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Como a I.A. ajuda na vida dos jardineiros ou paisagistas?
Tem dificuldade em lembrar-se de regar as suas plantas, ou acha impossível avaliar se o seu solo está seco? Ou pergunta-se como é que o tempo vai afetar o seu jardim?
A ajuda está à mão, diz o medalhista de ouro do RHS Chelsea Flower Show, Tom Massey, que irá desenhar um jardim que aproveita o poder da Inteligência Artificial no evento do próximo ano. O Jardim "Inteligente" da Avanade, que será co-desenhado por Je Ahn, inclui uma seleção de plantas e árvores resistentes ao clima que serão monitorizadas por IA.
"A IA já está presente nas nossas vidas e, enquanto indústria hortícola, pode proporcionar muitos benefícios - mais vale abraçá-la e utilizar plataformas como Chelsea para mostrar como pode ser uma força para o bem", afirma Massey.
O seu jardim de exposição com IA terá sensores no solo que analisam o pH, a humidade e os níveis de nutrientes, fornecendo informações sobre como resolver quaisquer problemas, bem como monitores de qualidade do ar. Também incorporará monitores meteorológicos para prever as temperaturas - por isso, se houver uma vaga de calor ou um vento forte, alertará os jardineiros com antecedência para se prepararem e não perderem plantas.
"Poder-se-ia poupar milhares de litros de água num único jardim e, se isso fosse implementado em todos os jardins ou em todos os grandes empreendimentos, a quantidade de água que poderíamos poupar seria astronómica, o que nos pode ajudar na nossa luta contra as alterações climáticas.
"A tecnologia existe para que tudo seja sem fios e um pequeno hub reunirá toda a informação e enviá-la-á para a nuvem".
Massey acredita que, na próxima década, serão utilizados aspectos da IA no jardim, como a otimização dos sistemas de rega.
Isto pode incluir ter sensores no jardim que lhe digam quão húmido está o solo, quando vai chover e quando vai estar muito calor, e otimizar os horários de rega para satisfazer essas exigências, em vez de regar todos os dias durante uma hora, independentemente do tempo e do que se passa no próprio solo.
Créditos: PA;
Aperfeiçoamento profissional
"Melhorar as competências das pessoas, dando-lhes mais conselhos, mais informações e mais dados sobre os seus jardins, pode permitir-lhes ser mais sustentáveis, jardinar e crescer de uma forma que será melhor para o planeta e ajudar-nos a combater os efeitos das alterações climáticas".
Ele prevê que o desenvolvimento da IA para jardins não demorará muito tempo.
"O RHS já está a implementar a IA nas suas aplicações, pelo que já está acessível.
Na pesquisa do Google, obtém-se uma visão geral da IA, pelo que a IA já está presente nas nossas vidas, e não creio que demore muito até que existam sistemas disponíveis para os jardineiros que utilizem uma tecnologia semelhante à que estamos a conceber para Chelsea, e que permitam que esses sistemas sejam implementados em casas residenciais".
Mais tempo
Ele espera que a IA não encoraje os jardineiros a tornarem-se mais preguiçosos, mas acredita que lhes dará mais tempo, utilizando uma analogia entre ferramentas analógicas e ferramentas eléctricas.
Será que as pessoas preferem apanhar todas as folhas com um ancinho em vez de usar um soprador de folhas, usar um cortador de relva manual em vez de um robótico, ou podar manualmente uma sebe com uma tesoura em vez de um corta-sebes, ou em termos de design desenhar à mão ou usar um computador para desenhar um jardim?
"Adoptámos a tecnologia ao longo da história para acelerar processos, para nos tornarmos mais eficientes, para nos poupar tempo para passar com a família ou socializar com os amigos, por isso esperamos que a IA e a tecnologia na jardinagem nos permitam ter mais tempo para os aspectos mais agradáveis da jardinagem", afirma.
No entanto, Sarah Plested, proprietária da Bramley Apple Garden Design e professora de design de jardins na Capel Manor, a faculdade ambiental de Londres, afirma que a IA ainda está longe de substituir os designers de jardins.
No que diz respeito ao trabalho de design, observa que a IA está "muito longe, porque cada projeto e cada local são muito diferentes e cada cliente é diferente.
"Não é uma questão de recolher informação de centenas de jardins diferentes e de a colocar lá, porque é preciso compreender o briefing do cliente. A maior parte do meu trabalho tem a ver com a relação com o meu cliente e com a forma como trabalhamos juntos e com o facto de eu compreender o cliente e o que ele precisa do seu jardim.
"As pessoas precisam dessa interação pessoal, precisam de falar sobre o assunto e precisam que eu compreenda o que querem para as suas vidas e como vai funcionar. As pessoas estão a investir em si.
"Tenho dificuldade em ver onde a IA pode apoiar isso, mesmo num futuro próximo."
RELVADOS ARTEFICIAIS É PARA ESQUECER NÃO SÃO A SOLUÇÃO
RELVA ARTIFICIAL – RESIDENCIAL E USO DESPORTIVO OU DE LAZER !
É a grande questão que muitos se colocam na hora de preparar o jardim: relva artificial ou natural?
Como em quase tudo, não existe uma resposta correta, até porque a escolha dependerá de muitos fatores. Para ajudar na decisão, os especialistas da Ecossistemas explicam as vantagens e desvantagens de cada um deles.
Agradecemos que leiam ate ao fim
Relva artificial: vantagens e desvantagens
Tornou-se uma das opções preferidas nos últimos anos, em parte porque os acabamentos são cada vez mais naturais e existe uma grande variedade de preços, assim como de modelos. Mas não são suas únicas vantagens:
• A sua manutenção é muito simples, basta escovar, lavar e desinfetar de vez em quando;
• A presença de insetos será muito menor do que quando há relva natural. E a lama também é evitada;
• Se for de boa qualidade, ficará em perfeitas condições durante anos;
• Ideal para quem sofre de alergias;
• Pode ser instalado em qualquer espaço: à volta da piscina, num pátio ou mesmo no terraço. Pode colocar-se seja qual for o clima;
Mas, assim como tem muitas vantagens, a relva artificial também tem algumas desvantagens:
• A melhor qualidade e os acabamentos mais realistas têm preços elevados;
• É necessário desinfetá-la periodicamente, principalmente se houver crianças ou animais domésticos em casa;
• A incidência direta do sol faz com que a relva artificial atinja altas temperaturas;
• Pode ser abrasiva no caso de quedas acidentais.
Relva natural: vantagens e desvantagens
Se já pensaste em escolher relva natural, é importante que tenhas em mente que esta opção tem coisas boas e não tão boas. Começamos com as vantagens:
• A estética da relva natural, cor e toque são incomparáveis;
• Quando o calor aperta, ajuda a refrescar o ambiente. A relva dissipa o calor e, após regar, a sensação de fresco é muito agradável;
• A relva natural não só absorve o calor, mas também o ruído, tornando-a perfeita em áreas urbanas;
• Ela autorregula a sua atividade bacteriana, por isso é uma boa escolha se tivermos filhos pequenos ou animais de estimação.
Quanto às desvantagens, estas seriam algumas delas:
• Desde semear ou colocar a relva até que ela possa ser pisada, é preciso deixar passar algum tempo;
• A sua manutenção é mais trabalhosa do que a da relva artificial: regar, fertilizar, cortar, substituir, etc.
• Requer um maior consumo de água, portanto em áreas secas ou quentes não é a melhor escolha;
• Está exposto a pragas que podem forçar sua substituição, com o consequente custo associado.
Qual é a melhor opção?
