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Em Cacela Velha há uma reserva botânica da flora algarvia ameaçada


Teresa Patrício está há 18 anos a criar um pequeno reduto de grande valor biológico numa paisagem cada vez mais pressionada. Jardim representativo da flora do Algarve surgiu há 11 anos.

«Aqui há alecrim do monte, conhece? É muito menos exuberante, mais fininho, a flor não é tão azul, é mais cor de rosa, mas sinta o cheiro», desafia Teresa Patrício, residente em Cacela Velha desde 1987 e mentora de um jardim representativo da flora do Algarve, num terreno de quatro hectares, propriedade da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

Rodeada de sabinas e perpétuas das areias, vegetação da retaguarda do cordão dunar que ali já não existe, recorda ao barlavento as origens deste projeto. «Toda a várzea de Cacela Velha foi ancestralmente agrícola.

Quando a autarquia o adquiriu passou de terreno agrícola a terreno sem interesse, com campismo selvagem, caravanas e entulhos da construção civil. Foi também uma lixeira de verdes. Carecia de uma intervenção, até porque estava em cima da mesa um projeto para um parque de autocaravanas. Era importante começar a fazer aqui qualquer coisa», recorda.

O princípio do projeto remonta a 2002 com o realojamento de animais domésticos, pombais e galinheiros de um antigo pescador reformado que ali os criava em estruturas de telhados de amianto, dentro da zona que é hoje para prospecção arqueológica.

«Então, fez-se um corta-fogo para delimitar o espaço. Surgiu também a ideia de se abrir um talude capaz de reter as águas pluviais que vinham» de terrenos mais elevados, e que faziam «crateras porque não existia qualquer vegetação. A agricultura que se fazia aqui era de cereais, e portanto não existiam árvores».

Hoje, em quatro hectares de terreno, o atual jardim representa apenas uma faixa, ao lado do pomar tradicional de sequeiro que também faz parte da intervenção.

«O talude é fundamental neste projeto. A certa altura tive conhecimento de 25 oliveiras centenárias e duas alfarrobeiras que iriam ser abatidas em Silves. Meti mais esse projeto à autarquia, para as colocar aqui graciosamente», sugestão que foi aceite.

«Hoje, parece que estiveram sempre cá». Uma vez construído o talude para reter as águas da chuva, «surgiu a ideia de fazer um jardim representativo da flora do Algarve. Foi aprovado».

A lixeira municipal foi sendo retirada, «mas ficaram para mim quatro anos de apanha de acácias, todos os invernos», recorda. «Começamos a fazer as primeiras plantações com as escolas. Pensei em dinamizar uma campanha de apadrinhamento de árvores para o pomar tradicional de sequeiro.


Os padrinhos teriam de investir no custo da árvore e consegui 150 pessoas, das quais 50 concordaram em ajudar o todo o projeto, nos dinheiros para lavrar o terreno e instalar o sistema de rega gota-a-gota. O trabalho fez-se e está aqui. Está a ver? Há uma linha de sobreiros que dão pelo joelho, mas crescerão», descreve.

Quem são os padrinhos? «São pessoas que se vão conhecendo, que se mostram interessadas e passam a palavra. Alguns estrangeiros residentes. Poucos algarvios», revela.

Há também dois ou três voluntários muito importantes que complementam o trabalho de Teresa Patrício que investe duas horas diárias a cuidar dos caminhos do jardim e da coleção botânica da flora do Algarve. Há milhares de insetos que andam à volta. É um último reduto de biodiversidade.

E como chegou à coleção? «Por pesquisa minha, recolha de sementes e também há uma série de plantas que vieram resgatadas de outros terrenos. As espécies que existem aqui são já muitas mas, ainda assim, não chega. A verdade é que há uma grande dificuldade em encontrar plantas autóctones do Algarve. Não há nos circuitos comerciais. O que existe são sementes de exóticas».

Na falta de soluções, é preciso vascular campos e serras, «temos de ir ao campo recolher sementes, ver onde está a planta, reconhecê-la e esperar que dê semente. É um trabalho para todas as quatro estações». «Há uma planta que é a nêveda ou erva-das-azeitonas. Por vezes assaltam-me o canteiro.

