Mostrar mensagens com a etiqueta lutsko associates. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lutsko associates. Mostrar todas as mensagens

Alexandre Lisboa, Arquitecto Paisagista, Chefe da Divisão de espaços Verdes, Câmara Municipal de Oeiras


Alexandre LisboaArquitecto Paisagista, Chefe da Divisão de espaços Verdes, Câmara Municipal de OeirasLicenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora, em Janeiro de 1996.
Em finais de 1994 inicia estágio curricular na CM Oeiras, continuando esta colaboração até entrar para os quadros desta autarquia.
Em 1994 inicia actividade profissional em colaboração com colegas, na área do Projecto de Arquitectura Paisagista, desenvolvendo perto de uma centena de estudos e projectos, dos quais se destaca um segundo lugar no Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista Urba Verde.
Em Abril de 2002 inicia funções, deixando a sua actividade liberal, como chefe da Divisão de Espaços Verdes da CMO, posição que ainda ocupa. Esta actividade leva-o a dirigir mais de 200 funcionários, entre os quais, cerca de duas dezenas de técnicos superiores nas áreas das ciências agrárias (Arqtos. Pais. e Eng Agrónomos). No desenvolvimento desta missão podem-se destacar os cerca de 300 estudos e projectos de AP concebidos e/ou coordenados por si, bem como os trabalhos pioneiros ao nível da gestão das manutenções de espaços verdes urbanos, na requalificação urbana, nos espaços de jogo e recreio, na gestão da água, na arborização urbana, nos parques caninos, nos jardins sustentáveis, no vinho de Carcavelos e, naturalmente nos corredores verdes;
Actualmente encontra-se a exercer as funções de Chefe de Divisão de Espaços Verdes da CMO, desenvolvendo os temas já referidos.

Sidónio PardalProfessor, ISA - UTL Urbanista, arquitecto paisagista e engenheiro agrónomo.
Doutorado e com agregação em Planeamento do Território, Sidónio Pardal é Professor da Universidade Técnica de Lisboa, onde desenvolve também investigações no domínio do Planeamento Regional e Urbano e da Arquitectura Paisagista.
Em 2009, foi incumbido pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, de coordenar o Sub-Grupo de Trabalho para a revisão da Tributação do Património Imobiliário. Um ano depois, por solicitação do InCI do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, desenvolveu, em parceria com o Professor Doutor Carlos Baptista Lobo um trabalho sobre património imobiliário – referências para a avaliação, publicado em Fevereiro de 2011.
É ainda autor de obras como o Parque da Cidade do Porto, distinguido pela Ordem dos Engenheiros, em 2001, como uma das 100 obras do Século XX, em Portugal e lançou, no presente ano, o livro Ser Autarca – Missão e Desafios, em coautoria com José Poças Esteves.



Pedro Ressano GarciaArquitecto, Ressano Garcia ArquitectosDivide a sua actividade profissional entre, arquitecto, docente universitário e investigador.
Iniciou a sua actividade de docente na Universidade da Califórnia, em Berkeley.  Director para a Inovação do LabArt na Universidade Lusófona, onde lecciona desde 1997. Tem projectos publicados nas revistas especializadas em Portugal e no estrangeiro, sendo que um dos seus projectos foi eleito top 10 em Portugal pela revista Wallpaper. Em 2010, recebeu o prémio de arquitectura Pancho Guedes e publicou o livro "Plataforma Tejo". Entre 2010 e 2012 foi Coordenador do European Workshop onWaterfrontUrban Design e editou dois livros. Participa regularmente em conferências e workshops internacionais. 







O conceito de paisagem – transversalidade disciplinar.