Dependerá sempre do gosto, do gasto que se pretende assumir e do tempo que se pode dedicar ao seu cuidado. O que importa é que sendo natural ou artificial seja possível desfrutar ao máximo desse espaço
O filho tem um treino numa equipa de formação e lá estão eles.
O clube da terra disputa um encontro na distrital e lá estão eles.
Sem o mesmo cheiro dos naturais, sem necessidade do uso intensivo de rega, mas com aquelas irritantes bolinhas que entram pelas meias e pelas botas adentro e que, depois, contaminam a casa, quais invasoras.
Os relvados artificiais são uma constante quotidiana, enchem a paisagem e o panorama desportivo nacional e internacional. Em campos onde jogam amadores, onde se divertem meninos e meninas, em academias de formação.
Não há exatamente um consenso quanto ao número exato de campos de relva sintética na Europa, mas estudos citados pela Comissão Europeia ou por outras entidades indicam um total entre 40 a 50 mil em todo o continente.
Pois bem, Bruxelas quer que aquilo que está por debaixo das chuteiras mude.
Não a relva artificial em si, que ao contrário do que foi noticiado não será proibida ou banida, mas a forma como esta é produzida.
A borracha dos pneus no final da vida útil
A 25 de setembro foram anunciadas uma série de medidas para combater os microplásticos. Estas pequenas partículas de menos de cinco milímetros, não biodegradáveis, prejudicam o meio ambiente e a saúde humana, poluindo ecossistemas e estando ligados a vários efeitos negativos para o organismo.
Estima-se que 42.000 toneladas de microplásticos intencionalmente acrescentados a diversos produtos são libertadas no espaço comunitário anualmente, sendo depois ingeridos pelos humanos através da cadeia alimentar, havendo ligações a problemas como um decréscimo na saúde produtiva, cancro ou resistência à insulina.
Claro que nos residenciais e de empreendimentos se passa o mesmo.
Os campos desportivos sintéticos utilizam grânulos de pneus usados que representam riscos para a saúde, por libertarem um gás cancerígeno e genotóxico, alertam organizações do ambiente europeias, que pedem o uso de produtos naturais.
Num documento sobre microplásticos a que a Lusa teve acesso, da responsabilidade de organizações não-governamentais ambientalistas, salienta-se que o alerta parte de cientistas e que há alternativas naturais, uma delas a cortiça, que até já foi certificada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).
Os campos desportivos sintéticos utilizam grânulos de pneus usados que representam riscos para a saúde, por libertarem um gás cancerígeno e genotóxico, alertam organizações do ambiente europeias, que pedem o uso de produtos naturais.
Num documento sobre microplásticos a que a Lusa teve acesso, da responsabilidade de organizações não-governamentais ambientalistas, salienta-se que o alerta parte de cientistas e que há alternativas naturais, uma delas a cortiça, que até já foi certificada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).
No entanto, segundo as organizações, em 2017 apenas 3% dos campos certificados pela FIFA utilizavam alternativas orgânicas.
O uso de grânulos provenientes de pneus usados é frequente em campos de futebol de relva artificial e outros campos desportivos. Os campos de relva artificial são feitos em várias camadas de diferentes tipos de plástico, de borracha e de outros materiais.
“Os pneus incluem borracha sintética, um polímero plástico com muitos aditivos tóxicos, pelo que os grânulos são uma verdadeira preocupação, de tal forma que estão proibidos nos aterros de resíduos”, dizem as organizações, que acrescentam que os jogadores nem sempre sabem dos riscos potenciais dos altos níveis de gás que se desprendem dos grânulos.
Nem tão pouco, acrescentam, da elevada toxicidade dos grânulos que se “escapam” dos campos e que envenenam o ambiente com o seu “cocktail” de aditivos químicos e metais pesados, incluindo altos níveis de zinco e cloro.
De acordo com o documento, até ao próximo ano devem existir na Europa 100.000 campos, que geram algo aproximado a 16.000 toneladas de poluição de grânulos em cada ano.
No ano passado um painel de peritos, a pedido da Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA, na sigla original), analisou a questão e recomendou a proibição total do uso dos granulados com origem nos pneus usados, diz-se no documento, no qual se acrescenta que há alternativas seguras e naturais, além da cortiça, como a madeira, ou mesmo caroços de azeitonas moídos ou cascas de nozes moídas.
A opção pelos “granulados tóxicos”, dizem os responsáveis, pode estar relacionada com o facto de serem muito baratos. Em 2016 a produção global de borracha sintética e natural foi de 27,3 milhões de toneladas, com cerca de 70% delas utilizadas em pneus. Em cada ano vão para o lixo, a nível mundial, mil milhões de pneus, pelo que há muita matéria-prima.
Segundo os dados do documento, um campo artificial de futebol, de tamanho normal, absorve 25.000 pneus triturados. Este uso aliviou a pressão sobre as empresas desde a década de 1990, que assim deixaram de se preocupar com a eliminação dos pneus, antes passando o problema para os donos dos campos. Um relvado artificial deve ser substituído a cada oito a 10 anos.
“Mas o problema da eliminação torna-se mais difícil quando cada pneu se torna em centenas ou milhares de pedaços”, alerta-se no documento. Embora a indústria recomende a reciclagem de velhos campos, as organizações não-governamentais dizem que na Europa apenas uma empresa faz de facto a reciclagem dos campos, e que como os campos são compostos por várias camadas e de materiais diferentes, a reciclagem é muito difícil, tanto mais que os granulados provenientes dos pneus não podem ir para aterro.
A proibição do uso dos restos de pneus iria impulsionar alternativas naturais, mas as organizações não-governamentais de defesa do ambiente referem que nos últimos meses a União Europeia tem sido pressionada pela indústria de produção e reciclagem de pneus para que essa proibição não seja efetivada, “porque os campos constituem cerca de 30% do seu mercado”.
E não só campos, parques infantis e passeios para peões também são “clientes” do material feito de pneus usados, acrescentam.
As organizações não-governamentais concluem que na Europa se substituíram os campos de relva natural por campos de resíduos tóxicos, e querem que esses campos sejam feitos de produtos naturais “em vez de se esconder os resíduos tóxicos de pneus à vista de todos”.
Os contras dos relvados de plastico
Leia os defeitos dos relvados artificiais
Sistemas de rega em coberturas verdes
REGA EM COBERTURAS VERDES
As coberturas verdes são uma tendência, que fornece um ecossistema saudável, sendo da responsabilidade dos profissionais dos espaços verdes garantir que estes espaços se transformam ao serviço das comunidade. Para qualquer planta, a melhor rega é a que cai do céu, mas os melhores técnicos de espaços verdes sabem que não existe um bom projeto paisagistico sem um ainda melhor sistema de rega. Um sistema de rega eficiente, e devidamente dimensionado, desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer cobertura verde (também chamada de cobertura ajardinada). Na HDL projetamos e fornecemos soluções que possibilitam que aplique um sistema de rega eficiente, de forma a obter uma cobertura verde saudável.
REGA POR ASPERSÃO
Quando devidamente dimensionado, e corretamente instalado, os bicos multijatos, como o MP Rotator da Hunter, são uma solução efectiva para a rega de coberturas verdes. Graças à forma lenta e eficaz com que aplica a água, os bicos MP Rotator traduzem um uniformidade incomparável quando comparados com outros métodos de rega por aspersão. A tecnologia multijato, com múltiplas trajetórias, vence os mais difíceis ventos, fornece a água necessária, sem grandes desperdicios, com uma taxa de precipitação ideal para que o solo a possa absorver. Os sistemas de aspersão, também funcionam como metodologia de lavagem das plantas, mantendo-as limpas, brilhantes e mais saudáveis. Para uma maior eficiência, utilize o corpo pulverizador Hunter PROS, com regulação de pressão, de forma a manter as gotas consistentes. Escolha a altura do corpo de acordo com a profundidade do substrato.
