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DICAS PARA UM NOVO CONCEITO DE PROJETAR UM JARDIM NO ALGARV

1. Entender o Clima: O Algarve tem um clima mediterrânico, caracterizado por verões quentes e secos e invernos amenos. Familiarize-se com os padrões climáticos locais, incluindo flutuações de temperatura e chuvas, para planejar sua jardinagem atividades adequadamente. 2. Práticas de rega: A conservação da água é crucial no Algarve devido ao seu clima seco. Implemente práticas eficientes de irrigação, como irrigação por gotejamento ou mangueiras de imersão para minimizar o desperdício de água. Regue suas plantas profundamente, mas com menos frequência, para estimular o crescimento mais profundo das raízes e a tolerância à seca. 3. Preparação do Solo: O solo algarvio é frequentemente arenoso e pobre em matéria orgânica. Aumente a fertilidade do solo e a capacidade de retenção de água incorporando composto ou esterco bem apodrecido. Adicionar matéria orgânica pode melhorar a retenção de nutrientes e promover um crescimento mais saudável das plantas. 4. Seleção de Plantas: Escolha plantas que se adaptem bem ao clima mediterrânico. Opte por espécies tolerantes à seca, como lavanda, alecrim, buganvílias e suculentas. As plantas nativas são frequentemente bem adaptadas às condições locais e requerem menos água e manutenção. 5. Trituracao: aplique uma camada de cobertura orgânica, como lascas de madeira ou palha, ao redor de suas plantas. A cobertura morta ajuda a reter a umidade no solo, suprime o crescimento de ervas daninhas e regula a temperatura do solo. 6. Tempo e Sazonalidade: Aproveite o inverno ameno do Algarve plantando culturas de estação fria como alface, espinafre e cenoura. Plante safras de estação quente, incluindo tomates, pimentões e berinjelas, na primavera, quando o perigo de geada já passou. 7. Considerações sobre sol e sombra: Esteja atento aos padrões de sol e sombra em seu jardim. Algumas plantas prosperam em pleno sol, enquanto outras preferem sombra parcial. Coloque plantas que gostam de sol em áreas que recebem bastante luz solar e forneça sombra para plantas mais delicadas durante as horas mais quentes do dia. 8. Poda e Manutenção: A poda regular ajuda a manter a saúde e a forma das plantas. Apare os galhos crescidos demais, remova as partes mortas ou doentes e estimule o fluxo de ar pela planta. Fique atento a pragas e doenças e tome as medidas apropriadas para resolver quaisquer problemas. 9. Jardinagem em Containers: se você tem espaço limitado ou deseja mais flexibilidade, considere a jardinagem em contêineres. Escolha recipientes com boa drenagem e use uma mistura de envasamento de qualidade. As plantas de contêiner podem exigir rega mais frequente, portanto, monitore os níveis de umidade de perto. 10. Procure aconselhamento local: Consulte centros de jardinagem locais, sociedades de horticultura ou jardineiros experientes no Algarve. Eles podem fornecer informações valiosas e conselhos específicos para a região, incluindo variedades de plantas recomendadas e técnicas de jardinagem. Lembre-se, a jardinagem é um processo de aprendizado contínuo e a experimentação é fundamental. Adapte e ajuste suas práticas de jardinagem com base em suas experiências e observações. Desfrute do processo e da beleza única que a jardinagem do Algarve pode trazer!

O que queremos para os nossos jardins?

Regressar à natureza, às origens, mas ao mesmo tempo não abdicar da mais recente tecnologia. Nómadas digitais, é-vos familiar este conceito? Isso não faz muito sentido, não é? Mas de acordo com a mais recente pesquisa de preferências dos consumidores realizada pela Sociedade Americana de Arquitetos Paisagistas (ASLA), é isso que os consumidores desejam. De acordo com a ASLA, “os consumidores preferem elementos de design sustentáveis ​​– mas amigos da tecnologia – para seus espaços ao ar livre. … Pela primeira vez, a conectividade wireless entrou top 10 dos principais projetos, sugerindo que as pessoas querem um jardim que lhes permita desfrutar tanto da natureza quanto da conectividade.” Estes, são os 10 principais tipos de projetos, com a maior demanda: Plantas tolerantes à seca (nativas e/ou adaptadas) - 82,31% Plantas nativas - 81,60% Jardins de baixa manutenção - 79,25% Hortas (incluindo pomares, vinhas, etc.) - 76,52% Pavimentos permeáveis - 76,31% Área de relvado mais reduzidas e bem definidas - 72,66% Lareiras de exterior - 71,51% Irrigação por gotejamento/sistemas de irrigação eficientes - 71,05% Conectividade sem fio/internet - 70,77% Captação de águas pluviais/águas cinzentas - 70,32% Interessante o facto de que a “conectividade” ter mais de que um significado. Os consumidores querem conectar-se com a natureza, no topo não estão apenas plantas, mas plantas nativas ou adaptadas ao clima que requerem menos água. Por outro lado, também pretendem conectar-se com o vasto universo que é a web. “O fato de mais consumidores desejarem acesso wireless mostra que eles desejam expandir as opções para permanecerem conectados aos seus dispositivos”, refere Nancy C. Somerville, vice-presidente executiva e CEO da ASLA. “Paisagens residenciais/urbanas bem projetadas proporcionam interação social, prazer pela natureza e atividade física, ao mesmo tempo que reduzem o uso da água e o escoamento de águas pluviais”, refere ainda Somerville. Os desejos dos consumidores foram divididos em várias categorias, e os três elementos de design externos mais solicitados foram as lareiras, o wireless e a iluminação. O primeiro entre os elementos de paisagem e o jardim e o mais desejado são as plantas nativas. Paisagens de baixa manutenção e hortas seguem de perto. O seguinte? Jardins de chuva* Hortas orgânicas Jardins tolerantes à seca (Xeropaisagismo) Jardins verticais Coberturas verdes Elementos aquáticos decorativos Os elementos mais populares da sustentabilidade são as plantas tolerantes à seca, nativas e ou adaptadas, seguidos por pavimentos permeáveis e áreas de relvado bem definidas, associadas a uma função e com espécies adaptadas. Irrigação com eficiência hídrica, coleta de água da chuva, materiais reciclados, iluminação solar, compostores e piscinas aquecidas geotérmicas também parecem ser populares. Não seria bom que a conexão com a natureza significasse deixar para trás outras distrações? Alguns de nós pensam que sim. Mas se esta nova “conectividade” significar que existe uma maior ligação entre nós e mesmo entre gerações, de modo que todos se sintam confortáveis, então será bem vinda. *Um jardim de chuva é qualquer jardim projetado para que, por sua localização, geometria, composição de solo e/ou vegetação, absorva mais água de chuva do que o solo natural absorveria. Também chamados de instalações de bio retenção, são uma das várias práticas destinadas a aumentar a reabsorção do escoamento da chuva pelo solo.

