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Alternativas ao relvado natural

Quando nos cansamos de manter o relvado natural devemos pensar na solução mais ecológica em vez de pensarmos em contratar alguem que resolva o problema em tapar o sol com a peneira e colocar relva plástica no seu jardim. A solução passa em manter a permeabilidade do solo e plantas e revestimento e por tal intressa decifrar o que é mais importante na utilização do seu relvado: Pisoteio ou uso lúdico? Aspeto visual? Corte rotineiro? Mais importante é ouvir os aconselhamentos de um especialista ou quem tenha experiência e casos práticos como tenha estudado e neste caso nada melhor que uma empresa com paisagistas e agrários experientes na area, retirando a hipotesse da relva artificial e pensar em termos futuros como a solução viável aos seus filhos e netos. Alternativas ao relvado Se para si não é fácil conseguir um relvado verde e saudável, propomos que o substitua por espécies de baixo crescimento. As 8 espécies que lhe propomos são ideais para qualquer superfície. Antes de por mãos à obra, verifique:  Está à procura de uma solução original para substituir o relvado?  Está farto de cortar a relva todos os fins de semana?  Tem um pequeno jardim onde o relvado não cresce em condições?  O seu relvado foi invadido por musgo?  Debaixo da sombra das suas árvores não cresce absolutamente nada?  O relvado fica amarelado no verão? Se respondeu sim a pelo menos uma das perguntas, este texto diz-lhe respeito. Vai ficar a saber que é possível desfrutar de uma superfície verde até nos locais aparentemente mais difíceis. Em princípio, a solução mais económica e rápida é optar por uma mistura de sementes. Existem sementes para sombra, para ambientes, secos e rústicas, entre outras. De qualquer modo não deixam de necessitar de uma série de atenções: rega, corte, adubo, coberturas e arejamento. As alternativas que lhe propomos têm a vantagem de não necessitar de cortes regulares e de se adaptarem a situações por vezes muito difíceis. 1. Cerastium Emite numerosos e delgados rebentos, cobertos por pequenas folhas cobertas por uma fina penugem de cor cinzento mate. Na primavera e no verão cobre-se de pequenas flores brancas. Se pretende que fique denso, deve podar depois da floração. Vantagens: Crescimento rápido, que chega a 60 cm/ano. Uma única planta cobre até 9 m2. Adapta-se à forma do terreno. Inconvenientes: Em zonas secas e muito quentes, necessita rega uma vez por semana. 2. Dichondra macanthra Planta vivaz, a Dichondra macanthra é semelhante à helxine mas com as folhas maiores e mais espessas. Bem aclimatada nas regiões subtropicais, funciona sobretudo em jardins de microclima temperado, suave, mas com bastante humidade. Vantagens: Rasteira, cresce em forma de rosetas. Ideal para zonas de sombra. Inconvenientes: Para manter a cor verde, necessita regas frequentes no verão e temperaturas não inferiores a -8 ºC. 3. Hera Tem grande facilidade em colonizar o solo graças à emissão de novas raízes. É muito decorativa pelas folhas em forma de coração, por vezes matizadas, com manchas cremes, brancas ou amarelas. Recomendamos a Hedera helix “Variegata”. Vantagens: Adapta-se a todas as exposições, incluindo a sombra , embora a “Variegata” necessite um pouco de Sol. Cresce rapidamente em solos alcalinos, húmidos, mas bem drenados e ricos em húmus. Inconvenientes: Deve ser regada em períodos secos. 