REGA ENTERRADA
A rega enterrada foi uma enorme revolução na indústria da rega para espaços verdes, o que veio trazer aos arquitetos paisagistas a solução mais eficiente para a rega automática de coberturas verdes. Com os projetos de rega enterrada para coberturas verdes da HDL, não apenas utilizamos um tubo de rega localizada, com um gotejador especial para funcionamento enterrado, como também recomendamos metodologias de instalação que garantem uma óptima eficiência e aplicação equiparada em toda a área verde. Instalado mesmo abaixo da zona radicular, o tubo gota-a-gota HDL Prodrip utiliza tecnologia especializada para regar de forma eficaz em profundidade, com as seguintes vantagens:
Retém de forma eficaz a água na região radicular da planta
Elimina as perdas de água por força de ventos ou por evaporação
Tem uma distribuição uniforme e eficiente em toda a área, devido à forma como é instalado
Ideal para subtratos com elevadas taxas de lixiviação
Tempos de rega reduzidos, promovendo uma poupança de água significativa
Quando é instalado um sistema de rega enterrado, é recomendado que na fase de implementação, como o sistema radicular ainda não se encontra estabelecido, seja instalado um sistema de aspersão provisório.
FERTIRRIGAÇÃO
Todas as coberturas verdes, incluindo as de "sedum", necessitam da aplicação regular de fertilizantes, pois o suprimento natural de nutrientes através do solo será rapidamente esgotado. Sem um sistema de fertilização eficiente,, apenas as plantas mais resistentes irão resistir, reduzindo a diversidade das plantas, e eventualmente levando a uma monocultura. A forma mais eficaz de adicionar nutrientes ao solo, é através do sistema de rega. Um injetor accionado pela água, como o Venturi, ou um Doseador Proporcional, vai alimentar o sistema com fertilizantes liquidos a uma determinada taxa de injeção.
PRESSURIZAÇÃO
Devido à localização do sistema, normalmente num ponto mais elevado do que o local técnico, torna-se fundamental não só pressurizar o sistema, como também ter elementos de controlo do mesmo ao longo das condutas de abastecimento. deve ser considerada a instalação de uma eletrobomba de pressurização no local técnico, dimensionada em função das características do sistema, e em conjunto com esta um comando eletrónico. Deve também ser prevista uma válvula de ar, estrategicamente localizada, do tipo Ventosa "A", em todos os setores, sendo que os mesmos devem estar também equipados com um coletor de admissão, um coletor de descarga e uma válvula de descarga. Todos estes equipamentos devem estar corretamente posicionados, pelo que em caso de dúvidas recomendamos que solicite um projeto do sistema de rega à HDL.
AUTOMAÇÃO
Para garantir o funcionamento automático do sistema de rega. deve ser instalado um coletor de eletroválvulas no local técnico, e levar um tubo de diâmetro adequado para alimentar cada um dos setores de rega. Para a operação elétrica das eletroválvulas, pode utilizar um controlador de 220V/24V (recomendado), ou em alternativa um controlador de 9V, com funcionamento a pilhas. Quando selecionar o equipamento para controlar a rega, para maximizar a eficiência, opte por soluções que promovem o uso consciente da água, tais como:
Soluções alimentadas por painel solar, tais como o XC Hybrid, que dispensam a utilização de baterias. A utilização da energia solar, garante a certificação LEED assegurando a sustentabilidade dos espaços verdes.
O Hunter Node Bluetooth, com funcionamento a baterias, é uma solução eficaz que permite aos utilizadores a programação dos sistemas de rega sem terem de aceder à caixa de alojamento de válvulas. Pode ser adicionado um sensor de humidade de solo, que deteta e interrompe a rega quando esta atinge os niveis adequados de irrigação. Sensores de chuva podem também ser conectados ao controlador, de modo a suspender o sistema em caso de chuva.
Os controladores de rega com gestão por wi-fi, tais como o Hunter X2 ou o Hunter Pro-HC, são soluções integradas com a APP Hydrawise, que permitem a gestão do sistema a partir de qualquer localização, através de um tablet, smartphone ou browser. Graças à tecnologia Predictive Watering, o controlador ajusta a programação da rega diariamente, baseado na temperatura, probabilidade de chuva, velocidade do vento e humidade. Esta combinação maximiza a eficiência do sistema de irrigação, assegurando espaços verdes mais bonitos e mais resistentes.
RECUPERAÇÃO DE ÁGUAS
Com um projeto devidamente estruturado, é possível que a rega de uma cobertura verde seja equipada com um sistema de recuperação e reciclagem das águas. Os excedentes de de água das chuvas, e os excedentes provenientes do processo de irrigação podem ser armazenados em tanques, para ser reutilizado quando for necessário. De forma a preservar a qualidade, este armazenamento deve ser feito em tanques enterrados, onde a água pode ser mantida a uma temperatura baixa e longe da ação da luz solar. Em sistemas onde não é possível enterrar, a água pode ser armazenada em reservatórios de chapa. É de extrema importância que a água proveniente do aproveitamento pluvial seja filtrada, retirando folhas ou outros detritos. Deve também ser instalado um sistema de filtração antes do novo bombeamento para a rega. Também é importante que a equipa de manutenção mantenha o espaço livre de fontes de contaminação, tais como plantas com pragas ou aves mortas, entre outros.
Licenciamentos de arranjos exteriores ,jardins e sistemas de rega de áreas verdes e outros.
IDEIAS PARA UM JARDIM DE ESTILO MEDITERRÂNEO
As paisagens mediterrâneas evocam imagens de descanso à beira de uma piscina convidativa, tendo como pano de fundo paredes coloridas e plantações exuberantes.
Incorporar a estética vibrante de um jardim mediterrâneo em seu próprio quintal pode fazer com que você sinta que está de férias o ano todo.
O clima mediterrânico distingue-se por verões cada vez mais quentes e secos e invernos amenos e húmidos.
As plantas nativas estão adaptadas a longos períodos de seca e requerem pouca manutenção.
Com muitas regiões a tornarem-se mais quentes e secas devido às alterações climáticas, a utilização de plantas adaptadas à seca do Mediterrâneo e de outras regiões áridas tornou-se uma necessidade primordial estando a caminhar para nalguns locais desérticos.
Mesmo que você não viva em um clima seco, ainda poderá conseguir o visual mediterrâneo, seja em todo o seu quintal, ou incorporando recursos aqui e ali.
O QUE É UM JARDIM DE ESTILO MEDITERRÂNEO?
Um jardim mediterrâneo celebra o estilo de vida descontraído ao ar livre típico de países como França, Espanha, Itália, Grécia e Marrocos, onde refeições ao ar livre, sestas tranquilas e encontros com familiares e amigos são comuns.
As experiências sensoriais são essenciais, seja o perfume inebriante do jasmim, o som calmante da água a escorrer, ou as cores vibrantes das paredes pintadas, dos tecidos exóticos e dos azulejos decorativos.
O estilo é rústico e casual, exalando um toque atemporal e integrando-se ao ambiente natural.
O QUE HÁ EM UM JARDIM MEDITERRÂNEO?
Os jardins mediterrânicos são concebidos para responder ao clima quente.
Eles são caracterizados por retiros sombreados para escapar do sol escaldante do verão, recursos de água refrescante, áreas de estar ao ar livre, plantas tolerantes à seca e cascalho para substituir relvados sedentos de água.
