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DICAS PARA AJUDAR SEU JARDIM A SOBREVIVER À SECA DO VERÃO
DICAS PARA AJUDAR SEU JARDIM A SOBREVIVER À SECA DO VERÃO
Descubra técnicas de jardinagem tolerantes à seca que ajudarão seu jardim a superar as restrições hídricas
Há muitos anos que temos tido secas graves e, recentemente, vivemos secas com registos na história nesta área.
Projeto de jardim
O jardim de brita ou seixo de rio foi originalmente planejado como um dissipador de calor para reter o calor do sol e irradiá-lo de volta para as plantas que não cresciam bem no vale sombreado do rio. Aqui, os tons amarelo e laranja do mil-folhas se misturam com a lavanda, o tomilho e os globos bordô do Allium sphaerocephalon.
A mistura do solo é metade brita e metade argila argilosa. A maioria das plantas foi plantada durante o verão da pior seca. Trabalhamos muito para estabelecê-los, antes que as restrições ao uso da água entrassem em vigor. Um ano depois, nós descobrimos que o jardim não precisará mais ser regado, graças à tolerância das plantas. Isto, claro, a menos que a região sofra ainda outra seca mais grave.
ADAPTAR-SE PARA SOBREVIVER
Grande parte do país sofreu períodos de seca semelhantes no passado recente, especialmente no Algarve, Alentejo, Andaluzia e outras zonas, onde foram aplicadas restrições drásticas à água, levando a batalhas contínuas sobre quem fica com o abastecimento limitado ,pois não temos agua e as plantas ficaram com poucas reservas dos invernos secos .
Nunca reguei o relvas resistentes tipo grama – escalracho ou kikui . Podem aguentar a seca.
Estes tipos de relva ficam dormentes durante os períodos de seca. Não se parece com um putting green. É uma mistura de qualquer coisa que tolere o corte
. A maioria de suas plantas são o que as pessoas compram herbicidas para matar em seus gramados. Coloquei as lâminas do cortador no alto e, ao não ensacar os recortes, deixei-os voltar para o gramado. (Descubra outras alternativas como a zoytsa ecologicamente corretas.) E cuidado na altura dos cortes e na fertilização são os fatores determinantes de boa saude para tolerar períodos de seca.
ESTRATÉGIAS DE SOLO
Ao lidar com a seca, a minha principal estratégia é colocar a água no solo, mantê-la ali e mantê-la no solo durante o maior tempo possível por tal é muito variável conforme o solo de determinada zona e aconselho a fazer analises ao mesmo e á água.
Para manter o solo fresco e húmido, eu aplico cobertura morta.
Até mesmo o jardim de cascalho, brita ou de inertes tem cobertura morta - uma camada de pedra britada sobre o solo.
Os outros canteiros são cobertos principalmente com folhas picadas ou biomassa, estilha.
Em alguns lugares, para suprimir ervas daninhas, coloco papelão ondulado húmido, que está sempre em abundância, e cubro com folhas picadas ou lascas de madeira.
Existem também outras formas de proteger o solo.
Por exemplo, a entrada da minha garagem é de cascalho em vez de asfalto para permitir que a água penetre na terra. Não existe pedra argamassada pelo mesmo motivo.
Os pavimentos, onde existem, são colocados na areia.
ENTREGUE ÁGUA ÀS RAÍZES
A maioria das plantas adoraria um centímetro de água por semana, mas seria difícil abastecê-la com uma mangueira de jardim ou um pulverizador portátil.
A rega por cima geralmente leva a uma grande perda por evaporação.
Esta irrigação superficial pode fazer mais mal do que bem porque estimula o crescimento das raízes perto da superfície do solo, onde são mais suscetíveis aos danos da seca.
É por isso que coloquei uma mangueira de imersão no solo (enterrada até 7 centímetros de profundidade) sempre que possível. Isso fornece umidade diretamente às raízes, onde é necessária.
As plantas não são derrubadas pelo peso da água ou pela força dos aspersores de impulso pulsantes.
Rega gota a gota em lugar da aspersão ou da pulverização veio dar lugar a novos sistemas mais controlados em termos de debito ou consumo com auto compensantes e reguladores de caudal com alarmes de fugas.
A manutenção ou conservação destes espaços passou a ser primordial em termos de registos para que se consigam detetar fugas de água.
O controlo de rega em termos de programadores teve em parte algum desenvolvimento em termos de programação á distancia e gestão, mas fraco no que toca em termos de fugas e poupança de água não estando a acompanhar as questões de seca.