4. Hipericão A espécie Hypericum calycinum é uma excelente planta rasteira, muito vistosa graças às flores amarelas, presentes todo o Verão. É ideal para cobrir taludes não muito pronunciados, margens de zonas arborizadas e qualquer outra área que necessite de cobertura vegetal consistente. Vantagens: Adapta-se perfeitamente à sombra. Inconvenientes: É sensível à ferrugem. Neste sentido, terá que realizar tratamentos com fungicidas e fazer podas. Guia de cultivo Outras alternativas que vos podemos propor e mostrar in loco resultados e trabalhos já realizados: Seddum Lippia Ficus repens Entre outras se nos consultar . Qualquer que seja o método de cultivo – sementeira ou plantação – primeiro deve preparar o terreno. Elimine o relvado antigo, aplicando herbicida total, à base de glifosato, no outono. Depois, é necessário cavar a terra, arejar e picar. Plantação: As plantas adquirem-se em cubetas de plástico. Retire as plantas do recipiente e plante deixando uma distância entre 40 a 50 cm, sem comprimir demasiado com os pés. Para finalizar, regue com aspersor ou regador de ralo fino. Sementeira: De março a maio e em setembro/outubro, semeie à mão, cruzando os passos para não deixar qualquer zona sem sementes. Depois, regue com regador de ralo fino ou aspersor. Manutenção: Durante o primeiro ano, vigie a plantação, regando sempre que necessário e eliminando qualquer erva estranha. Aplique adubo de libertação lenta especial para relvado todas as primaveras para ajudar ao estabelecimento e a prevenir a longevidade. Quando o aspeto é visual: A jardinagem está na moda. Nos últimos anos produziu-se um aumento do interesse por manter cuidados os espaços verdes das casas e as zonas ajardinadas públicas. Graças a isso, podemos aprender e conhecer mais detalhes sobre espécies de plantas das que, provavelmente, nem sequer tínhamos ouvido falar. As plantas rasteiras são um bom exemplo disto. Esta vegetação rasteira aparece como alternativa ao relvado tradicional e usa-se para dar cor e vivacidade aos cantos mais escuros, aborrecidos e menos bonitos. Existem diferentes tipos de plantas rasteiras, e deles falaremos neste artigo. De uso principalmente ornamental, as espécies rasteiras têm numerosas variedades, sendo as mais comuns e populares as que vamos abordar a seguir. Se quer saber tudo sobre plantas rasteiras, nada como nos visitar ! Anemone Blanda O que são as plantas rasteiras? Se pretende renovar o jardim e sem seguir o convencional ou se prefere deixar de lado o relvado, a relva e usar outra vegetação, então a solução pode passar pelas plantas rasteiras. Também se conhecem como plantas cobre-solos. São espécies que, após germinarem, cobrem a totalidade da superfície e, sobretudo, do solo. Destacam-se pelo seu desenvolvimento específico, pois, formam uma espécie de camada denominada tapete vegetal. Este é capaz de crescer por todo o terreno, cobrindo por completo um espaço. Para que se usam? São plantas de uso essencialmente ornamental. Graças à sua baixa manutenção e à pouca quantidade de água de que necessitam para sobreviver, estas espécies são usadas como alternativa ao relvado tradicional. Agora, empregam-se para cobrir tanto aterros, declives e vedações como paredes ou superfícies irregulares. E convém não esquecer os aquários! Sim, também existem plantas rasteiras aquáticas. A popularidade destas variedades tem vindo a crescer com a passagem dos anos e os aquários passam de apenas ter rochas ou de serem cubículos a converterem-se em autênticos paraísos. planta de aquário E quem não estará interessado