Mostrar mensagens com a etiqueta arquitectos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arquitectos. Mostrar todas as mensagens
O respeito pelo perfil natural do terreno foi um dos principais pontos de partida para a construção de uma piscina recuperando a lógica dos tradicionais tanques de regadio. A obra esteve integrada no projeto geral de arquitetura de interiores de uma casa e arranjos exteriores de um monte alentejano, em Arraiolos. A mesma filosofia de preservação da topografia fez com que, a priori, se rejeitasse a habitual escadaria direta entre a casa, no topo, e a piscina, ao fundo, decorrente, na maioria das vezes, do nivelamento do terreno. Bem pelo contrário: o resultado mais impactante desta intervenção é precisamente a sucessão de planos desnivelados em rotação à volta da piscina. Sucessão esta que decorre de outro dos principais objetivos do projeto: “Desenvolver um percurso, gerando áreas de permanência e unificando todas as componentes do conjunto: assentos, duche, pérgula, bancada para o barbecue, escadas de acesso à casa das máquinas (sob uma das plataformas) e muros limítrofes ”, salientam Cecília Banito e Pedro Lourenço, do ateliê BL Arquitetura de Interiores (bl-interiores.blogspot.com).
“A intervenção, de caráter despojado, baseia-se numa relação natural com a topografia e com o caráter tradicional e rural da casa alentejana. As opções simplistas, ao nível dos materiais – alvenaria, betão afagado, madeira e a pastilha preta como único revestimento – estão ao serviço do destaque que se pretende dar à composição geométrica das plataformas, dos volumes e da paisagem. Tudo isso a complementar com vegetação autóctone”, sintetizam os arquitetos.
Assim, a piscina desenvolve-se em rampa – tal como o terreno – com uma zona rasa de água logo no início, correspondente à zona de intersecção com uma das plataformas, finalizando num assento submerso na cabeceira sobre o declive. O transbordo da água em todo o perímetro da piscina produz o efeito de espelho de água e é também usado para o processo de filtragem. A água transborda para uma caleira perimetral, correndo para um depósito de compensação sob a plataforma contígua à piscina. A água no depósito é puxada pela bomba e filtrada, sendo devolvida à piscina pelo fundo. O barbecue está no epicentro da área de refeições. Apresenta-se como um elemento sólido, posicionado no centro da plataforma de frente para a zona de refeições e piscina, onde se incluem um plano de trabalho, churrasco e lava-loiças. Este volume, fazem notar Cecília e Pedro, “apresenta a mesma dimensão, direcção e acabamento das escadas de acesso à casa das máquinas e arrumos, sob a plataforma, formando um conjunto de bancadas, que anula a percepção da existência de uma circulação secundária”.

Foto: Fernando Piçarra


 

Trânsito vai voltar à zona da Casa Inglesa em Portimão



A reposição do trânsito automóvel junto à Casa Inglesa, a criação de um edifício para lojas, restaurantes e outros fins no atual Largo do Dique e ainda a construção de um outro edifício multiusos, com estacionamento, entre a ponte velha e os restaurantes das sardinhas, são algumas das novidades para a zona ribeirinha de Portimão, cujas propostas serão apresentadas esta segunda-feira, às 18h30, numa sessão no Teatro Municipal Tempo.


Nas imagens, a que o Sul Informação teve acesso em primeira mão, pode ver-se ainda a intenção de criar uma rotunda à saída da ponte velha do Arade e no acesso às ruas Infante D. Henrique e Serpa Pinto.

Estas propostas resultam do Master Plan para a Regeneração Urbana do Centro Antigo da Cidade e dos Planos Estratégicos de Reabilitação Urbana, que serão apresentadas esta tarde no Tempo, em sessão pública.

Estes trabalhos resultam da «opção política» tomada pelo Município de Portimão de intervir na zona antiga da cidade, tendo feito aprovar em Conselho de Ministros uma «área crítica de reconversão e recuperação urbana».