Tudo em parte passa pela forma como modelamos o terreno em que criamos bolsas naturais de retenção de água de forma que as poucas chuvas consigam alimentar a vegetação e não esquecendo o armazenamento com capacidade de forma a ser autossuficiente como ainda o
Quando vimos grandes limpezas de arvores e palmeiras como terrenos e linhas de água afinal são esses os fatores que quebram a natureza natural de subsistência dos ecossistemas.
tratamento de águas de origem de várias partes da casa, existindo já sistemas evoluídos nesse campo.
Voltar-nos para relvados artificiais e como esconder o sol com a peneira afinal a sua produção não deixa de ser inimiga do ambiente e obriga em parte á impermeabilização do terreno.
Conclusão que posso seguramente indicar e aconselhar os profissionais do setor devem ser valorizados de uma forma que seja garantida todos os fatores na escolha desde o aproveitamento de todos os pontos a quando do projeto do seu jardim, construção e a manutenção cada vez mais são um ecossistema que se torna como uma caixa de lego em que todas as peças se interligam em si de forma que lhe garantam todos os € que investiu.
Cada vez mais procure um profissional do ramo.
Oliver Sacks: O poder de cura dos jardins
Jardins projectados pela ECOSSISTEMAS - Construídos e mantidos .
"Os efeitos das qualidades da natureza na saúde não são apenas espirituais e emocionais, mas físicas e neurológicas." — Oliver Sacks
O ensaio a seguir, traduzido de The New York Times, é um excerto do livro “Everything in Its Place”, uma coleção póstuma de escritos do falecido neurologista e escritor Oliver Sacks.
Como escritor, considero os jardins essenciais para o processo criativo; Como médico, levo meus pacientes a jardins sempre que possível. Todos nós tivemos a experiência de vagar por um exuberante jardim ou por um deserto atemporal, andando junto a um rio ou oceano, ou escalando uma montanha e nos sentindo simultaneamente calmos e revigorados, engajados na mente, refrescados em corpo e espírito. A importância desses estados fisiológicos na saúde individual e comunitária é fundamental e abrangente. Em 40 anos de prática médica, descobri que apenas dois tipos de “terapia” não farmacêuticas são de vital importância para pacientes com doenças neurológicas crônicas: a música e os jardins.
A maravilha dos jardins me foi apresentada muito cedo, antes da guerra, quando minha mãe ou tia Len me levaram ao grande jardim botânico de Kew. Tínhamos samambaias comuns em nosso jardim, mas não as samambaias de ouro e prata, as samambaias de água, as samambaias transparentes, as samambaias que vi pela primeira vez em Kew. Foi em Kew que vi a folha gigantesca do grande nenúfar da Amazônia, a Vitória Régia, e, como muitas crianças da minha época, eu fui colocado sentado sobre um desses lírios gigantes como um bebê.
Como estudante em Oxford, descobri com prazer um jardim muito diferente – o Oxford Botanic Garden, um dos primeiros jardins murados estabelecidos na Europa. Agradou-me pensar que Boyle, Hooke, Willis e outras figuras de Oxford poderiam ter andado e meditado por ali no século XVII.
Eu tento visitar jardins botânicos onde quer que eu viaje, vendo-os como reflexos de seus tempos e culturas, não menos do que museus vivos ou bibliotecas de plantas. Eu senti isso fortemente no belo Hortus Botanicus do século XVII, em Amsterdã, em companhia de sua vizinha, a grande Sinagoga Portuguesa, e gostava de imaginar como Spinoza poderia ter gostado do primeiro depois de ter sido excomungado por este último – sua visão de “Deus sive Natura” foi inspirada no Hortus?
O jardim botânico de Pádua é ainda mais antigo, remontando aos anos de 1540 e com um design medieval. Aqui os europeus viram pela primeira vez as plantas das Américas e do Oriente, formas de plantas mais estranhas do que qualquer coisa que já haviam visto ou sonhado. Foi aqui também que Goethe, olhando para uma palmeira, concebeu sua teoria das metamorfoses das plantas.
Quando viajo com colegas nadadores e mergulhadores para as Ilhas Cayman, para Curaçao, para Cuba, onde quer que seja – eu procuro jardins botânicos, contrapontos para os requintados jardins subaquáticos que vejo quando mergulho acima deles.
Eu moro em Nova York há 50 anos, e morar aqui às vezes só é suportável por seus jardins. Isso tem sido verdade para os meus pacientes também. Quando eu trabalhava no Beth Abraham, um hospital do outro lado da rua do Jardim Botânico de Nova York, descobri que não havia nada que os pacientes long-shut-in adorassem mais do que uma visita ao jardim – eles falavam do hospital e do jardim como dois mundos diferentes.