Porquê? Porque é difícil de encontrar. Há cada vez menos manchas onde estas plantas podem sobreviver. O facto dos matos terem de ser cortados em março faz com que desapareça toda uma flora que está a nascer naquele momento. Se já não há insetos, imagine, com os campos todos limpos numa altura em que está tudo verde, a natureza ainda não cumpriu o seu ciclo, desaparecem as plantas, os insetos, as sementes. Cada vez haverá menos biodiversidade porque isto não é sustentável. As nossas pequenas orquídeas silvestres, por exemplo, que nada têm a ver com as grandes da Holanda, não têm hipótese. São destruídas logo à nascença. Há que limpar os terrenos, mas numa altura em que está toda a vegetação verde é uma perfeita loucura. Vai destruir tudo o que existe. Em março está tudo a nascer. Não faz sentido», critica.

Teresa Patrício admite que ainda falta muito para que o jardim possa cumprir o seu objetivo.

«As urzes, por exemplo, que têm sido difíceis de conseguir. A camarinha, que ainda não consegui arranjar. O Algarve é rico em flora. Há aqui plantas que vieram dar outra vez corpo a uma flora que não está globalmente extinta, mas que localmente desapareceu. Por exemplo, a palmeira-anã, cujo crescimento é muito lento. Havia aqui nas arribas de Cacela Velha, havia murta, e quase que podia dizer que no litoral de Vila Real de Santo António só conheço uma mancha.

No futuro? «Gostava de chegar a um ponto em que este projeto é considerado um projeto importante para Cacela Velha. Isso leva tempo. É fazer algo credível aos olhos das pessoas em geral, dos algarvios e das entidades que decidem», diz.

«O interesse é criar um sequeiro tradicional que seja autónomo, que precise de sistema de rega só nos primeiros anos, e que tudo cresça de forma natural, como sempre aconteceu no Algarve. No Algarve tal como ele era».

Teresa Patrício orgulha-se que as escolas visitem o jardim, com o apoio do Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC). «Sobre isso, estamos muito agradecidos». Perda de valores naturais e culturais Este é um verão atípico, mas ainda assim não faltam banhistas.

O parque de estacionamento foi alargado para 300 lugares e há quem pare os motores mesmo em frente aos limites daquele que pretende ser um pomar tradicional de sequeiro, algo cada vez mais raro naquela zona.

«Há curiosos que reparam e vêm espreitar. Estou sempre pronta para explicar o projeto. Depois, há outras pessoas menos interessantes que roubam as plantas e, espante-se, também roubam a sinalética. Levam tudo para os seus paraísos privados e pessoais. É muito triste», lamenta.

«Agora com a pandemia até já tenho uma pinça para apanhar os lixos e as beatas», ironiza. Teresa Patrício também não compreende porque se deixou de investir na vertente cultural em Cacela Velha.

«A Poesia na Rua era um evento fantástico que deixou de ser financiado. Também havia um ciclo de cinema ao ar livre, no cemitério antigo, que era um projeto muito mediterrânico. Agora com esta pandemia, não sabemos se estas manifestações artísticas e poéticas voltarão. Quando vim para cá viver, há 40 anos, Cacela Velha era conhecida como um sítio maravilhoso do Parque Natural da Ria Formosa. Era conhecida pelas suas dunas, pela nidificação de aves que já não existem hoje em dia. A informação que hoje passa sobre este local é de uma Cacela Velha balnear, que começou em 2010 com a abertura de uma barra. Destruiu-se o que existia, como os viveiros, e abriu-se ao turismo de massas a possibilidade de não pôr o pézinho na casca de ostra. Como já não há vida, resta um areal a perder de vista. É só areia. Que melhor cenário para a melhor praia de Portugal inteiro e arredores? Tudo isto é muito triste», sublinha.

Mas «ainda agora a missa vai no adro. As dunas foram, ao longo dos tempos, o que mais preservou Cacela Velha. A dificuldade de ir para a praia era grande, tinham-se de atravessar lodos e dunas. Não havia barcos».

Entretanto, a norte da Fábrica preparam-se os terrenos para mais uma grande plantação de abacates.

«É uma desgraça sem fim. Apesar de tudo o que se sabe sobre o consumo de água que estas monoculturas requerem há a destruição de todo o pomar de sequeiro em prol dos abacateiros», sublinha.

No jardim há pormenores interessantes. Duas construções toscas de madeira servem de hotel para insetos, que ali travam o avanço de um deserto biológico. Cumprem a função da árvore que caiu, morreu, onde os insetos entram e põem os ovos. Serão também abrigo seguro para outras espécies, como o lagarto sardão, avistado pela última vez já lá vão mais de 30 anos.