«Com esta opção, assumimos o compromisso de não só recuperar e preservar a identidade arquitetónica, histórica e cultural do centro de Portimão, como também o de intervir no espaço público desta zona de forma a proporcionar-lhe uma nova vida», salienta uma fonte do Gabinete do Presidente da Câmara.

Assim, ao longo dos dois últimos anos, «uma equipa de especialistas e técnicos dos serviços municipais têm vindo a trabalhar esta orientação política, estudando os mais diversificados aspetos desta área da cidade e desenvolvendo um conjunto de propostas de intervenção nesta zona tão sensível da nossa cidade».

Esta segunda-feira, serão então prestadas «contas desse trabalho realizado, apresentando em primeira mão as propostas que conceituados especialistas portugueses, como o professor Miguel Arruda e o professor Sidónio Pardal, defendem para as diferentes áreas da cidade, assim como as perspetivas de financiamento a elas associadas», acrescentou a mesma fonte.
Assim, a sessão começará com uma intervenção de enquadramento geral por Manuel da Luz, presidente da Câmara de Portimão.

Segue-se a apresentação dos Planos Estratégicos de Reabilitação Urbana, que têm uma área de intervenção compreendida entre a Avenida Infante D.Henrique e a Urbanização Quinta da Abicada, Largo Gil Eanes e Rua Comandante Carvalho Araújo.


Proposta para a praça a Norte da Ponte Velha


Serão ainda apresentadas as propostas de intervenção para a zona da Gare Rodoviária e Largo da Estação, Jardim Sárrea Prado, Largo Gil Eanes e Rua Dona Maria Luísa, entre outras. Esta apresentação estará a cargo do arquiteto Miguel Arruda.
Terá depois lugar a apresentação do Master Plan para a Regeneração Urbana do Centro Antigo da Cidade. A arquiteta Catarina Antunes falará sobre a sua calendarização, enquanto Carlos Lobo apresentará a fundamental questão das perspetivas de Financiamento da Reabilitação.
O arquiteto Sidónio Pardal irá depois falar e colocar à discussão os projetos de Intervenção no âmbito do Master Plan, para o Largo da Igreja, Zona Ribeirinha de Portimão e Rua Santa Isabel, entre outros).



Barwa Real Estate compra Qatar Real Estate Investment



Barwa Real Estate compra Qatar Real Estate Investment



A Barwa Real Estate, segunda maior empresa de promoção imobiliária do Qatar, vai comprar a Qatar Real Estate Investment.


Desta fusão das duas empresas nascerá uma outra com um valor de mercado de 11,5 mil milhões de riyals, cerca de 2,2 mil milhões de euros. O presidente da Barwa, Ghanim Bin Saad al Saad, comentou, citado pela Bloomberg, que a operação «irá criar uma empresa com escala e penetração significativas em todos os segmentos do imobiliário e que irá continuar a desempenhar um papel crítico no apoio ao desenvolvimento económico do Qatar». As condições do mercado imobiliário na região não são fáceis, tendo os arrendamentos caído 25% no ano passado e podendo ainda vir a cair mais 15% até meados deste ano, segundo algumas estimativas, de acordo com o Jornal de Negócios.