Eu não posso dizer exatamente como a natureza exerce seus efeitos calmantes e organizadores em nossos cérebros, mas tenho visto em meus pacientes os poderes restauradores e curativos da natureza e dos jardins, mesmo para aqueles que são profundamente deficientes neurologicamente. Em muitos casos, os jardins e a natureza são mais poderosos do que qualquer medicamento.
Meu amigo Lowell tem síndrome de Tourette moderadamente grave. Em seu ambiente habitual de cidade, ele tem centenas de tiques e ejaculações verbais todos os dias – grunhindo, pulando, tocando as coisas compulsivamente. Fiquei espantado, um dia, quando estávamos caminhando em um deserto, percebendo que seus tiques haviam desaparecido completamente. O afastamento e a falta de aglomeração da cena, combinados com algum inefável efeito calmante da natureza, serviram para desarmar seu tique, para “normalizar” seu estado neurológico, pelo menos por um tempo.
Uma senhora idosa com doença de Parkinson, que conheci em Guam, muitas vezes se viu congelada, incapaz de iniciar o movimento – um problema comum para aqueles com parkinsonismo. Mas uma vez que a levamos para o jardim, onde plantas e um jardim de pedras proporcionavam uma paisagem variada, ela foi galvanizada por isso, e pôde rapidamente, sem ajuda, subir as rochas e descer novamente.
Eu tenho um número de pacientes com demência muito avançada ou doença de Alzheimer, que podem ter muito pouco senso de orientação para o ambiente. Eles esqueceram, ou não conseguem se lembrar, como amarrar seus sapatos ou manipular utensílios de cozinha. Mas coloque-os na frente de um canteiro de flores com algumas mudas, e eles saberão exatamente o que fazer – eu nunca vi um paciente plantar algo de cabeça para baixo.
Meus pacientes muitas vezes moram em casas de repouso ou instituições de cuidados crônicos, de modo que o ambiente físico desses lugares é crucial para promover o bem-estar deles. Algumas dessas instituições têm usado ativamente o design e o gerenciamento de seus espaços abertos para promover uma melhor saúde para seus pacientes. Por exemplo, o Beth Abraham hospital, no Bronx, é onde eu vi os pacientes pós-encefalíticos severamente parkinsonianos sobre os quais eu escrevi em “Awakenings”. Nos anos 60, era um pavilhão cercado por grandes jardins. Ao se expandir para uma instituição de 500 leitos, engoliu a maior parte dos jardins, mas manteve um pátio central cheio de vasos de plantas que continua sendo crucial para os pacientes. Há também leitos elevados para que os pacientes cegos possam tocar e cheirar e os pacientes em cadeira de rodas possam ter contato direto com as plantas.
Claramente, a natureza chama para algo muito profundo em nós. A biofilia, o amor pela natureza e pelos seres vivos, é uma parte essencial da condição humana. A hortofilia, o desejo de interagir, gerenciar e cuidar da natureza, também é profundamente incutida em nós. O papel que a natureza desempenha na saúde e na cura torna-se ainda mais crítico para pessoas que trabalham longos dias em escritórios sem janelas, para aqueles que moram em bairros sem acesso a espaços verdes, para crianças em escolas municipais ou para instituições como casas de repouso. Os efeitos das qualidades da natureza na saúde não são apenas espirituais e emocionais, mas físicas e neurológicas. Não tenho dúvidas de que elas refletem mudanças profundas na fisiologia do cérebro e talvez até mesmo na sua estrutura.
GROWTH, UM INOVADOR VASO PARA PLANTAS INSPIRADO NA ARTE JAPONESA DO ORIGAMI
“Growth” é um inovador vaso para plantas inspirado na arte japonesa do origami e que tem a capacidade de acompanhar o crescimento da planta, adaptando-se às suas necessidades de espaço.
O recipiente foi criado pelo atelier de design Ayaskan, sediado em Londres, e pretende tornar os vasos para plantas em objectos mais sustentáveis – ao adaptar-se ao tamanho da planta não é necessário comprar um vaso maior, podendo assim poupar-se recursos.
“Na natureza, tudo evolui, tudo se adapta, cresce, floresce, degrada-se, morre, é absorvido e reutilizado”, afirmam os mentores do projecto, Bike e Begum Ayaskan. “A abordagem moderna consiste no contrário: os objectos são produzidos, usados, e deitados fora. O Growth, porém, inspirado no padrão do origami, imita a capacidade da natureza de crescer e de se transformar ao longo do tempo, evitando desperdícios”, acrescentam os designers.