Artigos

Estabelecimento

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Unidade Orgânica

ECATI - Esc.Comunicação, Arquitetura, Artes e TI

Curso

Arquitectura

Unidade Curricular

Fundamentos de Arquitectura Paisagista

Grau

Licenciatura; Mestrado

ECTS

3

Código

ULHT36-10669

Total horas de Trabalho

84

Tempo de Contacto

30

Tipo de disciplina

Semestral

Lingua

Português

Ano/Semestre

2.º Ano /2º Semestre

Docente

Maria João Pereira de Matos

Conteudos Programáticos

O conceito de paisagem – transversalidade disciplinar.
Noções de Paisagem natural, paisagem humanizada, paisagem rural e paisagem urbana.
Acontecimentos marcantes na área da paisagem.
Legislação europeia e nacional relativa à paisagem.
Convenção Europeia da Paisagem.
Importância dos valores paisagísticos.
Conceito de arquitectura paisagista.
Paisagismo no Ocidente e no Oriente, no passado e no presente.
Relação entre paisagismo, arquitectura, urbanismo e território.
Identificação e caracterização dos diferentes tipos de paisagem a diferentes escalas, em Portugal.
Espécies arbóreas mais frequentes em Portugal.
O ensino e a prática da arquitectura paisagista em Portugal. Exemplos.
Análise espacial sensível como metodologia aplicável ao projecto de paisagismo.
Aplicação de metodologia de análise sensível em proposta de arquitectura paisagista.

Objetivos

Entender o conceito de paisagem.
Sensibilização em relação aos valores ecológicos, culturais e estéticos inerentes à paisagem.
Identificar e caracterizar a paisagem natural, humanizada, rural e urbana.
Compreender a relação entre arquitectura, território e paisagem numa perspectiva multifuncional e em diferentes culturas.
Aprendizagem de uma abordagem sensível à paisagem e ao lugar, aplicável ao projecto de arquitectura paisagista.
Aplicação dos conhecimentos adquiridos num exercício prático de projecto de arquitectura paisagista.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

No final do semestre, os alunos deverão ter adquirido e consolidado conhecimentos relativos à história e ao estado actual do paisagismo, cruzados com referências à arquitectura e ao urbanismo (tanto ao nível internacional como nacional).
De igual modo, deverão reconhecer a importância dos valores paisagísticos e possuir conhecimentos básicos no âmbito das espécies vegetais, aspectos que serão de considerar nos seus projectos futuros nos campos da arquitectura e do urbanismo.

Metodologias de ensino e avaliação

As metodologias de ensino assentam na combinação de:
a) aulas teórico-práticas de enquadramento das matérias, para aquisição de conhecimentos teóricos e metodológicos;
b) aulas práticas de realização de exercícios, para aquisição de conhecimentos técnicooperativos;
c) orientação tutorial. A componente prática consiste na aplicação dos conhecimentos adquiridos e na análise crítica de exemplos de aplicação concretos.

Bibliografia principal - estilo APA

Bibliografia obrigatória:
_Cabral, Francisco Caldeira (1993). Fundamentos da Arquitectura Paisagista. Instituto da Conservação da Natureza.
_Council of Europe (2000). European Landscape Convention. url: http://conventions.coe.int/Treaty/EN/Reports/Html/176.htm
_Domingues, Álvaro (2001). "A paisagem revisitada". Finisterra. XXXVI (72), pp. 55-66. url: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2001-72/72_05.pdf
_Magalhães, Manuela Raposo (2001). A Arquitectura Paisagista. Morfologia e Complexidade. Editorial Estampa.

Bibliografia complementar parcial:
_Cabral, Francisco Caldeira (1999). A Árvore em Portugal. Assírio e Alvim
_Cancela d’Abreu, Alexandre; Correia, Teresa Pinto; Oliveira, Rosário (2004). Contributos para a
identificação e caracterização da paisagem em Portugal Continental. Direcção Geral de
Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.






The Garden Visitor’s Companion
by Louisa Jones, Thames and Hudson, 2010
A beautifully illustrated book that will show you how best to look at and appreciate gardens and landscapes throughout the world.

• Why visit gardens? To discover, compare, seek inspiration, learn and teach,and simply enjoy. Their beauty renews and refreshes flagging physical,mental and spiritual energy.

• To enhance the visitor’s awareness and enjoyment, Louisa Jones proposes ten questions for each of ten types of garden – historic, naturalistic, modernist, of Mediterranean inspiration, and more – worldwide. Each question is amplified with suggestions of things to look for and think about.

• To reflect the infinite range of reactions to gardens, she invites international experts to choose their own favourites, and to explain their reasons, offering unique insight into a world of beauty and imagination.

• Practical information includes advice on what to take, who to visit with, timing, and opening your garden to visitors, as well as addresses and contact numbers of selected gardens and designers.