A maré trouxe um baú antigo. «Talvez tenha sido de um naufrágio antigo, quem sabe?» Teresa Patrício recuperou-o. Serve para a compostagem doméstica. E há sementes que sobrevivem, aqui e ali nasce um tomateiro espontâneo.

«E aquela flor? É da família das malvas. Nunca tinha visto uma»… O botânico francês Jules Alexandre Daveau, contratado para criar o Arboreto do Jardim Botânico de Lisboa no final do século XIX, andou pelo Algarve a estudar a flora. Encontrou um mundo à parte onde cinco em cada 100 espécies só aqui existiam. Publicou o relatório no Jornal de Ciências Matemáticas em 1882 e reportou que apenas 27 por cento das 1161 espécies que encontrou na região eram de origem europeia.

Em Cacela Velha continuam os atropelos

Na manhã de dia 17 de julho, a Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela, através do presidente Luís Rodrigues, acompanhou os elementos do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) na localização, após denúncia, de uma desbravação dentro da área protegida em Cacela Velha para acesso de um terreno privado à Ria Formosa. Após a localização, o ICNF tomou conta da ocorrência. Este é o mesmo local onde em 2018 ocorreu uma ação de limpeza de mato que destruiu o coberto vegetal, sem que até hoje se conheçam os fins de tal iniciativa. O terreno em causa fica em plena zona de Reserva Ecológica Nacional (REN) e Reserva Agrícola (RAN) estando também na área de jurisdição do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF).


Fonte Jornal do Barlavento 




Espaços verdes e o Covid19




Os jardins e o Covid19
 
 
 
Definição de Espaço verde »
 
Espaço verde é uma área de terreno onde estão presente espécies vegetais, num contexto urbano. São exemplos de espaços verdes, os parques, os jardins, as praças e logradouros ajardinados, as alamedas, certos cemitérios.
Em Portugal, segundo o Decreto-Regulamentar n.º9/2009, de 29 de maio, os espaços verdes de utilização colectiva são "as áreas de solo enquadradas na estrutura ecológica municipal ou urbana que, além das funções de proteção e valorização ambiental e paisagística, se destinam à utilização pelos cidadãos em atividades de estadia, recreio e lazer ao ar livre".
Muitos dos espaços verdes incluem espécies protegidas ou exemplares vegetais classificados de interesse público em Portugal pela Direcção-Geral de Florestas.
Os espaços verdes podem ser públicos ou privados, embora muitos dos privados possam ser de uso público. Estes espaços são zonas de recreio e lazer por excelência, favorecendo os encontros entre os cidadãos.
Os espaços verdes contribuem para a absorção da água da chuva pela percolação ao nível do solo e pelas raízes das árvores, reduzindo o volume de água das enxurradas e os danos ocasionados pelas inundações.
A presença de espaços verdes permite, também, limitar a poluição das águas de superfície que escoam sobre os espaços pavimentados, os quais contêm os poluentes como o chumbo e resíduos de várias origens.
vegetação tem uma função importante para a proteção dos solos contra a erosão pela água e pelo vento. Ela melhora a estética da paisagem urbana, criando uma modificação de textura, um contraste de cores e de forma em relação às construções.
A vegetação, no meio urbano e periurbano, ajuda a definir e a separar os espaços exteriores. Nas zonas residenciais ou áreas verdes públicas, a vegetação assegura a característica privada de certos espaços.
 
 
 
 
É notório que a pandemia veio alterar os projetos de arquitectura paisagista.
 
O que antes seria espaços de multidões e aglomerados passaram a ser espaços reservados e privados com limitação de número de pessoas como proteção em barreiras.
 
As unidades turísticas serão obrigadas a tomar medidas em termos de disposição dos seus clientes tentando agrupar por famílias em locais isolados de outras famílias.
 
Os terraços de piscina em enchentes de cadeiras de banhos de sol acabam e voltamos-mos agora para espaços ajardinados privados, escondidos e isolados com sombras, e outras infraestruturas que delimitem as famílias ou os pequenos aglomerados de pessoas.
 
O acesso pedonal tem que ser pensado doutra forma, mais largos com distanciamento.
 
Os bancos de jardim, instrumentos de manutenção física e parques infantis sofrem formas de evitar concentração de gentes.
 