Oeiras requalifica jardins e aumenta espaços verdes
O Município de Oeiras iniciou um plano de requalificação de cinco jardins municipais (Algés, Barcarena, Oeiras, Caxias e Paço de Arcos). Esta intervenção, que consistirá num investimento global de cerca de 900 mil euros, inclui a remoção de árvores que se encontram em risco, sendo estas substituídas em número superior ao existente, a instalação de sistemas de rega automático bem como a implementação um Sistema de Gestão Inteligente que permita a Centralização Remota de toda a rede de rega numa plataforma WEB, a renovação das áreas verdes e a recuperação dos pavimentos e do mobiliário urbano. Serão também criadas mais áreas de lazer.
O plano arrancou no Jardim Municipal de Algés, cuja requalificação teve início este mês e cuja conclusão está prevista para abril. Neste espaço verde está a ser feita uma intervenção ao nível do património arbório com a remoção de árvores em mau estado e plantação de novos exemplares.
Ali, as zonas verdes terão novas plantações, de forma a uniformizar o espaço e a criar uma base de vegetação que será alvo de intervenções sazonais com a plantação de plantas anuais. Será também efetuada uma requalificação das zonas pavimentadas e elementos construídos, incluído reparação de mobiliário urbano e elementos de água. Está, ainda, programada a instalação de um sistema de rega automático.
Em fevereiro, será também a vez do Jardim Municipal de Oeiras, onde será feita a reformulação das zonas verdes e instalado um sistema de rega automático. Os pavimentos e elementos construídos serão alvo de intervenção com a reformulação do parque de merendas, vedações e sistemas elétricos. Está ainda programada a reformulação do espaço de jogo e recreio, por forma a criar um espaço inclusivo.
A partir de abril, terão também início as requalificações dos jardins Conde Rio Maior, em Barcarena e de Paço de Arcos.
No jardim de Barcarena será feita uma intervenção ao nível dos elementos construídos com a criação de rampa de acesso na entrada, repavimentação dos caminhos existentes e construção de muros de contenção nas zonas verdes. Os espaços verdes serão renovados com a colocação de árvores de floração intensa, criação de zonas de clareira e canteiros arbustivos com muita floração procurando evidenciar as várias sensações provocadas pela vegetação.
Em Paço de Arcos efetuar-se-á a renovação do património arbóreo e uniformização das zonas verdes com a criação de maciços herbáceo-arbustivos nos limites do espaço de forma atenuar impacto da marginal. Está programada a instalação de sistema de rega automático e incluída a renovação dos pavimentos e elementos construídos, como mobiliário urbano, pombal e elemento de água.
O último jardim a ser intervencionado será o de Caxias, em setembro, onde serão realizadas novas plantações nas zonas de talude, feita a reformulação do parque de merendas e criada uma ligação pedonal entre o jardim e a Quinta Real de Caxias.
Restoring Balance
Photos by: Neil Landino
The Valders limestone terrace, surrounded by masses of Pennisetum alopecuroides ‘Piglet’, Eupatorium fistulosum, and globe boxwood, creates a peaceful spot for poolside dining.
The Valders limestone terrace, surrounded by masses of Pennisetum alopecuroides ‘Piglet’, Eupatorium fistulosum, and globe boxwood, creates a peaceful spot for poolside dining.
Sometimes the landscaping project of your dreams can turn into a nightmare, especially when it’s plagued with as many challenges as this one. The “dream” job involved renovating the landscape of a beautiful 1932 brick residence situated on a wooded 1.8-acre property in Darien, Connecticut, among natural wetlands and a pond. The straightforward aspects of the project included redesigning the front yard and motor court, installing an in-ground pool and spa, adding ornamental plantscapes, and replacing tired foundation plantings. The challenges began when it became necessary to correct the landscape’s most inherent problems, including flooding and poorly managed wetlands, without losing the integrity of the natural context of the property.
A bridge allows views of the wetland buffer. The project involved restoring thousands of square feet of wetland area at the edge of the natural pond, which was previously covered in invasive species.
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“Ecologically sensitive design was at the core of the work, which included the restoration of the wetlands and pond area, use of native plant material throughout the site, and substantial improvements to site stormwater management,” says landscape architect and project manager Allan Broadbent of The LaurelRock Company, Wilton, Connecticut. “The entire project involved incorporating improvements in harmony with the ecology and aesthetic of the site to create an elegantly styled milieu for our client’s lifestyle.”
A view beyond the pool to the lawn and wetland buffer with native trees, shrubs and perennials. This is the only portion of open lawn that was preserved. More than 5,000 square feet of lawn was removed and replaced by the buffer zone to help restore balance to the natural environment.
