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Espaços verdes e o Covid19




Os jardins e o Covid19
 
 
 
Definição de Espaço verde »
 
Espaço verde é uma área de terreno onde estão presente espécies vegetais, num contexto urbano. São exemplos de espaços verdes, os parques, os jardins, as praças e logradouros ajardinados, as alamedas, certos cemitérios.
Em Portugal, segundo o Decreto-Regulamentar n.º9/2009, de 29 de maio, os espaços verdes de utilização colectiva são "as áreas de solo enquadradas na estrutura ecológica municipal ou urbana que, além das funções de proteção e valorização ambiental e paisagística, se destinam à utilização pelos cidadãos em atividades de estadia, recreio e lazer ao ar livre".
Muitos dos espaços verdes incluem espécies protegidas ou exemplares vegetais classificados de interesse público em Portugal pela Direcção-Geral de Florestas.
Os espaços verdes podem ser públicos ou privados, embora muitos dos privados possam ser de uso público. Estes espaços são zonas de recreio e lazer por excelência, favorecendo os encontros entre os cidadãos.
Os espaços verdes contribuem para a absorção da água da chuva pela percolação ao nível do solo e pelas raízes das árvores, reduzindo o volume de água das enxurradas e os danos ocasionados pelas inundações.
A presença de espaços verdes permite, também, limitar a poluição das águas de superfície que escoam sobre os espaços pavimentados, os quais contêm os poluentes como o chumbo e resíduos de várias origens.
vegetação tem uma função importante para a proteção dos solos contra a erosão pela água e pelo vento. Ela melhora a estética da paisagem urbana, criando uma modificação de textura, um contraste de cores e de forma em relação às construções.
A vegetação, no meio urbano e periurbano, ajuda a definir e a separar os espaços exteriores. Nas zonas residenciais ou áreas verdes públicas, a vegetação assegura a característica privada de certos espaços.
 
 
 
 
É notório que a pandemia veio alterar os projetos de arquitectura paisagista.
 
O que antes seria espaços de multidões e aglomerados passaram a ser espaços reservados e privados com limitação de número de pessoas como proteção em barreiras.
 
As unidades turísticas serão obrigadas a tomar medidas em termos de disposição dos seus clientes tentando agrupar por famílias em locais isolados de outras famílias.
 
Os terraços de piscina em enchentes de cadeiras de banhos de sol acabam e voltamos-mos agora para espaços ajardinados privados, escondidos e isolados com sombras, e outras infraestruturas que delimitem as famílias ou os pequenos aglomerados de pessoas.
 
O acesso pedonal tem que ser pensado doutra forma, mais largos com distanciamento.
 
Os bancos de jardim, instrumentos de manutenção física e parques infantis sofrem formas de evitar concentração de gentes.
 
A criação de dunas, sebes, paredes verdes, modelações, arbustos e barreiras verdes devem ser idealizadas pelos projetistas de forma a separar famílias e grupos.
 
Os espaços devem ser contabilizados em cada individuo por m2 .
 
A propriedade horizontal e os espaços do condomínio publico deve ser estruturado de forma que possa existir proteção e tenham barreiras de uso por terceiros.
 
A utilização de espécies que afastem os insetos para evitar picadas e os animais domésticos deve ser preconizada.
 
No caso de bares, restaurantes devem ser integrados nos jardins com zonas de estar com a vantagem de jardins passarem a fazer de esplanadas e serviços de refeições ou bebidas.
 
A utilização de som espalhado pelo jardim com sistema de arrefecimento através da nebulização e a água tem que ser introduzidos nos projetos.
 
Zonas de desinfeção através de lavagem de mãos e banhos para suprimir o calor tem que estar presentes pelos acessos e dentro dos espaços verdes.
 
Os relvados de plástico tiveram a sua oportunidade de vingarem e com esta pandemia no nosso ver não são recomendáveis.
 
Os animais domésticos devem ficar confinados ao seu próprio espaço e família.
 
Esta pandemia trará nova procura de vivendas particulares com jardins e piscina e benefícios no mercado da jardinagem em que os espaços verdes serão mais vividos e valorizados com melhoramentos e adaptações ao isolamento.
 
Iremos sofrer uma crescente procura de hortas caseiras, arvores de fruto e outras formas de subsistência para evitar a ida ao comercio local ou supermercados.
Devem ser criadas zonas no jardim para a compostagem de forma a reter o R.S.V. como matéria orgânica utilizando em culturas e jardim.
 
Vamos voltar a usar espécies com duplas vantagens ornamentais e alimentares com poderes de aumento de esperança de vida, antivirais, antibacterianas entre outras propriedades.
 