A criação de dunas, sebes, paredes verdes, modelações, arbustos e barreiras verdes devem ser idealizadas pelos projetistas de forma a separar famílias e grupos.
 
Os espaços devem ser contabilizados em cada individuo por m2 .
 
A propriedade horizontal e os espaços do condomínio publico deve ser estruturado de forma que possa existir proteção e tenham barreiras de uso por terceiros.
 
A utilização de espécies que afastem os insetos para evitar picadas e os animais domésticos deve ser preconizada.
 
No caso de bares, restaurantes devem ser integrados nos jardins com zonas de estar com a vantagem de jardins passarem a fazer de esplanadas e serviços de refeições ou bebidas.
 
A utilização de som espalhado pelo jardim com sistema de arrefecimento através da nebulização e a água tem que ser introduzidos nos projetos.
 
Zonas de desinfeção através de lavagem de mãos e banhos para suprimir o calor tem que estar presentes pelos acessos e dentro dos espaços verdes.
 
Os relvados de plástico tiveram a sua oportunidade de vingarem e com esta pandemia no nosso ver não são recomendáveis.
 
Os animais domésticos devem ficar confinados ao seu próprio espaço e família.
 
Esta pandemia trará nova procura de vivendas particulares com jardins e piscina e benefícios no mercado da jardinagem em que os espaços verdes serão mais vividos e valorizados com melhoramentos e adaptações ao isolamento.
 
Iremos sofrer uma crescente procura de hortas caseiras, arvores de fruto e outras formas de subsistência para evitar a ida ao comercio local ou supermercados.
Devem ser criadas zonas no jardim para a compostagem de forma a reter o R.S.V. como matéria orgânica utilizando em culturas e jardim.
 
Vamos voltar a usar espécies com duplas vantagens ornamentais e alimentares com poderes de aumento de esperança de vida, antivirais, antibacterianas entre outras propriedades.
 
Claro que os nossos filhos devem ser expostos aos espaços verdes uma vez que aumenta as suas capacidades de resistência, pois esta provado que quem viva em zonas com mais de 10 arvores pode viver mais anos.
 
 https://www.nature.com/articles/srep11610
 
 
Viver perto de uma área verde nas cidades melhora a saúde e protege de uma morte prematura. Esta é a conclusão a que chegou uma equipa de cientistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Universidade do Colorado (EUA) e o Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), noticia o El Mundo.
Após analisarem dados de mais de oito milhões de pessoas de sete países, os cientistas chegaram a uma “evidência concreta” de que a exposição a parques, jardins e outras áreas verdes tem um impacto benéfico sobre a mortalidade prematura.
“Estimamos que se produz pelo menos uma redução de 4% na mortalidade por cada acréscimo em 0,1 no índice de vegetação a 500 metros ou menos da residência”, explica David Rojas, um dos autores do estudo que foi publicado no The Lancet Planetary Health.
Segundo Rojas, entre os fatores que podem explicar o efeito protetor das áreas verdes está a potencialidade destes espaços para a prática de exercício físico. As áreas com vegetação também favorecem a interação social, um fator que “está comprovado que melhora o sistema imunitário e a saúde mental”, comenta o investigador. Além disso, a maior biodiversidade contribui para melhorar a qualidade do ar, prevenir as ondas de calor e diminuir os níveis de ruído, fatores importantes para o bem-estar.
Depende agora dos projetistas, projetar acautelando a concentração de pessoas e restringir meios de propagação do vírus como meios mais naturais possíveis.

Miguel Piedade
Ecossistemas
www.ecossistemas.com


Projecto de uma vila residencial pelo Arq Victor Vilhena


















Mata Porcas Lote 25


                                                        Praia da Luz - Arquitectura Vítor Vilhena .
                                                        Construção - Folow to the Future 
           
                                                        Jardim - Ecossistemas - Projecto e construção 

O que é o paisagismo? 

O paisagismo é a atividade ou a técnica que planifica e concebe a planificação de jardins urbanos ou não. Envolve bom senso, bom gosto, arte e sobretudo a criatividade. O intuito é de criar espaços agradáveis, funcionais e bonitos, podem ser usadas plantas, flores e tantos outros elementos decorativos para os compor. O termo também envolve a conservação do projeto, isto é, depois de tudo planeado é necessário existir uma manutenção regular para o espaço não ficar sem sentido. Como podar as plantas, as árvores, cortar a relva, retirar as ervas daninhas, semear ou plantar flores e plantas de uma nova estação.