QUE PLANTAS CRESCEM BEM NO CLIMA MEDITERRÂNEO?
As plantas mediterrâneas estão adaptadas para sobreviver a longos períodos sem água no verão e requerem uma boa drenagem para evitar o apodrecimento das raízes devido às chuvas de inverno.
Além dos verdadeiros nativos do Mediterrâneo, incluem plantas de outros lugares com climas semelhantes, como Califórnia, África do Sul e Austrália.
Escolha e avalie seu local e sua envolvente .
A maioria das plantas mediterrâneas precisa de sol total ou parcial e boa drenagem.
Encontre uma área em seu quintal que receba pelo menos 6 a 8 horas de sol durante a maior parte da estação de cultivo e corrija o solo conforme necessário.
Algumas plantas podem precisar de um local protegido do vento.
Canteiros elevados ou um jardim de pedras são boas alternativas se o solo nativo tiver pouca drenagem.
Obtenha ideias.
Utilize recursos online como o Pinterest para reunir ideias.
Visite jardins locais que incluem plantas tolerantes à seca para ver o que crescerá em sua região.
Faça uma lista dos elementos que deseja incluir, como áreas de estar ou de jantar, fontes de água, móveis, acessórios e plantas. Considere características exclusivamente mediterrâneas, como uma fonte em camadas, um jardim de ervas ou uma quadra de bocha.
Crie um plano.
Desenhe um esboço para visualizar como ficará o espaço finalizado. Se você decidir por uma grande transformação, consulte um paisagista profissional - ecossistemas possui .
Considere a escala.
Escolha materiais e recursos adequados à sua casa e quintal. Se você tiver espaço limitado, ainda poderá incluir um pequeno elemento aquático, como uma fonte de parede ou um bebedouro para pássaros.
Os assentos de bistrô podem ser substituídos por móveis maiores.
Um pequeno caramanchão ou treliça pode substituir uma pérgula de tamanho normal.
Considere o estilo.
Certifique-se de que os materiais, esquema de cores, plantas e acessórios sejam compatíveis com a fachada da sua casa.
Combine elementos mediterrâneos com toques locais para dar à sua paisagem uma sensação de lugar.
Os jardins mediterrânicos caracterizam-se por elementos específicos que se integram na paisagem. Incorpore quantos desses recursos desejar em seu quintal.
Sombra.
Locais para fugir do calor do sol são essenciais nas paisagens mediterrânicas.
As pérgulas são uma característica comum, uma extensão elegante da casa que proporciona sombra e um espaço íntimo para refeições ou descanso ao ar livre.
Outros recursos de sombra podem incluir um pátio, varanda, guarda-sol, pano de sombra ou uma grande árvore. Estruturas abertas permitem melhor circulação de ar e resfriamento.
Água.
A água é um componente importante dos jardins mediterrâneos, uma contrapartida refrescante da paisagem ensolarada.
O som da água em movimento e a qualidade reflexiva são calmantes e revigorantes, proporcionando um refúgio para pássaros, insetos benéficos e
É legal podar os galhos do condomínio vizinho que invadem o seu jardim?
A verdade
Aqui está toda a verdade sobre as árvores próximas invadindo sua propriedade. Veremos se é legal podar os galhos das árvores do vizinho que entram em sua casa. Todos os detalhes. Se você tem jardim e vizinhos certamente já se encontrou na situação de um dos dois invadir a propriedade alheia com os galhos da árvore que está na beira .
Nesse caso, você precisa saber o que fazer para evitar problemas jurídicos com o vizinho.
Na verdade, é sempre melhor ter relações pacíficas com os vizinhos, mas nem sempre é esse o caso. Aqui veremos então o que diz a lei sobre a poda de galhos que invadem sua propriedade. Podem ser feitos no seu espaço ou é preciso pedir autorização ao dono da árvore?
É legal podar os galhos do vizinho? A lei diz isso
Como dissemos, é disso que fala a lei e então vamos ver o que diz o artigo que mencionamos. Dependendo disso, você pode cortar tanto galhos quanto raízes que estão na sua propriedade .
Portanto, é proibido que sua árvore invada outro imóvel com raízes e galhos.
Por outro lado, mesmo que uma árvore esteja dentro de uma distância legal, ela pode crescer demais e desenvolver-se com o tempo.
Portanto, caso você entre na Justiça por uma situação como essa, saiba que quem tem o imóvel invadido por filiais alheias tem razão . Isso pode cortá-los sem pedir permissão.
Nesse caso, uma vizinha foi condenada a pagar pela poda de galhos que invadiam sua propriedade. Várias sentenças foram proferidas desde que os recursos foram apresentados ao Tribunal de Recurso e ao Supremo Tribunal.
Os juízes não concordaram, mas o Supremo Tribunal explicou tudo bem.
Segundo o artigo, de fato, os galhos que invadem a propriedade podem ser cortados, mas a indenização não é especificada.
Por isso o vizinho não pode exigir o pagamento da poda, pois a escolha é sua.
Afinal, o crescimento dos galhos das árvores em direção à propriedade alheia é uma escolha da natureza que em nada depende do dono da árvore.
Você pode então cortar os galhos das árvores que estão invadindo suas terras, mas não poderá reivindicar indenização por isso.
12 DICAS PARA PROJETAR SEU ESPAÇO EXTERIOR IDEAL
CONSELHOS DE ESPECIALISTAS PARA CRIAR UMA ÁREA DE ESTAR AO AR LIVRE QUE VOCÊ VAI ADORAR
À MEDIDA QUE AS TEMPERATURAS MEDIAS SOBEM, OS NOSSOS PENSAMENTOS VOLTAM-SE PARA A VIDA AO AR LIVRE.
AS FLORES DESABROCHANDO E O CHEIRO DOS CHURRASCOS NO QUINTAL NOS ATRAEM PARA A VARANDA OU PÁTIO COM AMIGOS E FAMILIARES.
APRENDA COMO CRIAR SEU ESPAÇO AO AR LIVRE IDEAL COM A AJUDA DESTAS 12 DICAS.
1. OBJETIVO:
PENSE EM COMO O ESPAÇO EXTERNO SERÁ UTILIZADO E PLANEJE ADEQUADAMENTE.
• VOCÊS ORGANIZAM JANTARES OU CHURRASCOS OU ATIVIDADES EXTERIORES ?
• QUANTOS CONVIDADOS VOCÊ NORMALMENTE RECEBE?
• VOCÊ ESTÁ PROCURANDO UM ESPAÇO TRANQUILO PARA RELAXAR E DESCONTRAIR?
• O SEU ESPAÇO PRECISA SER ADEQUADO PARA CRIANÇAS OU ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, COM UMA ÁREA SEPARADA SÓ PARA ELES?
2. LAYOUT:
AO PROJETAR UM ESPAÇO AO AR LIVRE, O ARQUITETO PAISAGISTA SUGERE USAR A MESMA CONSIDERAÇÃO COMO SE VOCÊ ESTIVESSE PROJETANDO A PLANTA BAIXA DE UMA NOVA CASA.
CADA ÁREA EXTERNA DEVE TER UMA LIGAÇÃO LÓGICA E FUNCIONAL COM O INTERIOR DA CASA, COMO LOCALIZAR A ÁREA DE JANTAR EXTERNA PERTO DA COZINHA.
