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Máster de Desarrollo Local. Universidad de Huelva



Máster de Desarrollo Local. Universidad de Huelva - 22-06-2009
Para este nuevo curso 2009/10 el Departamento de Historia II y el Instituto de Desarrollo Local de la Universidad de Huelva va a ofertar el “Máster en Estrategias territoriales y ambientales en el ámbito local”, en su VI Edición.

Por tanto, hacemos envío de dos archivos en el que encontrarais una mayor información y que se refieren al contenido básico del Máster y un segundo sobre la posibilidad de obtener becas para la realización del mismo.

Para una mayor información:
http://www.uhu.es/idl/

Director del Master:
Juan A. Márquez. Catedrático de Análisis Geográfico Regional antonio@uhu.es

Coordinación académica del Master:
Fco. Javier García: Profesor de la Universidad de Huelva fcogarci@uhu.es
Antonio Carrero. Profesor de la Universidad de Huelva carrero@uhu.es

Secretaría académica del Master:
Mercedes Gordo: Investigadora IDL mercedes.gordo@dhis2.uhu.es

Información, administración y difusión:
http://www.uhu.es/mastersoficiales. Negociado de Posgrado y Convergencia Europea. C/ Cantero Cuadrado, 6 cp. 21071 Huelva. telef. 959.21.8175
Rosa Vega: Dpto. de Historia II, Área de Análisis Geográfico Regional adm@dhis2.uhu.es Telf. 959.01.90.4748-49. Fax 959019070

O arquitecto paisagista e co-autor do livro «Plantas do Algarve com Interesse Ornamental» Fernando Pessoa entende que os jardins existentes na região

Trabalho realizado pela Ecossistemas - TEATRO DE FARO.
O arquitecto paisagista e co-autor do livro «Plantas do Algarve com Interesse Ornamental» Fernando Pessoa entende que os jardins existentes na região são «altamente consumidores de água», têm demasiados relvados e possuem espécies que os tornam «insustentáveis» face ao clima mediterrânico do Sul do país.O também professor convidado da Universidade do Algarve, que falava ao «barlavento» à margem do seminário «Uso eficiente da água em espaços verdes», organizado pela associação Almargem e pela empresa multimunicipal Águas do Algarve, aponta o dedo directamente às autarquias e aos empreendedores, considerando não haver sensibilidade para o tipo de cultura a que o Algarve está associado.«É tempo de as entidades começarem a perder a vergonha da nossa paisagem e tomar consciência de que estamos num clima com influência do Mediterrâneo. Mesmo em termos turísticos, as pessoas que nos visitam estão à espera de ver uma paisagem mais árida e não uma Tailândia. Para isso, viajam para esses países, até porque os preços são competitivos», argumentou.De acordo com Pessoa, responsável pela moderação de um dos painéis do seminário, a culpa é igualmente dos técnicos «que saem mal preparados das universidades», a que se junta a «fraca intervenção da sociedade civil», o que tem «permitido que as autarquias continuem a apostar em jardins que têm de estar verdes todo o ano».Mas seria errado arrancar os jardins mal planeados e insustentáveis? Na óptica de Fernando Pessoa, a «substituição» dos relvados por plantas mediterrânicas e pouco exigentes em água seria uma das primeiras soluções, o que juntaria ainda o benefício da economia.«Não digo que se acabe de vez com os relvados, mas é um disparate uma pequena rotunda ter um relvado que exige água, manutenção e maquinaria. Há imensas maneiras de fazer jardins bonitos, floridos e pouco consumidores de água e mão-de-obra, o que se traduziria numa poupança para as próprias autarquias. Bastava plantar as espécies certas», disse.No rol de críticas do arquitecto paisagista, pesa igualmente o facto de a maior parte das cidades apostar nas palmeiras em detrimento das árvores de sombra, sublinhando que muitas localidades algarvias se tornam desagradáveis no Verão.«Quem não gosta de ir a Itália e ver pinheiros mansos nas cidades? E por que não se faz o mesmo no Algarve? Temos inclusivamente muitas espécies típicas da região e outras que não são de cá, como as pimenteiras-bastardas ou as tipuanas, que dão uma óptima copa e são pouco exigentes em água», deixou Pessoa, em tom de desafio.