Transforme o seu jardim num ecossistema vivo

Transforme o seu jardim num ecossistema vivo Jardins que respiram vida Somos uma empresa com mais de 38 anos de mercado que surge do desejo de converter os espaços domésticos dos jardins em espaços naturalizados, imitando as condições que permitem que as plantas prosperem sem ajudar no estado de salvamento. Entendemos o jardim como um pequeno ecossistema composto por flora, fauna e microrganismos que interagem entre si e que se «viste» com elementos arquitetónicos ou paisagísticos, contos como remetentes, mobiliário, fontes de água, etc., que aumentam a funcionalidade e permitem que sejam humanos interage com o jardim de forma controlada. Tão importante é no jardim a planta que cultivamos como as bactérias do solo que alimentam as suas raízes, as folhas que se alimentam das suas horas que depois serão traças que voltam, e os pássaros que as vem comer Jardins vivos e naturais De forma metafórica, podemos dizer que o ecossistema do jardim é uma ninfa, como as divindades gregas das arvores. Nos jardins simples com algumas espécies esta ninfa, apenas uma larva, é muito básica e não tem capacidade de atuação. Nos jardins com complexidade suficiente a ninfa desata o seu potencial e atua para proteger as agressões e prosperar. Podemos fazer com que desperte o seu potencial acrescentando elementos que se relacionem com certeza entre si. Cada ninfa que deseja adaptar-se às condições locais e desenvolver uma personalidade própria. Assim também desenvolvemos a nossa personalidade quando interagimos diretamente com uma filha da Natureza. O objetivo de todo o jardineiro ecológico é encher a vida dos jardins. A vida chega ao jardim através da fotosíntese, que combina a luz solar com água para produzir oxigénio e nutrientes. Maximizar a fotosíntese é maximizar a vida, o que se consegue empregando toda a humidade e a luz disponível ao serviço da vegetação. O seu abrigo prosperará por todo o resto. Concebemos, instalamos e mantemos jardins que prosperem em harmonia com a naturalidade. Os nossos serviços partem do design inovador até à instalação detalhada e manutenção ecológica, garantindo que cada espaço verde se converte num oásis de biodiversidade e beleza natural. O cultivo ecológico imita o modo natural como as plantas se alimentam, ativando a Rede Alimentar do solo. Incorporamos matéria orgânica abundante, protegemos o solo com plantas em crescimento e reduzimos a evapotranspiração. Para apoiar os polinizadores, mantemos a flora de plantas melíferas durante todo o ano e criamos habitats diversificados. Este método regenerativo reutiliza restos de vagens e outros para nutrir a base microbiana do solo. Não são utilizados pesticidas, produtos sintéticos ou organismos geneticamente modificados. Utilizamos o mínimo de maquinaria reduzindo o uso de combustíveis fósseis e as doenças por ruídos. Para acelerar o processo natural de compostagem e melhorar a estética do jardim ecológico, os restos de podas e cortes são triturados antes de os empregar como acolchoados ou na pilha de compostagem, no jardim. Desta forma, são conservados tanto os nutrientes como os microrganismos benéficos que foram adaptados às condições do jardim. Este método não só enriquece o solo, como também ajuda a manter a humidade e a controlar as ervas daninhas, criando um ambiente mais saudável e sustentável para todas as plantas. Além disso, reduza a quantidade de resíduos verdes que são enviados para os verdes, contribuindo para uma gestão de resíduos mais ecológica. As plantas adaptam-se de várias formas: geneticamente, produzindo sementes que sobreviveram melhor; e mediante o crescimento, ajustando o ambiente desde pequenas. Estabeleceram-se também relações com organismos adaptados. Para um jardim adaptável, utilizamos espécies com diversidade genética que evoluem desde o início. Se não for possível, empregamos cultivares jovens para que se adaptem rapidamente. Além disso, selecionamos plantas nativas e resistentes à seca, capazes de prosperar em condições extremas. Implementámos técnicas de cultivo que promovem ainda a retenção de água e reduzem a evaporação através de acolchoados e cobertura do solo. As plantas em estado natural não se podam, pois, a poda cumpre uma função ecológica. Por razões estéticas e de utilidade, nos jardins é por vezes necessário podar ou cortar: para poder passar, para dar mais luz a outras plantas, para reduzir o risco de incêndio, etc. Além disso, considere a fauna local, garantindo que a destruição não afeta as qualidades dos habitats dos animais. Este método promove um ambiente mais saudável e sustentável no jardim. Cada corte que se faz com uma árvore corta a sua vida e a stressa, reduzindo a sua resistência e podendo provocar doenças. A poda respeitosa permite que a árvore decida por si mesma a estrutura que será adaptada melhor ao seu entorno, e só pode ser podada quando existir uma boa razão: para permitir o passo, evitar roces ou sair da madeira morta. Esta abordagem cuidada ajuda a manter a saúde geral da árvore e a sua longevidade, promovendo um crescimento natural e equilibrado. Além disso, fomenta um ambiente mais bio diverso e sustentável. Os «jardins secos» contam com, pelo menos, 80% de plantas secas, que apenas dependem da água da chuva. Se for incluída uma zona de riego, as plantas serão agrupadas de acordo com as suas necessidades hídricas para evitar o riego excessivo. Utilizamos plantas adaptadas ao clima e ao regime de inundação. No nosso clima semiárido, o céu não deve ocupar mais de 5% do jardim devido à elevada procura de água. Alternativas como prados de baixo consumo ou acolchoados podem lograr um aspeto semelhante com menos água. O jardim mais agradecido é aquele que está adaptado ao clima local, sendo que no nosso clima mediterrânico podemos optar por espécies autóctones ou de outras regiões de clima mediterrânico, sendo populares as sul africanas. O jardim mediterrânico é verde, com folhas duras, porta vertical, muito fragante, com sombras frequentes, mas não densas. São habituais as sebes baixas e bordaduras aromáticas em caminhos, onde el roce al passar nos traz el perfume del verão.