Claro que os nossos filhos devem ser expostos aos espaços verdes uma vez que aumenta as suas capacidades de resistência, pois esta provado que quem viva em zonas com mais de 10 arvores pode viver mais anos.
 
 https://www.nature.com/articles/srep11610
 
 
Viver perto de uma área verde nas cidades melhora a saúde e protege de uma morte prematura. Esta é a conclusão a que chegou uma equipa de cientistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Universidade do Colorado (EUA) e o Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), noticia o El Mundo.
Após analisarem dados de mais de oito milhões de pessoas de sete países, os cientistas chegaram a uma “evidência concreta” de que a exposição a parques, jardins e outras áreas verdes tem um impacto benéfico sobre a mortalidade prematura.
“Estimamos que se produz pelo menos uma redução de 4% na mortalidade por cada acréscimo em 0,1 no índice de vegetação a 500 metros ou menos da residência”, explica David Rojas, um dos autores do estudo que foi publicado no The Lancet Planetary Health.
Segundo Rojas, entre os fatores que podem explicar o efeito protetor das áreas verdes está a potencialidade destes espaços para a prática de exercício físico. As áreas com vegetação também favorecem a interação social, um fator que “está comprovado que melhora o sistema imunitário e a saúde mental”, comenta o investigador. Além disso, a maior biodiversidade contribui para melhorar a qualidade do ar, prevenir as ondas de calor e diminuir os níveis de ruído, fatores importantes para o bem-estar.
Depende agora dos projetistas, projetar acautelando a concentração de pessoas e restringir meios de propagação do vírus como meios mais naturais possíveis.

Miguel Piedade
Ecossistemas
www.ecossistemas.com


The rain in Spain: how an ancient Arabic technique saves Alicante from floods







The rain in Spain: how an ancient Arabic technique saves Alicante from floods

To protect itself from destructive flooding, the city has built a park designed to store and recycle rainwater
In Alicante it never rains but it pours. The city in southeast Spain goes without rain for months on end, but when it comes it’s torrential, bringing destructive and sometimes fatal flooding.
Or at least, it used to. In San Juan, a low-lying area of the city, authorities have built a new park with a twist. Called La Marjal, it serves as a typical recreation area and a nature reserve – but its primary purpose is to store, and then recycle, rainwater.
In function it resembles an aljibe, a technique developed by Arab residents of Spain many centuries ago, in which rainwater is collected and stored in a kind of cistern underneath a building. La Marjal does a similar job, but outdoors. The water is also then diverted to a nearby treatment plant, where it can subsequently be used to clean streets and water parks.
“The need for sustainable management has forced us to recover ancestral practices,” says Jorge Olcina, professor of analytical geography at the University of Alicante. “You could say that these rainwater storage facilities in Alicante and Barcelona are the new aljibes of the 21st century.”
Over eight centuries, the Arab rulers of Spain became masters of water management and conservation. Much of this knowledge was lost when they were expelled en masse in the early 17th century.
The park uses some of the same principles as the aljibe. “When the rainfall is too heavy for the storm drains to cope, the overflow is diverted to the park,” explains Amelia Navarro, director of sustainable development for the Alicante water authority.
“It has the capacity of 18 Olympic pools but it’s never reached more than 30%,” she says, not even after its first big in test 2017 when there was unusually heavy rain.
The park has been landscaped with native Mediterranean plants and rapidly populated by resident and migratory birds and small creatures, a fitting development given that marjal is the Spanish word for a coastal wetland. Since it opened in 2015, around 90 species of birds have been spotted in the park, an oasis among apartment blocks.
“We introduced larvae-eating fish so that we don’t get mosquitoes,” said Navarro, adding that the water is oxygenated to reduce algae growth.
When storms break, rising water levels trip an acoustic alarm to warn people to leave. The park is then closed until the rain eases off.
La Marjal was built in two years for €3.7 million, a quarter of the cost of the city’s traditional concrete reservoir. It also costs only €50,000 a year to maintain.
“We’re the ones who end up running these projects so they have to be affordable,” says Miguel Rodríguez, head of operations at the public-private Aguas de Alicante. “Ultimately, the public pays so we have to keep costs down.”
Although the park is a clever and relatively inexpensive solution, Spain’s urban water authorities have been generally slow to adapt to the climate crisis, says Leandro del Moral, professor of human geography at the University of Seville. Only Madrid, Cádiz and Seville have made any significant progress, he says.
The country’s water plans, announced every five years, now predict that 10-15% less water will be available in the near future, as higher temperatures brought on by global heating mean more water is lost through evaporation and plant respiration.
“Even if it rains as much as before there will be less water,” says Del Moral. “This is a clear message that climate change is having an impact. Cities need to anticipate, not react to, the increased risk of drought.”
“We need new infrastructures, which are very expensive,” says Francisco Bartual, managing director of Aguas de Alicante. “We have upgraded the water network to the point that it’s operating at around 90%, which means we’re letting very little water go to waste.”
But water is a scarce resource and political interests often trump environmental ones. Although agriculture accounts for only 3% of GDP, it takes up 80% of water consumption – and farmers are a major voting bloc. Water gets diverted from wet regions to dry, and Spain’s few major rivers are interrupted by hundreds of dams, all of which impacts the big cities.
“Agriculture has to reduce water consumption when there is danger of drought, not when it has already arrived, when it is too late,” says Del Moral. “But this is a political hot potato.” Storing and recycling water, as La Marjal was designed to do, are rising up the list of alternatives. Luckily, old habits die hard.