The complex nature of the site with its wetlands and pond meant undergoing a very involved permitting process with town agencies. “We formed a partnership with the town and worked together to find an approach that had the least impact,” says Broadbent. Invasive species and over 5,000 square feet of lawn were removed from the wetlands and replaced with native wetland trees and plants as a buffer to filter runoff and restore balance to the natural environment. The existing soils on the property were “tight” and slow to drain, so plant materials were carefully chosen to work in these types of soils (see plant list). Other water conservation measures included redirecting runoff from the driveway to a new rain garden near the garage, and installing roof leader drains to direct water to a below-ground stormwater management system.
The home’s old, narrow asphalt driveway was replaced with a cobblestone bordered gravel motor court, along with a stem-to-stern renovation of the front yard foundation plantings. A garage-side rain garden captures and filters runoff from the driveway. Large cast-stone planters were added to the existing patio to help define the space.
To provide an inviting guest entry to the front of the residence, the old asphalt driveway was removed and replaced with a cobblestone, gravel, and bluestone entry court lit by tree-mounted moonscape fixtures. Hemlock, boxwood and cherry laurel hedges were introduced to define the new entry court, while cast-stone planters with boxwood topiaries were added to adorn the front porch. Existing lawn areas were reshaped to complement the court and bordered with dense plantings of hemlocks with an arching hedge of Hydrangea paniculata ‘Tardiva,’ framed by Clethra alnifolia,Itea virginica, and Carex ‘Ice Dance’ grasses. Western sword ferns were used as a groundcover beneath the existing mature trees.
Left: Enormous planters with hydrangea trees give spatial definition to the rear bluestone patio. Right: The bluestone walkway is softened with masses of Carex ‘Ice Dance.’
An inviting bluestone walkway lined with Carex and Itea was created for access to the pool and meanders through a grove of river birch and serviceberry trees. The in-ground swimming pool with built-in spa was located near the rear of the home and is surrounded by a limestone terrace, pink granite coping, and whitewashed brick seat wall. “The Valders limestone we selected for the terrace took over four months to quarry in Wisconsin, so we had to strategize a construction sequence that allowed the work to continue until the stone was available,” says Broadbent.
A custom wrought iron fence creates an elegant pool enclosure, while a pink granite pool coping harmonizes beautifully with the existing bluestone patio.
Softening the poolscape are layers of plantings, including masses of Eupatorium and Miscanthus and clusters of Clethra, dwarf fountain grass, and Iris versicolor. A wrought iron fence was installed to create an elegant pool enclosure, while a solid-board fence was added to hide utilities and the pool equipment. Changing rooms were cleverly constructed below the existing deck to make use of an underutilized space.
Changing rooms were cleverly hidden below the existing pool deck. Roof leader drains were installed as part of a reconfiguration and expansion of a below-ground stormwater management system.
The LaurelRock Company and Broadbent received a 2014 Gold International Landscape Award from the Association of Professional Landscape Designers for this two-year redevelopment project and its environmentally sensitive design approach. “We believe that the creation of thoughtful, engaging, and timeless outdoor space requires a rich synthesis of utility and artistry; it is the masterful connection of our client’s needs and the site’s intrinsic beauty,” says Broadbent.
The backyard swimming pool and spa environment includes a poolside terrace, whitewashed seat wall (utilizing traditional white washing methods), and ornamental plantings.
A bench at the pond’s edge is a quiet sitting spot amid the newly integrated native plantings.
The front and rear of the home before renovation.
Aqua Portimão (Construção e Manutenção das areas verdes)
A nossa empresa é especializada na Manutenção de todo o tipo de Jardins!
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Serviços Agrícolas e Jardinagem presta serviço de Lavoura e tem os seguintes utensílios : Charrua , Escarificador , Freze , Semeador , Adubador , Pulverizador Químico , Abre Regos , Ceifeira de Feno , Junta de Fenos..etc.
Com o nosso Trator lavramos terrenos, damos químicos nas ervas e prestamos serviço de broca.
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Para além do nosso serviço de Limpeza de Árvores também limpamos todo o tipo de Terrenos, ex: matos, e também transportamos terras.