Como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar

Problemas de má drenagem do solo são frequentes em hortas, jardins e pomares. Para além de afectarem o crescimento e desenvolvimento das culturas, os solos alagados impedem o fornecimento de oxigénio tanto às raízes como aos micro organismos. Por outro lado, solos com uma drenagem acentuada são tendencialmente mais secos e mais pobres em nutrientes. Nestas condições, são poucas as árvores de fruto e culturas que se adaptam, excepto as ameixoeiras bravas e as cerejeiras arbustivas que se dão bem nestas condições. Neste artigo, vai aprender dicas úteis de como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar. Curioso(a)? Então não perca este artigo pois certamente vai interessar-lhe. A drenagem do solo consiste num processo de remoção natural ou artificial, do excesso de água que se encontra no/ou sobre o solo. Os drenos colocados no solo consistem em tubos especializados, valas ou fossos especializados para drenar. O processo de drenagem consiste no processo de escoar e “enxugar” a água de terrenos agrícolas encharcados ou alagados bem como outro tipo de terrenos que tenham excesso de água. A drenagem do solo pode ser feita através de tubos, canais, valas e túneis podendo também serem utilizados motores para auxiliar o escoamento,o que pode tornar todo o processo mais dispendioso. O processo de drenagem começa primeiramente com a verificação da origem do excesso de água no local que será drenado e logo após esse procedimento é feito um levantamento topográfico do local para elaborar um projeto mais efetivo de escoamento da água. Todos os tipos de solo estão sujeitos à drenagem natural cuja intensidade depende das suas características edáficas. No entanto, apenas os solos que apresentem uma capacidade de drenagem insuficiente para a tolerância hídrica da cultura é que devem ser submetidos a drenagem artificial, desde que os custos justifiquem (na maioria dos casos, os custos associados a este processo são elevados, pelo que deve ponderar bem e avaliar todas as condicionantes). A má drenagem do solo: um problema recorrente Uma drenagem do solo insuficiente pode ser originada por muitas causas, entre elas: • uma grande proporção de argila em relação à de areia e/ou limo; • compactação devido ao trânsito frequente de pessoas ou de máquinas pesadas; • camada impermeável causada por cultivo rotativo frequente em condições húmidas; • retenção superficial de água ou acumulação de escoamento de uma encosta ou de um edifício; • entre outros factores; Como evitar problemas com má drenagem do solo • • No caso do seu solo ser argiloso, este pode ser melhorados ao longo do tempo caso utilize culturas de cobertura e/ou se lhe acrescentar composto. As plantas rasteiras, como a batata-doce, o melão, a abóbora, o feijão ou as ervilhas, podem ser utilizadas como plantas de cobertura ,ajudando a evitar que o solo seja levado pelas águas da chuva. . Evite ao máximo plantar fruteiras em zonas onde as pessoas tendem a passar a pé ou de carro. Se pretender restaurar a sua horta e pensa em plantar fruteiras num antigo caminho, é aconselhável construir um canteiro elevado. Os canteiros elevados conseguem resolver bastantes problemas. Por essa razão, use canteiros para melhorar a drenagem, melhorar o solo ou contrair a compactação. Opte por canteiros elevados se pensa em cultivar fruteiras em solos argilosos, sobre uma camada impermeável ou num local de passagem de escoamento. Caso a retenção de água seja muito superficial, um canteiro mais elevado pode ajudar às vezes. No entanto, aconselho-o a renunciar ao cultivo de fruteiras com raízes mais profundas e preferir fruteiras mais arbustivas como os mirtilos, que possuem raízes mais superficiais. Fazer caleiras de drenagem ou valas para ajudar no escoamento, evacuação e coleta das águas pluviais, domésticas e efluentes. Para evitar a erosão, plante relva nas margens do seu terreno por exemplo e revista o fundo com pedras. Desvie a água do seu quintal para o esgoto da rua ou para um reservatório natural, certificando-se que não está a desviá-la para o terreno do vizinho ao para cima do passeio. No caso de drenagem do solo excessiva, causada por solos com partículas grossas, de gravilha ou arenosos, deve tomar outro tipo de medidas. Um bom exemplo de medida é aumentar o nível de húmus no solo através da adição de composto por exemplo. Pode também optar pelo uso de palha (empalhamento) que vai conservar a humidade. Síntese: soluções para problemas de drenagem do solo • Canteiros elevados: nesta situação, as raízes têm espaço para crescer por cima de uma camada impermeável ou de retenção superficial da água. Pode também facilitar a limpeza das plantas infestantes. • Vasos: são bons para cultivar fruta. Neles, podemos usar solos com misturas especiais (substratos por exemplo). • Valas de drenagem: afastam o escoamento da superfície das plantas que não suportam ter “os pés molhados”. • Culturas de cobertura: são uma fonte de matéria orgânica e conseguem suavizar as camadas impermeáveis do solo.