em ter um paraíso submarino? Entre as plantas aquáticas destacam-se a Utricularia graminifolia, uma planta carnívora originária da Ásia), a Eleocharis parvula e a Riccia fluitans (como o nome indica, flutua). Se procura uma planta que ajude a dissimular as imperfeições de um terreno ou cobrir áreas onde dificilmente pode crescer outra vegetação, as plantas rasteiras são ideais para tal. Além disso, são uma boa solução natural para as ervas daninhas, dado que as privam de luz, de água e dos nutrientes de que necessitam para proliferar. Com as plantas cobre-solos, também podemos ter caminhos frondosos e coloridos. E para decorar as zonas de passagem, as áreas ao redor das árvores ou muros que não combinam nada, é para o que se utilizam as plantas rasteiras. Talvez já conheça alguma das variedades de plantas cobre-solos, pois muitas delas se podem encontrar em praticamente qualquer jardim das vizinhanças ou da nossa cidade. Mas, o que talvez não saiba, é que existem muitíssimas espécies rasteiras, sendo todas elas vistosas e originais. Aubrieta Vantagens e desvantagens das plantas rasteiras A chegada das plantas rasteiras aos nossos jardins criou uma vítima, o relvado. A popularidade de que gozam é determinada pelos escassos requisitos de manutenção que têm. Estas espécies têm proliferado graças à simplicidade do seu cultivo e em muitos casos, chegaram a superar a relva (pelo menos no que se refere a usos). Mas nem tudo são vantagens. Como todas as espécies vegetais, também tem aspetos negativos. Conhecer cada um desses aspetos, positivos e negativos, em muitas ocasiões, configura o êxito de um jardim. A manutenção, as texturas ou o crescimento são alguns dos aspetos a ter em conta ao realizar a plantação. Para evitar que a decoração do seu jardim seja um fracasso, deixamos-lhe uma lista dos fatores positivos e negativos. Analise com muito cuidado cada um deles e avalie se compensa plantar este tipo de espécies. Vantagens das plantas cobre-solos face ao relvado Tal como já mencionado, as plantas rasteiras converteram-se na alternativa perfeita ao relvado tradicional, e isto deve-se às suas numerosas vantagens: 1. Oferecem uma grande variedade de cores e texturas. Algumas plantas rasteiras têm flores e outras são mesmo odoríferas. As possibilidades de decoração são mais e melhores, pelo que se podem criar jardins muito especiais e interessantes. 2. Quando se instalam este tipo de plantas no jardim, o trabalho reduz-se consideravelmente, dado que não é necessário apará-las. A manutenção é muito menor e são ideais para os principiantes da jardinagem. 3. Não necessitam de tanta água para se desenvolver de forma ótima, sobretudo quando já se tenham enraizado. No entanto, o relvado deve ser regado com regularidade. Além disso, o sistema mais habitual de rega é o de micro difusão (instalação simples que permite uma maior poupança de água) enquanto que o da relva é o de aspersão (um sistema mais caro). 4. Podem-se plantar em qualquer tipo de superfície, desde solos irregulares a paredes ou muros. São perfeitas para declives: não só servem de ornamentação, também são ideais para segurar o solo e deter a erosão. As possibilidades e as aplicações são muitas. 5. Criam uma camada de resíduos orgânicos quando as folhas velhas caem. Estas convertem-se numa fonte de nutrientes, pois, ao fim e ao cabo, quando se decompõem, convertem-se em adubos naturais. Com as plantas rasteiras praticamente não é necessário adubar. 