Construção e Manutenção de Espaços Verdes
Reabilitação e manutenção de jardins em:
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Instalação Sistemas de Rega em:
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Limpeza de terrenos
Trabalhos Fitosanitários
Construção e Reabilitação de Piscinas
Manutenção de Piscinas
Captação de Água
Iluminação Paisagistica
Acompanhamento técnico em todos os trabalhos
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Algarve Garden Centre
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Projectos de Arquitectura Paisagista
Para áreas verdes, campos de golfe e desportivos, vilas, cidades e Juntas de freguesia;
Planos de Plantação por revestimento compreensivos com fotos de identificação
Dimensionamento de Sistemas de Rega, Drenagem;
Planos de Iluminação e de Mobiliário Urbano, estruturas, pavimentos, lúdicos;
Pormenores Técnicos;
Representação Tridimensional dos Projectos para fins publicitários imobiliários e comerciais;
Planos de Optimização, recuperação e alterações de zonas degradadas, jardins históricos;
Fiscalização de Projectos;
Aconselhamento técnico;
Acompanhamento de Obras;
Exteriores e Interiores - Construção, fiscalização, recuperação e conservação
Parques, campos de golfe, desportivos, jardins, canteiros, floreiras, terraços, vasos;
Áreas Verdes Ajardinadas em interiores e exteriores;
Sistemas de Rega, iluminação, drenagens, isolamentos e pinturas;
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Estabilização Biológica de Taludes, recuperação de ecossistemas;
Caminhos Pedonais, Passadiços e Decks, resina, calcadas, arrelvadas e orgânicas.
Pérgolas, Vedações, Mobiliário Urbano e Parques Infantis;
Muros de pedra, madeira, gabiões, em floreiras e modelações.
Repovoamento de espécies autóctones, limpeza de matas, floresta, lagos;
Hidrossementeiras,·
Relvados: Naturais e Sintéticos;
Controle de Temperatura e Poeiras exteriores e interiores.
A técnica de reduzir as temperaturas quentes do nosso clima através da pulverização de uma névoa pelo sistema inovador e patenteada pela Fog System único no Mundo é o sistema mais inovador universalmente usado em diversos ramos:
Exterior e Interiores
Paisagismo - Na criação de zonas tropicais ou névoa para micro climas. Piscinas para dar aspecto de nevoeiro.
Autarquias - Ruas em zonas quentes ou locais de exposição tais como eventos ou acontecimentos em espectáculos e concertos
Hotelaria - Esplanadas, tendas, piscinas.
Comercio - Expositores de Frutas, legumes e peixe e outros a manter frescos.
Centros Comerciais .
Lúdico - Parques de Diversão, montanhas Russas, comboios Fantasmas, filmes etc....
Cinema e Arte - Filmes e exposições tais como dinossauros ou outros.
Industria - Pedreiras, tratamento de lixos ou resíduos para assentamento de poeiras
Agricultura - Estufas e produções agrícolas .
Terraços, coberturas;
Vedações, portões em madeira e alumínio
Piscinas naturais e artificiais
Edifícios em alvenaria, madeira, aço e taipa.
Serviços Agrícolas e florestais
Aluguer de equipamento pesado e leve
Movimentação de terras
Estabilizações de dunas e Praias
Azulejaria
Calcadas
Monumentos e Obras de arte (estátuas)
Topografia
Limpeza geral em obras e trabalhos.
Decoração de Interiores
Stands de Exposições e eventos
Jardins Verticais
Aluguer de Plantas, arvores.
Serviços de Construção Civil complementar a espaços verdes.
Alvará de Empreiteiro Geral;
Manutenção serviços por avença ou assistências;
Areas verdes, parques, campos de golfe e desportivos·Relvados, lagos,
Vedações, madeiras.
Limpeza e segurança
Piscinas e parques lúdicos
Poda, Limpeza e Transplante de árvores;
Serviços Gerais de Jardinagem;
Tratamentos fitossanitários;
Transplantes de Arvores, plantas e palmeiras
Derrube de Arvores e Plantas ou palmeiras;
Serviço de Piquete 24h;
Pacotes de manutenção com Piscina e Jardim.
Centro de Jardinagem ou Garden Center
Plantas, Herbáceas, arbustos, subarbustivas, tapizantes, suculentas, Arvores, Palmeiras, cactos, hortícolas, endémicas, florestais, fruto;
Venda de mobiliário de jardim e acessórios;
Aluguer de plantas para eventos;
Adubos sólidos líquidos químicos e naturais ou orgânicos;
Maquinas, ferramentas e utensílios de Jardinagem;
Tapete de Relva;
Redes, Telas e caniços;
Mobiliário diverso;
Plantas artificiais;
Flores de Corte e decoração de Eventos;
Apoio em decoração de espaços e stands;
Terras, areias, compostos, estrumes, casca de pinho, correctivos, turfas;
Ferramentas de Jardim e Bricolage;
Casas de Madeira e Parques infantis ou lúdicas;
Piscinas e Química Industrial de Limpeza e Higiene;
Aconselhamento técnico;
Entregas Grátis até 20km;
Inertes variados de cobertura de solo
Venda de artigos de jardinagem (floreiras, materiais de rega, fertilizantes, substratos vegetais, sementes, casca de pinheiro e seixo ornamental)
Separadores de Inertes;
Lajes de Pedra e artefacto de betão;
Telas ,redes ,fios ,cordas
Fitofarmacos
Artesanato
Decoração e festivas
Flores e arranjos florais
Equipamento de rega e piscinas
Águas
Sistemas de rega e adução
Controle de temperatura por pulverização
Jogos de agua e fontanários
Captação De agua por furos
Cisternas ,depósitos reservatórios ,tanques e charcas ou balsas ,lagoas e lagos
Bombagem e filtragem
Estações de tratamento
Lagos e Jogos de Água (fontes, cascatas e regatos artificiais e naturais)
Piscinas naturais e artificiais
Analises de agua
Tratamentos de Agua
Viveiros
Produção e Comércio ,exportação e importação de plantas, arvores ,palmeiras ,herbáceas ,arbustos ,cactos ,tapizantes ,endémicas e florestais.