Adubos naturais

Adubos naturais: conheça bons exemplos de adubos Os agricultores/horticultores tem ao seu dispor uma grande variedade de adubos naturais. Grande parte deles são gratuitos, caso não levemos em consideração o tempo despendido na sua preparação e transporte. Outros adubos naturais são muito baratos, e alguns ainda, geralmente os que se vendem em sacos podem ser bastante dispendiosos. Infelizmente, nem todas as pessoas tem a possibilidade de ter um estábulo nas redondezas ou dispõe de espaço suficiente para armazenar grandes quantidades de material. Nestes casos, os agricultores necessitam de grandes quantidades de material, e por isso necessitarão de comprar o produto à medida que for sendo necessário. Conheça neste artigo 7 exemplos de bons adubos naturais que pode usar na sua horta. 1 . Estrume do curral Este é um dos adubos naturais mais utilizados. O estrume do curral possui a vantagem de fazer crescer a terra, além de fornecer ao mesmo nutrientes essenciais. O estrume pode ser de qualquer tipo de gado, embora aquele que exista em maior quantidade seja o estrume de cavalo. O estrume pode ser obtido na maioria dos estábulos e muitos ficam satisfeitos por se verem livres daquilo que lhe fornecerão de graça, desde que se encarregue de o ir lá buscar. Alguns agricultores não gostam do estrume quando ele é misturado com aparas de madeira em vez de palha. No entanto, vale a pena ter em mente que o primeiro é mais isento de ervas daninhas, e uma vez bem curtido e empilhado, revela-se excelente não só para misturar na terra como para fazer a adubação à superfície. É importante salientar que todos os tipos de estrume devem ser empilhados pelo menos, seis meses antes de serem usados. Quando estiver pronto, deve perder o seu cheiro nauseabundo. Nota: o estrume de curral deve ser deixado em pilha num monte até ter perdido o cheiro e terminar a decomposição. 2. Composto da horta Todos os agricultores e horticultores deviam experimentar reciclar a maior quantidade de desperdícios da sua própria horta e cozinha. Essencialmente, trata-se apenas, de seguir o exemplo da natureza, em que as folhas e os caules se formam na Primavera e morrem no Outono, caindo no chão e, finalmente apodrecendo para voltarem de novo a entrar nas plantas enquanto nutrientes. Na horta, alguns elementos são retirados durante este ciclo, nomeadamente os legumes e frutos, mas mesmo assim, os restantes deveriam ser reciclados tanto quanto possível. Este tipo de composto não é difícil de se fazer e naturalmente, é absolutamente gratuito. Caso tenha disponibilidade de espaço, use vários caixotes para que haja sempre algum disponível. Exceto tenham sido utilizadas sementes de ervas daninhas ou plantas doentes, o composto é seguro para funcionar como condicionador da terra e como adubo. 3. Húmus O húmus é um adubo de terra natural. É fácil de fazer e não custa dinheiro. Use apenas húmus feito pelas suas próprias mãos; nunca apanhe nos campos, porque isso prejudica o equilíbrio das florestas e empobrece a terra. Como fazer húmus? Utilize quatro estacas enterradas no solo com um arame estendido à volta como um local perfeito para produzir húmus. Limite-se simplesmente a deixar lá para dentro as folhas, à medida que elas forem caindo das árvores. Pode demorar até dois anos até que se decomponham e, quando o processo tiver concluído, o que inicialmente parecia um monte enorme ficará reduzido a uma pequena camada. Adicione húmus à terra ou use-o para adubar à superfície. Geralmente é ácido e pode ser utilizado para reduzir a alcalinidade do solo. O húmus das agulhas de pinheiro é particularmente ácido. 4. Turfa É cara e pouco proveito traz à terra porque se desintegra com demasiada rapidez e tem fraco teor nutritivo. O seu uso também é desaconselhável sob o ponto de vista ecológico. 5 . Composto de cogumelos Está frequentemente disponível ao nível local por causa das quintas de produção de cogumelos. Este composto é relativamente barato, especialmente se for comprado em grandes quantidades. É sobretudo, usado nas zonas ornamentais do jardim, mas também tem utilidade na horta, se for bem curtido. É particularmente útil em solos ácidos porque contém calcário. 6. Desperdício industrial vegetal Várias indústrias produzem desperdícios orgânicos que podem ser úteis na jardinagem. Os desperdícios de lúpulo utilizado na indústria de alimentos preparados foram desde sempre os favoritos para quem consegue obtê-los. Agora, importa-se cascas de coco, que são muito bons como adubo de terra. Há vários produtos disponíveis em toda a parte. Deixe-os curtir bem antes de os utilizar. 7. Adubo verde Algumas colheitas podem ser produzidas simplesmente para voltarem a serem cavadas, a fim de melhorar a condição e estrutura de um terreno. São particularmente úteis em solos leves que foram deixados vazios por um temporada, por exemplo, no Inverno. O adubo verde pode ser semeado no inicio do Outono, para ser cavado na Primavera. Em alternativa, se plantar espécies de crescimento rápido, pode usá-las sempre que a terra fique disponível para o efeito, durante a estação de crescimento. Nota: evite deixar o adubo verde florir e criar sementes, senão regenerar-se-á por si próprio. A maioria da folhagem e caules pode ser usada no caixote de composto. Algumas das culturas que podem ser usadas como adubo verde: • favas; • azevém; • tremoços; • mostarda; • trevo; • Joio de Inverno; • Gostou destes exemplos? Já usa algum destes adubos naturais na sua horta? Conte-me tudo nos comentários:)