6. São um remédio natural para as ervas daninhas. Quando se cultivam plantas cobre-solos, estas partilham solo, água e nutrientes com o matagal, portanto, evitam a sua proliferação. Como vê, as plantas rasteiras apresentam um cultivo simples, uma manutenção menor e grandes possibilidades, não apenas de decoração. Com as plantas rasteiras, o seu jardim vai ter um aspeto limpo, colorido e fresco. Existem muitas outras que ate temos investido na produção própria numa empresa do grupo a www.ecoviveiros.com em espécies resistentes a doenças e de pouca manutenção. Cortar a relva menos vezes, não colocar adubo e consumir menos água é possível utilizando plantas que crescem rente ao solo. Esta técnica simpática tem que ser bem pensada para que possa ser um sucesso, seja em que clima for. Relva sem corte nem erva! Relva sem erva A relva alternativa não tem gramíneas como os relvados clássicos, mas sim plantas vivazes, botanicamente diferentes, formando uma cobertura densa. De longe, o efeito de tapete verde é idêntico. Esta solução é muito interessante quando se deseja cortar a relva menos vezes (ou mesmo não cortar). Para locais de passagem frequente, as alternativas à relva são bastante frágeis. Poucas plantas suportam ser pisadas. Deste modo, tem a possibilidade de instalar passos japoneses, essas pedras planas que se colocam a alguns centímetros acima do nível do solo. A relva sem erva é indicado para a criação de ambientes confortáveis. Que plantas? Todas as plantas que crescem até 10 cm (as plantas cobertura de solo são plantas muito baixas) podem ser usadas mas as melhores são que espalham as suas raízes e se reproduzem, cobrindo uma superfície considerável. O alecrim rastejante, o tomilho selvagem, a hortelã corsa, o cotoneaster rastejante, os morangos silvestres, o zimbro anão (rastejante), a gipsofila rastejante e muitas outras usadas com este fim. Misturadas com gramíneas que não dão sementes como a festuca de Gautier ou a festuca azul, poderá criar um verdadeiro patchwork, bastante mais decorativo que um tapete verde pois será interessante durante todo o ano e mais colorido. Num solo com pedras onde aparecem rochas, esta é a única solução para obter uma aparência e tipo de relva. Quando a rocha aparece, a relva deve ser substituída por plantas de cobertura. Plantação minuciosa Prepare o solo como como para a plantação de um maciço, retirando a mais pequena erva daninha. A plantação faz-se como num maciço clássico, respeitando o espaço máximo entre as plantas. Segundo as variedades, deve contar entre 5 a 12 plantas por m² para conseguir a cobertura completa entre 2 e 3 anos. Entretanto deverá retirar as ervas daninhas para evitar que estas e os intrusos se instalem facilmente. Corte também os rebentos que possam ser demasiado altos (nos arbustos rastejantes) para favorecer o desenvolvimento no sentido da largura e não no da altura. Caminhar levemente mas de maneira uniforme, em toda a superfície (ou a passagem de um rolo para a relva, todos so meses) ajuda a boa instalação do tapete. Não é necessário adicionar adubo (apenas se a terra for muito pobre, por exemplo resíduos de construção). Sem corta-relva A alternativa à relva não se corta excepto nos caules onde há flores e que deve cortar quando secam. A rega, durante os primeiros anos, encoraja as plantas a instalarem-se mais rapidamente. No entanto, não deve regar o tapete regularmente para que não se torne dependente da rega. Humedeça apenas quando a terra secar a cerca de 1 cm de profundidade.

