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A Arquitectura Paisagista, arte de ordenar o espaço exterior em relação ao Homem, ou seja, a paisagem, unidade geográfica, ecológica e estética, resultante da acção humana e da reacção da natureza. Hoje a paisagem não surge espontaneamente equilibrada mas constitui um espaço onde o somatório dos projectos sectoriais têm conduzido, como a agricultura e a silvicultura, à exploração exaustiva dos recursos naturais, à construção indiscriminada de conjuntos edificados e fábricas e à implantação consequente das infra-estruturas necessárias a cada sector, tais como auto-estradas, pontes, aeroportos e barragens.


A Arquitectura Paisagista, arte de ordenar o espaço exterior em relação ao Homem, ou seja, a paisagem, unidade geográfica, ecológica e estética, resultante da acção humana e da reacção da natureza. Hoje a paisagem não surge espontaneamente equilibrada mas constitui um espaço onde o somatório dos projectos sectoriais têm conduzido, como a agricultura e a silvicultura, à exploração exaustiva dos recursos naturais, à construção indiscriminada de conjuntos edificados e fábricas e à implantação consequente das infra-estruturas necessárias a cada sector, tais como auto-estradas, pontes, aeroportos e barragens.
Gonçalo Ribeiro Teles




Fundador da Licenciatura em Arquitectura Paisagista da Universidade de Évora

A graduação em Arquitectura Paisagista corresponde a um ciclo de estudos integrados de 5 anos ou 10 semestres - 300 ECTS ( Mestrado Integrado). A formação resulta de uma duração de cinco anos, equivalentes a tempo inteiro em regime presencial, de acordo com o processo de Bolonha, a entrar em funcionamento no ano lectivo de 2007 / 2008.




Todos os alunos que ingressarem em 2006 / 2007 serão integrados automaticamente na nova estrutura curricular.


A formação:
- Assenta numa formação sólida em desenho que lhe permita operar com eficácia no processo criativo e desenvolver a comunicação das ideias com recurso ao projecto desenhado, nas suas diferentes valências técnicas.



- Assenta num conhecimento interpretativo e crítico das ciências sociais que lhe faculte a compreensão dos processos de evolução das sociedades e os progressos para a melhoria da condição da vida humana, no exercício das suas responsabilidades sociais.



- Assenta num conhecimento integrado no âmbito das ciências ecológicas que lhe permita entender a evolução e a transformação dos ecossistemas que compõe espaço em que actua.



- Assenta num conhecimento operativo das ciências da construção e outras ciências conexas à sua actividade, com capacidade de adaptação à evolução dos saberes e às modificações dos processos produtivos.



- Aprofunda a especificidade metodológica do campo de especialidade que escolheu ou da área de actividade que procura prosseguir.



- Diversifica as suas capacidades de estudo, expressão e comunicação, com vista ao desenvolvimento de actividades de maior exigência pessoal.



- Assegura competência no campo da investigação disciplinar, desenvolvendo as respectivas metodologias de pesquisa.



Principais saídas profissionais







- Ateliers e empresas de estudos e projectos



- Empresas de construção e manutenção de espaços verdes



- Serviços centrais do Estado (principalmente Ministérios do Ambiente e do Planeamento e Administração do Território)



- Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e Direcções Regionais do Ambiente



- Autarquias locais



- Parques e reservas



- Ensino e investigação









Ao arquitecto paisagista, compete o papel de criar, em qualquer paisagem que é o suporte das comunidades humanas, a melhor forma de considerar e desenvolver os seus valores culturais e recursos biofísicos. Para isso, há que considerar, no plano, a síntese dos pontos de vista culturais, económicos, técnicos e biológicos. O arquitecto paisagista, tendo “ o Homem como centro de todas as mudanças”, terá de ordenar as diferentes formas de vida autónomas, na sua essência biológica, sujeitas a uma evolução pré concebida e cíclica no tempo.











A Arquitectura Paisagista, arte de ordenar o espaço exterior em relação ao Homem, ou seja, a paisagem, unidade geográfica, ecológica e estética


A Arquitectura Paisagista, arte de ordenar o espaço exterior em relação ao Homem, ou seja, a paisagem, unidade geográfica, ecológica e estética, resultante da acção humana e da reacção da natureza. Hoje a paisagem não surge espontaneamente equilibrada mas constitui um espaço onde o somatório dos projectos sectoriais têm conduzido, como a agricultura e a silvicultura, à exploração exaustiva dos recursos naturais, à construção indiscriminada de conjuntos edificados e fábricas e à implantação consequente das infra-estruturas necessárias a cada sector, tais como auto-estradas, pontes, aeroportos e barragens.
Ao arquitecto paisagista, compete o papel de criar, em qualquer paisagem que é o suporte das comunidades humanas, a melhor forma de considerar e desenvolver os seus valores culturais e recursos biofísicos. Para isso, há que considerar, no plano, a síntese dos pontos de vista culturais, económicos, técnicos e biológicos. O arquitecto paisagista, tendo “ o Homem como centro de todas as mudanças”, terá de ordenar as diferentes formas de vida autónomas, na sua essência biológica, sujeitas a uma evolução pré concebida e cíclica no tempo.



Gonçalo Ribeiro Teles
Fundador da Licenciatura em Arquitectura Paisagista da Universidade de Évora