Qual é a importância do paisagismo? 

O paisagismo é importante uma vez que planifica um bonito jardim mediante as características da região (húmida, seca… ); do terreno; do tipo de solo; do estilo/design da habitação; do gosto, da vontade e da disponibilidade do proprietário. Enfim tudo é tomado em consideração para criar um espaço bonito, único e atrativo. Hoje em dia, o paisagismo ou a arquitetura paisagista é altamente qualificada, ou seja, é desenvolvida por profissionais competentes, como um arquiteto paisagista, um engenheiro agrónomo ou outro profissional especializado. Tem como principais objetivos melhorar a estética, nomeadamente a a funcionalidade, a segurança, o conforto e ainda a privacidade dos ambientes exteriores.

Onde encontrar um arquiteto paisagista?

Nem sempre temos tempo, a vontade e a inspiração para criar um jardim bonito. A verdade seja dita, nem todos nascemos com a tal mão verde. No entanto, gostamos todos de ver o espaço exterior atrativo, bonito, bem projetado, de modo a desfrutar ao máximo da nossa casa. Um jardim atrativo é igual a uma casa mais bonita, andam a par e passo… De facto, o exterior é uma extensão do interior da nossa habitação, podemos aproveitar dele todo o ano, apesar dos meses mais quentes serem os prediletos para estar por lá, seja a relaxar ao sol ou a tomar uma refeição pela noite adentro. Torna-se um verdadeiro refúgio dos fins do dia e dos fins de semana. Mas se precisar de uma mão “fada madrinha” para criar um jardim de sonho, pode perfeitamente recorrer ao trabalho de um arquiteto paisagista ou de outro profissional especializado. Sem dúvida que no final terá um jardim digno de capa de revista e a sua casa ganhará uma bonita identidade, deixando qualquer um a apreciar a obra de arte! Na nossa página homify, pode encontrar profissionais da área, portugueses e internacionais. Chegamos a todos… É só descobrir e escolher aquele que vos conquista mais, mediante os projetos apresentados. Contacte-os e coloque as suas dúvidas sobre o paisagismo do seu jardim, bem como um orçamento. Lembre-se que há investimentos que valerão todos os cêntimos… Afinal, a nossa casa merece tudo, já que é para o nosso bem-estar e satisfação pessoal.

Como criar um jardim paisagista? 

Se o paisagismo fosse assim tão fácil, toda a gente teria jardins de cair para o lado… Mas não é o caso. Requer sabedoria e dedicação. Claro, que se for interessado e procurar sobre a matéria, conseguirá obter um jardim lindo. Mas antes de qualquer aventura, é importante proceder a alguma pesquisa, por exemplo, nesta página dedicada a este tema, pode navegar por vários livros de ideias e descobrir dicas, conselhos e fontes de inspiração. Veja e reveja, crie uma pasta com as melhores ideias, tire um pouco daqui e dacolá, tome notas das nossas sugestões.
Primeiro deve projetar, isto é, definir a posição do layout da churrasqueira, da piscina, da zona lounge, de refeição… Depois definir o tipo de piso, a vegetação, os elementos estéticos e plantas que irão embelezar o jardim. O tipo de cerca, se quer deck, piscina, alpendre ou pátio… Pode ainda considerar uma grande tendência do momento, que são os jardins verticais, são fantásticos para áreas pequenas, uma vez que é aproveitado o espaço em altura. Existem soluções bastante interessantes, é só procurá-las por aqui. De certeza que encontrará tudo o que precisa, as imagens ajudam imenso na inspiração. Se começar a ver a lista demasiada grande e que o seu orçamento não corresponde, não vale a pena a entrar em pânico, numere-as por ordem de prioridade e importância, e vai fazendo ao longo do tempo. É importante ressalvarmos que este investimento não é em vão, pois valoriza e muito a sua habitação.
Depois de ter escolhido e definido as prioridades, resta comprar o material e implementar todo o projeto. Não tem de ser feito num dia. Faça com calma, aproveitando o seu tempo livre. Sabia que a jardinagem é uma verdadeira terapia? É verdade, ajuda a aliviar o stress e a distrair de problemas pessoais. Aqui está uma verdadeira justificação para arregaçar já as mangas!
E agora que o jardim ganhou forma e outro ar, é importante mantê-lo com bom ar… mesmo no inverno! Desfrute.
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How to make a small patio into a blooming garden




                              

As herb and vegetable gardens, composting and other aspects of green living become more popular, many people with limited outdoor space are looking for ways to squeeze the most out of it.
Even a small patio or balcony can be made useful and plant-friendly, interior designers say.
Here, interior designer Edyta Czajkowska, founder of the Chicago design firm Edyta & Co., and two other experts — Connecticut landscape architect and designer Janice Parker, and Atlanta interior designer Jen Sypeck — offer advice on creating a lush and plant-friendly area even in a tiny space.


