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Ecossistemas garden centre át. Algarve


Terreform ONE, a think tank focused on ecological design led by innovator Mitchell Joachim, announced its call for entries for the third annual ONE Prize competition. This year’s competition, Blight to Might, seeks to “put design in the service of disenfranchised communities” by seeking out bold new design ideas that regenerate the underused post-industrial parts of our built environment and create jobs in the process. “This is a call for action to convert vacant buildings, abandoned factories and deindustrialized cities into the building blocks of creativity and entrepreneurship, and to empower the next generation of innovators to reinvigorate communities on both a local and global scale.”
The organizers write: “In the U.S., years of deindustrialization have accompanied increased incidences of unemployment and a decline in innovative capacity; 42,400 factories have closed since 2001, 425,000 industrial sites have been abandoned and 5,500,000 manufacturing jobs have been lost.” In their mind, repurposing all this aging industrial infrastructure left over by the mass exodus of manufacturing jobs could help pave the way for a new wave of “domestic job creation.”
U.S. and international landscape architects, architects, urban designers, planners, engineers, scientists, artists, students and individuals of all backgrounds are invited to submit concepts. Over the past two years, the competition has drawn 1,200 contestants from 25 countries.
This year’s high-profile jury includes Julie Bargmann, ASLA, founder of D.I.R.T Studio; Robert Hammond, Co-Founder of the High Line; and William Moggridge, Director, Cooper-Hewitt National Design Museum, among others.
The winner will get $5,000 and coverage by ONE Prize media sponsors. The winning designs will be presented in lectures and exhibititions, and featured on the awards Web site.
Register by June 30 (Registration costs $150).
In other news, for those in the D.C. area this weekend, be sure to check out The Cultural Landscape Foundation’s series of free tours: What’s Out There. This year’s D.C. What’s Out There offers a ”spotlight on Italian Design,” with tours of Tregaron; Hillwood Estate, Museum & Garden; the National Cathedral; Franciscan Monastery of the Holy Land, and others















EcoTree Services" é a única firma especializada em Arboricultura dirigida e operada pelo próprio dono na região do Algarve.
Com mais de 20 anos de experiência na indústria de cuidados de árvores, podemos oferecer uma larga gama de serviços arboriculturais.
Da poda simples, redução extensiva da coroa, cortagem, e até trituração de residuos verdes, estamos bem equipados com maquinaria profissional, pessoal qualificados e experiente para oferecer ao Sr. ou aos seus clientes um serviço de qualidade.
Carregue, por favor contactar para obter mais informações.
Telefone ou escreva um e-mail para uma visita de consulta sem compromisso para examinar as melhores propostas ou ideias no tratamento das suas árvores.

EcoTree Services is the only owner-operated
and supervised specialist arboricultural company
serving the whole of the Algarve .
With over 20 years experience in the tree care
industry, we are able to offer a wide range of
arboricultural services.  
From simple pruning jobs to major crown reduction
and felling work through to stump grinding, we are
fully equipped with professional machinery and
qualified, experienced staff in order to provide you
or your clients with a quality service.  
Details of the work we can offer.
Telephone or e-mail for a consultancy to examine the best proposals and ideas for the treatment of your trees.

La primera edición de IBERFLORA en 1972 abrió al sector español de la planta y la flor la posibilidad futura que hoy es una realidad




La primera edición de IBERFLORA en 1972 abrió al sector español de la planta y la flor la posibilidad futura que hoy es una realidad: tener a su disposición un certamen de primera magnitud en el contexto ferial internacional. Después de 35 años, IBERFLORA presenta unas cifras que le confirman en su posición líder: más de 600 expositores y 30.000 metros cuadrados de exposición que abarcan un completo catálogo de productos dentro del sector de Planta y Flor, Jardín y Tecnología asociada.


IBERFLORA, Feria Internacional de Planta y Flor Mediterránea, Tecnología y Jardín se presenta ante el sector como el mejor escaparate para las empresas y compradores, no sólo españoles, sino también internacionales, ya que más del 25% de las firmas expositoras provienen de otros países.
La oferta sectorizada de IBERFLORA tiene como objetivo ofrecer el más amplio catálogo de productos de una forma ordenada que favorezca a los compradores. El Salón de Planta y Flor reúne las más importantes empresas del sector, y la celebración simultánea del Salón del Jardín con Eurobrico configura una oferta difícilmente superable, y que va en la dirección que marcan las tendencias comerciales en los puntos de venta. Por otra parte, el Salón de la Tecnología recoge los avances en tecnificación aplicada a la horticultura y la jardinería que el sector demanda.
IBERFLORA, además de su faceta comercial, potencia diferentes actividades que pretenden apoyar al sector en su mejora constante, con la organización del Master Universitario de Jardinería y Paisajismo o del Master Universitario en Diseño, Construcción, Mantenimiento y Gestión de Campos de Golf,a sí como la convocatoria de los Premios Nacionales IBERFLORA a Proyectos de Fin de Carrera.
Les invitamos a conocer IBERFLORA: un valor seguro para su negocio.

