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Para os portugueses, Agosto é sinónimo de férias. E são muitos os que procuram ir para fora, mas cá dentro. O Algarve é a opção mais comum. Tem boas praias, água quente, e preços que, dado o contexto actual, são mais convidativos do que um qualquer "resort" num destino paradisíaco. Mas, atenção: é que, a somar ao alojamento e alimentação, há as portagens e, mais do que isso, o combustível.

Para os portugueses, Agosto é sinónimo de férias. E são muitos os que procuram ir para fora, mas cá dentro. O Algarve é a opção mais comum. Tem boas praias, água quente, e preços que, dado o contexto actual, são mais convidativos do que um qualquer "resort" num destino paradisíaco. Mas, atenção: é que, a somar ao alojamento e alimentação, há as portagens e, mais do que isso, o combustível.
Os preços da gasolina e do gasóleo não param de subir. Desde o início do ano já aumentaram 11,3% e 8,8%, respectivamente, reflectindo a alta das cotações dos combustíveis nos mercados internacionais. A juntar a isso, nos últimos meses, tem havido uma desvalorização da moeda europeia face à dos EUA, ampliando a escalada dos preços nos postos de abastecimento.

Os valores por litro estão próximos de recorde. E, por isso, são cada vez mais os portugueses que procuram abastecer o automóvel ao preço mais baixo possível, tentando, assim, poupar alguns euros. O Negócios foi à procura dos postos mais baratos para que possa reduzir a factura com o combustível e gastar mais alguns numas férias bem passadas.

A poupança começa logo à partida para Sul. De onde quer que venha, lembre-se que abastecer na auto-estrada é sempre um mau negócio. Os preços são mais altos do que nos restantes postos e a diferença entre os valores praticados pelas principais gasolineiras é quase nula. Não há a concorrência das grandes superfícies que tentam apresentar os melhores preços.

A Liga para a Protecção da Natureza vem divulgar e solicitar divulgação da Conferência “Resíduos Orgânicos: Metas, Desafios e Soluções”, que se realiza no dia 6 de Maio, 5ª feira, entre as 9h e as 18h, no Cine-Teatro de Castro Verde.


A Liga para a Protecção da Natureza vem divulgar e solicitar divulgação da Conferência “Resíduos Orgânicos: Metas, Desafios e Soluções”, que se realiza no dia 6 de Maio, 5ª feira, entre as 9h e as 18h, no Cine-Teatro de Castro Verde.



Esta conferência efectua-se no âmbito do Projecto Orgânica Verde – Compostagem e Valorização de Resíduos Orgânicos em Castro Verde e pretende debater a problemática dos resíduos orgânicos, promover e divulgar a compostagem doméstica e comunitária, e dar a conhecer a compostagem de resíduos verdes, tanto em termos de exemplos, como de licenciamento e possibilidades de financiamento. Pretendemos assim que esta conferência seja um ponto de encontro de ideias de técnicos da área e possíveis interessados de forma a promover a compostagem e fomentar projectos que representem um contributo positivo para a solução.

Este evento engloba também uma visita guiada à Unidade Municipal de Compostagem de Castro Verde, onde são tratados os resíduos verdes do concelho, unidade pioneira a nível municipal nas suas infra-estruturas e condições operacionais.

Em anexo segue o cartaz, o programa. Para se inscrever, faça download da ficha de inscrição no site e envie para o e-mail organica.verde@lpn.pt .



Para mais informações pode consultar http://projectos.lpn.pt/organicaverde



Telefone/Fax: 286 328 309 / email: organica.verde@lpn.pt




9h00
Recepção aos participantes

9h30
Sessão de abertura

9h45
1º Painel – Novas Metas e Desafios para os Bio-resíduos

Moderador: Graça Martinho (FCT-UNL)

• Bio-Resíduos: Panorama Nacional ( Paula Santana, APA)

• Separação, compostagem e qualidade do composto – Ana Silveira (FCT-UNL)

• A compostagem no Programa de Prevenção de Resíduos Urbanos (Santino Di

Bernardino, INETI)

11h00
Pausa para Café

11h30
2º Painel – Compostagem Doméstica e Comunitária: casos práticos

Moderador: Graça Gonçalves (LPN)

• Compostagem no Seixal: De 2002 ao Presente (Ana Sofia Campos - CM Seixal)

• LIPOR: Exemplo da Horta da Formiga (Ana Lopes, LIPOR)

• Compostagem Doméstica na ValorLis (Miguel Aranda, Valor Lis)

• Projecto Pedagógico de Compostagem em Viana do Castelo (M. Leonor Cruz,

CMIA Viana do Castelo)

• Orgânica Verde: Das Escolas à Comunidade (Graça Gonçalves - LPN)

13h
Almoço Livre

14h30
3º Painel – Unidades de Compostagem de Resíduos Verdes

Moderador: Ana Silveira (FCT-UNL)

• Orgânica Verde: Unidade Municipal de Compostagem (Cátia Godinho - LPN)

• Visita à Unidade Municipal de Compostagem de Castro Verde

16h15
Pausa para Café

16h30
3º painel - continuação

• Compostagem de Verdes na ALGAR (Miguel Nunes, ALGAR)

• Licenciamento e Financiamento QREN Regional para Unidades de Compostagem

(Maria José Santana, CCDR Alentejo)

• Financiamento LIFE+ Ambiente *

17h45
Sessão de Encerramento

Resíduos Orgânicos: Metas, Desafios e Soluções

Conferência

Organização

Parceiros

:

Financiamento

www.lpn.pt

Câmara Municipal

Castro Verde

Programa

Local: Castro Verde

ALGARVE - Flora e Vegetação



ALGARVE - Flora e Vegetação
A tão característica vegetação da orla mediterrânea, está quase extinta, encontrando-se os últimos vestígios, precisamente na região do Algarve.
Essa vegetação é designada por Oleo-Ceratonion, devido ao nome das duas árvores mais características que a constitui: o zambujeiro ou oliveira brava (Olea europaea) e a Alfarrobeira (Ceratonia siliqua).
O zambujeiro, é uma árvore que se pode confundir com a oliveira, sendo mesmo considerado como o seu parente selvagem. No entanto, as folhas e as 'azeitonas' são muito mais pequenas. Na maioria dos casos, os zambujeiros não passam de pequenos arbustos, embora por vezes possam atingir os 8 a 10 metros.
A vegetação mediterrânica, já quase não forma florestas, por ter sido destruída, mas adquire o porte de matagal, a que se dá o nome de maquis.
Os cerca de 100.000 ha de solos agrícolas algarvios, coincidem quase exclusivamente com a orla Litoral e o Barrocal meridional. A área florestal ocupa 62.000 ha predominando o sobreiro, o medronheiro, o eucalipto, o pinheiro e a azinheira. Nas culturas de sequeiro dominam, embora em fase de degradação progressiva, a figueira, amendoeira, alfarrobeira, oliveira e videira. Destas árvores, a mais generalizada é a figueira, que se estende desde o Cabo de S. Vicente ao Guadiana.
A alfarrobeira, concentra-se principalmente na região calcária mais acidentada, embora se encontre também, mas de forma esporádica, no litoral onde predomina a amendoeira.
A vegetação espontânea mais característica na maior parte da região, parece ser constituída pela floresta de azinhal, abundando também arbustos elevados e pequenas árvores como o medronheiro e o carrasco.
A Floresta Algarvia localiza-se principalmente na Serra, na área correspondente ao complexo xisto-grauváquico do Carbónico (296.860 ha) e à mancha dos sienitos de Monchique (6.684 ha).
O litoral Algarvio divide-se fisiograficamente em duas regiões distintas: a oriental, o Sotavento constituída por uma praia arenosa que se estende da Quarteira a Vila Real de Santo António, e a ocidental, o Barlavento, falésia rochosa, que vai da Quarteira até ao Cabo de S.Vicente.
As principais formações vegetais encontram-se nas dunas e apresentam adaptações morfológicas e fisiológicas que lhes permitem sobreviver às condições extremas das zonas costeiras: salsugem, ventos fortes e carências de água doce. Esta vegetação localiza-se nas dunas móveis, nas dunas consolidadas da costa SW, incluindo a Península de Sagres, nas dunas consolidadas artificialmente na Mata Nacional de Vila Real de Santo António.
Os sapais são ecossistemas que surgem em zonas estuarianas, lagos e baías. Caracterizam-se por possuírem uma cobertura vegetal muito peculiar, que se encontra submersa durante a preia-mar e fica a descoberto na baixa-mar.
Os sapais não são tão atractivos como as praias, devido ao seu solo escuro, lodoso e escorregadio e por apresentarem uma vegetação pouco variada, mas onde por vezes surgem pontos coloridos como é o caso da espécie Cistanche phelypaea. São ecossistemas muito produtivos, raros na costa SW e muito notáveis na costa Sul..
Barrocal - partindo da orla costeira para o interior, encontram-se formações degradadas, sucessoras das florestas de azinheira (Quercus rotundifolia) e onde foi introduzida a alfarrobeira (Ceratonia siliqua).
A azinheira, a oliveira e a alfarrobeira, são plantas de ambientes quentes e secos com folhas pequenas, duras e persistentes, que se encontram sobretudo no sul do país.
A amendoeira, é uma pequena árvore proveniente da Ásia e Norte de África. As paisagens de amendoeiras floridas logo em Janeiro, são o cartão de visita do Algarve.
É na Serra Algarvia que ocorrem formações degradadas da antiga floresta de sobreiro (Quercus suber) e de azinheira (Quercus rotundifolia).
Entre as primeiras têm interesse os medronhais. O medronheiro (Arbutus unedo) floresce entre Outubro e Dezembro. É uma árvore de folha perene e as flores são brancas ou rosadas e os frutos são bagas vermelho-alaranjadas.
Os frutos do medronheiro, os medronhos, são comestíveis mas não são muito apreciados pelo seu sabor amargo. Já o mesmo não se pode dizer, da aguardente que se obtém da sua destilação, e que tem exploração comercial nas serras de Monchique e Caldeirão.
Na serra encontram-se ainda algumas formações de montado de sobro e ainda grandes manchas de esteva (Cistus ladanifer), tojos (Ulex argenteus e Stauracanthus genistoides) rosmaninho (Lavandula luisieri) e outras num conjunto de plantas aromáticas, medicinais e melíferas.
Na serra de Monchique ainda se encontra um núcleo de carvalhos (Quercus canariensis e Quercus faginea). Estas duas espécies são endemismos ibéricos, já raras em Portugal, apenas com área de distribuição nesta serra e seriamente ameaçados.


A "palmeira anã", é a única que é espontânea na Europa, encontrando-se por toda a costa norte mediterrânica. No Algarve, assume geralmente uma forma anã, constituindo pequenas moitas dispersas.
Esta é a única região do país onde surge espontaneamente, em terrenos arenosos ou pedregosos e em colinas e barrancos secos e ensolarados. As folhas perenes, fazem lembrar um leque pouco denso (sendo também designada por 'palmeira vassoura'). As flores são pequenas e amarelas e os frutos, não comestíveis, são amarelo-escuros ou acastanhados