MAP OUT YOUR PLAN

Assess your space realistically, says Czajkowska, and then seek inspiration at a garden store or on Pinterest.
“A vertical garden is a great option for smaller spaces as it only utilizes wall space, and you can actually plant quite a bit in it,” she says. “Just like with small interior spaces, you’d be surprised at what you can fit into a space that’s well thought out.”
As you plan, consider which tools or equipment you’ll need for gardening or other outdoor work. One space-saving solution: For seating, choose closed benches with storage space inside.


CHOOSE PLANTS WISELY

If you’re a first-time gardener, Sypeck says, “start with a hardy plant like rosemary or lavender. Both of these beauties offer a statement moment, an ornamental element, aromatic benefits and are hard to kill.”

For vivid color without too much effort, consider a pre-planted container of succulents. They’re hardy, Sypeck says, “but they don’t look like it, as they produce vibrant colors and flowers. When paired together, they create a striking container garden, with the same care requirements.”Another good option is buying premade container gardens with plants and flowers that work together. “Chances are a garden expert paired everything with similar needs,” she says. “That way, you can water accordingly and provide the correct amount of sunlight needed.”

If your outdoor space doesn’t get much sun, choose plants that do well in the shade.

And in a limited space, “choose plants that grow slowly and keep their form,” Parker says, like boxwood roses or Japanese maples.

EMBRACE DRAMA

In a small space, Parker says, don’t be afraid to go big. For example, instead of using small planters, choose one large and dramatic planter as a design statement.
She and Sypeck say there are many beautiful, lightweight planters available made with a mix of fiberglass and zinc or bronze, so you can create a dramatic look that’s safe to use on rooftops or balconies where weight is an issue.
“I personally love mixing materials and styles with my outdoor containers,” Sypeck says. “Layering with a variety of heights and textures is my approach, and I tend to favor copper, cement and stone, all with a soft, modern sensibility.”
Even a small composting bin can be hidden inside an attractive planter, helping that practical item blend well into an outdoor living space.
Earth tones work well for planters, Parker says, but “one wonderful brightly colored planter can be terrific” too.

Projecto - Construção e Manutenção das áreas verdes ,sistema de rega efectuado pela Ecossistemas 2016

















Projecto - Construção e Manutenção das áreas verdes ,sistema de rega efectuado pela Ecossistemas 2016
O Pine Cliffs Resort, um dos resorts de luxo mais prestigiados e premiados da Europa, tem uma privilegiada e espetacular localização frente ao mar, na magnífica costa algarvia, a sul de Portugal. O Pine Cliffs é um resort integrado, gerido pela Marca Luxury Collection – Marriott International, que oferece um conjunto diversificado de opções de alojamento, oportunidades de investimento e um estilo de vida de luxo para toda a família. Existem várias opções de investimento, tais como os produtos imobiliários de luxo (Propriedade Plena: Pine Cliffs Ocean Suites, Pine Cliffs Residence, Pine Cliffs Terraces, Pine Cliffs Deluxe Villas), e opções de férias (Pine Cliffs Vacation Club).
São várias as opções exclusivas de lazer e lifestyle para toda a família, sempre guiadas pela excelência de um resort de cinco estrelas. Desde o golfe, ao ténis, às piscinas e aos desportos aquáticos, passando pela diversidade culinária que se reflete num leque de cozinhas internacionais e locais. Desde a aldeia de crianças Porto Pirata, para os hóspedes mais jovens, até ao salão de beleza, health club, lojas e boutiques para adultos em férias. Existe sempre algo diferente para fazer neste lugar único no mundo.

Venha Explorar, Sonhar, Descobrir o Pine Cliffs Resort. Um lugar único no mundo.