Transplante, recuperação e comercialização e arvores centenárias de grande porte;
Compra de olivais, citrinos, amendoeiras, alfarrobeiras.
Higiene e Limpeza Industrial;
Produtos, comercio e fabrico de higiene industrial e piscinas
Limpeza de Fabricas, vidros, casa, condomínios e outros;
Empresas de Jardinagem no Algarve ,Alentejo e Lisboa
Designed Ecologies: The Landscape Architecture of Kongjian Yu, a new book on the ideas and work of Kongjian Yu, FASLA, put together by former Harvard Design Magazine editor William Saunders really enriches our understanding of a landscape architect many consider to be China’s Frederick Law Olmsted. Unlike some other design monographs, there’s a lot to read and understand here because Yu’s life has been so rich and his journey so interesting. Nestled among 21 case studies of projects by Yu and his firm Turenscape across China and the U.S. are a set of essays by leading Western landscape architecture practitioners and thinkers like Peter Walker, FASLA; Professor Frederick Steiner, FASLA, at University of Texas, Austin; Professor Kristina Hill, Affiliate ASLA, PhD, at the University of Berkeley; Harvard University landscape architecture department chair Charles Waldheim, Affiliate ASLA; and Dumbarton Oaks’ John Beardsley, who each examine an aspect of this world-changing designer and place Yu’s work and ideas in global contexts.
The most personal (and perhaps finest) article in the book is by Saunders himself. He interviews Yu, tracking his path from life in a small village to university in China to Harvard Graduate School of Design (where he did his PhD) to teaching and starting his own firm, which now has more than 600 employees. It’s an amazing story that Saunders relays beautifully. Yu was born in 1963, “growing up communally raising crops and livestock.” As a boy, Saunders writes, Yu saw his parents stripped of their dignity and possessions during the Great Cultural Revolution, which Mao Ze Dong unleashed on China in an effort to upend the traditional patterns in Chinese society and instill collectivism. Yu parents had been a “well-off, land-owning” family — exactly the kind of family Mao targeted. Saunders says seeing his family undone gave Yu a powerful ambition.
Coupled with this ambition was a deep love of nature. Within the poverty of rural China, there was also natural splendor. Yu grew up in a kind of Arcadia, with a “an enchanting forest and a fish-filled creek.” He spent his time away from his farming duties exploring nature. Over the years, he saw the forest cut down and the river totally polluted. “This explains the depth of his commitment to recreating and protecting natural abundance.” In fact, Yu is now one of the most potent advocates for the environment in China. Like Olmsted, he’s also a prolific writer, creating books aimed at convincing both policymakers and the public about the dangers of environmental degradation.
Yu beat incredible odds just to make it to high school. He had to overcome the political stigma associated with his family. Riding a water buffalo, tending his duties in the fields, Yu studied hard and passed the national entrance exam to get into high school. Then, he had to walk 6 miles to get to his high school and then back, each week. Yu moved from the bottom of the class to the top, eventually beating out 600 of his class mates to become the only one in his district to get into university. In comparison, getting into Harvard years later must have been a walk in the park.
At university in Beijing, Yu was a “country bumpkin,” but he quickly got over the shock and buckled down, learning how to speak and draw for the design courses he wanted to take. He ended up studying forestry and then completing a master’s degree in landscape architecture. With great English language skills, which opened many doors for him, he became a translator for a series of speeches by Carl Steinitz at the Harvard University Graduate School of Design (GSD). In 1992, he began the PhD program there. He once again felt like a bumpkin, having never interacted with computers. He became a GIS master. Upon graduation, he worked at SWA Group for two years in California before returning to China in 1997, where “his confidence and sense of personal mission emerged full blown.” Seeing how China was destroying its environment with its rapid urbanization, Yu started a firm and won his first design competition in 1999. More than ten years later, he has an amazing body of work, winning ASLA professional design awards year after year. He is now among the top tier of landscape architects in the world.