CONSIDERE A FUNCIONALIDADE

"Nem a beleza nem a função precisam ser limitadas pelo tamanho do seu espaço ao ar livre, mas é importante priorizar sua lista de desejos para fazer valer cada centímetro quadrado." Ofereço os seguintes conselhos, sugestões e dicas: Você adora entreter a família e os amigos? Divertir-se ao ar livre sempre parece muito mais descontraído, tanto para os anfitriões quanto para os convidados, mas quantas pessoas você precisa acomodar? Dois para um almoço íntimo? Oito para um jantar sentado? Doze ou mais para um churrasco informal? Elementos versáteis que podem satisfazer mais de uma função são fundamentais para maximizar o potencial de pequenos espaços. Mesas e cadeiras dobráveis de bistrô podem ser facilmente armazenadas quando não estiverem em uso e são leves o suficiente para facilitar a instalação. As mesas extensíveis do pátio oferecem versatilidade quando você precisa acomodar um número variável de convidados. Adicione uma almofada acolchoada a uma mesa baixa e resistente para servir como pufe ou banquinho ocasional. Muros de contenção cobertos e camas elevadas podem funcionar em dobro se estiverem na altura do assento e suavizados com almofadas ou um cobertor dobrado. Use bancos em uma mesa retangular de pátio em vez de assentos individuais - você poderá acomodar mais pessoas - ideal para famílias com crianças pequenas. Em vez de uma fogueira a lenha tradicional, que pode parecer pouco atraente quando não está em uso e ocupar muito espaço, considere uma mesa para fogueira a gás. Servem como um belo ponto focal mesmo quando não estão em uso e são ideais para servir de mesa de centro graças ao aro sólido. O que você quer que cresça? Você espera cultivar flores cortadas, suas ervas favoritas ou alguns vegetais? Quando o espaço é limitado, é especialmente importante determinar quais deles valem a pena cultivar e quais são melhores para comprar sazonalmente no mercado local. Concentre-se no cultivo de flores e produtos que geralmente são caros, difíceis de encontrar, têm vida útil curta ou são usados regularmente. O espaço de plantio no solo é limitado? Os jardins em vasos fornecem uma solução simples para cultivo limitado no solo; no entanto, deve-se levar em consideração seu tamanho e formato. Recipientes largos e redondos ocupam uma grande área em um deck ou pátio. Procure retangular. formas ovais ou elípticas que podem ficar mais próximas de uma parede ou corrimão. Evite encher o solo com vários vasos pequenos – um recipiente grande e alto terá um impacto muito maior e será mais fácil de regar. Adicionar pires com rodas sob seus vasos permite movê-los para criar divisórias em um longo deck, um recanto de leitura isolado em um pátio exposto ou simplesmente para seguir o padrão do sol durante a estação de cultivo. 13 DICAS DE DESIGN PARA PEQUENOS ESPAÇOS Tendo considerado a funcionalidade do seu espaço, aqui estão algumas dicas de designer para ajudá-lo a realmente maximizar o seu potencial e criar a ilusão de um jardim muito maior. Procure plantas compactas. Escolha plantas que não sobrecarreguem o plano do solo, mas não tenha medo de incluir árvores colunares ou de tamanho moderado para atingir a escala apropriada. Pense fora da caixa. E os jardins verticais? Plantas de corrimão? Cestos pendurados para morangos? (Veja um exemplo de parede viva / jardim vertical suculento abaixo.) Construa uma estrutura de folhagem forte. Use plantas interessantes com folhas coloridas antes de colocar plantas com flores. Faça cada centímetro quadrado contar. Concentre-se em árvores, arbustos e plantas perenes de alto valor que oferecem várias estações de interesse com folhas atraentes, flores sazonais, texturas únicas, cascas coloridas e/ou ótimas cores de outono. Crie privacidade. Você pode não ter espaço para grandes árvores e arbustos perenes para criar privacidade. Mas será que uma fileira de uma das muitas variedades colunares que fornecem altura – sem largura – funcionaria? Se apenas a triagem sazonal for necessária, talvez árvores ou arbustos estreitos, colunares e decíduos sejam adequados? Ou talvez cultivar trepadeiras (por exemplo, jasmim ou vinhas anuais) numa treliça vertical seria a melhor solução. Você realmente precisa de um relvado? O seu relvado divide visualmente o seu espaço desnecessariamente? Faz mais sentido ampliar o pátio? Escolha móveis de exterior com cuidado. Abandone poltronas extra profundas com braços largos em favor de perfis mais elegantes. Adicione um recurso de água. Os recursos hídricos são sempre um ótimo complemento para um jardim. Embora um lago e uma cachoeira possam não ser realistas, uma simples fonte de parede circulante ou um vaso de mesa borbulhante podem ser a resposta. Crie um senso de ordem. Linhas limpas trazem uma sensação de ordem ao jardim. Um design retilíneo claro pode definir espaços, enquanto curvas orgânicas fluidas podem ser usadas para suavizar ângulos estranhos. Use o eixo diagonal. Um típico jardim suburbano costuma ser amplo, mas raso. Olhar diretamente para o jardim dos fundos enfatiza a dimensão mais curta. Altere a perspetiva girando o pátio, os canteiros e as linhas de visão em 45 graus para se alinharem com o eixo diagonal, criando a ilusão de um espaço muito maior. Alguma dúvida disponha temos todo o prazer em apoiar e mediar qualquer dúvida ou questão ecogrupo@ecossistemas.com – wats ap 917256283

Irrigation types

Compare Systems Hose and Sprinkler Uses • Lawns • Larger garden beds Advantages • Sprinkler is inexpensive and easy to use • Used with a timer for added convenience • Excellent for beds that need infrequent watering Disadvantages • Uneven watering • Hard to avoid overspray • Water loss from evaporation Watering Wand Uses • Individual plants or small beds • Containers • New trees or plants mixed with established plants Advantages • Easy to water individual plants • water only the roots Disadvantages • Time consuming to water large areas Soaker Hose Uses • Level garden beds • Food gardens • New trees and shrubs Advantages • Takes less time than hand-watering • Less evaporation • Use a timer for regular watering Disadvantages • Does not work well on slopes • May accidentally overwater, since water is not easily visible • Some soaker hose materials may release heavy metals • Easy to damage when digging • Proper placement is important to make sure the soil is evenly moist; difficult to tailor to the needs of individual plants • soaker hose may break down relatively quickly if not covered by mulch Dripline Uses • Garden beds that need regular water—slopes OK • Food gardens • Fruit & other trees that need water after established • Containers • Trees, shrubs, perennials Advantages • Very efficient • Waters evenly on slopes • Can tailor system to plants & soil • Can use a timer for regular watering Disadvantages • Needs to be properly installed & maintained to work well (may need help from a professional) • High-quality drip parts can be expensive Automatic overhead Sprinkler System Uses • Larger lawn or garden areas that require regular watering • Advantages • Convenience—no watering by hand • Waters while you’re out of town Disadvantages • Less efficient than most other methods, especially if spray heads are used (typically wastes 40 percent or more of water used) • Expensive to install • Requires annual tune-up & regular maintenance • Water use & bills usually higher than other watering methods

Xeriscaping not Zeroscaping

 


Project from Ecossistemas and landscaping   - Almadena Lagos - Algarve Portugal

The steps to plan and care for a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

At High Country Gardens we pride ourselves on offering a wide selection of xeric perennials that can be used to create a low-water, eco-friendly garden. With drought conditions becoming more and more common in the Western United States, people are becoming more aware of how much water is used in their yard. It is possible to have a beautiful blooming garden without having a high water bill to maintain it. There is no need to "zeroscape" your yard, with xeric perennials it is easy to create a beautiful xeriscape.

Here is a guide to what it means at High Country Gardens to create a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

Planning and Design

Whether you're starting from scratch, or renovating an existing landscape, take the time to plan out your design before you start to plant. Part of the planning process involves creating water use zones so you can allocate water usage where it will most directly contribute to the beauty and comfort of your home.