A recuperação paisagística que o Centro de Produção de Loulé da Cimpor tinha previsto iniciar ainda em 2008 só deverá começar em 2009


A recuperação paisagística que o Centro de Produção de Loulé da Cimpor tinha previsto iniciar ainda em 2008 só deverá começar em 2009 para estar concluída em 2010, sendo esta a primeira fase de muitas outras que vão suceder. Recorde-se, em Junho de 2006, o presidente do PSD/Algarve e deputado Mendes Bota reuniu com a administração da Cimpor, tendo sido, posteriormente anunciado que a empresa iria repor a vegetação, a partir deste ano, num investimento na ordem dos 250 mil euros. No entanto, o prazo acabou por não ser cumprido. “A previsão era para iniciar a recuperação desta área em função dos volumes que esperávamos consumir de calcário nos dois anos que vieram depois daquela reunião (2006). Hoje a situação é que ainda não conseguimos chegar com os pisos ao nível final para que pudéssemos iniciar a recuperação” justificou ao Região Sul o director do Centro de Produção de Loulé, Hélio Viero. O responsável pela fábrica em Loulé explicou o adiamento: “uma das razões tem a ver com o consumo de calcário em função dos volumes de produção que vem caindo e com esta crise devemos atrasar um pouco mais. E a outra tem a ver com os consumos das próprias matérias-primas e das suas composições químicas”. O plano acabou por ser reformulado e a empresa tem agora um novo para os próximos três anos que engloba três pisos e consiste na recuperação, ou seja, “fazer novamente um talude natural, colocar lá terras e plantação de sementes e árvores” refere o responsável. Está assim previsto o faseamento da exploração, com arranque da fase um (cota 200) para início de 2009 e começo de uma parte da requalificação em 2010. “Prevemos em 2010 ter alguma remodelação feita na zona norte e espalhar terra vegetal na parte norte-noroeste. Não dá para fazer tudo (o talude inteiro) mas algum espalhamento de terra vegetal e algumas plantações. Este é o plano que pretendemos atingir mas tudo depende também da área de consumo de calcário, caindo o consumo paramos de explorar a pedreira. Não se pode recuperar aquilo que não está explorado” justifica. “A cota seguinte está prevista acabar em 2011/12 e depois as várias fases que são as várias cotas. A fase dois, que é a cota 190, está prevista terminar em 2012 e a fase três, que é a cota 180, em 2013, e por ai adiante pelo menos até 2048” continua. No final desta recuperação pretende-se que cada patamar tenha uma rua de acesso, com plantações de árvores. O processo contempla ainda uma bacia de retenção de águas fluviais (que hoje já existe), onde toda a água é usada para regar as plantas e os caminhos para evitar o pó. No final, essa bacia vai permanecer “como se fosse um lago” diz Hélio Viero. Luz verde para co-incineração de combustíveis alternativos Em 2006, a Cimpor apresentou na Câmara Municipal dois projectos, um relativo à queima de farinhas animais e o outro para a queima de combustíveis alternativos. No entanto, a autarquia chumbou o pedido com a vista ao licenciamento de obras para futura co-incineração por considerar que se tratava de um risco para a saúde pública. Uma vez que a fábrica de Loulé já tinha comprado toda a instalação, o projecto acabou por ser transferido para a fábrica de Alhandra que actualmente possui dois fornos que “permitem a queima de farinhas animais e que vem fazendo essa queima sem nenhum impacto ambiental maior” diz o director com Centro de Loulé. No ano passado, a Cimpor de Loulé voltou a fazer um novo pedido à Câmara Municipal, para que esta fizesse uma análise em separado dos dois projectos referidos e conseguiu ver aprovado o pedido para a concessão da instalação que vai fazer a queima de combustíveis alternativos que estará apta para operação em Maio de 2009. “Temos já alguns pedidos da própria câmara, pedidos da GNR, de órgãos autárquicos para queima de alguns resíduos como palmeiras contaminadas, destruição de documentos da GNR ou do aeroporto de Faro” acrescenta Hélio Viero. Produção em números O Centro de Produção de Loulé iniciou a sua actividade em 1973, com uma capacidade instalada de 350 mil toneladas por ano de cimento. Desde então, tem vindo a ser sujeita a transformações e ampliações profundas. Foi uma das primeiras fábricas do País a produzir pelo processo de via seca integral e a primeira a utilizar a técnica de pré-homogeneização na preparação das matérias-primas. Em 1983 a fábrica expandiu a sua capacidade para 600 mil toneladas por ano em 1987 procedeu-se à reconversão do combustível, na queima de fuel óleo para carvão. Actualmente, a empresa produz cerca de 600 mil toneladas de clinquer por ano, exportando cerca de 200 mil toneladas para Espanha, um número que tem vindo a cair nos últimos anos, e vende cerca de 500 mil toneladas de cimento, a nível local.