LANDSCAPE DESIGN IN COMPUTER PROGRAMS


I would like to talk about such an important aspect as a computer design, which I've been involved for a long time. Since the times, when professionals argued about whether computer design have a future, if computer programs are capable to transmit nature, feelings and lines, born in the head the Designer or it can be done by using manual graphics, watercolors and pencils only.

Nowadays such kind of computer design has become a prerequisite for more or less serious proposal of the landscaping design, presentation or contest participation.

Software developers have created such program and software packages, they can help you to get almost real environment of projected plots, where you can take photos or record videos. It can be done applying different seasons and different times of the day, enabling or disabling illumination. You can also virtually walk through or fly over projected plot from different angles, replace plants, paving materials, change mulch, facings, rearrange elements of the design and decor.

Let me try to describe this process briefly, since the full review of the current software proposals require a lot of time and experience. I will try to combine them into the certain functional groups in order to present the primary view about different software products.

So the first phase faced by all designers is the drawings and plans. There were less disputes here, because the speed, convenience and incredible accuracy for manual graphics applied to computer programs have become the norm for the vast majority of landscape designers and architects. Here are all three major offers, depending on the scope of activities of the designer or the organization, customer requirements, contractors and partners. We are talking about professional vector graphics and amateur programs packages, in which the creation of the plan is combined with the subsequent creation of 3D scenes.

Let’s go though them in more details:
1. AutoCAD from Autodesk® - is a CAD (computer-aided design systems), characterized by technical focus, unified visual style of the drawings and the legends, you can work on projects collectively. The program is mainly used in design institutes and Bureau, such documentation is passed to the performance organizations requiring its compliance.
Visibility of drawings made in AutoCAD, leaves much to be desired, especially for laymans, however they are relatively easily exported into other programs for further work.


Pic.1. Auto CAD. Example of the geodetic plan from the author of the article.


2. CorelDRAW from Corel Corporation® - vector graphics editor with a very wide range of applications, from printing to WEB-design, but in this case we are interested in creating widescale plans with dimensions and beautiful design for the drawings. The program is mainly used by designers and planners for private customers seeking visibility and aesthetic, as the program support the creation of shadows, fills of photorealistic materials, transparency for the plans and much more, although usability and accuracy in CorelDRAW is also high.


Pic.2. CorelDRAW. Example of the plan segment from the author of the article.







Pic.3. CorelDRAW. Example of the alignment plan of the same plan segment from the author of the article



It is also worth noting that the program is included into a package with excellent raster editor Corel PHOTO-PAINT, which allows including images into drawings to process them, but we'll talk about that in a moment. Some packages contain application Corel DESIGNER that enables you to work with drawings in AutoCAD format and has a separate program CorelCAD for the same tasks.

 

Pic.4. CorelDRAW. Example of a plan with plants and lighting from the author of the article.


3. Packages with simplified modeling and visualization algorithms are usually called amateur programs, they have been designed for a wide range of the users. One of the most famous programs is Realtime Landscaping Architect from Idea Spectrum® or Our garden from DiСomp®. Packages typically contain two applications - one for photo-editing, using plants from the library set in the program, second one to build plans and translating them into a 3D scene. However, variety of the houses, objects and plants for design is limited by the ones existing in program models and materials libraries, although some features of their import can be available. Exporting to other file formats for further development of the project by the different programs is missing.
 


Pic.5. Realtime Landscaping Architect. Example of a photo-editing from the official website of the program



 

Pic.6. Realtime Landscaping Architect. Example of the plan from the official website of the program


 

Pic.7. Realtime Landscaping Architect 3D. Example of 3D scene from official website of the program

Once the plan is completed three-dimensional works begin. At the moment there are a very large number of them, so let’s split such programs into three main groups of functionalities and review only some of them.

The first group includes programs with full cycle of simulation and visualization, such as 3D Studio MAX from Autodesk® or Cinema 4D from Maxon®. Large set of tools and plug-ins for variety of different tasks in 3D graphics is set up into these programs, including particle systems, skattering, sculpting, animation and much more. They also include their own or external visualization modules can be connected. These programs are difficult to learn and require powerful computer hardware, although not more than 20% of their capability is usually used for the needs of landscape designer or visualizer.

The sequence of our work in such programs is approximately the same:
a) Importation and scaling vector plan. 
b) Creating 3D scene on its basis (buildings, fences, pavilions, roads, etc.). 
c) Assign and edit textures and materials to built geometry. 
d) Filling scenes models of plants, stones, lighting and everything else. 
e) Setting up lighting and visualization, which imply or create photo images from different viewing points or video of the motion path of the camera set accordingly in advance.