There are three water use zones:

The Oasis Zone (zone 1) where the more water-intensive plants are used is the area up close to the house where the landscape is most visible and accessible to the home's interior and entry ways.

  • Use hardy garden perennials, non-xeric groundcovers, ornamental grasses, small ornamental trees, annuals, container gardens, water features.
  • Water harvesting from roof areas and hard surfaces is most easily done here.
  • Vegetable gardens are considered oasis plantings (but do not need to be located next to the house).

The Transition Zone (zone 2) where water-wise xeric plants are used in areas that occupy the middle ground of the property especially along walkways, driveways, fences and other areas that are visible as you approach the house.

  • Use xeric perennials, shrubs, shade trees, ornamental grasses and native turf grass lawns.
  • Harvested water is especially useful for irrigating shade trees which need infrequent irrigation once established.

The Xeric Zone (zone 3), where only very xeric plants exist, is the outermost area along the property boundary and includes any out-of-the-way areas that are not used or seen much.

  • Use very xeric perennials, shrubs, ornamental grasses.

Note: Many homeowners who are not gardeners (and some who just prefer xeric plants opt to forego an oasis zone and bring the transitional zone right up to the house. This gives them the landscaped look they want while providing additional watering savings.


Use Native Grasses for Turf Areas whenever possible

For optimum water savings use native grasses such as turf-type Buffalo Grass and Blue Grama grass (in the Western US). These are excellent drought-tolerant alternatives to thirsty Kentucky Blue Grass and other turf type grasses.

Only plant Kentucky Blue Grass or Fescue-type turf lawns in areas where heavy recreational use will occur. Herbaceous and woody groundcovers are an excellent low maintenance, low water lawn alternatives, especially on hillsides or when a less formal look is desired.

