobilidade no centro histórico e melhores condições para aceder aos espaços comerciais situados no seu casco. Com uma área bruta de construção próxima dos 12 800 metros quadrados, o edifício subterrâneo comportará 480 lugares de aparcamento automóvel.