Investimento em Portugal regista decréscimo de 49%

Investimento em Portugal regista decréscimo de 49%
Durante o primeiro semestre deste ano foram investidos em Portugal um total de € 143 milhões, traduzido em mais de 20 transacções, na sua totalidade de origem nacional. Segundo a última análise de mercado da Aguirre Newman, este valor contrasta com o montante de € 282 milhões investidos em Portugal no 1º semestre de 2008, representando um decréscimo de cerca de 49%. Dos negócios realizados destaca-se a aquisição do Hotel Lapa Palace (5* e 109 quartos) pela Olissippo Hotels. Portugal seguiu a tendência europeia, ao registar menos volume de investimento e simultaneamente valores mais reduzidos. A Aguirre Newman cita a publicação Property EU, que revela que o investimento imobiliário realizado na Europa em 2008 caiu para 138 €BN, representando uma queda de 52% face a 2007. Factores como a restrição ao financiamento bancário, a escassez de liquidez da maior parte dos fundos de investimento nacionais e internacionais e o desajustamento de preços à realidade actual, são factores que justificaram e continuarão a justificar a performance do mercado de investimento em 2009. Relativamente ao sector dos escritórios a absorção no primeiro semestre do ano de 2009 evidencia uma quebra tanto a nível dos m² colocados como no número e áreas médias das transacções, reflectindo o clima económico que se vive actualmente em todos os sectores. Em termos de oferta nos primeiros dois trimestres do ano em curso foram concluídos 6 edifícios de escritórios na CBD, Zona Emergente, Zona Secundária, Parque das Nações e Corredor Oeste, com uma oferta nova de 68.100 m². Na indústria a diminuição nos volumes de absorção, o fraco dinamismo no lançamento de novos projectos e o decréscimo dos volumes investidos, são alguns dos efeitos potenciados pela actual crise nacional e internacional. No Retalho (Comércio de Rua) verificou-se no início deste ano um abrandamento do comércio de rua devido ao actual clima de recessão generalizada. No entanto, é de referir que a crescente saturação de outros formatos como os centros comerciais e a necessidade de os retalhistas encontrarem outras soluções tinha vindo a imprimir uma dinâmica maior ao comércio de rua

Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático

Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático na Costa da Caparica.
O projecto, que poderá estar operacional em 2011 implica a construção de uma ponte pedonal sobre a via rápida, avançou ao Oje, o director de marketing e vendas da Aldeia dos Capuchos, Frederico Seixas Clemente.
A consolidação da Aldeia dos Capuchos avança com a nova fase de moradias, a instalação de várias infra-estruturas lúdicas, mas também de um espaço comercial como âncora e ainda de um parque escolar.
Qual a perspectiva em termos de taxa de ocupação no hotel Meliã e quais os mercados-alvo?A nossa expectativa é fechar o ano com uma média de ocupação da ordem dos 60%. Neste momento já estamos nos 50% de ocupação, sendo que a nossa perspectiva é que nos meses de Verão venhamos a ter taxas de ocupação muito próximas dos 100%.Cerca de 50% da nossa ocupação são clientes espanhóis e depois vêm os nacionais. A marca Meliã tem contribuído muito para isso, para além de termos tido muitos clientes que vêm através de conferências e congressos, já que temos a possibilidade de fazer conferências até 1.000 pessoas e há poucos hotéis em Lisboa que o possam fazer. Por outro lado, as pessoas gostam muito da localização deste hotel por estar próximo de Lisboa e, em simultâneo a dar a sensação aos nossos clientes que se está longe da cidade. A vista de mar, spa e piscinas complementam o atractivo.O hotel abriu oficialmente a 10 de Julho e consideramos que é muito positivo o que aconteceu até hoje e, como é lógico, estamos com grandes expectativas.Paralelamente à ocupação do hotel via clientes puramente hoteleiros, vamos começar as vendas dos apartamentos hoteleiros, o que também vai fomentar muito a ocupação. A nossa ideia é que as pessoas possam comprar não apenas na perspectiva de investimento, mas também na perspectiva de ocupação. Teremos aqui 150 fracções que começámos agora a vender, fundamentalmente para mercados estrangeiros. Estamos muito enfocados na emigração, em mercados como a Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Canadá e África do Sul, e vamos fazer algo inédito que será o lançamento deste projecto também no Brasil.
Porquê o Brasil?É um mercado onde temos muitos luso-residentes, sobretudo em S. Paulo e Rio de Janeiro. Existe, por outro lado, o tipo de cliente que tradicionalmente gosta de colocar dinheiro fora do país. Fizerem muito esse tipo de operações em Miami, Florida, e acreditamos que fará sentido comprar em Lisboa ou na Grande Lisboa e isto porque Portugal está na moda e para os brasileiros, acresce o facto de eles adorarem a Europa. Gostam de ter o seu "pedaço de terra" a uma hora de Madrid, a 2,5 horas de Londres ou de Paris. Outro argumento é o factor investimento, sobretudo o sentir que tem algo fora do Brasil e que se situa na Europa.Paralelamente têm aqui a possibilidade de financiamentos até 80% com taxas de juro que para eles são inimagináveis. Aqui têm taxas de juro de 4% quando estão habituados a 15%, o que torna tudo atractivo.
E para além do Brasil quais são as outras geografias de aposta?Vamos apostar nos outros BRIC, na Rússia, China, Índia, e ainda Angola, Canadá e claro que não abandonaremos os mercados tradicionais que são o Reino Unido, Espanha, país nórdicos, que estão a passar por dificuldades, mas que rapidamente irão retomar.Esperamos, desta forma que com a venda destas fracções - que estão associadas a um rendimento e que está garantido pelo BES, para além da garantia de um promotor de referência que é a Cantial - possamos elevar, ainda mais, as taxas de ocupação.
Está previsto o lançamento de um parque temático?O parque temático ainda não é uma certeza, mas há uma enorme probabilidade de vir a acontecer.
O parque temático será construído e gerido em parceria?Sim, com a Warner Bros. Já existe um em Madrid e pretendem replicar o conceito na zona dos Capuchos, do outro lado da via rápida, onde teremos uma ponte a comunicar com o nosso projecto. Será o único parque temático em Portugal, o que nos leva antecipar uma importante contribuição para a ocupação do hotel.
Quais as características do projecto?O parque temático terá cerca de 10 hectares, teremos uma ponte pedonal para os nossos clientes que queiram ter acesso à infra-estrutura. A infra-estrutura será aberta ao público mas, repito, a ligação ao parque temático pela referida ponte será de acesso restrito aos nossos clientes. O parque deverá estar operacional dentro de dois anos, em 2011.
Que outras infra-estruturas têm contribuído para o crescimento da ocupação hoteleira?Para além das conferências, temos a parte do golfe que nos traz muitos clientes pois temos muitos torneiros de golfe a acontecer constantemente. Temos aqui a sede do Clube Ibérico de Golfe e ainda recentemente tivemos aqui um torneio nocturno, organizado pelo Benfica, com 70 participantes.Somos um 4 estrelas superior em que clientes beneficiam não apenas do facto de estarem a 10 minutos de Lisboa, mas de todas as infra-estruturas como o golfe, piscinas, spa, fitness center e obviamente dos 20 Km de praia. Temos um transfer que coloca os clientes na praia em cinco minutos.