Direitos de Autor - Projectos de Arquitectura paisagista

Direitos do Autor de Projecto de Arquitectura na Execução da Obra

Segundo o estabelecido no artigo 1.º do Código dos Direitos de Autor e dos Direitos Conexos (CDADC), consideram-se obras as criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, por qualquer modo exteriorizadas que, como tais, são protegidas nos termos daquele código, incluindo-se nessa protecção os direitos dos respectivos autores. De acordo com o disposto no artigo 9.º do CDACD, o direito de autor abrange direitos de carácter patrimonial e direitos de natureza pessoal, denominados direitos morais (n.º 1). No exercício dos direitos de carácter patrimonial, o autor tem o direito exclusivo de dispor da sua obra e de fruí-la e utilizá-la, ou autorizar a sua fruição ou utilização por terceiro, total ou parcialmente (n.º 2). Independentemente dos direitos patrimoniais, e mesmo depois da transmissão ou extinção destes, o autor goza de direitos morais sobre a sua obra, nomeadamente o direito de reivindicar a respectiva paternidade e assegurar a sua genuidade e integridade (n.º 3). 
O direito do autor pertence ao criador intelectual da obra, salvo disposição expressa em contrário (artigo 11.º). A titularidade do direito de autor relativo a obra feita por encomenda ou por conta de outrem, quer em cumprimento de dever funcional quer de contrato de trabalho, determina-se de harmonia com o que tiver sido convencionado. Na falta de convenção, presume-se que a titularidade do direito de autor relativo a obra feita por conta de outrem pertence ao seu criador intelectual (artigo 14.º). 
Portanto, só quando tiver sido convencionado o contrário (com a entidade que encomendou o projecto ou para quem trabalha no regime de contrato de trabalho ou de dever funcional), é que o autor deixa de ser titular dos direitos de autor sobre a obra (projectos ou outras). Nos termos do artigo 60.º, n.º 1, o autor de projecto de arquitectura ou de obra plástica executada por outrem e incorporada em obra de arquitectura, tem o direito de fiscalizar a sua construção ou execução em todas as suas fases e pormenores, de maneira a assegurar a exacta conformidade da obra com o projecto de que é autor. 
Quando edificada segundo projecto, não pode o dono da obra, durante a construção nem após a conclusão, introduzir nela alterações sem consulta prévia ao autor do projecto, sob pena de indemnização por perdas e danos (n.º 2). Não havendo acordo, pode o autor do projecto repudiar a paternidade da obra modificada, ficando vedado ao proprietário invocar para o futuro, em proveito próprio, o nome do autor do projecto inicial (n.º 3). Em cada exemplar dos estudos e projectos de arquitectura e urbanismo, junto ao estaleiro da construção da obra de arquitectura e nesta, depois de construída, é obrigatória a indicação do respectivo autor, por forma bem legível. (art.os 56.º e 161.º, n.º 1, do CDADC). 
Também nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho, nomeadamente no artigo 61.º, está previsto que os titulares da licença ou autorização de construção (portanto, obras de criação de novas edificações), são obrigados a afixar uma placa em material imperecível no exterior da edificação, ou a gravar num dos seus elementos exteriores, com a identificação dos técnicos autores do respectivo projecto de arquitectura (e também, neste caso, do director técnico da obra). 
A repetição da construção de obra de arquitectura, segundo o mesmo projecto, só pode fazer-se com o acordo do autor (art.os 68.º n.º 2, alíneas f) e j) e 161.º n.º 2, do CDADC). Quando edificada segundo projecto, encontra-se condicionada a possibilidade de, durante a construção e após a sua conclusão, o dono da obra introduzir alterações na mesma à obrigação de consulta prévia ao autor do projecto. A consequência do incumprimento desta condição (consulta) gera a responsabilidade civil do dono da obra pelas perdas e danos sofridos pelo autor do projecto (artigo 60.º, n.º 2 do CDADC e 483.º e seguintes do Código Civil, em especial o artigo 496.º, para os danos não patrimoniais ou morais). 
Como ensina o Professor José de Oliveira Ascensão*, no conflito entre o direito ao projecto, cuja modificação teria de se realizar, e o direito de propriedade sobre o suporte, o edifício, este prevalece. Face à lei portuguesa, obra de arquitectura não é apenas o projecto mas também o edifício, havendo, assim, que conciliar o direito do autor do projecto com a propriedade, que não pode ficar dependente do arbítrio daquele durante toda a sua existência. Uma vez cumprida a consulta prévia do autor do projecto, o dono da obra pode, ainda que o autor do projecto não esteja de acordo com as alterações pretendidas, introduzi-las na obra arquitectónica, sendo conferido ao autor do projecto o direito de dele se desvincular, renegando a paternidade da obra alterada e impedindo o dono da obra de usar o nome do autor do projecto inicial (entenda-se não como renúncia ao direito de autor que está adquirido, e não se perde pelo facto das modificações, pois a obra modificada ainda é a mesma obra, por aplicação do n.º 2 do artigo 2.º, mas apenas como proibição de invocação do nome do autor pela outra parte. 
O autor do projecto de arquitectura pode, a todo o tempo, voltar a considerar a obra como sua). É, portanto, lícito ao proprietário a modificação, doutra maneira o direito do autor do projecto seria o de se opor à modificação, o que foi justamente o que o legislador quis afastar. A lei não confere ao autor do projecto inicial de arquitectura um exclusivo no projecto de modificações. 
Assim, pode o dono da obra, consultado o autor do projecto inicial, decidir prosseguir a obra com outro técnico que possa elaborar e subscrever projectos de arquitectura. A substituição do autor do projecto (e também do director técnico da obra) está também prevista no RJUE (leitura a contrario da alínea o), do n.º 1, do artigo 98.º). Atenta a natureza específica do projecto arquitectónico que tem em vista a realização de uma obra cuja utilidade e fruição serão do dono da obra, a lei prevê uma protecção daquela obra intelectual e artística que não é absoluta, mas temperada pela vocação utilitária dos edifícios em que é necessário conciliar o mérito criador do autor do projecto com o específico interesse que a obra tem para os seus destinatários concretos (os proprietários). Assim, não se encontra vedada a introdução, pelo dono da obra, de alterações na obra projectada, desde que cumprido o ónus de consultar previamente o autor. A tutela penal do projecto arquitectónico encontra-se, no que ao crime de violação de direito moral (art.º 198.º) respeita, sujeita a pressupostos objectivos: 
- alguém arrogar a paternidade de um projecto que sabe não lhe pertencer; 
- o atentado contra a genuinidade ou integridade do projecto, pela prática de acto que desvirtue a obra; e 
- que o atentado possa afectar a honra ou reputação do autor. 
Portanto, exige-se que as alterações introduzidas, pela sua relevância no conjunto em que se inserem, provoquem dano ou desfiguração tal do projecto que este possa considerar-se afectado nas suas qualidades ou características mais marcantes. Não se verificando tais pressupostos (desvirtuamento da obra e honra ou reputação do autor afectadas) não se configurará crime de violação de direito moral. 
O legislador quis dotar a tutela penal de um requisito acrescido relativamente à tutela civil - a necessária implicação da alteração do projecto com a honra ou reputação do autor do mesmo. O Estatuto da Ordem dos Engenheiros, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 119/92, de 30 de Junho, determina, na parte respeitante à deontologia profissional, que o Engenheiro: - só deve assinar projectos de que seja autor ou colaborador (art.º 88.º, n.º 5); 
- apenas deve reivindicar o direito de autor quando a originalidade e a importância relativas da sua contribuição o justifiquem, exercendo esse direito com respeito pela propriedade intelectual de outrem (art.º 89.º, n.º 2); 
- deve recusar substituir outro Engenheiro, só o fazendo quando as razões dessa substituição forem correctas e dando ao colega a necessária satisfação (art.º 89.º, n.º 5). A violação culposa daqueles deveres será considerada infracção disciplinar e o Engenheiro poderá ser punido disciplinarmente, após instauração do competente processo disciplinar. Tem sido jurisprudência dos órgãos disciplinares da Ordem dos Engenheiros considerar que, para os efeitos previstos no artigo 89.º, n.º 5, do Estatuto, o termo “colega” poder ser extensivo aos arquitectos. 
Face ao exposto, poder-se-ão extrair algumas conclusões: 
1 - Os direitos do autor de projecto de arquitectura são direitos específicos dentro do esquema do Código. 
2 - O autor do projecto tem o direito a fiscalizar a obra em todas as fases e pormenores, de maneira a assegurar a exacta conformidade da obra com o projecto de que é autor. 
3 - O dono da obra pode introduzir alterações na obra projectada desde que cumprido o ónus de consultar previamente o seu autor. 
4 - As alterações ilícitas (sem o acordo do autor) introduzidas no projecto arquitectónico permitem ao autor desvincular-se do projecto, rejeitando a sua paternidade e confere-lhe o direito a ser indemnizado pelos danos sofridos (patrimoniais e não patrimoniais). 
5 - Para terem relevância criminal (permitir a condenação pela prática de um crime) as alterações ilícitas introduzidas têm de atentar contra a genuinidade ou integridade do projecto (prática de acto que desvirtue a obra) e que afectem a honra ou reputação do autor (por exemplo, o autor ver o seu nome falado, comentado ou envolvido em polémica devido ao efeito das alterações no projecto). 
6 - A violação dos deveres deontológicos é punida disciplinarmente. 


Bibliografia e Jurisprudência: 
  • Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos (CDADC), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março, e alterado pelas Leis n.os 45/85, de 17 de Setembro, 114/91, de 3 de Setembro, pelos Decretos-Leis n.os 332/97 e 334/97, ambos de 27 de Novembro, e pela Lei n.º 50/2004, de 24 de Agosto.
  • Direito Civil - Direito de Autor e Direitos Conexos - Prof. Doutor José de Oliveira Ascensão, Coimbra Editora, 1992.
  • Código dos Direitos de Autor e dos Direitos Conexos - Anotado pelo Dr. Luiz Francisco Rebelo - 2.ª edição, Âncora Editora, 1998.
  • Código Civil – edição DisLivro, 2002.
  • Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho.
  • Estatuto da Ordem dos Engenheiros, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 119/92, de 30 de Junho.
  • Jurisprudência do Conselho Jurisdicional da Ordem dos Engenheiros, 2003.
  • Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, de 26/2/1991 (integra o crime de contrafacção o facto de um autor de um projecto de arquitectura apresentar como seu um projecto de construção de uma casa decalcado de outro projecto elaborado por outro autor, sem o assentimento deste).
  • Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça - STJ, de 29/9/1993 (usurpação de obra artística - projecto de loteamento).
  • Acórdão do STJ, de 16/3/2000 (violação do direito moral de autor - pedido de parecer e estudos prévios sobre a viabilidade técnica e económica da solução contida numa proposta de concepção urbanística e arquitectónica sem autorização e conhecimento do seu autor).
  • Acórdão do STJ, de 11/4/2002 (contratos de projecto de arquitectura autónomos).


