Mostrar mensagens com a etiqueta oliveiras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta oliveiras. Mostrar todas as mensagens

Jardins reciclados

Neste mundo tudo se transforma ou tudo se aproveita - www.ecossistemas.com - www.oliveirasdeportugal.com

Vila de Odiáxere vai ter apenas meia variante



«A freguesia está de luto. Faleceu um sonho nosso, o sonho da população de Odiáxere. Lamentamos que [a variante] não tenha sido contemplada. Nós não vamos desarmar, vamos lutar por isso».
Foram estas as palavras de Luís Bandarra, presidente da Junta de Freguesia de Odiáxere, no final da apresentação da requalificação da EN 125, na passada semana.

O Secretário de Estado das Obras Públicas, numa sessão nos Paços dos Concelho de Lagos, em 20/03/2008, fez a apresentação do programa de requalificação da EN 125. A estrada receberá melhoramentos em toda a sua extensão, desde Vila do Bispo até Vila Real de S. António, num investimento de 150 milhões de euros. Um dos objectivos da obra é a redução da sinistralidade, a par das melhorias nas acessibilidades às diversas localidades.

Em Lagos, a requalificação abrange 20 Km e inclui a construção da variante de Lagos e a ligação à EM 577 (Meia-Praia). O tratamento urbano na travessia de Odiáxere, a implementação de vias de serviço em um Km na zona do Chinicato e a construção de seis novas rotundas (Almádena, Espiche Poente, Espiche Nascente, Praia da Luz, Chinicato e Odiáxere).

A variante completa de Odiáxere aguarda o estudo do impacto ambiental, referente ao trajecto que integra a Rede Natura. Uma parte da variante de Odiáxere integrará as novas acessibilidades à Meia-Praia e avançará nesta fase. Em relação à restante parte da variante, Júlio Barroso garantiu que se o Governo por uma qualquer remota razão não completar a circular, a Câmara Municipal tudo fará para construir a outra parte da variante.

Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, explicou que a não inclusão desta variante no projecto deveu-se à complexidade do processo, uma vez que tem várias condicionantes, nomeadamente a Rede Natura. Dado que o lema da concessão Algarve Litoral é «salvar vidas», o Governo optou por seguir com a requalificação.No entanto, Paulo Campos garantiu que o Governo vai «continuar a trabalhar para que a variante de Odiáxere possa ser uma realidade».O presidente da Câmara de Lagos Júlio Barroso sublinhou ao «barlavento» que, embora Odiáxere não tenha a sua variante completa, o esforço da população conseguiu «aquilo que se pode chamar uma lança em África, que não estava tão pouco prevista, que é a meia variante, um troço que fará a ligação entre a Torre e a estrada municipal 537».Júlio Barroso garantiu, porém, que não vai dar tréguas ao poder central e que, se por «qualquer razão, deste mundo ou do outro, não completar a circular, fica a minha palavra de que a Câmara tudo fará para encontrar mecanismos para ser ela própria a fazer a outra meia variante». A construção da variante Sul de Odiáxere é uma pretensão antiga da população, uma vez que permitiria não só afastar o trânsito do centro da vila, como fazer a relação com as grandes vias de acessibilidades, como a Via do Infante e a EN125, e com a Meia-Praia. Paulo Campos esteve, na passada semana, apenas três dias depois da visita de José Sócrates ao Algarve para apresentar a requalificação da EN125, em cinco concelhos algarvios para anunciar os pormenores da concessão Algarve Litoral, que irá requalificar, de forma integrada, esta estrada nacional, de Vila Real de Santo António a Vila do Bispo, num investimento de 150 milhões de euros.




(comentarios)


Megafone ,na sejas silly ,Megafone


A partir de agora podemos aterrar terrenos nas varzeas desde que seja pelo gordinho denguoso uma vez que ele vem,llá de Portimão onde paga tudo e vem aqui fazer as borradinhas .


Estaleiros de construçom tb são bem recebidos deixaremos de ter os cansadinhos atrás do ppl apenas vamos colocar novo betuminoso para eles virem das freguesias dos lados para cá .


Como a terra é boa qualidade e barrenta com aprovação pelos Lobbys locais deixe colocar á vontade que depois compensa cá a familia do lado cá e ainda sobra para o lado de lá.


Residuos verdes é colocar na senhora do verde dos trabalhos publicos saem do alvor directos aliás deve ser algum terreno de algum foncionário camarário que recebe o decimo da Avença que é cozinhada entre amigos e bastidores há largos anos .

Ecossistemas na ÁSIA com Oliveiras de Portugal


Oliveiras e alfarrobeiras salvas da Via do Infante, no Algarve, foram ontem vendidas para luxuosos empreendimentos turísticos, campos de golfe e jardins privados de famosos. Com a morte dada como certa, muitas destas árvores são pagas a peso de ouro e exportadas para o Dubai, China, Austrália, Alemanha, Espanha e Marrocos.

«Compram-nos aos camiões e camiões carregados de oliveiras e vão para toda a Espanha principalmente para Alicante e Múrcia», conta à Lusa Luís Piedade, sócio gerente do centro de jardinagem Ecossistemas, assegurando que 70 por cento do negócio vai para o mercado espanhol.A exportação de oliveiras e alfarrobeiras (árvores não protegidas como é o sobreiro) está em fase de expansão e embora Espanha venha directamente buscar aquelas árvores, a Internet é outra das soluções encontradas para estabelecer negócios com o Dubai, China ou Austrália, conta Luís Piedade. Enquanto a União Europeia dá a Portugal fundos para dizimar oliveiras centenárias para repor um olival de cultivo intensivo, que possa dar azeitonas mais que uma vez por ano, milhares de oliveiras, mas também alfarrobeiras e medronheiros são salvos antes das obras para depois serem vendidos.«Contactámos o construtor da Via do Infante (Algarve) e da Barragem de Alqueva (Alentejo) e aproveitámos as oliveiras e as alfarrobeiras através do transplante», caso contrário seriam abatidas durante a construção das infra-estruturas, conta à Lusa Luís Piedade.Alfarrobeiras recordes«Regamos, adubamos, damos beijinhos, pulverizamos com insecticidas e fungicidas e elas voltam a renascer», desabafa Luís Piedade, levantando os olhos para uma alfarrobeira de quatro metros de altura e mais de cem anos de idade e que para venda ao público está avaliada em 25 mil patacas.Muitas árvores da Via do Infante e do Alqueva estão a viver em empreendimentos de luxo no Algarve, como o Pine Cliffs, do grupo Sheraton, Penina, Quinta do Lago ou na Quinta da Boa Vista, na Praia da Luz, em Lagos.Os grupos hoteleiros não se coíbem de abrir os cordões à bolsa para pagar entre 60 a 70 mil patacas por uma oliveira milenar transplantada e salva da Via do Infante ou desembolsar 25 mil patacas por uma alfarrobeira centenária, revela o sócio gerente.Campos de golfe algarvios e jardins de jogadores de futebol internacionais, de humoristas, actores nacionais e até de Presidentes da República Portuguesa recebem árvores da Ecossistemas. A própria vivenda da consagrada banda musical «Simple Minds», localizada na Praia da Luz e entretanto vendida a um português, também recebeu plantas e árvores da empresa algarvia a operar desde 1988.Oliveiras com 20 e 30 anos e a custar as 2000 patacas são também um produto muito requisitado para jardins privados, acrescenta ainda Piedade.