A nível de mais imobiliário, o que se vai fazer no complexo?Na parte de apartamentos urbanos ainda temos cerca de 300 unidades para desenvolver. Temos a concluir um edifício residencial, cujo embasamento é o Pingo Doce e ficará concluído no final deste ano. Será uma óptima âncora, pois não existe na Costa da Caparica nenhum supermercado em condições.A nível de infra-estruturas estamos a fechar o acordo com uma escola, de forma a termos uma escola infantil dentro do resort. Esta escola estará associada a outra escola da zona onde as crianças poderão ter continuidade.Vamos começar ainda este ano, o sports club que vai ter academia de ténis, três campos de ténis, dois campos de squash, uma zona de parque e uma piscina semi-olímpica.Este ano, ainda começaremos a construir as moradias geminadas, moradias triplex geminadas com áreas que chegam aos 290 m2 (área total). É uma proposta muito interessante para as famílias de Lisboa que queiram sair da cidade e ter uma casa com espaço, com terraços, com jardim, com um solário e com uma zona de churrasqueira, tudo integrado no nosso resort.
Também se inclui nestes projectos uma escola de golfe?Concluímos em Junho o campo de prática, onde teremos escola de golfe para iniciação. Em Maio ficámos com o campo de golfe federado, logo já é um campo com handicap.A nível de imobiliário iremos ainda desenvolver, num futuro próximo, os apartamentos turísticos, que também estão vocacionados para o cliente estrangeiro. A nível de rendimento ainda estamos a estudar a melhor modalidade para esses apartamentos.No produto hoteleiro de rendimento que temos, estamos a propor aos clientes duas semanas, uma solução que agradou. Para os apartamentos turísticos poderemos estender o prazo e reduzir rendimentos, estamos a estudar essa possibilidade.A nível imobiliário ainda temos para desenvolver o nosso produto prestígio que são as moradias geminadas. Temos 80 lotes e estamos a desenvolver várias parcerias para a venda desses mesmos lotes. Tanto podemos vender um lote, como uma moradia concluída, para além de oferecermos, também, pacotes de "chave na mão".A comercialização será feita pela IRG quer a nível nacional, quer externo.
Que nível de investimento tem os Capuchos projectado para 2009/2010?Se considerarmos o Pingo Doce, as moradias geminadas e po sport center estamos a falar entre 20 milhões a 30 milhões de euros de investimentos.
O que foi investido até hoje pela Cantial, incluindo a área residencial, apartamentos turísticos, hotel e golfe?Cerca de 60 milhões a 70 milhões de euros, incluindo todas as infra-estruturas do projecto.
Qual o prazo de conclusão do projecto?O nosso prazo é 2015, embora na zona dos lotes de moradias, exista para o proprietário um prazo de três anos para iniciar as obras depois da aquisição. Depois de tudo concluído, estaremos a falar de um investimento global superior a 250 milhões de euros.
Voltando ao hotel e ao welness center, o que está previsto em termos de grandes eventos na unidade para o próximo ano?Temos sido eleitos pelas empresas farmacêuticas em geral que estão em Portugal, assim como pela banca, como local para encontros, conferências, seminários. Estas são, efectivamente, as duas áreas menos afectadas pela crise.
Qual tem sido a reacção do público em relação ao Spa e à gastronomia?Os clientes ficam francamente impressionados porque somos um hotel de 4 estrelas e o spa é característico de um 5 estrelas, com 1.200 m2, com todo o tipo de tratamento, incluindo salas húmidas, salas secas, banho escocês, hidromassagem, hidroterapias e uma sala para personal trainers com equipamentos únicos. O spa já tem 400 membros.A gastronomia tem tido uma aceitação fantástica. Temos um "chef" muito bom e as pessoas ficam agradavelmente surpreendidas com a qualidade da nossa carta.Também temos o fitness center com uma excepcional aceitação.Repito, a pessoa que viva dentro do resort ou que esteja no hotel tem golfe, spa, fitness, praia, o sports club que estará concluído no ano que vem, com ténis, squash, terá ainda o supermercado e a escola, com o driving range a ser brevemente inaugurado.
Que condições dá a Aldeia dos Capuchos para quem quiser optar pela modalidade de investimento?O investimento num imóvel aqui é uma alternativa a uma opção especulativa na bolsa, mas também é uma opção a uma aplicação bancária que gere um rendimento muito baixo. O investimento numa fracção na Aldeia dos Capuchos implica o investimento próprio equivalente a 20% do valor e o restante pode ser obtido através de crédito bancário e os 5% garantidos no final do ano é mais do que suficiente para pagar os juros do empréstimo bancário. O rendimento é garantido pelo BES.O investidor tem ainda a possibilidade de usufruir de duas semanas por ano, fica membro do clube Meliã e passa a ter descontos em todos os hotéis Meliã do mundo, passa a ter descontos em todas as actividades da Aldeia dos Capuchos, assim como o acesso da praia privativa da Aldeia dos Capuchos, que será na praia Morena, a par da valorização do património imobiliário.

