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o primeiro fundo de investimento imobiliário (FII) florestal português, designado por Primeiro Fundo Floresta Atlântica.

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) já aprovou o primeiro fundo de investimento imobiliário (FII) florestal português, designado por Primeiro Fundo Floresta Atlântica. Com uma duração prevista de dez anos, prorrogável, o fundo é gerido pela Floresta Atlântica – SGFII, SA, e tem um montante a subscrever de 20 milhões de euros.De acordo com informação avançada à VI News por Luís Unas, director geral da Floresta Atlântico, esta sociedade «materializa a cooperação entre capitais públicos e privados», congregando o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), e quatro instituições financeiras portuguesas: a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Crédito Agrícola SGPS, SA (Grupo Caixa de Crédito Agrícola Mútuo), o Banco Espírito Santo (BES) e a Orey Financial SGPS, SA (Grupo Orey). No que refere à política de investimento, este fundo irá privilegiar o investimento em florestas de pinheiro bravo e espécies folhosas, resistentes ao fogo e produtoras de madeiras de qualidade, «complementando com actividades como o turismo da natureza e cultural, a caça e a produção de outros recursos silvestres». Em termos geográficos, os investimentos serão realizados sobretudo nas regiões Norte e Centro do país, onde o fundo pretende adquirir prédios rústicos ou de direitos de utilização, de forma a constituir unidades de exploração florestal com a dimensão necessária à sua viabilidade económica e ambiental.