2. ENTORNO:
APROVEITE AO MÁXIMO AS VISTAS QUE SUA PROPRIEDADE TEM A OFERECER – ORGANIZE UMA PEQUENA ÁREA DE ESTAR PARA DESFRUTAR DE UMA XÍCARA DE CAFÉ E OBSERVAR O NASCER DO SOL OU UMA MESA E CADEIRAS PARA APERITIVOS E COCKTAILS AO PÔR DO SOL. DA MESMA FORMA, USE SEBES OU TELAS PARA BLOQUEAR MONSTRUOSIDADES DESAGRADÁVEIS. O ARQUITETO PAISAGISTA, SUGERE OLHAR ALÉM DOS LIMITES DE UMA PROPRIEDADE PARA OBSERVAR COMO O LOCAL SE ADAPTA AO AMBIENTE CIRCUNDANTE.
3. EXPOSIÇÃO:
4. A DIREÇÃO VOLTADA PARA O SEU ESPAÇO EXTERNO PODE DEFINIR SUA FUNCIONALIDADE. NAS MONTANHAS DO CENTRO DE IDAHO, O ECOLOGISTA PAISAGISTA
TEVE QUE CONSIDERAR O FATO DE QUE OS ESPAÇOS VOLTADOS PARA O NORTE E O LESTE SÃO INUTILIZÁVEIS NO INVERNO E PODEM ATÉ SER FRIOS DEMAIS PARA SEREM CONFORTÁVEIS NO VERÃO.
5. PADRÕES DE VENTO:
ANOTE A DIREÇÃO DO VENTO PREDOMINANTE E A HORA DO DIA. ALGUMAS ÁREAS PODEM SER CALMAS PELA MANHÃ, MAS TÊM UMA BRISA NOTURNA REGULAR.
A ÚLTIMA COISA QUE VOCÊ DESEJA É CONSTRUIR UMA ÁREA PARA FOGUEIRA E TER OS ASSENTOS NA DIREÇÃO DO VENTO OU PROJETAR UMA BELA ÁREA DE JANTAR AO AR LIVRE EM UM TÚNEL DE VENTO.
6. CONFORTO:
SE O SEU ESPAÇO AO AR LIVRE RECEBE MUITO SOL DA TARDE OU DO INÍCIO DA NOITE, VOCÊ VAI QUERER FORNECER SOMBRA PARA MAIOR CONFORTO.
GUARDA-SÓIS, PÉRGULAS, PÁTIOS COBERTOS OU ÁRVORES PODEM ALIVIAR A TENSÃO EM UM DIA QUENTE DE VERÃO, FORNECENDO ABRIGO CONTRA O CALOR, BEM COMO FORNECER ABRIGO CONTRA UMA CHUVA PASSAGEIRA DE VERÃO.
7. SUGERIMOS O USO DE UMA COMBINAÇÃO DE SUPERFÍCIES, COM UMA PARTE DO SOLO MACIA E CONVIDATIVA, MAS DEIXANDO SUPERFÍCIE DURA SUFICIENTE PARA CADEIRAS E OUTROS MÓVEIS. ELE PREFERE ELEMENTOS NATURAIS E INCORPORA LAJES, GRANITO DECOMPOSTO, GRANDES PEDRAS E DECKS DE MADEIRA.
8. SELEÇÃO DE PLANTAS:
MESMO UM JARDINEIRO ÁVIDO PRECISA DE UM LUGAR PARA RELAXAR. ESCOLHA UMA VEGETAÇÃO FÁCIL DE CUIDAR DENTRO E AO REDOR DE SUA ÁREA EXTERNA PARA UMA ÁREA DE BAIXA MANUTENÇÃO.
AS SUAS PLANTAS IDEAIS SÃO ARBUSTOS BONITOS E ARREDONDADOS QUE CRESCEM CERCA DE 10 CENTÍMETROS POR ANO; COMO BUXO, AGAVES E ALOÉS PARA O CLIMA DA MEDITERRÂNICO. (VEJA MAIS ARBUSTOS FÁCEIS DE CUIDAR.)
ELA TAMBÉM GOSTA DE USAR SUPERFÍCIES VERTICAIS PARA PROJETAR PAREDES VERDES PARA PRIVACIDADE E DEIXAR O ESPAÇO SUPERIOR ABERTO PARA VER O CÉU.
LEMBRE-SE TAMBÉM DE QUE, EMBORA AS PLANTAS QUE ATRAEM ABELHAS E OUTROS POLINIZADORES SEJAM BOAS PARA O SEU JARDIM, TALVEZ VOCÊ NÃO QUEIRA ESSAS PLANTAS ESPECÍFICAS NO MEIO DA SUA ÁREA DE JANTAR. PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A SELEÇÃO DE PLANTAS, CONSULTE IDEIAS DE PLANTIO PARA SEU JARDIM.
8. MOBILIÁRIO:
AS ESCOLHAS ADEQUADAS DE MOBILIÁRIO DE EXTERIOR DEPENDERÃO DO USO PRETENDIDO DO ESPAÇO – JANTAR, RELAXAMENTO, ENTRETENIMENTO – OU, MUITO PROVAVELMENTE, ALGUMA COMBINAÇÃO DOS TRÊS. SELECIONE MÓVEIS CONFORTÁVEIS E PRÁTICOS PARA USO EXTERNO, RESISTENTES ÀS INTEMPÉRIES E LAVÁVEIS. PFEIFFER RECOMENDA PEQUENAS MESAS MÓVEIS PARA COQUETÉIS E LANCHES. USE CORES E PADRÕES PARA TRAZER O SEU ESTILO INTERIOR PARA FORA.
9. ÁGUA:
PARA UMA ADIÇÃO REFRESCANTE E RELAXANTE AO SEU ESPAÇO, CONSIDERE ADICIONAR UM RECURSO DE ÁGUA. NÃO PRECISA SER UMA FONTE OU CACHOEIRA ELABORADA, APENAS A SUGESTÃO DE ÁGUA, MESMO QUE SEJA UM FIO, PODE TER IMPACTO. FOI DEMONSTRADO QUE A VISÃO E O SOM DA ÁGUA CORRENTE AUMENTAM O RELAXAMENTO E ATÉ REDUZEM A PRESSÃO ARTERIAL. SE VOCÊ TIVER A SORTE DE ESTAR PERTO DE UMA FONTE NATURAL DE ÁGUA – UM LAGO, O OCEANO OU UM RIACHO MURMURANTE – CONSIDERE PROJETAR UMA ÁREA DE ESTAR AO AR LIVRE QUE APROVEITE O QUE A NATUREZA OFERECE.
10. FOGO:
QUANDO AS NOITES ESTÃO FRESCAS, NÃO LEVE A FESTA PARA DENTRO. PROLONGUE A SUA TEMPORADA DE ENTRETENIMENTO AO AR LIVRE CRIANDO UMA FOGUEIRA OU ÁREA DE LAREIRA COM ASSENTOS CONFORTÁVEIS. APROVEITE AS NOITES AQUECIDAS PELO FOGO O ANO TODO EM CLIMAS MAIS AMENOS. INCORPORE ÁREAS DE ARMAZENAMENTO PARA COBERTORES E SUPRIMENTOS PARA ASSAR E ENCONTRE MAIS INSPIRAÇÃO PARA AQUECER SEU ESPAÇO AO AR LIVRE EM LAREIRAS OU FOGÕES.