Os primeiros sinais de retoma parecem, finalmente, começar a fazer-se sentir.


Os primeiros sinais de retoma parecem, finalmente, começar a fazer-se sentir. E, a prova disso é que, a acreditar nas previsões dos consultores da Cushman & Wakefield (C&W), o mercado imobiliário nacional volta lentamente a estar na mira de alguns dos grandes investidores estrangeiros. Caso se confirmem estas previsões, este será um momento crucial para este mercado, que na primeira metade do ano ainda ficou marcado pelo fraco dinamismo.Na apresentação do estudo semestral «Portugal Marketbeat Outono 2009», a directora de research da C&W, Marta Leote, explicou que, apesar do fraco dinamismo evidenciado no mercado nacional de investimento no primeiro semestre deste ano, actualmente «nota-se um maior interesse dos investidores estrangeiros no mercado português, e prevemos uma performance francamente melhor durante o segundo semestre». No período em análise, os investidores domésticos lideraram este mercado, uma situação que poderá começar a inverter-se em breve, até porque «desde Junho, os grandes fundos abertos alemães voltaram a investir nos mercados europeus, e Portugal deverá voltar a figurar entre os destinos onde irão aplicar o seu capital», sublinhou Luís Rocha Antunes, director da Capital Markets da C&W. Ainda assim, também deveremos assistir a alguns negócios de relevo protagonizados por investidores lusos, até porque «é notório o aumento de liquidez dos fundos de investimento imobiliário portugueses, alguns dos quais começam novamente a evidenciar uma atitude compradora». Confirmando as expectativas dos analistas, no primeiro semestre deste ano, o mercado de investimento imobiliário ficou marcado por um cenário de menos e menores negócios, comparativamente a anos anteriores, bem como pelo «fraco peso ausência de investimento estrangeiro», disse Marta Leote. Conforme apurou a C&W, entre Janeiro e Junho de 2009, foram apenas registados 21 operações de investimento no mercado português, que no seu conjunto, representaram um volume transaccionado de 150 milhões de euros. Ou seja, menos de metade do valor registado no período homólogo (318 milhões de euros). Já o valor médio por negócio apresenta valores bastante abaixo da média verificada nos últimos dez anos, passando de 20 milhões de euros, para apenas sete milhões. Comentando estes resultados, Eric Van Leuven, managing partner da C&W em Portugal, ressalvou que «as dificuldades no acesso ao financiamento continuam a ser um dos principais entraves à realização de grandes negócios de investimento». E a verdade, defende este responsável, é que «a actividade de investimento imobiliário, tal como a conhecíamos nos últimos anos, mudou consideravelmente nos últimos meses». E, factores como «a qualidade do imóvel, sustentabilidade das rendas projectadas, risco de ocupação ou segurança dos contratos, serão cada vez mais importantes no momento de decisão dos negócios», ressalvou Luís Rocha Antunes.


Arquitectura Paisagista, Paisagem, Paisagistica, Projecto de Arranjos Exteriores, Plano, Galerias ripicolas,, Ordenamento e gestão espaços verdes, Conservação da natureza, Zonas humidas, Estudos de impacte ambiental, Arquitectura Paisagista, Planeamento de espaços verdes urbanos, Estudos de impacte ambiental, Arquitectura Paisagista. projecto de arranjos exteriores, plano de plantação, Arquitectos, arquitectura, arquitectos, arquitectura exteriores, arquitectura interiores, arquitectos, arquitectura, arquitectos, exteriores, arquitectura, paisagística, arquitectos, projectos arquitectura, planeamento urbano, urbanismo, estruturas, redes técnicas, segurança contra incêndios, segurança e saúde, climatização, energias alternativas, avaliação imobiliária, fiscalização obras, modelação 3D, empresa arquitectos, remodelação de lojas, remodelação de interiores, decoração de Interiores, arquitectura de interiores, decoração de lojas, design de interiores, design de lojas, projecto chave na mão, projectos de arquitectura, remodelação de imóveis, decoração de espaços, obras em lojas, urbanismo, gabinetes projectos arquitectura, arquitectos, arquitectos, arquitectura, design, engenharia, construção, obras, planos, projecto, projectos, orçamento, consultoria, moradia, edifício, urbanismo, interiores, plano de pormenor, legalização, loteamento,

O secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias, vai assinar hoje, o protocolo para construção de quatro mini-campos desportivos



O secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias, vai assinar hoje, o protocolo para construção de quatro mini-campos desportivos no distrito de Faro, no âmbito de projecto nacional que prevê a instalação de cerca de 100 campos.
A construção das infraestruturas insere-se na segunda fase da medida 4 e dirige-se fundamentalmente aos jovens, à população residente em bairros mais carenciados e às pessoas com menos condições de mobilidade.Os mini-campos são dotados de um relvado sintético, com as dimensões aproximadas de 22x12m e permitem a prática de futebol, andebol, ginástica e basquetebol.No Algarve vão ser construídos mini-campos nos municípios de Lagos, Monchique, São Brás de Alportel e Silves.A cerimónia, que decorrerá no Governo Civil de Faro, contará com a presença dos presidentes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Gilberto Madaíl, e do Instituto de Desporto de Portugal (IDP), Luís Sardinha.A medida 4 resulta de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do Instituto do Desporto de Portugal, e a Federação Portuguesa de Futebol.Na primeira fase da medida 4 foram investidos cerca de um 1,3 milhões de euros na instalação de 102 mini-campos.

A Geo-Rumo, empresa de tecnologias de fundações, acaba de introduzir na Península Ibérica uma técnica inovadora ao nível da perfuração de solos


A Geo-Rumo, empresa de tecnologias de fundações, acaba de introduzir na Península Ibérica uma técnica inovadora ao nível da perfuração de solos, intitulada Cutter Soil Mixing (CSM). Inexistente até à data na Península Ibérica, a estreia aconteceu em Lagos, na obra do Parque de Estacionamento da Frente Ribeirinha. O CSM é uma inovação em soil mixing para consolidação e criação de contenções periféricas e cortinas de impermeabilização abaixo do solo. Paulo Araújo, administrador da Geo-Rumo (empresa do Grupo FDO) afirma que se “trata de uma tecnologia de vital importância no futuro, uma vez que, aproveitando o solo existente in situ como material de construção, contribui para um grande passo na geotecnia em termos ambientais e na prestação do sector para o desenvolvimento sustentável”. O responsável destaca ainda que o CSM “é uma excelente opção técnica enquanto obra de engenharia, económica e amiga do ambiente”.Relembre-se que na cidade de Lagos está em curso um processo de renovação urbana que passa por requalificar a Frente Ribeirinha e criar dois novos parques de estacionamento subterrâneos. O futuro parque da Frente Ribeirinha está integrado no objectivo estratégico de reformulação do sistema viário da Avenida dos Descobrimentos na qual se privilegiará o uso pedonal, com aumento significativo da área para este fim, sem inviabilizar totalmente o acesso automóvel. Visa-se, deste modo, uma melhoria das acessibilidades e da mobilidade no centro histórico e melhores condições para aceder aos espaços comerciais situados no seu casco. Com uma área bruta de construção próxima dos 12 800 metros quadrados, o edifício subterrâneo comportará 480 lugares de aparcamento automóvel.

PROCURA-SE - ENTRADA IMEDIATA

PROCURA-SE - ENTRADA IMEDIATA
Entrada Imediata;Arqª Paisagista - com exp. - Possibilidade de Estágio - Auto Cad - Corel ou Photo Shop -Entrada Imediata - Zona de Lagos.Encarregados, Jardineiros e Serventesde Jardinagem para Construção e Manutenção de Lagos a Vilamoura com exp.Tel 282799537 Fax 282799840 ecossistemas@mail.telepac.ptComparencia no Centro de Jardinagem em Lagos em obra de Albufeira Filiais; Pinhal do Concelho , Olhos de Agua, albufeira -tel./Fax 280588446Publicada por Ecosistemas ,Const ,Proj. , e Manut. de Areas Verdes,Civil e Sist de Rega .Alvara de Empreiteiro Geral de Obras Publicas e Privadas . em 18:14 0 comentários Hiperligações para esta mensagem Etiquetas: , , , , , , ,
Publicada por Ecosistemas ,Const ,Proj. , e Manut. de Areas Verdes,Civil e Sist de Rega .Alvara de Empreiteiro Geral de Obras Publicas e Privadas .