Como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar

Problemas de má drenagem do solo são frequentes em hortas, jardins e pomares. Para além de afectarem o crescimento e desenvolvimento das culturas, os solos alagados impedem o fornecimento de oxigénio tanto às raízes como aos micro organismos. Por outro lado, solos com uma drenagem acentuada são tendencialmente mais secos e mais pobres em nutrientes. Nestas condições, são poucas as árvores de fruto e culturas que se adaptam, excepto as ameixoeiras bravas e as cerejeiras arbustivas que se dão bem nestas condições. Neste artigo, vai aprender dicas úteis de como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar. Curioso(a)? Então não perca este artigo pois certamente vai interessar-lhe. A drenagem do solo consiste num processo de remoção natural ou artificial, do excesso de água que se encontra no/ou sobre o solo. Os drenos colocados no solo consistem em tubos especializados, valas ou fossos especializados para drenar. O processo de drenagem consiste no processo de escoar e “enxugar” a água de terrenos agrícolas encharcados ou alagados bem como outro tipo de terrenos que tenham excesso de água. A drenagem do solo pode ser feita através de tubos, canais, valas e túneis podendo também serem utilizados motores para auxiliar o escoamento,o que pode tornar todo o processo mais dispendioso. O processo de drenagem começa primeiramente com a verificação da origem do excesso de água no local que será drenado e logo após esse procedimento é feito um levantamento topográfico do local para elaborar um projeto mais efetivo de escoamento da água. Todos os tipos de solo estão sujeitos à drenagem natural cuja intensidade depende das suas características edáficas. No entanto, apenas os solos que apresentem uma capacidade de drenagem insuficiente para a tolerância hídrica da cultura é que devem ser submetidos a drenagem artificial, desde que os custos justifiquem (na maioria dos casos, os custos associados a este processo são elevados, pelo que deve ponderar bem e avaliar todas as condicionantes). A má drenagem do solo: um problema recorrente Uma drenagem do solo insuficiente pode ser originada por muitas causas, entre elas: • uma grande proporção de argila em relação à de areia e/ou limo; • compactação devido ao trânsito frequente de pessoas ou de máquinas pesadas; • camada impermeável causada por cultivo rotativo frequente em condições húmidas; • retenção superficial de água ou acumulação de escoamento de uma encosta ou de um edifício; • entre outros factores; Como evitar problemas com má drenagem do solo • • No caso do seu solo ser argiloso, este pode ser melhorados ao longo do tempo caso utilize culturas de cobertura e/ou se lhe acrescentar composto. As plantas rasteiras, como a batata-doce, o melão, a abóbora, o feijão ou as ervilhas, podem ser utilizadas como plantas de cobertura ,ajudando a evitar que o solo seja levado pelas águas da chuva. . Evite ao máximo plantar fruteiras em zonas onde as pessoas tendem a passar a pé ou de carro. Se pretender restaurar a sua horta e pensa em plantar fruteiras num antigo caminho, é aconselhável construir um canteiro elevado. Os canteiros elevados conseguem resolver bastantes problemas. Por essa razão, use canteiros para melhorar a drenagem, melhorar o solo ou contrair a compactação. Opte por canteiros elevados se pensa em cultivar fruteiras em solos argilosos, sobre uma camada impermeável ou num local de passagem de escoamento. Caso a retenção de água seja muito superficial, um canteiro mais elevado pode ajudar às vezes. No entanto, aconselho-o a renunciar ao cultivo de fruteiras com raízes mais profundas e preferir fruteiras mais arbustivas como os mirtilos, que possuem raízes mais superficiais. Fazer caleiras de drenagem ou valas para ajudar no escoamento, evacuação e coleta das águas pluviais, domésticas e efluentes. Para evitar a erosão, plante relva nas margens do seu terreno por exemplo e revista o fundo com pedras. Desvie a água do seu quintal para o esgoto da rua ou para um reservatório natural, certificando-se que não está a desviá-la para o terreno do vizinho ao para cima do passeio. No caso de drenagem do solo excessiva, causada por solos com partículas grossas, de gravilha ou arenosos, deve tomar outro tipo de medidas. Um bom exemplo de medida é aumentar o nível de húmus no solo através da adição de composto por exemplo. Pode também optar pelo uso de palha (empalhamento) que vai conservar a humidade. Síntese: soluções para problemas de drenagem do solo • Canteiros elevados: nesta situação, as raízes têm espaço para crescer por cima de uma camada impermeável ou de retenção superficial da água. Pode também facilitar a limpeza das plantas infestantes. • Vasos: são bons para cultivar fruta. Neles, podemos usar solos com misturas especiais (substratos por exemplo). • Valas de drenagem: afastam o escoamento da superfície das plantas que não suportam ter “os pés molhados”. • Culturas de cobertura: são uma fonte de matéria orgânica e conseguem suavizar as camadas impermeáveis do solo.