11. ILUMINAÇÃO:
FAÇA DO SEU ESPAÇO EXTERIOR UMA VERDADEIRA EXTENSÃO DA SUA CASA INCORPORANDO ILUMINAÇÃO. ILUMINE AS ÁREAS DE COZIMENTO AO AR LIVRE PARA PERMITIR QUE MAIS PREPARAÇÃO DAS REFEIÇÕES SEJA FEITA AO AR LIVRE. CRIE INTERESSE VISUAL E EXPANDA A SENSAÇÃO DO ESPAÇO
12 ARQUITETO
CONTRATE UM ESPECIALISTA COM EXPERIÊNCIA
OS JARDINS PUBLICOS MAIS PREMIADOS
Ecossistemas projecto e construção
Jardins premiados
Cinco jardins portugueses entraram na lista dos melhores espaços verdes do mundo. O programa Green Flag Award considerou o Jardim Botânico do Porto, o Parque da Cidade e o Jardim do Passeio Alegre, no Porto (novamente, depois dos títulos em 2019 e 2020), bem como o Parque Aventura e Trilho Ecológico, em Baguim do Monte, e o Jardim do Monte Latito, em Guimarães, como cinco dos mais belos e interessantes do mundo
Jardim do Monte Latito
Bem a Norte, na cidade de Guimarães, o Jardim do Monte Latito foi um dos cinco jardins portugueses consagrados na lista dos melhores do mundo. E não restam dúvidas do porquê da sua inclusão. Bem próximo do centro da cidade, e do histórico Castelo de Guimarães, este espaço verde dá aos vimaranenses um amplo e rico local para praticar exercício ao ar livre, ou simplesmente para passear e descansar a alma. Nele, para além do Castelo, o Paço dos Duques de Bragança e a Igreja de São Miguel são também dois interessantes locais a visitar.
Parque Aventura e Trilho Ecológico
Em Baguim do Monte, a cerca de 12 quilómetros da cidade do Porto, o Parque Aventura da Lipor é um dos chamarizes ‘verdes’ de Gondomar, com espaços para a realização de atividade física. O parque tem uma história curiosa, nascendo do aproveitamento de 19 hectares que, nos anos 70, formavam o aterro sanitário de Baguim do Monte. Hoje em dia, as atividades são variadas, desde o Parque Radical até ao Circuito de Arborismo, passando pelo Parque Infantil, Campo de Minigolfe, Trilho Ecológico, Mini Campo de Futebol e até uma Banca de Gelados para os mais novos. O espaço preocupa-se também com a salvaguarda e a manutenção da biodiversidade, focando-se no vizinho rio Tinto.
Jardim do Passeio Alegre
A caminho da Foz do Douro, um espaço verde nas bordas do rio capta sempre o olhar dos visitantes. O jardim do Passeio Alegre, com os seus icónicos bancos vermelhos e alta vegetação, à beira-rio, é o local ideal para parar, pensar e refletir. Para descansar, para escrever e para respirar a maresia que se mantém bem perto. Projetado pelo arquiteto paisagista Émile David, este espaço de cerca de 4 hectares é a porta de entrada para a pitoresca zona da Foz.
Jardim Botânico do Porto
Na zona Oeste da cidade do Porto, perto das Faculdades de Ciências, Arquitetura e Letras da Universidade do Porto, o Jardim Botânico da cidade é, por excelência, o sítio para estudantes – e não só – recarregarem baterias, por entre uma rica diversidade de jardins. A imponente Quinta do Campo Alegre (ou Casa Andresen) marca a pauta arquitetónica do jardim e serve de postal para o mesmo. É, aliás, figura presente na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, que viveu nesta casa durante a sua infância, e que a imortalizou na sua obra O Rapaz de Bronze.
Parque da Cidade
Localizado na fronteira entre o Porto e Matosinhos, o Parque da Cidade é o pulmão verde desta capital a Norte. Biodiversidade, um pitoresco lago e muito, muito espaço para caminhar e fazer desporto são as principais características deste espaço, que se alonga, por entre a Estrada da Circunvalação e a Avenida da Boavista, até ao mar. A fauna e a flora do parque é especial e única, garantindo um espaço ideal para piqueniques e passeios, tanto no inverno como no verão. No mês de maio, milhares de estudantes invadem o Parque, nomeadamente na zona do Queimódromo, onde todos os anos ocorre a Queima das Fitas da Federação Académica do Porto.
Os jardins fantásticos portugueses
São cinco os fantásticos jardins portugueses que se encontram entre os 250 melhores do mundo. São eles: o Parque de Serralves, no Porto; o jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa; a Quinta da Regaleira, em Sintra; a Quinta do Palheiro, no Funchal e o Parque Terra Nostra, nas Furnas.
Os cinco foram incluídos em The Gardener’s Garden, a edição da Phaidon Press dedicada ao universo dos jardins, que inclui exemplos clássicos e inevitáveis como o Taj Mahal, na Índia; os Kew Gardens, em Inglaterra; os jardins de Versalhes, em França; do Alhambra, em Espanha; a High Line de Nova Iorque, nos EUA; ou o sítio de Roberto Burle Marx, no Brasil. Pois bem, pelos cinco fantásticos, passam centenas de milhar de pessoas todos os anos. Falemos agora brevemente de cada um deles.
O Parque Terra Nostra é um jardim botânico e encerra uma das maiores colecções do mundo de camélias, tendo mais de 600 generos diferentes e também a maior colecção da Europa de Cicas. Fantástico!
O Parque de Serralves é um espaço verde, que se estende por 18 hectares e que envolve o Museu de Arte Contemporânea (Fundação de Serralves), tendo o jardim sido construído nos anos 30 do século XX pelo arquiteto francês Jacques Gréber.
O Palácio de Fronteira, em Lisboa, foi construído entre 1671 ou 1672, como pavilhão de caça para D. João de Mascarenhas, o primeiro marquês de Fronteira. A história da Regaleira atual principia em 1892, ano em que a propriedade foi adquirida pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro. Carvalho Monteiro quis ressuscitar o passado mais glorioso de Portugal, daí a predominância do estilo neomanuelino, com a sua ligação aos descobrimentos.
A Casa Velha da Quinta do Palheiro foi em tempos um pavilhão de caça construído pelo primeiro Conde de Carvalhal em 1801 como residência de Verão.
Os Jardins da Quinta do Palheiro Ferreiro reúnem algumas das mais raras e valiosas plantas exóticas, constituindo um verdadeiro paraíso para os amantes de camélias.
APRIL LAM: BETTER WAYS
Welcome to spring! For World Landscape Architecture Month, the April issue of LAM is FREE! We’ve taken this month to go back a decade and mark the start of a movement, the Pop-Up Decade, which, who knows, could become the pop-up century. Remember 2009? Everyone was blue. There was no work—or money. But designers and their clients picked up something potent begun by the firm Rebar (now Gehl) in San Francisco with the creation of Park(ing) Day: quick, cheap, usually temporary projects to wet the public’s feet with ideas about civic spaces, try them out, see how they respond. Many of those projects went away; many more turned into something lasting. It was an idea that suited the bad old days of the early teens, but it also has continued to translate well to more prosperous times, as our feature stories show you here.
In the Back is a piece every person in the profession should read, a conversation among four successful women designers on why they left powerful jobs in high-profile firms to chart their own ways ahead. It covers what is often a lot of unspoken ground—unspoken because many women don’t dare air their concerns at work, and because men in the workplace can be rather obtuse at times.
Please share the issue far and wide with colleagues, clients, and friends.
FOREGROUND
A Floodplain Forest (Water)
This setback levee project will give a river room to meander and help protect Hamilton City, California, from flooding.
Open Book (Planning)
A new stormwater management manual for multifamily residences aids resilience in
Lexington, Kentucky.
FEATURES
Get It Done
The Great Recession helped launch a wave of quick, low-cost projects to suit budgets
of the era. It’s still going strong.
Make It Pop
Some popped up and popped back down. Some stuck around or led to bigger things.
An album from a decade of pop-up.