Livros


Jardins e alamedas do Algarve motivam livro de fotografia
O livro «Passeio Público», da fotógrafa Telma Veríssimo
Telma Veríssimo, fotógrafa profissional, andou pela região a descobrir espaços públicos ajardinados, para os imortalizar numa obra que junta imagens e literatura.
Os amantes de espaços verdes e ajardinados já têm à sua disposição um autêntico guia dos locais deste tipo espalhados pelo Algarve. A fotógrafa Telma Veríssimo andou pela região a descobrir os cantos e recantos onde florescem os jardins típicos algarvios e compilou o livro «Passeio Público», já à venda nas principais livrarias.«Este livro fala-nos dos jardins e alamedas que existem um pouco por todo o Algarve», resumiu a autora, ao «barlavento». «Fotografei os concelhos todos. Em cada um andei à procura do que existia de jardins. Quando não havia grandes jardins, fotografei coisas mais pequenas e aquilo que as pessoas faziam na rua, à porta de casa», explicou Telma Veríssimo.Este trabalho, que quase pode ser visto como um levantamento dos espaços públicos ajardinados da região, levou cerca de um ano a ser concluído e nem sempre foi fácil. «Todas as fotos, excepto uma, foram propositadamente tiradas para este livro. Andei um ano no terreno e nem sempre foi fácil encontrar estes jardins. Não queria deixar passar nenhum, por isso procurei saber junto das Câmaras que espaços existiam», disse.«Na maior parte dos casos, foi um bocado difícil, porque as pessoas responsáveis pelos jardins têm muita coisa para tratar e não sabem bem aquilo que é mais importante», revelou. Algumas vezes, a autora preferiu mostrar espaços que descobriu por si, dada a sua tipicidade e beleza.Apesar do Algarve ser conhecido pelos seus cantos e recantos floridos, Telma Veríssimo considera que este trabalho demonstra que «pode ser ainda mais» florido. «Eu gostaria que assim fosse realmente. É uma coisa que se está a perder um bocado, mas que pode ser recuperada. Basta as pessoas tomarem o gosto e recuperarem essa cultura», disse.As 156 fotografias que compõem este livro foram tiradas nos 16 concelhos algarvios. E é possível notar diferenças substanciais nos jardins públicos do interior e do litoral. «Nos sítios onde há menos pessoas, naturalmente há menos jardins. Mas é onde se encontram aquelas coisas mais típicas», contou. No livro, além dos jardins em si, Telma Veríssimo mostra alguns vasos floridos, bem com árvores monumentais existentes em diferentes concelhos. Uma forma de dar a conhecer outro tipo de património da região, que, em alguns casos está já classificado e identificado. Em Tavira, por exemplo, a autora fotografou uma árvore «com dois mil anos».Apesar de ser uma produção de uma associação algarvia, a Música XXI, este livro foi feito «em família». Além de Telma Veríssimo, colaboraram na execução da obra o seu marido Afonso Dias e o cunhado Daniel Dias. «Um dia estávamos a falar, aqui em casa, e surgiu a ideia de fazer um projecto. O lançamento de um livro foi a ideia que pareceu mais lógica», recordou.Telma Veríssimo é fotógrafa profissional, enquanto Afonso Dias é escritor, actor e declamador e o seu irmão designer gráfico. Uma conjuntura que se revelou perfeita para avançar com um projecto desta natureza. Afonso escolheu alguns textos para enquadrar as imagens, enquanto Daniel foi o responsável pela montagem do livro.A Música XXI entrou no projecto como facilitadora, dando apoio a diversos níveis, nomeadamente logístico. O apoio monetário surgiu de entidades públicas, desde logo do Ministério da Cultura. Grande parte das Câmaras algarvias, 14 das 16 existentes no distrito de Faro, também deram o seu contributo.Neste capítulo, Telma Veríssimo confessou-se incomodada com a atitude de uma das Câmaras da região, não por ter recusado apoio, mas por nunca ter respondido sequer ao contacto feito pela autora…«A Câmara de Vila do Bispo nunca nos respondeu à solicitação de uma reunião, repetida ao longo de quatro meses. A outra autarquia que não apoiou recebeu-nos e disse que não, o que é uma resposta perfeitamente legítima. Não exigíamos que nos apoiassem, mas esperávamos algum retorno», disse.
15 de Abril de 2008 10:42hugo rodrigues