Vertical gardens - Jardins verticais

VERTICAL GARDENING: HOW TO GROW MORE IN LESS SPACE See how to build these privacy wall planters in Vertical Garden With lot sizes shrinking and more people living in condos and apartments, every inch of space is at a premium. Vertical gardening is a way to maximize a small garden space or underused feature such as a wall, fence, or other gardening structure. To utilize vertical outdoor space, plants can be grown up a trellis, arbor, or other structure, or allowed to trail out of a hanging basket or planter box. Displaying containers or pocket pouches on a fence or wall is another way to get more out of your growing space. Here are some basics considerations for vertical gardening, along with ideas for inspiration. • TYPES OF VERTICAL GARDENS OR SUPPORTS A vertical garden can be used to create privacy, establish boundaries, block out an unsightly view, or to cover an ugly wall or fence. Here are some of the most common types of vertical gardens or supports. Arbor, trellis, or pergola: Use one or more of these structures to train perennial climbing roses, wisteria, clematis, or honeysuckle. Fast growing annual vines can be used as a quick screen. Hanging baskets, planter boxes, and containers: Plants can be grown in hanging planters or baskets on a porch, patio, deck, or shepherd’s hook. Display planter boxes on a home, garden shed, or fence. Pots can be affixed to a fence, displayed on a shelf, or suspended in plant hangers. Fence: Attach shelving, pouches, or other containers to a fence to grow small perennials, annuals, herbs, strawberries, and other edibles. Wall: Any type of wall can be used to train vining plants. Some plants such as ivy can attach themselves to walls with aerial roots. Trees and shrubs can be espaliered, while other plants will need a trellis for support. Living walls: More typically used in public or corporate settings, a permanent wall garden can also be used in a residential landscape. These vertical structures utilize a growth medium of soil, substrate, or hydroponics, and usually include built-in irrigation systems. Climbing or cascading plants are trained to cover the wall space for a lush display of vegetation. Fast growing annual vines provide quick cover and screening. Hyacinth bean (Lablab purpureus), which produces colorful pea-like blooms, covers this metal arbor leading into the garden. VERTICAL GARDEN CONSIDERATIONS Here are some things to keep in mind when designing and building a vertical garden. Make it secure: Insure that walls, fencing, vertical planters, or other structures are sturdy enough to support the weight of containers and plants. Affix planting containers securely so they don’t become detached or fall. Provide adequate support: Larger perennial vines such as wisteria and trumpet vine need a sturdy arbor or pergola to support the weight and vigorous growth. Smaller vines such as most clematis or annuals can be grown on smaller trellises. Soil: Provide the right growing conditions for plants such as climbing roses or wisteria vine that are planted in the ground. For containers, use a high quality all-purpose potting soil. Some living wall systems are hydroponic, using no soil. Water: Plants in the ground can be watered according to individual needs. Make sure containers have adequate drainage holes to prevent root rot. Potted plants dry out more quickly and will need more frequent watering or misting. Fertilizer: Containers or pouches leach out nutrients more quickly due to frequent watering. Fertilizing needs vary according to the type of plant. Sedums, succulents, and ornamental grasses will need less fertilizer, while most warm-season annuals and edibles need more. For plants in the ground, fertilize according to individual requirements. Pruning and maintenance: Perennial vines such as wisteria and trumpet vine need proper and regular pruning. Make sure this is something you have the time and expertise to do. FREQUENTLY ASKED QUESTIONS What plants grow well in vertical gardens? Nearly any trailing or climbing plant can be grown vertically as long as they are given the right growing conditions and proper support. Plants to grow include perennial or annual vines, small perennials, sedums and succulents, ornamental grasses, ferns, annual flowers, edibles, and houseplants. What are the benefits of vertical gardening? Vertical growing can maximize the use of a small space, create lush privacy screening and help to keep an area cool, such as underneath a pergola. Some plants perform better when trained vertically. Can you grow vegetables in a vertical garden? Many vegetables including vining tomatoes, JARDINAGEM VERTICAL: COMO CRESCER MAIS EM MENOS ESPAÇO Veja como construir jardins de parede de privacidade Com o tamanho dos lotes diminuindo e mais pessoas morando em condomínios e apartamentos, cada centímetro de espaço é valioso. A jardinagem vertical é uma forma de maximizar um pequeno espaço