Pic.8. 3D Studio MAX. Example of the visualization from DLF Landscape.


 

Pic.9. Cinema 4D. Example of the visualization from Laubwerk®.


 

The second group of 3D-editors can include programs with intuitively logical interface and with minimum of specified parametric data, such as SketchUp from the Trimble® or Form · Z from AutoDesSys®. The distinctive feature of these programs is the principle work in one window, using tools and techniques similar to manual graphics. Generated output images lacking the use of special render programs, rather remind the handmade drawings and are commonly called non-photorealistic visualization.
 


Pic.10. SketchUp. Example of the visualization of the scene without plants from the author of the article



External visualizers are compatible with these programs extensions, such as VRay from Chaos Group®, Thea from Solid Iris Technologies®, Maxwell from Next Limit Technologies ®, Artlantis from ABVENT® and some of the others, so potentially you can eventually get good photorealistic images of the scene.

 

Pic.11. Form-Z. Example of the visualization from Aaron Smithey.


 

It is much easier and more convenient to work in these programs compared to the previous ones, computer power requirements are not as crucial, but there are also some limitations. First of all, they belong to the low-polygonal modeler and therefore it is quite difficult to place very detailed objects in the scenes, such as sculptures, plants with lots of leaves, grass volume.
Of course it is not so important for general views and big scenes, but with closer plans you have to go on with some tricks. Therefore, in the computer garden design you cannot use most realistic high-poligon models of the plants and garden décor
from well-known collections of Archmodels, xFrog or CGAxis. Therefore special collections with simplistic models are used for these programs or you can cut out pictures of plants on a transparent background expanded to the camera (2D-model).

 

Pic.12. SketchUp + Thea Render. Example of the 2D-models of the plants from the author of the article.


 

However, from the second group of programs it’s possible to export scenes in the other programs for finalization, landscaping, placing high-polygon objects, textures editing, setting up lighting, etc.

Pic.13. SketchUp + Lumion. Example of the scene with 3D modules of the plants from the author of the article.



Here we come to the third group of programs that are best suited for our type of design - so-called landscape generators. From the very first step it should be mentioned that these programs are not intended for modeling of three-dimensional geometry and should be used to finish assembling of the scenes only, to create a beautiful environment and photorealistic visualization or architectural animations. Usually they come in two groups – the first ones work in real time regime, i.e. we can see already completed photo-realistic stage on a monitor, similar to computer games, images from which we receive. This group can include programs Lumion from Act-3D®, Twinmotion from ABVENT® or LumenRT from E-on software®. 

They have their own plants, items and materials libraries, although it is possible to import, but quite limitedly. Others work rather on algorithm of the first group of programs, i.e. the scene is edited in different windows with subsequent visualization.

These programs support greater importation capabilities of the different variety formats of the models, having their built-in generators of stones, plants, topography, etc. These include Vue from E-on software® or Terragen from Planetside®. Basically these landscape generators are being used for modeling of the large spaces. Apart from landscape modeling tools, they include plants distribution tools and other objects on differently specified parameters or tassels.


Pic.14. SketchUp + Lumion. Example of the scene with 3D modules of the plants from the author of the article.




 

Pic.15. SketchUp + Vue. Example of the scene with different 3D modules of the plants from the author of the article.


 

In conclusion, I would like to say a few more words about the method of designing, such as photo-montage. 
It's not always makes sense to build a 3D scene, for example, for a insignificant change of the appearance of the territory or proposal concept on a stage of the selection process for competition, to develop design of a decent corner of the garden, flower bed or gravel garden. It is much easier to make a photo of the object, slightly retouch and overlay the proposed solutions on top. I’ve already mentioned above about the fact that the applications for photo editing already have been included into amateur programs or are the part of CorelDRAW graphics package. It also makes sense to use such a widely known program as Photoshop from Adobe®, not only for the operation of the photomontage, but also as an application for creation of the albums, color-correction and pre-press preparation, logos and watermarks works.


Pic.16. Corel PHOTO-PAINT. Example of photomontage from the author of the article.




 

Pic.17. Corel PHOTO-PAINT. Example of photomontage from the author of the article.



I will stop so far, in the future I will try to focus specifically on the subtleties on the performance of programs for the design in landscaping, taking into account your feedback and comments.