Power Play
The nonprofit KaBOOM! has perfected a seemingly guerrilla approach to making playgrounds where kids lack them.
THE BACK
The Big Time. The Bigger Time.
A conversation among the women behind the Women’s Landscape Equality (re)Solution.
An Antidote to Excess (Books)
A review of Doing Almost Nothing: The Landscapes of Georges Descombes, by Marc Treib.
A Planetary Proposal (Backstory)
A sprawling corridor park could connect Earth’s most biodiverse places.
Everyone should be able to enjoy a garden, so how do we make them accessible for all?
At this muddy time of year, anyone in a wheelchair, and anyone with them, can appreciate the potential problems of visiting a garden. The same is true for parents pushing children in buggies. Even in drier periods, gravel can be as much of a problem for wheels as mud or grass.
But is that all there is to “accessibility”? I decided to talk to some of the experts in this area, to discover what the current thinking is.
Projectos e desenhos de áreas verdes ou jardins
Execução de actividades relativas à manutenção e plantação de jardins e espaços verdes (em habitações, escolas, edifícios públicos ou privados, parques e jardins municipais);
plantações e manutenção de espaços verdes em separadores de auto-estradas, estrada, entradas e terraços;
plantação e manutenção de campos desportivos e outros espaços recreativos;
plantações e manutenção de plantas para protecção contra o vento, ruído, erosão e visibilidade;
plantações para protecção do ambiente e da natureza;
manutenção de paisagens (recultivação, melhoramentos, áreas de retenção, bacias anti-inundações).
Pequenas actividades de construção e design associadas aos melhoramentos, plantação e manutenção de jardins e execução de croquis .
Instalação de pequenos sistemas de rega e manutenção de sistemas de rega no geral.
Instalação de relvados e prados, ressementeiras e manutenção.
Podas, abates, regas e tratamento fitossanitários de árvores e arbustos.
Tratamentos fitossanitários e aplicação de fertilizantes no âmbito da manutenção.
Fornecimento, execução e manutenção de floreiras de plantas ornamentais de interior e de exterior.
Decoração de espaços com plantas e/ou arranjos florais.Fornecimento de terra para jardins.
Manutenção de mobiliário de jardim.Análise de projectos e outras especificações técnicas, a fim de identificar os dados necessários do trabalho a orientar e/ou a realizar.
Orientação, fiscalização, supervisão das actividades de manutenção dos jardins em função de programações pré-estabelecidas.
Orientação, condução, operação e regulação de máquinas e equipamentos de jardinagem e agrícolas adequados às actividades a realizar.Elaboração de orçamentos relativos à instalação de pequenos jardins e manutenção de jardins e espaços verdes.
Comércio de matérias, materiais, utensílios, máquinas e equipamentos para a actividade.
Aluguer de máquinas e equipamentos.Comércio de mobiliário de jardim.
Plantas ornamentais, ervas aromáticas e plantas secas.
Materiais e elementos decorativos e/ou festivos. Fornecimento de software, sites e fotos.
Consultoria botânica, nomeadamente levantamentos de espécies vegetais e inventariação de jardins.Fornecimento de cadernos de encargos para instalação e/ou manutenção de espaços verdes;
Preparação, acompanhamento e assessoria no âmbito da contratação pública para os espaços verdes.
Gerenciamento de reclamações e/ou sugestões para os espaços verde.
Organização de eventos e conferências.Organização e actividades de team building.Banco de fotografias.
Formação em jardinagem, floricultura, agricultura biológica, arboricultura, bonsai;
compostagem, arranjos florais e confecção de produtos naturais à base de plantas. Workshops.
All types of services - Gardens
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Ecossistemas
Passion, Professionalism and
Dedication
With
over 25 years of experience in our field, we provide services from planters or
flower pots to private and public gardens. With a vast competence in working
with resources and equipment, associated with a good quality of already
undertaken work, we never ignore the maintenance of green areas. We can offer
economic and ecological solutions, with permanent and free technical advice
within our selection of main services described below.
Provision of Services
·
Projects / Restoration / Building / Garden
Maintenance;
Irrigation systems, Pools, Ponds;
·
Natural or Artificial Lawn – Supply, Installation,
Restoration and Maintenance, Seed or Carpet grass;
·
Palm and Trees–
Treatment (Rhynchophorus) and Logging;
Garden, woods and forest Cleaning;
·
Construction– Stone walls; sidewalks; wood decks and
composite;
Waterfalls, pergola and fences;
·
Garden Center – Trade of all kinds of ornamental
plants.
Offers:
Want to reduce the costs of water, electricity and
services of your garden?
We have the solution for you through FREE TECHNICAL ADVICE
·
POOL + GARDEN
BRING A FRIEND and we will offer 3
months of free maintenance.
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Purchases over € 370
Planting supply in our Center &
Nursery
Construção e Manutenção de áreas verdes e sistemas de rega - Projectos
Ecossistemas
Paixão, Profissionalismo e
Dedicação
Com
mais de 20 anos de experiência na nossa área prestamos serviços desde uma
floreira ou vaso a jardim privado e público. Com vasta capacidade em meios e
equipamento, associados a uma boa qualidade de trabalhos já realizados nunca
desprezamos a manutenção das áreas verdes. Possibilidade de apresentar soluções
económicas e ecológicas, com aconselhamento técnico permanentemente e grátis na
nossa seleção de serviços principais abaixo descritos.
Prestação de serviços:
·
Projetos/Recuperação/Construção/Manutenção
de Jardins;
Sistemas de rega, Piscinas,
Lagos;
·
Relvado
natural ou artificial – Fornecimento, instalação,
Recuperação e Conservação,
Semente ou tapetes;
·
Palmeiras
e Árvores – Tratamento (Rhynchophorus) e Abates;
Limpeza de jardins, matas
ou florestas;
·
Construção
Civil – Muros de Pedra; calçadas; decks de madeira e compósito;
Cascatas; pérgulas e
vedações;
·
Garden
Center – Comércio de todo o tipo e plantas ornamentais; revestimentos e
materiais.
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Chinese landscape architect plants ancient solutions to a modern dilemma
It is also an example of how Yu uses age-old agricultural processes to tackle one of China's most pressing problems – the quantity and quality of its water.
Yu has spent the past 20 years designing landscapes that take China back in time. He uses plants to alleviate some of the problems – particularly around flooding – caused by China's rapid urbanisation over the past four decades.
In 2016, in the city of Quzhou (population 2.5 million), Yu took a deserted, mismanaged 32-hectare landscape and filled it with seasonal crops such as canola, sunflowers, buckwheat chrysanthemums, cosmos and poppies. Out came the site's concrete embankments and in went bioswales that allowed water levels to fluctuate naturally. By creating elevated boardwalks and flood-friendly pavilions, Yu lured the locals. The site, ringed by high-rises, has become a popular ornamental park and productive farmland.
It is a similar story with Yu's work on a deserted 1950s shipyard with wildly fluctuating water levels in Zhongshan (population more than 3 million). Yu reused industrial buildings, created terraces and introduced beds of native weeds to create an open green space where intermittent flooding is welcomed.
Water-sensitive design is happening in lots of countries, Australia included, but Yu told an audience at the National Gallery of Victoria's Melbourne Design Week that the scale of water-related problems in China has called for a particularly ambitious response. With a monsoon climate, China has short periods of concentrated rainfall, followed by months of dry weather. On July 21, 2012, a flash flood in Beijing killed 79 people and forced the evacuation of almost 57,000 people. A year earlier, severe storms in Beijing closed public transport.