de jardim ou um recurso subutilizado, como um muro, cerca ou outra estrutura de jardinagem. Para utilizar o espaço externo vertical, as plantas podem ser cultivadas em uma treliça, caramanchão ou outra estrutura, ou deixadas em uma cesta suspensa ou caixa de plantio. Exibir recipientes ou bolsas em uma cerca ou parede é outra maneira de aproveitar melhor seu espaço de cultivo. Aqui estão algumas considerações básicas para jardinagem vertical, juntamente com ideias para inspiração. TIPOS DE JARDINS VERTICAIS OU SUPORTES Um jardim vertical pode ser usado para criar privacidade, estabelecer limites, bloquear uma vista desagradável ou para cobrir uma parede ou cerca feia. Aqui estão alguns dos tipos mais comuns de jardins verticais ou suportes. Use uma ou mais dessas estruturas para treinar rosas trepadeiras perenes, glicínias, clematis ou madressilvas. Videiras anuais de rápido crescimento podem ser usadas como tela rápida. Cestos suspensos, caixas de plantio e recipientes: as plantas podem ser cultivadas em vasos suspensos ou cestos em uma varanda, pátio, deck ou gancho de pastor. Exiba caixas de plantio em uma casa, galpão de jardim ou cerca. Os vasos podem ser fixados em uma cerca, expostos em uma prateleira ou suspensos em cabides de plantas. Cerca: Anexe prateleiras, bolsas ou outros recipientes a uma cerca para cultivar pequenas plantas perenes, anuais, ervas, morangos e outros alimentos. Parede: Qualquer tipo de parede pode ser usada para formar vinhas. Algumas plantas, como a hera, podem aderir às paredes com raízes aéreas. Árvores e arbustos podem ser espaldados, enquanto outras plantas precisarão de uma treliça para suporte. Paredes vivas: Mais normalmente usado em ambientes públicos ou corporativos, um jardim de parede permanente também pode ser usado em uma paisagem residencial. Essas estruturas verticais utilizam um meio de crescimento de solo, substrato ou hidroponia e geralmente incluem sistemas de irrigação integrados. Plantas trepadeiras ou em cascata são treinadas para cobrir o espaço da parede para uma exuberante exibição de vegetação. Vinhas anuais de rápido crescimento fornecem cobertura e triagem rápidas. O feijão-jacinto (Lablab purpureus), que produz flores coloridas semelhantes a ervilhas, cobre este caramanchão de metal que leva ao jardim. CONSIDERAÇÕES SOBRE JARDIM VERTICAL Aqui estão algumas coisas que você deve ter em mente ao projetar e construir um jardim vertical. Torne-o seguro: certifique-se de que paredes, cercas, vasos verticais ou outras estruturas sejam resistentes o suficiente para suportar o peso de recipientes e plantas. Fixe os recipientes de plantação com segurança para que não se soltem ou caiam. Fornece suporte adequado: vinhas perenes maiores, como glicínias e trombetas, precisam de um caramanchão ou pérgula resistente para suportar o peso e o crescimento vigoroso. Videiras menores, como a maioria das clematis ou anuais, podem ser cultivadas em treliças menores. Solo: Fornece as condições adequadas de cultivo para plantas como rosas trepadeiras ou videiras de glicínias que são plantadas no solo. Para recipientes, use solo para vasos de alta qualidade para todos os fins. Alguns sistemas de paredes vivas são hidropônicos, sem uso de solo. Água: As plantas no solo podem ser regadas de acordo com as necessidades individuais. Certifique-se de que os recipientes tenham orifícios de drenagem adequados para evitar o apodrecimento das raízes. As plantas em vasos secam mais rapidamente e precisarão de rega ou nebulização mais frequentes. Fertilizante: Recipientes ou bolsas lixiviam os nutrientes mais rapidamente devido à rega frequente. As necessidades de fertilização variam de acordo com o tipo de planta. Sedums, suculentas e gramíneas ornamentais precisarão de menos fertilizantes, enquanto a maioria das plantas anuais e comestíveis da estação quente precisam de mais. Para plantas no solo, fertilize de acordo com as necessidades individuais. Poda e manutenção: Vinhas perenes, como glicínias e trombeta, precisam de poda adequada e regular. Certifique-se de que isso seja algo que você tenha tempo e experiência para fazer. PERGUNTAS FREQUENTES Quais plantas crescem bem em jardins verticais? Quase todas as plantas rasteiras ou trepadeiras podem ser cultivadas verticalmente, desde que tenham as condições de cultivo adequadas e o suporte adequado. As plantas a serem cultivadas incluem trepadeiras perenes ou anuais, pequenas plantas perenes, sedums e suculentas, gramíneas ornamentais, samambaias, flores anuais, alimentos comestíveis e plantas domésticas. Quais são os benefícios da jardinagem vertical? O cultivo vertical pode maximizar o uso de um espaço pequeno, criar uma tela de privacidade exuberante e ajudar a manter uma área fresca, como embaixo de uma pérgula. Algumas plantas têm melhor desempenho quando treinadas verticalmente. Você pode cultivar vegetais em uma horta vertical? Muitos vegetais, incluindo tomates vinha ,feijão verde entre outros .