Yu’s work is based in a deep-rooted philosophy about nature and society. His essay, “The Big Foot Revolution,” explains how ornamental gardens are about as useful as binding a woman’s feet. These ornamental approaches were created by an urban elite that saw sophistication in a lack of functionality, in rebelling against nature’s “inherent goals of health, survival, and productivity.” Yu instead offers a new landscape aesthetic based in incorporating the rural, the messy, the functional landscape into the urban realm. Yu says he’s not opposed to beautiful art that doesn’t really have a productive function — like art, dance, or music — but “that in our resource-depleted and ecologically damaged and threatened era, the built environment must and will adapt a new aesthetic grounded in the appreciation of the beauty of productive, ecologically-supporting, survival-enhancing things.” This is revolutionary landscape architecture, rooted in part in Communist ideas about elevating practicality and productivity for the common good, even though, in practice, the Communists themselves were the ones who have wrecked havoc on nature (see the current state of nature in China, Russia, the former Soviet Union states, and North Korea).
The rural, peasant aesthetic is now center stage. “We need a new aesthetics of big feet — beautiful big feet.” Productive rural landscapes (like those productive big feet) are what’s needed to fight today’s problems. There are ecological reasons for doing this, too. Those old-school rural landscapes, while productive, are highly in tune with nature and reflect a farmer’s sense of balance with the environment.
Yu sees the extent of China’s massive urbanization as a form of excess, with all those big gaudy new buildings in Beijing as “meaninglessly wild forms with exotic grandeur.” China and the rest of the planet can’t afford things like these while “anthropogenic climate change” brings “additional floods, storms, droughts, and diseases, along with the extinction of many plant and animal species and other threats to survival.” Yu then translates this ethos into an ambitious, ecologically-minded program for remaking the whole of China, and guiding cities still in the wilds of explosive and often destructive development. This is because “the Chinese urban landscape must not repeat the mistakes of past European and American methods of city beautification.” Beautification for beautification’s sake alone is a crime in today’s world, with all our problems.
In other places, Yu remakes what is past its prime, degraded into new landscapes. This may involve remaking degraded environments into new ecologically-sound ones, but also making them publicly accessible so that people benefit, too. Yu was also one of the first in China to see the beauty in modern Chinese ruins — remaking a shipyard park built by the Communists into a park, creating an urban haven out of the revolution’s past.
His other projects certainly weave in aspects of Chinese culture, creating contemporary works that also feel classic, timeless.
The fine contributions by the Western practitioners and thinkers add another interesting layer to the book. Most zoom in on a few projects; others offer multifaceted critiques of Yu’s ideas and work. They all show how Yu was also inspired by ideas he found in the West, and how his work can be appreciated in a global context. Peter Walker writes that Yu “frequently integrates sculptural references in ways reminiscent of Andre Le Notre’s huge Baroque seventeenth century gardens, which were also based in agricultural images.” John Beardsley notes that “Yu’s approach might be challenging in any context. But in the West, there is a precedent for his messy aesthetics in the tradition of the wild garden, which date back to at least William Robinson. Moreover, there are contemporary designers with whom he shares some notions of nurtured wildness.” Frederick Steiner explains Yu’s equally important role as an educator in China, how his research to “identify nationwide ecological patterns with GIS technology” is rooted in work by Ian McHarg and other Americans in the 1990s to create a “prototype database for a US national ecological inventory,” which was based on an earlier effort by the U.S. Environmental Protection Agency (E.P.A.) in the 1970s. Kristina Hill, a fellow PhD student with Yu at Harvard GSD, delves into how landscape planner Carl Steinitz’s approach to spatial analysis also influenced Yu. “In Yu’s plans for metropolitan Beijing’s ecological infrastructure, several patterns emerge directly from Yu’s exposure to the ideas of Steinitz and [landscape ecologist Richard] Forman.” Other essays by Kelly Shannon, Peter Rowe, and Antje Stokman also examine his approaches to urban ecological design.
It’s Hill in the end who also writes that “Yu’s practice model and ideas have a historical analog in the exemplary writings and practices of Frederick Law Olmsted.” And as Charles Waldheim writes in the afterword, Yu takes on the mantle of publicly promoting a sophisticated approach to landscape planning at not a moment too soon: “The first generation of Chinese professionals trained in landscape ecology and planning in the United States now embody the greatest hope for the renewed relevance of of a tradition of planning that has all but been eclipsed in the United States.”
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