*Direito Civil – Direito de Autor e Direitos Conexos - Coimbra Editora, 1992.


- Algarve ,Alentejo e Centro de Portugal - Construção e Manutenção de Jardins e áreas verdes

GROWTH, UM INOVADOR VASO PARA PLANTAS INSPIRADO NA ARTE JAPONESA DO ORIGAMI





“Growth” é um inovador vaso para plantas inspirado na arte japonesa do origami e que tem a capacidade de acompanhar o crescimento da planta, adaptando-se às suas necessidades de espaço.
O recipiente foi criado pelo atelier de design Ayaskan, sediado em Londres, e pretende tornar os vasos para plantas em objectos mais sustentáveis – ao adaptar-se ao tamanho da planta não é necessário comprar um vaso maior, podendo assim poupar-se recursos.
“Na natureza, tudo evolui, tudo se adapta, cresce, floresce, degrada-se, morre, é absorvido e reutilizado”, afirmam os mentores do projecto, Bike e Begum Ayaskan. “A abordagem moderna consiste no contrário: os objectos são produzidos, usados, e deitados fora. O Growth, porém, inspirado no padrão do origami, imita a capacidade da natureza de crescer e de se transformar ao longo do tempo, evitando desperdícios”, acrescentam os designers.

What a Landscape Architect Wants You to Know About What They Do






   Pine Cliffs - 2012 - Terraces - Projecto and Landscaping From Ecossistemas


There are many misconceptions about exactly what landscape architects do. Learn what they are all about in the first step toward hiring one



Landscape architects do many things. We design parks, plazas, green roofs, gardens, public art, fountains … and the list goes on. It is a broad and flexible field with professionals working across many sectors. Yet there are many myths about what we really do — how we work, what qualifications we have and what kind of work we don’t do. To dispel some of the myths about the profession, here is a breakdown of things to know about landscape architects.




What do landscape architects do? Landscape architects design and plan outdoor spaces. The landscape section sketch shown here is a great example of a landscape architect’s design process. It shows the relationship to the home and important views and begins to develop spatial orientation for the layout. 

When working on residential landscape architecture, we design and plan gardens, plantings, pools, paving, stormwater management and more. 

Landscape architects are licensed and trained to design landscapes, not to build them. This means that we work primarily through design drawings to collaborate with clients, architects and contractors.




Landscape architecture is a regulated profession. Becoming a licensed landscape architect is a rigorous process that’s managed by individual states.Obtaining a license requires an accredited degree in landscape architecture, work experience under the supervision of a licensed landscape architect, passing a series of technical exams and thousands of dollars in fees. Landscape architects are often licensed in multiple states to work in different places. 

People are often surprised at the level of rigor required for a landscape architecture license. Licensing and regulation are important for health and safety reasons and to ensure the highest level of professional standards.

Grupo Espírito Santo vai investir 19,6 M€ em dois hotéis no Brasil


A Espírito Santo Turismo anunciou hoje que pretende investir 50 milhões de reais (19,58 milhões de euros) na remodelação e renovação dos seus dois hotéis no Brasil até 2011.Cristina BarretoO presidente-executivo da Espírito Santo Turismo, Miguel Rugeroni, citado pela agência Lusa, adiantou que o objectivo do grupo é controlar mais quatro ecoresorts na região Nordeste do Brasil, nos próximos cinco anos."O Brasil passa pela nossa estratégia de consolidação no sector de turismo", afirmou o responsável pela administração de 13 hotéis Tivoli, dois no Brasil e 12 em Portugal, com um total de 3000 quartos e 1400 funcionários.Em São Paulo, o grupo português arrendou recentemente o hotel Mofarrej, com 230 quartos, na zona Sul da cidade, que será fechado a partir do dia 1 de Julho para obras de remodelação, estando a sua reabertura prevista para Janeiro de 2009.O Tivoli São Paulo Jardins ganhará "um conceito contemporâneo para oferecer mais pelo mesmo preço", com a construção de um SPA em parceria com o grupo asiático Banyan Tree, sublinhou o mesmo responsável.Segundo Miguel Rugeroni, o grupo procurou durante dois anos uma oportunidade de negócio em São Paulo, até fechar o arrendamento do hotel Mofarrej por 20 anos, cujo valor não pode ser revelado "por impedimento contratual".O Tivoli São Paulo Jardins estará situado numa das áreas mais nobres da cidade, bem próximo da Avenida Paulista, o "coração" financeiro e onde se encontram grandes empresas.Já o hotel Tivoli Ecoresort Praia do Forte, no litoral Norte do Estado da Bahia, adquirido pelo grupo no ano passado, será alvo de uma importante remodelação que lhe dará "um sabor de Brasil".O Ecoresort vai ganhar também uma componente residencial, com a construção de 48 casas, com quatro quartos, que serão vendidas por preços que variam de 350.000 a 400.000 euros cada, e que estará operacional a partir de 2009."Essa componente residencial estará integrada ao hotel, com o aproveitamento de todas as infra-estruturas e o proprietário poderá locar a sua residência também para o Ecoresort", referiu Miguel Rugeroni.Para a construção de quatro ecoresorts, nos próximos cinco anos, o Espírito Santo Turismo está à procura de áreas no litoral do Nordeste brasileiro, entre 300 e 600 hectares. Os locais preferidos do grupo são os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Bahia, para o desenvolvimento de projectos "pé na areia", referiu o responsável."Esses empreendimentos serão sempre na praia, com cerca de 200 a 250 quartos, em parceria com parceiros estratégicos. O segredo nesse caso é a alma do negócio", disse Miguel Rugeroni.O presidente da Espírito Santo Turismo salientou que o mercado brasileiro é cada vez mais atractivo para o investimento estrangeiro por causa da estabilidade da economia, da diminuição das taxas de juros e de políticas "bem sucedidas de controlo da inflação".A rede Tivoli, criada há 75 anos, tem actualmente 12