As the crisis escalates…

… in our natural world, we refuse to turn away from the climate catastrophe and species extinction. For The Guardian, reporting on the environment is a priority. We give reporting on climate, nature and pollution the prominence it deserves, stories which often go unreported by others in the media. At this pivotal time for our species and our planet, we are determined to inform readers about threats, consequences and solutions based on scientific facts, not political prejudice or business interests.
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Encontro 30 Anos de Recuperação de Jardins Históricos em Portugal




Em 2018, Ano Europeu do Património Cultural, completam-se 30 anos sobre o lançamento do primeiro Programa de Recuperação de Jardins Históricos em Portugal, uma iniciativa conjunta do Instituto Português do Património Cultural e da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas.
O Observatório de Paisagem da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto considera da maior relevância a realização, em colaboração com a Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e a Associação Portuguesa de Jardins Históricos, de uma conferência que permita refletir sobre o trabalho realizado desde o lançamento do Programa, em 1988, até aos dias de hoje, avaliar as principais realizações alcançadas e identificar os caminhos ainda a percorrer na conservação e recuperação do património de Jardins Históricos, em Portugal.
Já conhece o site do Observatório de Paisagem da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto?
Aqui pode encontrar o programa do “Encontro 30 Anos de Recuperação de Jardins Históricos em Portugal”, no próximo dia 23 de Novembro, efectuar a inscrição e participar no Concurso de Fotografia:

https://www.observatoriodepaisagemfcup.com/

Jardim Verticais





DIY Vertical Gardening



Who knew? You can turn those leftover soda bottles into a vertical garden with some supplies and a bit of crafting skills. This is Do-It-Yourself (DIY) vertical gardening.
This concept come to us from Brazilian design firm Rosenbaum, as part of their partnership with TV producer Luciano Huck. According to This Is Colossal, this is part of a series where “teams went through dozens of Brazilian homes” in an attempt to execute “dramatic makeovers of interior and exterior spaces.”
This urban garden, which was featured in their 48th home in the series, was such a hit that Rosenbaum released these instructions so anyone create their own. The instructions are in Portuguese, so here is a version translated into English:
Materials
•    2-liter plastic bottle, empty and clean
•    Scissors
•    Clothesline rope, twine, or wire
•    Washers (two per bottle if rope or wire is chosen)
•    Dirt
•    Seedlings (herbs, vegetables, or other plants are all OK)
Instructions
To secure the bottles, you must make two holes at the bottom of the cylinder and two at the top of the bottle. See the pictures for an example.

In addition to the holes to pass the rope, you need a small hole in the bottom of the bottle. The water used to irrigate the seedling needs to drain.
After that, thread the string through a hole and pull out through the other.
Note: Many people have asked how to make sure the bottles do not “slip” on the rope (or string or cordage). Either tie a large knot in the rope or tie the knot around a washer.
Then simply stretch and attach the rope to the wall.

Projecto - Construção e Manutenção das áreas verdes ,sistema de rega efectuado pela Ecossistemas 2016

















Projecto - Construção e Manutenção das áreas verdes ,sistema de rega efectuado pela Ecossistemas 2016
O Pine Cliffs Resort, um dos resorts de luxo mais prestigiados e premiados da Europa, tem uma privilegiada e espetacular localização frente ao mar, na magnífica costa algarvia, a sul de Portugal. O Pine Cliffs é um resort integrado, gerido pela Marca Luxury Collection – Marriott International, que oferece um conjunto diversificado de opções de alojamento, oportunidades de investimento e um estilo de vida de luxo para toda a família. Existem várias opções de investimento, tais como os produtos imobiliários de luxo (Propriedade Plena: Pine Cliffs Ocean Suites, Pine Cliffs Residence, Pine Cliffs Terraces, Pine Cliffs Deluxe Villas), e opções de férias (Pine Cliffs Vacation Club).
São várias as opções exclusivas de lazer e lifestyle para toda a família, sempre guiadas pela excelência de um resort de cinco estrelas. Desde o golfe, ao ténis, às piscinas e aos desportos aquáticos, passando pela diversidade culinária que se reflete num leque de cozinhas internacionais e locais. Desde a aldeia de crianças Porto Pirata, para os hóspedes mais jovens, até ao salão de beleza, health club, lojas e boutiques para adultos em férias. Existe sempre algo diferente para fazer neste lugar único no mundo.

Venha Explorar, Sonhar, Descobrir o Pine Cliffs Resort. Um lugar único no mundo.