10 regras de ouro para (re)desenhar o seu jardim

 

Vila Torrados - Ferragudo - Carvoeiro

Todas as alturas são boas para introduzir mudanças maiores ou para introduzir pequenas alterações que potenciem e valorizem o espaço. Dicas, conselhos e estratégias a ter em conta, com a assinatura dos maiores especialistas em jardinagem.


A natureza pode fazer verdadeiros milagres mas, sem planificação e/ou sem uma organização mínima, um jardim pode ficar aquém de todo o seu potencial. No desenho do um espaço ajardinado, além da mão do jardineiro, é essencial o seu engenho, um pouco de audácia e conhecimento. Os 10 conselhos, dicas e recomendações seguintes têm como objetivo contribuir para que o jardineiro amador obtenha resultados excelentes.

1. Maciço mais vistoso com plantas altas no centro

Junto de caminhos e outras zonas de passagem, os maciços de flor ganham pontos. Quando afastados das rotas de passagem não é possível desfrutar em pleno da sua beleza. Quando criar um maciço, invista na altura para permitir que seja visto de todos os ângulos. Neste tipo de composição, as plantas mais altas devem ocupar as posições do centro.


2. Roseiral espetacular com sebe de buxo

Cor, aroma e beleza é o que obtemos quando escolhemos rosas para decorar o jardim. As bordaduras de buxo que servem de margem aos maciços de rosas asseguram uma estrutura firme ao desenho e fazem ressaltar a floração que sustentam no interior. Com muito sol, proteção durante o inverno e poda para estimular a floração seguinte, terá certamente um roseiral de luxo.

3. Piscina solarenga afastada das árvores

Deixe o sol temperar a água da piscina à medida que a manhã avança. É muito mais agradável para tomar banho. Para o local da piscina, reserve uma zona com sol, sem árvores e rodeada de caminho antideslizante.


4. Cor todo o ano com floração alternada

Para manter a cor, deve selecionar espécies de florações alternadas. Desta forma, quando algumas espécies terminam a floração, outras estão a protagonizar bonitas cores, mantendo o aspeto dos maciços.


5. Horta ordenada com separação de frutas e legumes

Os trabalhos de manutenção tornam-se mais fáceis numa horta situada em zona plana. Sobretudo a rega é mais fácil de executar. No planeamento da horta, separe as fruteiras das hortaliças e não descure a hipótese de sebes, por exemplo de aromáticas à base de alecrim ou lavanda.

6. Lago escondido

O lago deve ficar um pouco escondido porque as espécies aquáticas do fundo, como os nenúfares, encontram-se
desalinhadas. Com um bom filtro biológico e os modernos alguicidas, igualmente biológicos, pode ter plantas, peixes e água sem problemas de contaminação.

7. Sombra bem aproveitada com arvoredo a oeste

Para aproveitar o jardim a partir do meio-dia, mas também quando o sol é mais perigoso deve colocar arvoredo a sul e a oeste. Ao preparar o arvoredo, não separe nem junte demasiado os exemplares, embora as copas produzam um efeito espetacular quando se unem.

8. Áreas de muito uso em locais acessíveis

As zonas de jogos para crianças, áreas desportivas, garagem ou até uma pequena horta, são espaços de uso intensivo no jardim. Por isso, é importante que se situem em locais cómodos e acessíveis. As zonas de passagem junto da moradia devem ser empedradas ou revestidas de gravilha grossa.

9. Bolbos práticos em bandejas enterradas

Coloque os bolbos em bandejas e enterre-as no solo. Desta forma, é mais fácil extrair quando terminarem o ciclo de vida e substituir por bolbos da próxima época. Sempre que faça substituições, mude parcialmente a terra do maciço para não propagar determinadas pragas.

10. Janelas floridas em harmonia com o jardim

Nada melhor que uma poderosa glicínia como a que cobre a fachada desta casa para ocultar imperfeições e suavizar a rigidez e austeridade do edifício. Isto para não falar das vantagens de desfrutar do seu agradável aroma. Como este local faz parte da transição da casa para o jardim, convém não destoar com o edifício ou o resto das plantações.