While engineers designed thicker drainage pipes and installed stronger pumps, Yu says the scale of the problem calls for a different approach. He proposes something that is "simple, inexpensive and beautiful".
Through his company Turenscape, which has been involved with more than 1000 projects in 200 Chinese cities, Yu designs landscapes that he calls "sponge cities" – like a cloth, they retain and clean water. He keeps artificial infrastructure to a minimum, instead introducing ponds and channels through which water moves by gravity. He plants seasonal crops that suit available water levels or chooses plants that can cope with both wet and dry soils.
He says there is nothing new in any of this. "China has a long history of agriculture and 2000 years ago farmers had a pond system to fight against floods. We have a 2000-year history of building terraces that catch water in the rainy season and keep it through the dry season But we forget this.
38 Top Landscape Architecture Projects Earn 2017 ASLA Professional Awards
The American Society of Landscape Architects (ASLA) has announced its 38 professional award recipients for 2017. Selected from 465 entries, the awards recognize the best of landscape architecture in the general design, analysis and planning, communications, research, and residential design categories from the United States and around the world, plus the Landmark Award for a project that is between 15 and 50 years old.
The winners will receive their awards at the ASLA Annual Meeting and EXPO in Los Angeles on Monday, October 23, at the Los Angeles Convention Center.
The September issue of Landscape Architecture Magazine (LAM) features the winning projects
The following is a complete list of 2017 professional award winners.
General Design Category
Award of Excellence
Klyde Warren Park - Bridging the Gap in Downtown Dallas, Dallas
by OJB Landscape Architecture for the Woodall Rodgers Park Foundation
Honor Awards
The Entrance Garden, Sao Paulo, Brazil
by Alex Hanazaki Paisagismo for Eliane Revestimentos
Windhover Contemplative Center, San Francisco
by Andrea Cochran Landscape Architecture for Stanford University
Owens Lake Land Art, Inyo County, California
by NUVIS Landscape Architecture for the Los Angeles Department of Water and Power
SteelStacks Arts + Cultural Campus, Bethlehem, Pennsylvania
by WRT for the Redevelopment Authority of the City of Bethlehem
Central Seawall Project, Seattle
by James Corner Field Operations LLC for the City of Seattle Department of Transportation and Office of The Waterfront
The Yue-Yuan Courtyard, Suzhou, China
by Z+T Studio Landscape Architecture for Avic Legend Co. Ltd.
Merging Culture and Ecology at The North Carolina Museum of Art, Raleigh, North Carolina
by Surface 678 for the North Carolina Museum of Art
Chicago Botanic Garden: The Regenstein Learning Campus, Chicago
by Mikyoung Kim Design and Jacobs/Ryan Associates for the Chicago Botanic Garden
Workplace as Landscape - Facebook MPK20, San Francisco
by CMG Landscape Architecture for Facebook
Analysis and Planning Category
Award of Excellence
Storm + Sand + Sea + Strand -- Barrier Island Resiliency Planning for Galveston Island State Park, Galveston, Texas
by Studio Outside for the Texas Parks & Wildlife Department
Honor Awards
The Olana Strategic Landscape Design Plan: Restoring an American Masterpiece, Hudson, New York
by Nelson Byrd Woltz Landscape Architects for the Olana Partnership and The New York State Office of Parks, Recreation and Historic Preservation
Waterfront Botanical Gardens, Louisville, Kentucky
by Perkins+Will for Botanica
Positioning Pullman, Chicago
by Site for the National Parks Conservation Association
Conservation at the Edge - Prototyping Low-intervention Conservation in the Patagonian Wilderness, Cambridge, Massachusetts
by Reed Hilderbrand LLC Landscape Architecture for Victor F. Trahan III, FAIA
Fitzgerald Revitalization Project: Landscapes as the Framework for Community Reinvestment, Detroit
by Spackman Mossop Michaels for the City of Detroit
Texas Capitol Complex Master Plan, Austin, Texas
by Page and Sasaki Associates for the Texas Facilities Commission
Communications Category
Award of Excellence
Digital Library of Landscape Architecture History
by Benjamin George, ASLA
Honor Awards
Ecology as the Inspiration for a Presidential Library Park
by Michael Van Valkenburgh Associates Inc. for the George W. Bush Presidential Center
The Landscape Architecture of Lawrence Halprin
by The Cultural Landscape Foundation
Toward an Urban Ecology
by Scape, published by The Monacelli Press
'Jens Jensen: The Living Green,' A Feature Documentary
by Viva Lundin Productions and the University of Michigan
Championing Connectivity: How an International Competition Captured Global Attention and Inspired Innovation in Wildlife Crossing Design
by ARC Solutions
Research Category
Award of Excellence
Fluid Territory: A Journey into Svalbard, Norway
by Kathleen John-Alder, ASLA, Rutgers University, Tromsø Academy
Honor Awards
Climate Change Impacts on Cultural Landscapes in the Pacific West Region, National Park System
by Cultural Landscape Research Group, University of Oregon for the Pacific West Region, National Park Service
Seeding Green Roofs for Greater Biodiversity and Lower Costs
by Richard Sutton, FASLA, for the Sandhills Publishing Inc., Arbor Day Foundation, Tetrad Property Group, LPS NRD, and Lincoln Urban Development
Rendering Los Angeles Green: The Greenways to Rivers Arterial Stormwater System (GRASS)
by Lee-Anne Milburn, FASLA, for the City of Los Angeles, Bureau of Sanitation
The Ecological Atlas Project
by Studio Roberto Rovira
Residential Design Category
Award of Excellence
Birmingham Residence, San Francisco
by Andrea Cochran Landscape Architecture for Linda Dresner
Honor Awards
Telegraph Hill Residence, San Francisco
by Andrea Cochran Landscape Architecture
Northeast Harbor, a Restoration on Mount Desert Island, Hancock County, Maine
by Stephen Stimson Associates | Landscape Architects
Smith Residence
by Roche + Roche Landscape Architecture
Casa Las Brisas - Formation of a Coastal Retreat, Las Condes, Chile
by C. Stuart Moore Design
Proving Grounds - A 20-Year Education in American Horticulture
by Reed Hilderbrand LLC Landscape Architecture for Adam R. Rose and Peter R. McQuillan
Agrarian Modern - The Recovery and Renewal of Manatuck Farm
by Reed Hilderbrand LLC Landscape Architecture
Abstracting Morphology
by HOLLANDERdesign | Landscape Architects
Northpoint Apartments, Orinda, California
by JETT Landscape Architecture + Design Inc. for Aline Estournes, Northpoint Apartments LLC
The Landmark Award
The J. Paul Getty Center, Los Angeles
by OLIN for the J. Paul Getty Trust
The professional awards jury included:
• Elizabeth Miller, FASLA, Chair, National Capital Planning Commission, Washington, D.C.
• Diane Jones Allen, ASLA, DesignJones LLC, New Orleans
• Maureen Alonso, U.S. General Services Administration, Washington, D.C.
• James Lord, ASLA, Surfacedesign Inc., San Francisco
• Janet Rosenberg, FASLA, Janet Rosenberg Studio, Toronto
• Glen Schmidt, FASLA, Schmidt Design Group Inc., San Diego
• Todd Wichman, FASLA, Stantec, St. Paul
• Barbara Wyatt, ASLA, National Park Service, Washington, D.C.
For the selection of the Research Category, the jury was joined by M. Elen Deming, ASLA, University of Illinois, Champaign, Illinois, on behalf of the Landscape Architecture Foundation (LAF) and Charlene LeBleu, FASLA, Auburn University, Auburn, Alabama, on behalf of the Council of Educators in Landscape Architecture (CELA).
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